The Darkness Of The World
1 Prólogo - Um começo de uma nova vida
Olá, eu me chamo Kyle Watson e vou vos contar a minha história. Há uns tempos atrás, os Habitantes de Chicago declararam guerra contra uns inimigos do Sul da América, um grupo chamado Ukitters que há 3 anos controlavam os Estados Unidos inteiro. Eu claro não gostava nada daquilo e não sabia naquela altura por que razão eles queriam a Cidade de Chicago. Aquilo tudo assustava às pessoas e fazia muitas delas saírem do país. Em 4 de Novembro de 2011, foi o dia em que houve a tal guerra entre os habitantes de Chicago e os Ukitters. Os polícias cobardes que eles eram nem nos foram ajudar naquela guerra, eram demasiado maricas para lutar e nós, povo de Chicago, tínhamos levar com as consequências. Quando o tal grupo chegou, começaram a destruir todas as pessoas que apareciam pelo caminho deles. Eles queriam derrubar o Governo e com certeza iriam os derrubar. O Governo devia estar escondido naquelas fortalezas militares onde dão comida, água e quartos para dormir. Eu não estava preocupado pelas pessoas, mas sim comigo. Eu queria sobreviver e sabia que iria conseguir. Foi então que eu me escondi dentro do contentor do lixo para não me encontrarem. Lá dentro cheirava tão mal que preferia cheirar uma meia que não foi lavada á meses, mas era melhor do que ser fritado.
Enquanto eu estava dentro do caixote, uns gritos ouviam-se e vários disparos, foi horrível. Naquele momento, eu pensava que a minha família tinha morrido, pois era demasiado perigoso. A Guerra continuou e eu já estava demasiado esfomeado. Naquele preciso momento, apetecia-me um hambúrguer com bacon, só de pensar, crescia-me água na boca. Foi então que decidi sair do caixote do lixo malcheiroso e esconder-me noutro sítio com muita comida, mas foi tarde demais. Os Ukitters apanharam-me e fizeram-me desmaiar.
Quando acordei, estava preso numa cadeira com algumas máquinas à volta de mim. Aquilo foi horrível. Eles usaram-me como arma para ficar com poderes e destruir Chicago. Eles estavam a pensar em me dar a capacidade de controlar o fogo e me tornar num mutante. E foi assim que aconteceu, injetaram-me com uma seringa e o meu corpo ficou estranho e de momentos senti o fogo a escorrer-me pelas veias. Eu parei de controlar o meu corpo e não me lembro de mais nada. Mas ainda hoje imagino que eu comecei a matar pessoas, a destruir casas e incendiá-las, comecei a partir os carros e depois desmaiei novamente. Quando acordei tudo estava destruído. As casas a maioria já nem existiam, as pontes foram cortadas, monumentos destruídos, lojas saqueadas e não se via quase nenhuma pessoa na rua e também a maioria das casas estavam incendiadas. Provavelmente as pessoas vivas estariam escondidas nas casas ou noutro sítio. Eu fiquei desiludido, pois eu não queria fazer aquilo e não queria estes poderes. Por isso fui em direção a minha casa, sentei-me no sofá e olhei para a parede. A minha casa estava igualmente destruída, mas mesmo assim, decidi entrar e proteger o local com madeira e pregos. As minhas lágrimas caiam pelo meu horrível rosto e entendi que eu tinha-me tornado num monstro. Aquilo não me agradava e sabia que aquilo era apenas o princípio e o pior ainda estava para vir.
Agora que já tinha os poderes, tinha de aprender a controlá-los. Decidi estar preparado se os Ukitters aparecessem novamente, conseguiria os derrotar. Mas foi mais difícil que eu pensava… Ter poderes não era para qualquer pessoa, é para heróis, não como eu era.
Semanas passavam e eu ao passar dos dias já conseguia controlar os meus poderes, mas ainda não conseguia por completo. Eu próprio pensava que iria conseguir ao passar do tempo. Eu olhei para o lado e vi alguns membros da organização Ukitter, eles não sei como conseguiram encontrar a minha casa. Foi então que decidi esconder-me no meu quintal e não sair de lá, mas era tarde. Um dos inimigos pegou-me e espetou uma espada no meu olho. Eu gritei imenso com dores e depois empurrei-o, queimando-o com os meus poderes.
Escondi o corpo em casa de um vizinho e mantive-me lá. A primeira coisa que eu fiz foi curar o meu olho com algumas coisas e sabia que iria ficar vesgo para o resto da minha vida, e foi assim que aconteceu. Mas isso agora não interessa nada, vamos falar de assuntos mais importantes. Depois tentei tapar o olho com uma pala e saí daquela divisão. Quando vi, o corpo inimigo que eu tinha queimado tinha desaparecido. Eu fiquei muito espantado e decidi não pensar mais nisso. Talvez era para eu não fazer experiências com ele ou também poderia ser um mutante qualquer.
De repente, um desconhecido aparece, aliás, era uma desconhecida.
–Eu sei quem tu és. És o Kyle Watson, o Monstro desta cidade. Aliás, eu não vou tratar-te por monstro, pois não o és. Foste controlado pelos Ukitters e destruíste quase Chicago inteiro.– Disse a desconhecida.
–Como é que sabes o meu nome e como sabes isso tudo? – Perguntei eu.
–Eu chamo-me Anna e sei isso tudo pois sabia que tu irias fazer isso, pois eu trabalho numa agência secreta que tem câmaras de vigilância por toda a cidade, só para saber quando o perigo ia chegar. – Explicou Anna.
–Se trabalhas numa agência assim, então porque não estás com os militares? A receber comida, água e local para dormir. – Perguntei eu.
–Há pouco tempo, aqueles cabrões deixaram-me aqui sozinha a ver se havia perigo e agora estou aqui eu, à procura do campo militar. – Disse a Anna. – Já agora, estava a pensar e poderias ir comigo até ao campo militar,
–Claro, seria ótimo. – Disse eu, feito parvo.
Nós às escondidas, saímos daquela casa e fomos procurar. Aquilo era difícil, porque os filhos da puta estavam só atrás de nós.
Quanto mais nós andávamos, mais energia eu gastava. Eu estava farto de andar às voltas, mas de repente, a Anna avista o Campo militar. Naquele momento, eu sentia-me feliz, pois eu pensava que os polícias e os militares sabiam que eu não fiz porque quis e me iriam perdoar, mas não foi assim que aconteceu. Os militares quando me viram, começaram a disparar contra mim. A única opção era fugir o mais rápido possível e arranjar um atalho.
Afinal, até tinha arranjado um atalho, mas só que deixaram entrar a Anna no sítio e a mim não e por isso, estava sozinho outra vez. O atalho era sobre os esgotos, que iriam dar aos dormitórios. O que eu estava a fazer era demasiado arriscado, mas eu tinha de fazê-lo, se quisesse sobreviver.
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