Notas iniciais
Pudim: Hey gente, tudo bem? Panda: E ai gente? Pudim: A gente demorou bastante pra postar, mas resolvemos tomar vergonha na cara e postar esse cap de natal pra vcs! Panda: Na verdade, eu escrevi esse cap duas vezes, mas eu chutei a tomada e o computador desligou -.- Demoramos muito! 2 meses! 2 fucking meses, mas enfim... Feliz natal povo! Enjoy...

Pov: Amanda

Acordei no meio da noite e tive dificuldade pra voltar a dormir. Quando finalmente consegui pegar no sono, minha cabeça foi invadida por um sonho diferente.

Eu estava em um jardim um tanto estranho. Cogumelos coloridos, arbustos venenosos e plantas luminosas que cresciam seu ajuda da luz do sol. Gemas preciosas supriam a falta de flores. Montes de rubis e esmeraldas do tamanho de bolas de beisebol, aglomerados de diamantes brutos. Estátuas, semelhantes as da Medusa se espalhavam pelo local.

No meio do jardim, crescia um pomar de romãs.

– O jardim de Perséfone! — exclamei.

– Exatamente! — ouvi uma voz atrás de mim. Hades estava recostado em uma coluna, admirando o jardim.

– Por que estou aqui?

– Você não quer saber da sua história? — assenti. — Bem, por onde começo?

Ele se sentou em um banco de pedra por ali. Sentei no chão, de frente pra ele. Ele respirou fundo e começou.

– Quando você nasceu, Despina se revoltou com a sua mãe, por motivos desconhecidos por mim e até mesmo por Angela. Desde que você saiu do hospital, Angela teve que se esconder. Ela não podia ficar mais de duas semana no mesmo lugar. Despina a perseguia em todos os lugares, destruía os esconderijos e mandava gente atrás de você. Eu ofereci a ela que me deixasse abrigá-las aqui, como fiz com Maria Di Angelo.

– A mãe de Nico?

– Sim, mas sua mãe é teimosa, ela recusou, disse que o Mundo Inferior não era um local apropriado para uma criança viver. Ela usou as mesmas palavras de Maria! — ele deu uma risada fraca. — Ela continuou a se esconder, até você fazer cinco anos. Ela finalmente concordou em me deixar te levar comigo por um tempo, apenas até ela se resolver com Despina.

– Eu fui te buscar, mas eles a levaram e eu fiquei sem saber o que fazer — me lembrei do meu sonho sobre isso (n/a: cap 2 se não me engano). — Levei você para o Mundo Inferior e mantive você isolada por oito anos, sob o efeito de uma poção do sono. Ninguém entrava no seu quarto. Nem Nico, nem Tori, muito menos Perséfone. Ela me mataria!

Consegui sorrir.

– Quando você fez treze anos, falei com Quíron e pedi para ele mandar um sátiro para buscá-la e levá-la ao acampamento. Eu poderia te levar, mas seria muito suspeito. Com a ajuda de Hécate, criei memórias falsas pra você, para que não desconfiasse de nada. Coloquei você próxima a Porta de Orfeu, para que fosse mais fácil encontrá-la.

– Por isso encontrei Grover no Central Park?

– Sim! — ele respondeu calmamente.

– Então, resumindo: Despina perseguia minha mãe e por isso fui obrigada a ficar trancada nessa espelunca por oito anos?

– Espelunca não! Olha como fala da minha casa! Você virá morar aqui algum dia!

– Desculpe, foi o calor do momento!

Ele bufou e se levantou.

– Bem, é basicamente isso.

– Mas e os detalhes?

– Não sei de muita coisa! Agora que ja te contei tudo o que sei, você já pode ir!

– O que? Espera, mas...

– Tchau Amanda!

Minha visão ficou embaçada e eu acordei.

O quarto estava vazio. Levantei, escovei os dentes, troquei de roupa e desci. Todos estavam lá em baixo, jogando um jogo de tabuleiro e tomando o café. Bolo e suco de laranja. Me juntei a eles, mas eu não parava de pensar no meu sonho. Decidi perguntar detalhes à minha mãe mais tarde. Depois do almoço, a gente pulou na piscina de novo. Resolvi falar com a minha mãe. Contei a ela o que Hades me disse e sobre meu sonho. Ela ficou chateada e eu me senti culpada. Ela disse que não tinha mais nada a me falar. Que também não sabia o motivo de Despina ter ficado furiosa com ela, mas que também não queria saber. Ela deu um sorriso fraco e correu pra dentro da casa para pegar uma coisa. Pulei na piscina juntos com os meus amigos. Dan me abraçou e me deu um rápido beijo. A gente ficou brincando a tarde toda. Minha mãe saiu lá fora com uma câmera fotográfica. Ela tirou fotos da gente brincando, jogando jogos e até selfies. Aquele dia foi muito bom e sem a menor dúvida, eu nunca trocaria minha vida pela vida de uma pessoa normal, mesmo com todos os riscos.

Notas finais
A gente queria agradecer a todo mundo que apoiou a gente na construção dessa fic! A todos que comentaram, favoritaram, acompanharam e recomendaram. Os que estão desde o começo, ou mesmo os que entraram depois! A paciência de vocês, quando a criatividade sumia e a gente demorava pra postar! A todos os elogios e até as ameaças *u* Os comentários incentivadores! Aqueles comentários beeem grandes e até aos pequenos! Obrigada gente! Vocês são demais! Até uma próxima então! >< Pudim e Panda
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!