The Contract
17 Pesadelo...
Notas iniciais
Mais uma noite tiveram, sem pensamentos perturbados, ali era apenas Marido e Mulher, Apenas Violetta E Leon. Nada de Marco e nem Lara.
Uma Luz adentrou a janela do quarto que o casal se hospedava indicando que o dia já começava, a luz chegou aos olhos de Violetta, que fez a despertar aos poucos, abriu os olhos aos poucos se acostumando com a claridade.
Percebeu um corpo quente colado ao seu, uma respiração em seu pescoço, e uma mão em sua cintura, cenas da noite anterior invadiram sua mente, e um sorriso escapar por seus lábios.
–Posso saber o motivo desse sorriso?-Uma voz rouca sussurrou essas palavras em seu ouvido fazendo Violetta se arrepiar.
–Lembrei-me de ontem. –Disse fazendo Leon sorrir com sua afirmação, e deu um beijo no ombro de Violetta, e a virou a fazendo ficar de frente para ele, e assim ela pode analisar Leon, ele estava com a cara de sono e seu cabelo totalmente bagunçado, atreveu olhar mais pra baixo vendo que Leon estava Nu, Seus pensamentos foram interrompidos por Leon, que selou seus lábios em um beijo rápido, e logo separou, encarou os olhos verdes a sua frente, aqueles olhos estavam a hipnotizando.
–Vamos levante daí, temos um longo dia pela frente. –Disse Leon, Violetta levantou pegando algumas peças de roupas em sua mala, sem se importar com sua nudez, foi em direção ao banheiro, para assim começar o dia.
*~*
Buenos Aires- Argentina
Francesca seguia pelas ruas de Buenos Aires, um vento frio passou por ela, fazendo a mesma envolver seus braços em seu próprio corpo com a intenção de se aquecer, andava com os passos apressados, tinha acabado de brigar com seu “namorado” se assim pode se dizer, e brigava consigo mesma por ter esquecido o próprio casaco, Sentiu algo esbarrar em seu corpo fazendo o mesmo ser lançado ao lado, esperou seu corpo atingir o chão porém o mesmo não aconteceu, ao invés de sentir a dor de seu tombo, sentiu dois braços quentes rodeando sua cintura, sua respiração batia no peito da pessoa que segurava sua cintura.
–Essa foi por pouco, Me desculpe-Disse a pessoa que a segurava, a soltando dos braços, Francesca então pode então encarar a pessoa que a salvou de cair.
–Desculpe, eu estava distraída, Prazer Francesca Vargas-Disse estendendo a mão para o homem a sua frente que apertou sua mão de bom grado porém com um sorriso esquisito e diferente em seu rosto.
–Prazer Marco Tavelli
*~*
Flórida- E.U. A
Violetta caminhava na praia de mãos dadas com Leon, era o fim do dia estava chegando, o dia foi extremamente divertido, ela e Leon foram a um parque, onde passaram a manhã e o inicio de tarde, e depois foram à praia, o destino em que eles se encontravam.
Violetta pensava como sua vida mudou tão rapidamente em um mês atrás não pensava em se casar, e muito menos que seria com Leon, sonhava em conhecer Flórida, mas com suas amigas e não com o seu marido.
–No que tanto pensa?-Aquela voz a despertou de seus pensamentos.
–Em tudo, Minha família, meus amigos, você-Disse e respirou fundo-Marco–Suspirou, falar o nome de uma pessoa que sempre te magoou que nunca lhe deu valor era algo estranho.
Leon parou de andar e olhou a mulher a sua frente, Violetta apenas o olhou, Ah aqueles olhos.
–Marco, Por quê?
–Tenho medo, ele é insano, diferente, ele luta por tudo o que quer, e não vai me deixar em paz. –Disse recebendo um beijo em sua testa, como símbolo de carinho e proteção.
–Eu vou te proteger, mas vamos para de pensar nisso Okay, esse momento é nosso. -Disse Leon, levando sua mão à cintura de Violetta, e colou seu corpo no dela, Violetta sentiu a respiração quente de seu marido bater em seu rosto, e selou seus lábios em um beijo calmo.
*~*
Violetta se olhava no espelho “Como ela pode ter deixado isso acontecer”
Estava toda machucada, seus olhos estavam inchados e roxos, seus braços estavam com algumas partes roxas.
Mas era apenas um sonho, Não era? Aquilo parecia tão real, Talvez porque ela viveu aquilo, mas não parecia como da primeira vez, parecia que doía mais, baixou seu olhar para a pia de mármore, abriu a torneira e uniu as mãos pegando o liquido que escorria pelo objeto de metal, levou a agua em direção ao rosto, esfregou os olhos e levantou seu olhar até ao lado aonde havia uma toalha, pegou e passou pelo rosto, fechou os olhos secando aquela agua em excesso, tirou a toalha do rosto e respirou fundo, abriu os olhos devagar, olhou novamente ao espelho vendo então o que menos queria, seu agressor ele estava atrás dela, Marco.
Violetta levantou num susto, olhou aos lados vendo que estava no quarto do hotel, o braço de Leon em sua cintura, ele dormindo e ela totalmente com a respiração ofegante, assustada.
“Calma Violetta, isso foi apenas um sonho.” Repetia a si mesma, e tentou voltar a dormir.
Violetta não conseguia dormir, por mais que Leon tivesse lhe dado àqueles sinais de proteção não se sentia completamente segura.
Estava nos braços de Vargas, o mesmo dormia tranquilamente, levou sua mão até o braço de Vargas que segurava sua cintura, levantou o braço dele com cuidado e saiu dos braços de seu marido, sua camisola verde estava jogada em um canto do quarto, afinal ela e Leon haviam se tornado um mais uma vez.
Foi em direção então ao banheiro, olhou no espelho nada de diferente, sua face estava a mesma, abriu a torneira, uniu as mãos e levou até aquela agua, suas mãos tremiam era como se vivesse aquele pesadelo, levou a agua até o rosto, e logo fez questão de levantar o olhar até atrás de si, constatou que estava sozinha naquele lugar, pegou a toalha passando a mesma pela sua face secando, Pendurou novamente a toalha e saiu do banheiro indo até a cozinha, pegou um copo da agua e levou o mesmo até o filtro colocando um pouco de agua em seu copo, estava mais calma, porém Violetta continuava assustada, fazia dias que não tinha pesadelos, terminou de beber sua agua e voltou para o quarto, mas não sentia vontade de dormir, sentia que se fechasse os olhos poderia ter o pesadelo mais uma vez, lembrou então da varanda que tinha ali, foi então a porta da mesma e abriu, estava escuro, com certeza não passava das 4 da manhã, deitou na cadeira que ali tinha, e ficou ali pensando, Afinal era tudo o que ela podia fazer naquele momento, pois ela tinha medo, ele não iria desistir.
Fale com o autor