The Daughter of Shadows

17 Somos atacados por uma Amanda falsa


Notas iniciais
Oi pessoas!!! Parei de postar um pouco, porque estava sem idéias, e porque tô com dengue, mas nada muIto grave! Como nao postei segunda, vou compensar vocês com mais um capítulo essa semana! Beijos e espero que gostem!

Pov: Sara

Eu estava muito preocupada com a Amanda. Ela já ia para uma missão super arriscada, e se aquele babaca magoasse a minha amiga, ela ia ficar deprimida e ia estragar tudo! Mas segundo a Marianna, ela mesma ia quebrar a cara dele, se acontecesse alguma coisa com a Amanda.

Resolvi me controlar. Eu confiava nela, e sabia que ela saberia o que fazer.

Estava morrendo de fome, então fui até Travis e Connor perguntar se eles tinham alguma comida, porque ainda faltavam horas para o jantar. Eu sei que eles tem comida, porque sempre vejo eles saindo sorrateiramente da cozinha. Eles devem saber como entrar lá.

Eles riram quando perguntei. Connor foi buscar a comida enquanto Travis paquerava Marianna.

– Doeu quando você caiu do céu?

Olhei para ele entediada.

– É sério isso?

Ele sorriu. Marianna riu e respondeu:

– Na verdade não. Tive muita sorte quanto a isso, já você eu não tenho tanta certeza.

Comecei a gargalhar. O sorriso dele vacilou. Connor chegou com uma cesta de piquenique.

– Obrigada. – agradeci a eles — Acho que precisamos de...

– Não, nós não precisamos. — Marianna parecia ansiosa para sair dali.

– Tá bem. Tchau.

Sentamos debaixo de uma árvore perto do chalé de Hades, para vigiar Amanda. Comi um sanduíche de atum e requeijão. Marianna comeu torradas com geléia.

– E então, Marianna.

– Mari. Por favor!

– Tá. Mari. — fiz uma pausa ao pronunciar o nome dela. Ela riu — Você deu o maior fora no meu irmão.

Ela corou.

– Desculpe. Não estou acostumada com pessoas me enchendo a paciência. Seus irmãos vivem atormentando a minha irmã, Duda. Na verdade, parece que Travis está gostando de Katie Gardner. Então, sobra o Connor.

– Espera aí! Tá dizendo que o Travis está gostando da Katie?

– Sim. Achei que você soubesse.

Sorri para ela e bebi minha Pepsi.

– Não sabia. – Fingi estar brava — Ele me deve uma explicação.

Terminamos de comer silenciosamente.

– Vou devolver a cesta.

– Tudo bem. Eu fico aqui pra ver se ela sai. — ela apontou para o chalé de Amanda.

Caminhei calmamente até o meu chalé. Cheguei na porta quando Mari começou a gritar. Joguei a cesta em cima de Connor, que jogava cartas com Lola e corri até a árvore.

– O que foi?

– Eles estão saindo.

Nos escondemos atrás de um arbusto. Uma Amanda muito furiosa abriu a porta com força e chutou um Dan muito confuso para fora do chalé. Ele correu na nossa direção. Pareceu não nos notar, até chegar à uns 5 metros. Ele estava muito rápido, não conseguiu frear e atropelou a Mari. Ela saiu rolando.

– Mari.

Corri atrás dela. Dan veio atrás.

– Você está bem?

– Eu acho que sim.

Ela estava cheia de cortes e o joelho estava todo ralado. Dan correu até nós e se ajoelhou na frente de Mari.

– Ai meu Zeus! Você está bem?

Ela balançou a cabeça.

– Vamos ver Will Solace. Ele pode dizer se você está bem.

Will Solace estava no chalé de Apolo, terminando de se arrumar. Nico estava ajudando ele.

– Olá.

– Oi. Precisa de algo?

– Bem, é que um certo filho de Hefesto — olhei para Dan, ele sorriu inocentemente — atropelou a Mari. Ela saiu rolando.

