Notas iniciais
Pudim: Hey gente! Tudo bem? Panda: Yay jovens? Pudim: Novidades! Panda: Gente, a fic foi recomendada! Duas vezes na mesma semana ~vomitando arco íris. Muito obrigada a Lua e a America Chase! Vocês são muito perfeitas! Não sabem o quanto isso nos deixa feliz e nos incentiva a continuar! E sinopse nova! Pudim: Eu amo vocês gente! Então, esse cap vai pra vocês!

Pov: Will

Encontrar o castelo de Despina foi fácil. Entrar nele foi a parte difícil. Tinha a aparência de um castelo abandonado por fora, de pedra escura, uma enorme porta de madeira e torres por todos os lados. A porta da frente estava trancada, sem contar o fato de que ela devia estar repleta de armadilhas, então descartamos a possibilidade de entrar por lá.

– E agora? — perguntou Piper — Por onde a gente entra?

– Eu não sei. A não ser que tenha uma entrada de serviço. — disse Percy.

– Não temos tempo pra procurar uma porta de serviço. — respondeu Amanda impaciente.

– Então temos que dar um jeito de abrir essa porta. — disse Piper.

– Ficar discutindo não vai abrir a porta. — disse Nico.

Enquanto todos discutiam, Matt permaneceu calado pensado um pouco. Ele se dirigiu até a lateral do castelo. Decidi segui-lo. A única coisa que encontrou, foi uma gigantesca parede de pedra. Ele tocou em algumas pedras, quase podia ver as engrenagens do seu cérebro trabalhando.

– O que está fazendo? — perguntei.

– Antigamente, castelos como esse tinham passagens secretas para os reis e rainhas saírem, em caso de invasão.

Ele tocou em algumas pedras e elas se mexeram, revelando uma passagem secreta.

– Uau. Eu vou chamar os outros.

Corri até a entrada do castelo. Eles continuavam discutindo.

– Ei, querem fazer o favor de parar? — gritei, todos me olharam surpresos — Enquanto vocês discutiam, Matt achou um jeito de entrarmos! Vamos logo.

Sai andando sem ver a reação deles. Matt me encarou surpreso.

– Muito bom.

– Obrigado.

Quando eles chegaram, entramos na passagem. As pedras se fecharam atrás de nós, nos enterrando na escuridão.

– Alguém tem uma lanterna? — perguntei.

Percy desembainhou a espada, ela emitia um brilho dourado que iluminou o caminho. Mais a frente havia um túnel escuro com dois metros de altura. Caminhamos pelo túnel que era cheio de passagens e bifurcações, por isso, demoramos uns 10 minutos para encontrar o caminho certo. Depois de mais 10 minutos, o túnel terminou em uma sólida parede de pedra. — Droga! — praguejou Matt.

– E agora? — falou Piper. — Será que se túnel não tem saída? — perguntei.

– Gente... — disse Amanda.

– Acho que encontramos a entrada. — disse Nico. Ele empurrou um alçapão no teto e puxou de lá uma pequena escada de corda. — Vamos?

Nico e Amanda subiram primeiro, depois Percy, Matt, Piper e eu por último. O lugar que nos encontrávamos era pequeno, escuro e empoeirado, uma pequena lâmpada no teto iluminava o local com uma luz fraca e amarelada. Estava cheio de vassouras e esfregões.

– Acho que nós estamos na área de serviço. — falei observando um recipiente cheio de detergente. Piper abriu a porta e saiu. Agora, estávamos em um grande corredor, as paredes eram de mármore branco e um tapete igualmente branco cobria o chão.

– Tudo bem, e agora? — perguntou Matt.

– Temos que encontrar a minha mãe.

Meio caminhamos, meio corremos pelo corredor até o outro lado onde encontramos uma enorme porta de madeira branca. O corredor dava em um grande salão. As paredes (como o castelo inteiro) eram brancas, com galhos e folhas secas decorando. Pequenos flocos de neve caíam do teto, mas se desfaziam antes de tocar o chão. Na parede oposta descansava um trono de gelo. O salão estava assustadoramente vazio e silencioso.

– Não entendo. — falou Nico.

– Não entende o que? — perguntei.

– Está muito fácil.

De repente ouvimos passos rápidos atrás de nós.

– Ei vocês! — disse uma voz grave — Quem são? Como ousam adentrar a sala do trono sem permissão.

– Sabia que tinha algo errado. — Nico se virou com as mãos na cabeça.

– Hã... Nós somos... — disse Amanda — Nós...

– Trabalhamos na cozinha. — disse Piper. Percebi que ela estava usando o charme — E esses rapazes são da guarda.

– Entendo. — disse o guarda que parecia ser o líder — E posso saber porque não estão trabalhando?

– Sinto muito senhor, mas estou no meu horário de almoço.

– Mas senhorita, são três horas da tarde.

– E daí? Não posso almoçar às três da tarde?

– Perdão senhoritas, não queria incomodar.

– Não tem problema senhor.

Nesse momento uma voz ribombou em todo o salão.

– IDIOTA! Não está vendo? São semideuses, acabem com eles.

Piper tentou usar o charme, mas não funcionou.

– O seu charme não vai funcionar comigo filha de Afrodite.

Vários guardas surgiram sabe se lá de onde. Desembainhei minha espada e ataquei. Acertei alguns guardas, mas não adiantava. A cada guarda que caía, dois apareciam para substituí — lo. Depois de alguns minutos lutando, alguma coisa acertou minha cabeça e eu apaguei.

