The Cure
17 Capítulo 16 - Universe & U
Notas iniciais
4 coisinhas rápidas...
1º Agradecer pelos reviews do último cap. adorei tds..em especial o da Valeria Mendes. ela deu a ideia de criar uma segunda parte p/ The Cure, dessa vez a história mostraria a Quinn em Yale e a Rach na NYADA... o que acham? preciso de incentivos p/ começar!!! HAHAHAHHA
2º Não tive tempo de revisar então perdoem esta pobre mortal..
3º Esse cap tem drama..pq eu adoro um drama..e vai ter mais um pouquinho daqui p/ frente..
4º tem músiquinha *--* Universe & U da Kt Tunstall...P/ quam ama Grey's Anatomy ( Tipo eu!!) é a Música do dueto Callie ( em experiência extra corporal U.U) e a Arizona ( Diva) do 7X18 aqui está: http://www.youtube.com/watch?v=_D0x-gz11dg
Na volta para Lima, Rachel dormiu no avião. Adorava vê-la dormindo. Achava fofo e ela parecia ainda mais delicada. Os pais de Rachel iriam nos buscar no aeroporto. Minha tia provavelmente estava trabalhando. Ela já sabia que a empresa tinha sido passada pra ela e tudo mais. Não que ela tivesse alguma coisa a ver com aquilo: ela era publicitária e a empresa do meu avô era uma siderúrgica. Mas ela ia saber o que fazer.
Leroy e Hiram Berry nos esperavam no portão de desembarque. Rachel praticamente pulou nos braços dos pais e eu apenas sorri. Leroy veio e me cumprimentou:
— Olá Quinn. Como foi a estada em Chicago?
— Foi muito boa Leroy, fiquei hospedada na minha antiga casa. Minha mãe e Rachel agora são melhores amigas. – eu ri. Acho que minha mãe ficou mais triste pela volta da Rach do que pela minha.
— Rachel tem esse poder sobre as pessoas..- Leroy disse rindo. Rache chegou por trás e perguntou se apoiando no ombro do pai.
— o que é que eu tenho? – perguntou ela sorrindo.
— a incrível capacidade de ser tão linda. – eu disse. Rachel corou e baixou a cabeça. Leroy deu risada e Hiram chegou com as malas.
— Bem meninas, vamos!
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Os pais de Rachel me deixaram na mansão. Dei um beijo de despedida em Rachel e disse que a veria amanhã, na escola. Entrei em casa e ouvi risadas vindas dos fundos. Deixei a mala no canto da sala e fui até lá. Minha tia estava sentada na borda da piscina enquanto Cooper fazia gracinhas pra ela. Eu dei risada. Minha tia nunca me pareceu tão leve. Ela sorria alto. Me encostei no batente da porta e Cooper me viu:
— Hey Quinn! – disse Cooper acenando na minha direção.
Minha tia virou se levantou e me deu um abraço.
— oi Q., e aí...como foi em Chicago? Recebi o contrato e fiquei me perguntando o que diabos eu vou fazer com uma siderúrgica?!
Dei de ombros. Também não tinha a menor noção:
— sei lá. Vende e tira umas férias longe de mim..HAHAHAH.- dei uma risada mas acho que minha tia não gostou muito da ideia. Ela levantou a sobrancelha e disse:
— Férias?? Pra quê...? Tenho que aproveitar enquanto eu ainda posso ficar assim com você... Daqui a alguns meses você vai ir pra alguma faculdade e nós só nos veremos em feriados. Em falar nisso, já decidiu pra onde vai?
Mordi o lábio.
— New Haven.- minha tia ficou quieta.
Cooper saiu da piscina e deu um grande sorriso pra mim:
— Yale? – assenti positivamente. – aí sim garota. Ótima universidade. Parabéns por ter passado. – dei um sorriso e ele virou pra tia Daph. – já vou amor, preciso falar com o meu agente sobre um comercial. Depois nós nos falamos. – deu um beijo nela e um aceno pra mim. Passou pra casa da piscina e trocou de roupa, saindo logo depois.
