The Curse Of Immortality
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Novamente, peço que me perdoem por algo, é minha primeira fanfic e não esperem muito.
Morte. Kenny havia sempre lidado com ela e ela parecia persegui-lo cada vez menos. O garoto de casaco laranja não sabia como lidar com ela, apenas aceitava o fato de que era imortal e que não podia fazer nada a respeito.
Ele procurava saber por que a imortalidade era tão cobiçada pelas pessoas e ele sabia que trazia vantagens, mas também desvantagens.
Ele buscava seu objetivo na Terra, já que sabia que seus poderes não eram atoa.
Até que um dia, descobriu o por que dos seus poderes e como usá-los.
Em uma manhã em South Park, tudo parecia tranquilo. Os pássaros cantavam, os carros faziam barulhos com suas buzinas e os meninos estavam reunidos na parada de ônibus, como sempre. Tudo parecia estar tranquilo e normal, ate que se ouve uma explosão.
– Mas que diabos foi isso? – O garoto de gorro azul com uma bola avermelhada é o primeiro a se manifestar com a tão grande duvida.
– (Uma explosão? Tão cedo?) – O som da voz do garoto de capuz laranja preocupado abafava-se através do casaco que cobria sua boca.
Após ouvirem aquele tremendo som, pessoas corriam em todos os lugares procurando socorro e gritando “terroristas”.
– O que esta acontecendo? — O garoto ruivo de chapéu verde se manifesta ao ver as pessoas correndo – Não acha melhor a gente correr também?
Escuta-se outra explosão e agora mais perto.
– Vamos correr também! – Insiste o ruivo.
Os garotos saem desesperados do ponto de ônibus acompanhando o ritmo da multidão e apenas um fica olhando para o céu.
– Mas o que diabos você esta fazendo ai ainda, Kenny? – O garoto aparentava ter um peso acima da media e parecia preocupado com o tal – Não esta vendo que é perigoso?
– Alguém precisa ajuda-los – Ele se vira para o maior, suspira e fala com olhar serio – Eu preciso ir. Só eu posso ajuda-los.
– Além de pobre é bur- O maior é interrompido por Kenny ao ver que corria em direção ao som das explosões.
Kenny sabia que mais ninguém poderia deter os terroristas, pois mais ninguém tinha o poder que ele possuía, imortalidade.
Ele correu para um beco escuro e colocou sua roupa de “Mysterion” e prosseguiu sua jornada em direção aos terroristas.
Quando chegou no local onde as explosões haviam ocorrido, haviam corpos em todos os lugares, prédios destruídos, carros esmagados e o que mais via nas pessoas que ainda estavam no local, desespero.
Depois de horas procurando pistas, ele encontra um local que mal foi atingido pela explosão, parecia uma pequena casa abandonada e que parecia estar caindo aos pedaços. Algo lhe dizia que a casa já estava assim.
Decidiu entrar e foi a pior decisão de toda a sua vida.
Haviam terroristas em todos os lugares da casa que tinha dois andares. Ele engoliu em seco e deu um passo a frente. Silêncio total, apenas ouvia as armas sendo preparadas para atirarem.
– Quem é você e o que você pensa que está fazendo? – Manifesta-se um dos terroristas levantando-se de uma espécie de poltrona que mais parecia um trono.
– Eu vim detê-lo – Sua voz não estava mais abafada, pois aquele seu casaco havia sido substituído por uma roupa com um “M” bem no meio e uma espécie de capuz com um símbolo “?” em cima.
– E como pensa que vai fazer isso, garoto? – O terrorista da uma risada alta com um sorriso sádico no rosto.
– Com isto — Myterion saca uma arma e imediatamente todos os outros terroristas apontam para o rapaz.
–Você é só um garoto, não devia andar com algo tão perigoso – O homem pausa e da uma risada maléfica — Pode ser que ele tenha vindo buscar seu amigo, não acham rapazes? – Ele da um sorriso sádico novamente e dessa vez ainda maior.
– O-Oque você quer dizer com isso? – Mysterion se desespera e engole em seco.
– Ele se diz um tal de “Guaxinim”, mas nunca ouvi falar – O homem faz um sinal para o outro traze-lo. – Ele é seu amigo?
O maior parecia ter sido levemente torturado, um dos seus olhos estava completamente roxo e estava da cor do vinho. Seus lábios estavam aranhados e sangrando um pouco. Sua pele estava clara, pois o fato dele está perdendo sangue, ele estava nervoso e soando frio.
– Cartman! — Kenny fala eufórico- Filhos da puta! O que fizeram com o ele?
Kenny apontava a arma em direção ao terrorista que aparentemente seria o chefe que começara a se a próxima do seu amigo amarrado e aparentemente, torturado.
– Se quiser seu amigo de volta terá que pagar com um preço, garoto. – Ele sorriu – Quanto vale sua vida?
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