The Devil Within

18 2x18 – Hell is like hell


Notas iniciais
Oi gente! Então, como meu feriado está começando amanhã, vamos falar sobre uma coisa chamada: ESTÁ NA HORA DE FINALIZAR A SEGUNDA TEMPORADA. EEE! Segue abaixo a programação da atualização (isso pode ser alterado sem aviso prévio conforme meu humor, mas por enquanto, é isso que ta valendo). 16/04 - 2x18 17/04 - 2x19 18/04 - 2x20 19/04 - 2x21 20/04 - 2x22 21/04 - 2x23 A data da publicação da terceira temporada ficará a critério do aparecimento dos meus leitores. Existe também uma promo para ela, que por enquanto está sem data para ser publicada, mas pode ser que seja no dia 21 ou 22. Bom feriado e boa leitura!

Cansa quando eu me queimo

E eu percebo que eu não me machuco

E como sempre, parece que eu perdi meu caminho

Quando eu sinto, não é o suficiente

E eu preciso que você evite meu toque

Eu noto que é o tempo perfeito para mudar

Eu sou fraco

Eu sou fraco

Seether

Dean estava sentando em uma das cadeiras do bar, seu ombro com um grande machucado e sangrando. Ele estava com todas roupas molhadas e pingando água no chão. Jo estava de pé, tentando remover a bala do ombro dele com uma pinça. Ele está resmungando de dor.

–Não seja um bebê! – ela fala. – espere, consegui.

Ela mostra a bala para ele na ponta da pinça. Dean pegou uma garrafa de whisky na mesa e tomou alguns goles.

–Nós terminamos? – ele perguntou.

–Deixa eu fazer um curativo. Você não pode ajudar Sam se estiver sangrando até a morte. – ela começa a limpar o ferimento, e Dean morde o lábio – então como você sabia que ele estava possuído?

–Eu não sabia, aquele apenas não podia ser ele.

–Ei, Dean. Demônios mentem, mas eles podem falar a verdade também?

–As vezes, eu acho. Especialmente quando eles sabem que vai mexer com a sua cabeça. – ele fez um careta de dor. – por que está perguntando?

–Nada. Não importa. Você tem uma ideia de onde Sam está indo agora?

Alicia surgiu, de uma das portas do fundo. Estava pálida e cambaleando e com o rosto molhado.

–Ok. – ela disse – eu estou melhor por enquanto.

Ela puxou uma cadeira e se junto a Jo e Dean na mesa, olhando de um para o outro, tentando ver se tinha interrompido alguma coisa.

Aparentemente não. Infelizmente.

–Então – continuou Dean, os olhos fixos em Alicia. Precisavam conversar urgente. – ele disse que irá procurar caçadores e...

–Bobby – falou Alicia rapidamente.

–Yeah, Bobby. – concordou Dean. Jo havia terminado o curativo. – então, vamos, Allie?

–Eu estou indo com vocês – disse Jo, rapidamente – eu sou parte disso agora.

–Não! – falou Dean – é perigoso e eu não quero envolve-la. Essa é a minha luta e eu não quero seu sangue em minhas mãos.

Jo lançou um olhar magoado para Dean.

–Eu ligo para você depois, ok? – ele falou, se sentindo culpado pela magoa dela.

Enquanto observava Dean e Alicia partirem, Jo murmurou para si mesma:

–Não, você não vai ligar.

–-

–Eu não entendo você, Dean. – começou Alicia, assim que entraram no carro. – eu sei que você gosta dela. Está bem obvio. E ela nem é tão nova assim. Eu sou apenas um ano mais velha que ela ou coisa assim.

–Eu não quero que ela se machuque, Allie!

–Dean, ela é uma caçadora. As pessoas sempre podem morrer ou sair machucadas, mesmo sem serem caçadoras. O que faz diferença é o que escolhemos viver antes da morte. Ou se escolhemos estar mortos antes de fato morremos fisicamente.

Dean a olhou, irritado.

–Quando você ficou tão profunda? O que inferno é isso no seu pulso? Onde você esteve? Comece a responder.

–Meu pai me manteve prisioneira na Grécia. Quero dizer, eu devia ter imaginado que vocês não poderiam me encontrar. Mas... Ele desenhou isso e disse que ajudaria conter meus poderes. Pelo que eu entendi, não é possível diminuir meus poderes e sim fazer feitiços para tornar meu corpo capaz de suportá-lo. Eu ainda não tenho controle sobre eles, embora consiga fazer algumas coisas, mas isso acaba comigo. Mas posso controlar a cor dos meus olhos.

–Como escapou, Allie?

–Há um pouco mais de uma semana, senti que Sam estava em perigo. E esse sentimento foi crescendo, e tudo o que eu queria era encontra-lo. Então esse sentimento ficou tão grande que eu consegui colocar a casa em chamas, fugir e apareci aqui, bem no momento que aquele demônio ia matar Jo. De alguma maneira, Sam me salvou. Ele estar em perigo me trouxe de volta. Eu estava enlouquecendo, pela solidão e pela dor. Eu ainda não tenho controle e ainda estou com sério risco de morrer. Mas sinto que estou ficando mais forte.