Minha tia entrou na casa depois que Cooper foi embora e foi para a cozinha. Eu a segui e sentei em um banquinho.
— E Rachel? – ela perguntou enquanto abria os armários.
— o que é que tem a Rachel?
— Ela vai pra NY certo? — disse minha tia virando-se pra mim com uma mão na cintura. Mordi o lábio mais uma vez. Não estava entendendo onde minha tia queria chegar.
— Certo...
— e como vão funcionar as coisas entre vocês duas..?
Eu suspirei.
— Nós vamos seguir em frente, tia Daph. Eu e Rachel conseguimos superar qualquer coisa e não vai ser a distância entre duas cidades que vai fazer com que o namoro termine...
— Q....- ela se sentou e deu um suspiro profundo. — relacionamentos à distância tendem a acabar geralmente de forma trágica. E eu não sei se você está preparada pra toda essa independência. Nos últimos meses você se tornou outra pessoa. Mais sorridente mais falante até canta! Tudo isso graças À Rach. Mas você depende dela. Se tornou dependente dela pra ficar bem, e esse afastamento repentino pode acabar com esse mundinho que vocês vivem.- minha tia tocou o meu braço como se fosse um gesto de solidariedade.
Eu suspirei e me levantei.
— eu sei que isso vai ser um grande problema, mas além de eu querer andar com as minhas próprias pernas, eu quero crescer também, mas não imagino nada disse sem Rach. Não que eu dependa dela. Eu a amo.
— eu sei disso Quinn. Não quero que você termine com Rachel, longe disso, só quero que você pense bem antes de ir para Yale. Isso pode acabar com tudo o que vocês construíram nos últimos meses. Eu espero de todo o coração que isso não aconteça. Não quero te ver desmoronar.
Fui dormir pensando naquilo.
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No dia seguinte, na escola, cheguei muito cedo, os corredores ainda estavam vazios quando de repente, Finn Hudson apareceu na minha frente como a droga de um muro.
— preciso falar com você Fabray.
— não tenho o que conversar com você Hudson.
— nós temos sim Fabray. Rachel é o assunto entre nós.
— Não existe nós Hudson, quando o assunto é a Rachel. Então por favor, me dê licença da última vez que você veio dar uma de homem pra cima de mim fui parar em um hospital.
— Você não aguenta mesmo o tranco não é mesmo Fabray, até na disputa por sua “namorada” você é uma fraca. –Finn Hudson debochando de mim?? O dia não começou bem. Não mesmo. Segurei ele pelo colarinho e puxei pra baixo. Ele não reagiu porque foi pego de surpresa.
— Fica longe de mim ou da Rachel, Finnutíl ou eu transformo a merda que você chama de vida em um inferno. – ele deu um tapa na minha mão e eu o soltei.
— não pense que isso vai ficar assim Fabray. Rachel ainda vai ser a minha mulher.
— Não conte com isso Hudson. – sorri enquanto ele saia. Mas que diabos. Achei que no mínimo ele nunca mais fosse nem falar o nome da Rachel depois do que aconteceu no parque. Por falar nela, senti uns braços pequenos envolvendo minha cintura e dei um sorriso.
— o que o Finn queria com você? – perguntou Rachel baixinho.
— Dar uma de idiota.. Enfim – disse me virando – Tudo bem?
— Tudo sim. – Mentira. Rachel estava com os olhos de quem não havia dormido a noite toda. Antes que eu pudesse perguntar alguma coisa, Puck apareceu:
— Hey Quinn, Jew Babe...
— Olá Noah
— Hey Puck… — respondi.
— Quinnie você está me devendo uma volta naquela moto... – disse Puck feliz. Não mesmo.
— Não mesmo Puck – respondi com um meio sorriso. Rachel sorriu.
— Jew babe, acho que a loirinha tem mais ciúmes da moto do que de você. Já te chamei de jew babe 3 vezes com essa, e ela não fez nada.
Levantei a sobrancelha e Rachel soltou a minha cintura. E fez aquela cara de quem ia discutir comigo.