– Hum. Sente aqui. — ele apontou para um beliche vazio. Ela se sentou com um pouco de dificuldade. Ele examinou os machucados dela — Só alguns cortes e arranhões que podem ser facilmente curados. Tirando o seu joelho, o estrago não foi tão grande.

Ele terminou de cuidar dela e pegou sua mochila.

– Acho que assim tá bom. Esta se sentindo melhor?

– Sim. Muito obrigada.

– Não foi nada. Bem, precisamos ir. Daqui a pouco saímos em uma missão. Tchau.

– Nós vamos buscar Amanda. Você vem Nico?

– Vou sim. Preciso pegar umas coisas no meu chalé.

– Vou para as forjas. Meus irmãos precisam de mim. — disse Dan. Dava pra perceber que ele não queria encontrar Amanda.

Caminhamos até o chalé de Hades. Chegamos lá, Amanda estava em pé, com seu arco na mão e a mochila nas costas.

– O que foi? — ela perguntou confusa.

– Você está bem? — perguntei.

– Estou. Por quê? — ela parecia cansada.

– Nada não.

– Então vamos? — ela deu um sorriso fraco.

– Espere um pouco. — Nico entrou no chalé. Demorou uns 5 segundos e depois voltou. — Agora podemos ir.

Caminhamos até a casa grande em silêncio. Todos já estavam lá, a não ser por...

– Onde está Matt Willey? – perguntou Amanda. Ela tinha razão. Matt não estava lá. Nesse exato momento, ele entrou pela porta. Foi aí que a minha ficha caiu. Peguei a minha adaga e acertei o braço dela. Todos me olharam assustados. Ela sorriu. Annabeth foi ajudá-la.

– Você está louca? Por que fez aquilo? – Matt me perguntou intrigado. Mari me olhava com lágrimas nos olhos. Respirei fundo e respondi.

– Por que essa não é a Amanda.

Todos me olharam confusos. Quíron apareceu trotando.

– O que está acontecendo?

– Essa louca está tentando matá-la. — Matt apontou para Amanda.

– Não estou tentando matar ninguém. — gritei, as lágrimas começando a cair. — Ela não é a Amanda. Acha que eu acertaria minha melhor amiga se não tivesse certeza de que há algo errado? Vejam!

De repente, "Amanda" se transformou em um monstro. Era uma mulher, teria um rosto bonito, não fossem a língua bifurcada e os olhos amarelos com fendas negras como pupilas. Usava uma armadura de bronze que ia até a cintura. Dali para baixo, onde deviam estar as pernas, viam-se dois maciços corpos de cobra.

– Uma dracaena! — Quiron parecia surpreso. Eu ja ouvira falar dela nos livros de mitologia da minha mãe. A mulher-cobra se deslocou na minha direção. Saquei minha adaga e parti para cima dela. Nico, Annabeth e Percy fizeram o mesmo. Eu e Annabeth atacamos por trás enquanto Percy e Nico atacavam pela frente. Matt e Will Solace correram até o chalé de Hades, para procurar a Amanda verdadeira.

Percy acertou o rabo de serpente dela. Ela urrou e deu um tapa nele, que foi parar na porta. Eu e Quíron fomos até ele. Ele disse que estava bem, com dor de cabeça, mas bem. Nico di Angelo invocou esqueletos para ajudar, mas eles eram facilmente derrotados. Annabeth se juntou a ele. A dracaena encurralou eles na parede. Eles precisavam de mim. Levantei e fui sorrateiramente na direção dela. Quando meus amigos estavam prestes a serem mortos, enfiei minha adaga em uma brecha da armadura dela. Ela se dissolveu em pó. Nico e Annabeth me olharam agradecidos.

– Obrigado!

– Não foi nada! Vem, vamos ver a Amanda. Quíron disse que ela está na enfermaria

Notas finais
E aí? Gostaram? Gostei da Marianna. Ela sabe responder as pessoas chatas (não que os Stoll sejam chatos)!!! E vocês, concordam comigo? Se sim comente. Se não comente também.