The Change In The Game
26 Sonhos cruéis ou desejos proibidos?
Notas iniciais
Já eu e Gil, bom, ele mal me olhava. E tinha toda a razão, eu tinha feito uma coisa bem masculina, o dando esperança e logo depois o dando um fora. Mas, sabia que ele se recuperaria, ele sempre se recupera.
Ao final do turno, fui a primeira a sair, indo em direção a minha casa. Dirigia apresada.
Ao chegar a minha casa, larguei a bolsa em cima do sofá como de costume e subi para o meu quarto. Tomei um rápido banho e logo cair na minha cama, exausta.
“A sua mão passara pelo meu corpo, beijando-me ardentemente. Nós dois não queríamos que tivesse um fim. Aquilo era um sonho, pelo qual esperávamos por muito tempo para que se tornasse realidade novamente.
O virei, ficando sobre ele. Olhava dentro de seus lindos olhos azuis, sorrindo. Na primeira vez na minha vida eu não tinha presa de algo, não temia pelo fim, não me sentia culpada em fazer aquilo.
– Eu te amo. – Sussurrei, entre risos.
– Eu te amo mais. – Respondera Gil, puxando-me pelo cabelo em seguida para mais um beijo. [...]”
Acordei assustada. Como se tivesse tido um pesadelo, daqueles bem horríveis. Suspirava, recuperando-me desse sonho.
Eu tinha dito que o amava no sonho, por quê? Eu não o amava, não amava ninguém. Estava incapacitada disso por um longo tempo. Talvez fosse só a minha consciência cobrando-me, eu tinha o enganado, eu tinha o feito de idiota. Estava errada.
Por outro lado, que eu não queria admitir de imediato, eu sentia a sua falta. Olhei para o outro lado da cama e percebi que estava vazio. Não havia ninguém para me abraçar. Eu queria Gil ali, mas não poderia exigir nada. Pensei em ligá-lo e até mesmo ir a sua casa, porém isso seria muita prepotência.
Seeley Booth:
“ Estava na cama sozinho, quando escuto um barulho na porta do meu quarto. Olhei, sabia quem era. Sorri em sua direção. Ela se despia, bem na minha frente, deixando o seu salto de 15cm perto da porta e vindo em minha direção apenas de roupas intimas.
Entrara abaixo da coberta, sentando-se ao meu lado. Incrédulo porém feliz, sentei-me ao seu lado. Desfiz seu coque, deixando o seus lindos cabelos na cor castanho escuro soltos, passei os meus dedos, delicados dentre eles. Ela fechava os olhos, somente aquilo me seduzia. A beijei, era impossível não fazer isso. A beijei até que se deitasse a cama, fiquei ao seu lado, continuando o beijo. Era tão doce e absurdo ao mesmo tempo, tinha feito com que ela se entregasse como jamais havia feito à homem algum.
Ela parara o beijo, empurrando-me. Ela iria embora, era óbvio, não deveria criar esperanças. Porém, estava errado. Ela apenas virou as costas, para que eu, delicadamente, tirasse a sua parte de cima e tivesse como sempre a desejei.
E assim eu fiz. Logo ela se virou, eu encarava aqueles olhos azuis e aquele sorriso, feito um bobo.
Ela se aproximara de mim, empurrando-me para a cama e deitando-se sobre mim.
– Deseja uma prova de amor maior que essa, Senhor Booth? — Sussurrou, Bones em meu ouvido, logo afastando-se de mim, voltando aquela injusta troca de olhares.
Fui incapaz de responder, apenas balancei a cabeça negativamente. Ela sorriu, voltando a me beijar. [...]”
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