— Também acho Puck...- Disse ela colocando a mão na cintura.
— Rach...não é assim...
— Então me deixa dar uma volta na sua moto? – Rachel perguntou, soou quase como um desafio.
— Quantas vezes você já subiu em uma moto Rachel? – perguntei cruzando os braços.
Ela não respondeu. Nenhuma.
— Foi o que eu pensei. – Respondi vitoriosa.
— Quinn você duvida da minha capacidade de dirigir? Pois saiba que eu aprendo muito rápido qualquer coisa e com certeza me arriscaria a subir na sua moto dirigi-la caso você deixasse. Mas como o seu ciúme por ela é maior do que a realização de uma vontade minha então acho melhor eu ir para a sala. Com licença, Tenha um bom dia Quinn, Noah.
Fiquei parada enquanto Rach saia pisando duro em direção a sala. Todo esse drama por conta de uma preocupação??? Olhei para o Puck e disse:
— Você me paga Puckerman.
E sai pra sala antes que o corredor enchesse.
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Rachel passou o resto do dia me ignorando e eu já estava com raiva daquilo. Não tinha motivos pra isso ela estava sendo infantil. Na hora do intervalo Santana reparou que eu e Rachel estávamos afastadas: ela conversava com Kurt e Mercedes, e eu estava sentada sozinha em uma mesa com fones de ouvido tentando ignorar os olhares de Rachel ouvindo KT Tuntstall. Pra acabar com o meu sossego, Santana sentou do meu lado e praticamente arrancou os fones do meu ouvido:
— que merda você fez dessa fez Blondie...? Eu juro que se você se atreveu a bater na Rach de novo eu sou capaz de fazer você voltar pra Chicago correndo!
— Cala a boca Santana...eu não fiz nada...a Rachel teve um surto de ciúmes e tá me ignorando desde cedo...
— Foi só isso mesmo? Duvido muito Q. Rachel nunca foi do tipo que surta por ciúmes. Tem mais alguma coisa acontecendo?
Pensei bem.
— Eu vou para Yale.
Santana olhou pra mim e disse:
— Meus parabéns maluca...fico feliz por você mas o que isso tem a ver com a Rach?
— Ela vai para NY Santana...Lembra?
— Tá mas..New Haven e New York nem não tão distantes assim...ainda não entendi.
— eu poderia escolher entre a NYU e Yale. – respondi com um suspiro.
— Ohh...entendi...ela está com raiva porque você preferiu Yale a ir com ela para NY.
— Sim...e o Puck comparando ela a minha moto não ajudou.
-Puckerman é um imbecil. A cabeça dele só serve pra sustentar aquele moicano. Dios! – respondeu Santana jogando as mãos para o alto. Me permiti dar um sorriso.
— Quinn, olha só...vou falar com a Rachel ok? Na hora do Glee você vai cantar. — eu ouvi certo... Cantar?
— Como é que é? Cantar Santana?- levantei minha sobrancelha. Que ideia idiota.
— Sim cantar. — ela puxou meu ipod e olhou as músicas. — e vai ser esta daqui. Se prepara Barbie. – e saiu andando em direção a Rachel.
Vi Santana chamar Rachel e as duas saíram em direção às arquibancadas. Eu simplesmente ia sair dali e pegar minha moto e espairecer, mas senti uma mão em meu ombro. Mercedes Jones. Nós nunca conversamos muito, mas sabia que ela era uma ótima conselheira.
— Quinn? Posso falar com você?- A morena usava roupas incrivelmente berrantes. Não pude deixar de reparar no colar dourado com o um grande “M” incrustado de brilhantes. Uau! Mercedes merecia um prêmio: pessoa mais chamativa do McKinley High.
— Sim..claro Mercedes. – voltei pra mesa com ela.
Mercedes sentou do meu lado e deu um suspiro.
— Quinn, eu sei que não somos grandes amigas, mas nesse momento eu quero que você encare o que eu vou dizer como um conselho de amiga ok?