–Você colocou a casa em chamas?

–Eu honestamente não sei como fiz isso, Dean – Alicia disse, dando risada, como se estivesse fascinada por si mesma – mas são dois meses e eu estou viva e eu ainda sou eu mesma, e eu estou livre. Ainda há esperança para mim. E agora só posso esperar que haja esperança para Sam.

–-

South Dakota, Casa do Bobby.

Sam bateu na porta.

–Sam! – diz Bobby com um sorriso. – é bom te ver! Já faz um tempo. Entre.

Sam, ou melhor, o demônio, entrou, de olho no teto, atento a possíveis armadilhas do diabo. Bobby entra na cozinha.

–Então, o que trás você aqui? – ele pergunta, do outro cômodo. Sam continua na sala.

–Estava num caso aqui perto e resolvi passar para dizer oi.

–Ah, é? Onde está Dean?

–Com uma garota. – Bobby voltou da cozinha, segurando duas cervejas. Ele entregou uma a Sam.

–E Alicia, teve noticias dela?

–Não.

Ambos bebem um gole de suas garrafas, e em seguida, Sam cai de joelhos, gritando.

–O que você fez? – ele gritou.

–Um pouco de água benta na garrafa. Sam não teria notado, mas você não é Sam, não é mesmo?

–-

Dean e Alicia chegaram cerca de meia hora depois de Sam. Bobby tinha arrastado ele sobre uma armadilha do diabo, e assim Dean e Alicia o ajudaram amarrar o demônio em uma cadeira.

Bobby começou a dizer as palavras do exorcismo. Ao mesmo tempo, Dean começou o interrogatório.

–Então, o que vocês demônios filhos da puta estão planejando? Vocês não levar Sam. Vocês me entenderam? Porque eu vou matar vocês todos primeiro.

–Isso não tem nada a ver com o grande plano. Eu não dou a mínima para ele.

Alicia não tirava os olhos do demônio, observando atentamente cada reação dele.

–Não está funcionado. Esse filho da puta fez alguma coisa e esse exorcismo não está funcionando.

Ela caminhou até o demônio, furiosa, e levantou as mangas, como se procurasse alguma marca na pele. E encontrou. No antebraço do Sam, havia uma queimadura.

–Esse desgraçado se trancou no corpo de Sam! – ela gritou – é isso que essa marca significa.

–O que nós fazemos? – perguntou Dean.

–Eu não sei! – falaram ao mesmo tempo, Bobby e Alicia.

O demônio no corpo de Sam começa a gargalhar, seus olhos completamente negros. A risada é terrível e deixa a todos com cabelos em pé. Rachaduras começam a aparecer no teto, conforme o demônio ri cada vez mais alto. Assim, ele consegue se soltar da armadilha do diabo. Com movimentos da mão, ele jogou Dean e Bobby longe.

–Você não pode me afetar. – diz Alicia.

–É, mas você também não me machucaria. Não arriscaria machucar seu precioso Sammy, não é mesmo? Deixa eu te contar, você o machucou muito da última vez que tentou usar seus poderes sem controle.

Alicia sentiu o pânico a envolver. Não pretendia matar Sam. Só queria tirar aquele demônio do corpo dele.

Ignorando Alicia, o demônio vai até Dean, jogado no chão, se ajoelha e dá um soco nele.

–Então, aqui está uma razão para isso. – e dá outro soco – O inferno é... Como o inferno. Mesmo para demônios. É uma prisão, feita de ossos e carne e sangue e medo. E você me mandou de volta para lá.

–Meg. – murmurou Dean, e o demônio o socou mais duas vezes.

–Não mais. Agora eu sou Sam. E aliais, eu vi seu papai lá. Ele disse oi.

Enquanto Meg estava distraída falando, Dean podia ver Alicia se movimentando com cuidado. Ela estava planejando alguma coisa.

–Tudo o que eu tinha que me manter pensando é que eu ia sair um dia e eu ia te torturar – continuou o demônio – lenta e dolorosamente. Como arrancar as asas de um inseto. Mas não importa o que eu faça, não se compara ao que você faz com você mesmo. Eu posso ver nos seus olhos, Dean. Você é inútil. Você não pode salvar seu pai, nem Alicia, e no fundo dos seus olhos, sabe que não pode salvar seu irmão. Eles estariam melhor sem você.

Então Alicia se jogou contra o corpo de Sam, segurando uma faca incandescente, a qual ela pressiona na queimadura que Meg havia feito, destruindo o símbolo. Sam dá um grito, e a fumaça preta de demônio sai de dentro dele, e em seguida ele cai no chão. Dean, Alicia e Bobby ficam ao lado dele. Ele abre os olhos.

–Sammy? – pergunta Dean, cuidadosamente.

Ele olha para todos, confuso.

–Eu perdi alguma coisa?

Notas finais
até amanhã, se tudo der certo!