The Chronicles Universalis

12 Capítulo 12 - Fantasmas


Acordei em outro lugar, em uma cama macia, levantei e sentei na cama. No piso tinha um carpete vermelho, mas consegui sentir que era de madeira, as paredes era metade de um tronco de árvore, olhei para o lado e vi uma janela, fui até ela e vi um lugar enorme, eu devia estar em um prédio ou algo assim pois estava á uma altura grande. Lá dois enormes montes, deduzi que eram maiores de onde eu estava, atrás de um castelo que também era maior do lugar onde estava, mas bem menor que os montes, sem fortaleza, o castelo era duas torres, e no meio uma parte horizontal era sustentado por estas torres de tijolos prateados, à longe pude ver uma muralha. Perto do castelo, havia um campo de batalha, uma lona circular, onde duas pessoas batalhavam enquanto outras ao redor assistiam. Várias pessoas caminhavam por trilhas de pedra que cortavam a grama verde e viva. Os garotos usavam uma camisa social polo branco com gravatas vermelhas, por cima um colete de lã e em cima disto um palitó, vestiam calças sociais semi-justas pretas. As garotas uma meia-calça preta, uma saia preta que ficava sete dedos acima do joelho, uma camisa branca normal, gravata vermelha e um casaco preto que tinha três botões, o mais alto ficava no meio do peito.



Várias árvores. Em cima de uma das torres na ponta, fiz força para conseguir enxergar, um garoto de by Text-Enhance\">cabelos castanhos e pontas onduladas, o penteado era o mesmo que o meu, levado para o lado e atrás arrepiado. Usava uma roupa como todos os outro,s somente em seus braços tinha braceletes de ferro com alguns parafusos presos, os braceletes eram grudados em luvas com a parte de cima da mão com uma placa de ferro triangular com umas três linhas que faziam um símbolo que significava que era o símbolo da sétima sessão. Olhei para meu braço e eu usava o mesmo bracelete e as mesmas luvas, mas a placa era quadricular, com as linhas em forma diferente, e na placa ficava presa pequenas correntes finas, que prendiam na minha palma da minha mão. Aquele garoto estava sentado com as pernas cruzadas, em seu pescoço balançava um cachecol branco. Ele olhava para a muralha.



Ele era Hattori, ou Huthn, meu irmão. Dei cinco passos para trás e corri , assim dei um salto e bati o corpo contra a janela que a quebrou, mas quando olhei para baixo me arrependi pela altura. O Neo apareceu em minhas mãos então bati os punhos, e o Neo flamejou em uma linha reta e me empurrou para longe, então comecei a usar o Neo como propunssores.



As pessoas embaixo começaram a me olhar e comentar.



Consegui pousar perto de Huthn. Ele pareceu não notar minha presença.



– Hattori... – chamei-o.



Ele não olhou para mim, ainda continuava sentado com as pernas cruzadas.



– Uti... – disse ele, o vento balançava nossos cabelos e seu cachecol. – Eles estão perto.



– Eles? – perguntei.



Ele enfim olhou para mim, mas não se levantou.



– Renegados...



– Como assim?



– Pessoas comuns que perdem sua sanidade ao fazerem pactos em troca de poder e verdade, tirando toda sua esperança, tornando de seus rostos mascaras vazias e de seus olhos um simples e triste vão negro.
Seu rosto-máscara esboçando feições alegres trazem até aos mais fortes e poderosos a dor, pois dentro daquela mascara de palhaço dorme um espírito cansado, torturado e solitário, que grita pela vingança dos silenciosos mesmo que nada saia de suas bocas.



– Eu sei o que são Renegados, mas o que eles fazem aqui?



– Sentiram o cheiro do Neo, e estão querendo fazer um pacto conosco, nós deixaria nossas almas e trocaria as máscaras, eles estão aqui pra tentar ter sua vida de volta.



– Mas Renegados lutam sozinhos.



– Exatamente, é um exército de cada soldado lutando um por si, são centenas, para pegar duas almas de anjos.



Ele se levantou e virou-se para mim.



– Bem, já é hora de ir para a aula. É melhor irmos. – sugeriu ele.



Cheguei na sala bem adiantado, era umas três da tarde. Sentei, então vi que debaixo da carteira tinha um caderno e um livro. Coloquei as mãos na nuca. Ouvi passos, então. Uma pessoa entrou, uma garota loira com os cabelos repicotados nas pontas.



– Lucy! – chamei empolgado.



Ela não olhou para mim e sentou-se na última fileira. Um garoto de cabelo preto entrou com um livro na mão e sentou-se na frente dela, ele olhou para trás colocou a mão em secabelo e o levou atrás da orelha.



Meu olho esquerdo estava abaixado. Levantei e disse:



– Que merda é essa? – perguntei perplexo.



Eles me ignoraram, começou a entrar vários alunos e então tentei falr com uma garota sobre o que estudavam. Mas ela me ignorou. Ninguém me via? Não, então por que ninguém sentou na minha mesa?



Um homem alto de óculos, usava uma capa azul. Tinha um cavanhaque preto.



Por fim, Huthn entrou.



– Huthn! – chamei-o – O que está acontecendo?



Ele olhou para mim e em seguida abaixou a cabeça.



– Linch... – falou ele, no momento em que ele falou, Lucy e outroas pessoas olharam para ele com supresa nos olhos.



Lucy se levantou.



– Huthn, Linch voltou? – perguntou ela.



– Sim, ele está aqui...



Olhei para ela e ela soltou a mão daquele cara, mas ai percebi que ela estava com ele. Aquilo... Doeu mais do que a luta na Torre de Babel.



– Droga. – resmungou Huthn.



– Hattori! – gritei. – Por eles não me veem?



– Linch, somente eu... Posso te ver. – respondeu ele.



– Mas então omo você explica que todos olharam para mim quando voei hoje cedo? – tentei acahar respostas.



– Linch, eles podem ver o Neo, não você. – explicou Huthn.



– Legal, e eles sentem o Neo? – perguntei sarcastico olhando para o cara que estava com Lucy.



– Não seja idiota, Linch. – falou Lucy.



Ela me viu?



– Linch, eu não te vi, mas eu sinto seus pensamentos. Esse cara... – disse ela.



– Esse cara? – falou ele. Ele olhava ao redor e dizia. – Se esqueceu de ontem a noite.



– É mentira sua, não teve nada! – Lucy protestou.



Faíscou Neo em minha mão então fui atacar o garoto, mas ele ergueu o braço.



– Não tenho medo de fantasmas. – disse ele.



Sai da sala, então voei com o Neo, mas algo impediu que eu me afastasse. O Neo falhou, era como um campo de força.



– Linch. – era a voz de Huthn. – eu sou o único que posso te ver por que você está dentro do meu corpo. A Guerra está preste a começar, eles reviveram Damield, os demônios e anjos corruptos, a maioria dos anjos já se renderam a Damield, ele é um ex Universalis, ele vai reviver no meu corpo se não reconstruirem o seu corpo, você vai enlouquecer assim Linch e seu ódio vai aumentar rapidamente e assim ele vai renascer, por isso devemos reconstruir, ou criar um corpo para você rápido.



Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.