— certo..- assenti.
— Ok..eu sei que você e a Rachel estão..hum..namorando. Sei também que a história é oficial, pelo anel que Rach anda usando por ai. Mas hoje ela veio me procurar, Quinn. A mim e ao Kurt, pra dizer que estava com medo. Medo de perder você para as outras coisas como a faculdade, uma nova cidade, novas pessoas. – levantei a sobrancelha – por favor..não pense que Rachel quer te prender a ela por uma coleira Q. ela só tem medo de te perder. E ela está achando que você não se importa com isso. Por isso a moto, Yale. Ela está surtando Quinn. Ela falou que desde ontem não consegue dormir porque toda vez que ela fecha os olhos ela imagina você em Yale feliz..e com outra pessoa.
Um nó subiu pela minha garganta e eu me segurei pra não chorar. Então Rachel estava com medo de me perder? Deus!
— Mercedes...eu amo a Rachel e sinceramente eu não vejo motivo para tamanha insegurança da parte dela.
— Quinn..eu convivo com Rachel há muito tempo. Ela sempre se mostrou muito segura, mas na verdade ela é um poço de insegurança. Finn a deixou assim. Por ele ser um Quarterback popular, e ela apenas a líder do clube Glee. Ela sofreu muito Quinn. Era humilhada pelas Cherrios. Levava banho de slushie todos os dias. Na frente de todos parecia inabalável, mas quando chegava em casa ligava chorando para mim ou para Kurt e nós íamos lá consola-la. Rachel aguentava tudo isso por conta de Finn. Ela tinha essa queda pelo idiota que no fim se transformou em um grande cretino. Nós só não o tiramos do Glee por causa do Sr. Schue.
O sangue subiu a cabeça ao ouvir essas coisas. Me senti muito mal e naquele momento eu queria muito transformar Finn Hudson em cadáver.
— Só digo Quinn, ela se sente insegura. Mostra pra ela que isso vai passar e que é completamente normal. Você escolheu Yale e ela nasceu para a Broadway, mas isso não quer dizer que tenham que se separar nem nada. Só mostra isso pra ela Quinn. — terminou Mercedes.
Eu olhei pra Mercedes e disse:
— eu vou fazer isso Mercedes. Santana já me deu a ideia e você me deu mais um motivo para que eu faça isso.
— é assim que se fala menina. Tudo bem que todo mundo vai ficar sabendo que vocês são namoradas, mas sinceramente isso não importa. Vocês terão todo apoio do Glee, tenho certeza. Mas o que a Santana pediu que você fizesse?
— mostrasse tudo que eu sinto nesse momento do jeito que Rachel consegue entender muito bem: cantando.
Mercedes deu um grande sorriso e me deu um abraço. De inicio me assustei, mas depois retribui o abraço.
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SANTANA POV
Levei Rachel até as arquibancadas. Ela ficou me encarando curiosa eu suspirei e falei:
— Rachel o que é que está acontecendo? – Apesar de já saber eu queria ouvir a versão dela.
— do que você está falando Santana?
— você e Quinn. Vocês duas estão sentando separada, você ignora ela nos corredores e está com cara de quem chorou.
— estou?- Rachel perguntou fungando. – Santana, posso fazer uma pergunta?
— hum.. Pode – cruzei os braços e me encostei em uma pilastra.
— Você acha mesmo que a Quinn gosta de mim?
Bufei e depois dei um sorriso:
— você duvida disso?
— não sei...então porque ela não vai pra NYU? Porque ela quer tanto ir pra Yale. Se ela fosse pra NYU ela moraria comigo, viveríamos juntas e...- levantei a mão para Rachel.