***

Acordei com um chute nas costelas. Olhei em volta meio grogue e pude ver que estávamos em uma caverna escura. Pelo menos parecia uma caverna. Minhas mãos estavam presas por correntes na parede (n/a: as correntes estão presas na parede, não as mãos dele, ok?). Na parede oposta, duas moças estavam presas em celas. Ao meu lado direito, Nico estava na mesma condição que eu, suas mãos estavam presas por correntes também. Ao meu lado esquerdo, Amanda, Percy, Piper e Matt também estavam com as mãos presas por correntes. Exatamente como eu.

– Até que enfim você acordou Solace. — disse Nico.

– Não precisava me chutar. — falei.

– Precisava sim. Agora acorde Amanda por favor.

Amanda estava ao meu lado, dormindo. Não quis chutá — la, então tentei chamá — la.

– Amanda. Amandaa. Amandaaaa.

Nico teve uma idéia melhor. Pegou uma pedra do tamanho de um bombom e jogou nela.

– Ai! — ela reclamou se levantando meio sonolenta — Quem foi?

Ela olhou acusadoramente pra mim. Apontei pra trás.

– Foi o Di Angelo.

Ela jogou a pedra nele de volta.

– Ai.

– Onde a gente tá? — perguntei.

– Presos. — disse Percy.

– É sério? Não tinha percebido. — falei em um tom sarcástico. Percy me mostrou a língua.

– Mãe? Sara?- Amanda interrompeu. Apertei os olhos para as celas mais a frente. Em uma delas, uma mulher bonita de cabelos e olhos pretos estava sentada. Suas roupas estavam esfarrapadas e seu rosto pálido estava cheio de cortes. Sara estava deitada no colo dela, dormindo. Na outra, Perséfone estava deitada no chão, sua cabeça repousava em um amontoado de flores. Suas mãos presas iguais às minhas. Seu vestido estava rasgado e o chão da cela estava cheio de flores murchas.

– Amanda.

– Espera aí. Filha? — disse Perséfone se sentando — Não me disse que a pirralha era sua filha.

– Olha como fala da minha filha.

– Que seja. Percy Jackson!

– Olá Rainha Perséfone.

– Fico feliz que esteja vivo. Já o Di Angelo, não posso dizer o mesmo.

– O que quer dizer com isso?

– Você entendeu. Quem são seus amigos?

– Matt Willey, filho de Atena minha senhora.

– Piper McLean, filha de...

– Afrodite né? — Perséfone a interrompeu — Eu imaginei. Vocês não tem idéia do quanto estou feliz de ver alguém.

– É sério?

– Novidade! — disse Nico. Perséfone fuzilou-o com o olhar.

– Faz muitos dias que estamos sozinhas aqui.

– E vocês não comem? — perguntou Amanda.

– É claro que sim. É sempre o mesmo guarda que vem. A cara dele é enjoativa.

– O que aconteceu com Sara?- perguntou Amanda.

– Ela chegou a pouco tempo. Gritava muito, então um dia, eles deram uma injeção nela. Está dormindo desde então.

– Temos que dar um jeito de sair daqui. — falei. Nesse momento, uma menina entrou. Usava um vestido branco, seus cabelos negros estavam presos em um rabo de cavalo e seus olhos vermelhos escuros faíscavam de ódio. Não parecia ter mais de 13 anos. De repente, a mesma voz de antes preencheu a caverna.

– Laura. Traga a filha de Hades até mim.

A menina retirou uma chave do bolso e caminhou até nós. Colocou uma mordaça na boca de Amanda e libertou suas mãos. Amanda tentou fugir, empurrou a menina fazendo — a cair no chão. Pegou a chave da mão da menina e correu até mim. Tentou tirar minhas correntes, mas a menina chutou suas pernas derrubando — a. Ouvi um barulho de osso quebrando, Amanda caiu no chão e gemeu baixinho. Olhei para Nico em busca de ajuda. Ele mexeu os lábios formando a frase: "Vai ficar tudo bem". Amanda assentiu silenciosamente e apagou. A menina pegou no braço dela e arrastou — a para fora.

– Muito bom Laura. Vou recompensá — la mais tarde.

A garota sorriu.

– Sua monstra. — Angela gritou — O que vai fazer com a minha filha?

Ela sacudiu as barras da cela mas elas mal se moveram.

– Fique calma querida. — respondeu a voz.

– Ficar calma! — Angela sentou-se no chão revoltada. Sara abriu os olhos lentamente.

– Hã...

– Sara! — Matt segurou as barras — Você está bem?

– Estou! Vocês estão bem? Cadê Amanda?

– Acabaram de levá-la.

– A quanto tempo eu estou dormindo? — ela virou-se para Angela.

– Uns dois dias.

Ela se sentou no chão. Ouvi passos e quatro guardas apareceram no corredor, carregando uma bandeja cada um. Em cada bandeja, estavam dois pratos e dois copos de suco. um guarda sacou uma chave e abriu a cela de Angela e Sara, jogando a bandeja dentro.

– Esse lugar pode ser horrível, mas a comida é uma delícia. — disse Sara pegando seu prato de macarrão. De repente, uma flecha acertou a cabeça do guarda com a chave. Os outros guardas olharam em volta, mas antes de se darem conta do que estava acontecendo, outras três flechas rasgaram o ar, em direção aos seus corações.

– Quem está aí?

Uma figura feminina surgiu das sombras. Era uma garota de cabelos retos e curtos e olhos azuis eletrizantes. Vestia uma jaqueta prateada por cima da blusa do Green Day e uma calça jeans preta. Ela carregava um arco prateado.

Notas finais
Panda: E aí? Algum erro? Reviews? Pudim: Que tal reviews? Digam o que vocês acham que vai acontecer! E o que acharam da sinopse nova! Panda: Até a próxima! Pudim: Até o próximo seus lindos!