The Chronicles Universalis
8 Capítulo 8 - Últimas Despedidas
[Um dia, as coisas sairam do controle, tudo se tornará caos e guerra. Mas com a chegada do Sétimo os dois mundos poderam viver em paz. Não por ele sozinho e sim com a ajuda do Quarto.]
Apolo o deus do sol está à procura do poder. Meu dragão negro, Volks, é o portal entre Zena e a Terra mas preciso, mas não só isso, com Volks qualquer um pode criar sua própria dimensão ou destruir outras e é por este motivo, que farei isso.
Estava na beira do lago dentro do território de Néftis. Volks estara a minha frente.
– Volks... – murmurei triste – ... Chegou a hora do adeus, você já salvou minha vida tantas vezes. Lembra daquela vez, em que você ganhou um Sunday gigante?
Volks sorriu, mas não durou muito. Ele olhou para baixo e uma lágrima escorreu seu rosto cheio de escamas.
Meus olhos se encheram de lágrimas.
Ele bateu a boca contra uma árvore e um dente seu quebrou, então ele se aproximou e cuspiu o dente na minha mão. Aquilo era mais afiado que um lâmina comum.
Volks se abaixou. Então ouvimos o barulho das bombas.
– Volks, está será nossa última batalha juntos.
Algo se aproximava entre as árvores, cada passo tremiua o chão. Um enorme homem com uma armadura toda dourada, mesmo sendo noite a armadura brilhava como o sol. Atrás dele vinha marchando um exército em linha reta, todos os soldados com armaduras douradas com machados na mão e arpões em suas costas.
Coloquei o dente de Volks no bolso e saquei Korousing e Hellsing.
– Entregue o dragão – pediu o maior da frente.
Minha face expressava raiva. Volks rugiu e uma esfera de luz branca foi lançado como um tiro de canhão pela boca dele colidiu com o chão perto do cara maior que com o impacto com o solo explodiu o lançando longe.
Os outros correram para me atacar. Com uma espada em cada mão defendi os ataques de machado, enquanto Volks sobrevoava o local e atirava aquelas esferas explosivas.
Me escondi debaixo da ponte, ao que parecia eles não me viram. Uns cinco soldados foram para a ponte, achei uma brecha e pulei quebrando a ponte, mas já estava com Hellsing em mão então a finquei no pescoço de um deles, girei e arranquei a cabeça de outro. Eu os estava trucidando, até a hora de outros soldados lançarem arpões que atravessaram minha barriga. Eu poderia morrer com aquilo – o Neo pode me regenerar, mas ele também é utilizado o lugar do meu sangue, então se perder muito eu morro.
Um homem loiro, sem armadura, com olhos que brilhavam intensamente, ele usara uma camisa polo rosa de mangas longas e calça social preta, junto aos outros soldados que ficaram na margem. Ao lado dele outros soldados preparavam uma espécie de canhão.
Enquanto eu lutava, Volks aterrissou no solo e lutou com vários soldados. Corri pela ponte atacando e me defendendo, Volks destruia vários soldados. Quando aquele homem loiro percebeu a brecha e pegou um arpão das costas de um soldado ao lado dele, no mesmo momento os soldados dispararam o canhão, e uma esfera de energia azul foi em minha direção. Tentei desviar, mas aquilo me atingiu, foi como se um raio batesse em meu corpo, eu fiquei paralizado recontorcendo de dor no chão.
Aquele homem atirou o arpão, ele vinha veloz em minha direção, então Volks com volocidade maior, me agarrou com sua pata, mas foi tarde, ele estava na mira do arpão que atingiu seu olho direito. Ele ficou parado e me largou no chão. Meus olhos não acreditavam no que viam, foi quando uma lágrima escorreu meu rosto, e Volks se virou e olhou para mim com o olho brilhando, então ele sorriu e caiu no chão. Seu olho perdeu o brilho e ficou todo branco.
Mesmo se o canhão não me atingisse, não conseguiria me mecher. Minha expressão foi de raiva, meu coração ficou muito acelerado. Fiz força para me mecher e centenas de soldados, foram para cima de mim, pousei minha mão sobre a cabeça e uma explosão ocorreu, quando acordei Volks havia sumido, o exercito também. Algo em meu peito queimava. Tirei a camisa e vi que eu usava um colar; Ultimate Dragon Soul Dark, um colar que ganhara na guilda de Yume, com aquilo podia me fundir com um dragão, aqui acontceu algo diferente, eu absorvi Volks. Meu corpo não vai aguentar por muito tempo, logo vai se desintegrar. Ainda estava com raiva e com angústia daquele homem.
Saindo de lá encontrei com Huthn sentado no banco, ele olhava para a lua pensando em algo.
Me aproximei e disse:
– Olá, Huthn.
Ele olhou para mim surpreso.
– Oi.
Sentei ao lado dele e então o observei, ele nem parecia ter notado que eu estava ferido, ou o Neo já havia me curado e eu não havia percebido isto por não ter espelho por perto.
– Apolo e seu exército querem capturar Volks, ou pra você Ryuuki. Então fiz algo que pode ter resolvido isso.
Ele me olhou confuso.
– Você fala comigo como se eu tivesse doze anos, sendo que sou da mesma idade que você.
– Mentira, eu nasci primeiro! – disse eu.
Ele deu risada de mim.
– Você não nasceu primeiro, fui eu quem nasci.
– Aposto dois milhões de DracoCoins!
Ele deu mais risada ainda.
– Você vai falir assim.
– Não importa mais. – disse em um tom triste.
Ele ficou sério.
– Como assim?. – perguntou ele.
Não respondi, apenas olhei para ele como se falasse: Adeus.
Senti minha face rachar como terra seca, meu corpo também, então comecei a se desintegrar, minhas partes voavam com o vento.
A última coisa que ouvi foi o eco da voz de Huthn gritando meu nome. Então tudo ficou escuro.
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