— Rach... Quinn gosta muito de você. E olha só..ela passou quase a adolescência inteira em um internado, vendo o sol através de uma janela. Tudo o que ela fazia tinha que pedir a alguém. Ela era dependente, rach. Dependente da vontade alheia. Quando ela veio pra lima isso continuou, porque ela não tinha outra opção. Mas você deixou ela mais livre e isso deu a ela a oportunidade de pela primeira vez pensar por si. E quando ela escolheu Yale, não foi porque ela queria se ver livre de você. E sim porque ela queria se testar. Ela jamais iria pra NY, Rach se tivesse que ficar dependendo de você. Pensa comigo: se ela surtasse? Você teria que parar tudo o que estivesse fazendo para ir ficar com ela. Quinn não quer que você para sua vida por ela. Ela quer ir para Yale para poder ter independência.
Os olhos de Rachel já estavam cheios de lágrimas quando eu terminei de falar. Aquilo me cortava o coração. Me aproximei e abracei Rach.
— Eu fui egoísta Sant...
— não..você só teve medo...eu também teria se tivesse que me afastar de Britt.
Rachel se afastou, limpou os olhos e olhou pra mim:
— você está sendo muito legal comigo Santana...Brittany te amoleceu?- disse ela sorrindo.
Dei de ombros e disse:
-Talvez..agora vem..temos que ir para o Glee Club.
FIM SANTANA POV
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Eu já estava na sala. Já tinha conversado com o pessoal da banda e Kurt e Mercedes me davam sorrisos de apoio e o resto do pessoal estava um pouco impressionado ao me ver ali. Brittany entrou sorrindo e me deu um abraço. Logo atrás entrou Santana e Rachel. Olhei para Rachel, ela parecia ter chorado.
— Rach? Senta aqui.- apontei para uma cadeira no meio da sala.
Ela sentou e logo depois o Sr. Schuester entrou na sala. Ele apenas acenou com a cabeça e eu olhei para todo o resto do Glee Club enquanto Rachel me encarava. Mike, Tina, Artie, Sugar, Joe e Sam estavam com a mesma cara: surpresos. Puck dava um sorriso e fazia sinal de positivo pra mim. Santana e Brittany estavam de mãos dadas e Britt estava com a cabeça no ombro de Santana. O único que não parecia feliz com aquilo era Finn.
Olhei para Rachel mais uma vez e disse:
— Rachel, eu quero que ouça ok? Essa música é perfeita pra nós nesse momento.
Os primeiros acordes começaram a soar e eu respirei fundo e comecei a cantar:
A fire burns
Water comes
You cool me down
When I'm cold inside
You are warm and bright
You know you are so good for me
With your child's eyes
You are more than you seem
You see into space
I see in your face
The places you've been
The things you have learned
They sit with you so beautifully
You know there's no need to hide away
You know I tell the truth
We are just the same
I can feel everything you do
Hear everything you say
Even when you're miles away
Cuz I am me, the universe and you
And just like stars burning bright
Making holes in the night
We are building bridges
You know there's no need to hide away
You know I tell the truth
We are just the same
I can feel everything you do
Hear everything you say
Even when you're miles away
Cuz I am me, the universe and you
When you're on your own
I'll send you a sign
Just so you know
I am me, the universe and you
Quando a música terminou, Rachel tinha os olhos cheios de lágrimas levantou e me abraçou. Sussurrei no ouvido dela:
— Rach, eu te amo. Só Deus sabe o quanto. Eu ir para New Haven e você ir pra NY não vai mudar o que eu sinto. Porque sou só eu, o universo e você. – abaixei o rosto e dei um selinho nela.
Ouvi suspiros e um barulho mais forte como de alguma coisa sendo jogada contra a parede. Finn havia chutado uma cadeira pra longe. Puck estava de pé. Eu abracei Rachel protetoramente. Finn nos olhou e disse:
— Então é assim? Como você pode Rach? Me trocar por essa..essa dai..!! Eu posso te dar tudo. Posso cuidar de você. Posso ser o marido perfeito! Tenho certeza que você se pensar direito vai se tocar que essa louca ai não é nada se comparada a mim.
Finn Hudson tinha acabado de comprar uma passagem só de ida para o inferno.
Notas finais
próximo cap...mais um pouco de drama...um POV da Rachel... e o que vocês acham que o Finn vai fzr?? Reviews!!!
Bjos
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