The Case

7 Capítulo 6: As descobertas


Notas iniciais
Hello Leitores *-*
Espero que gostem desse capítulo! :D

Por Dean Winchester

Chegamos no hospital onde Arthur trabalhava e fomos até o andar onde ele atendia. Chegamos na recepção e mostramos nossos crachás do FBI. Pedindo para ver o responsável por aquele andar.

A recepcionista chamou uma moça, que nos levou até o responsável. Entramos na sala dele e mostramos nossos crachás de novo.

– Olá agentes, em que posso ajudá-los? – perguntou o médico, pedindo para a gente se sentar em duas cadeiras que havia de frente para sua mesa.

– Bom dia Sr. Willian – eu disse, depois de olhar em seu crachá de médico – Estamos aqui para falar da morte de Arthur Bilson e sua esposa. Estamos investigando esse caso. Pode nos ajudar respondendo algumas perguntas? – perguntei

– Soube do falecimento de Ashley também, fiquei arrasado. Afinal, conheci aquelas crianças desde que eram pequenas. Arthur trabalhou por muito tempo comigo. Mas é claro que eu vou ajudar, pergunte-me o que quiser. – respondeu ele.

– Como foi o comportamento de Arthur nesses dois dias que ele havia ficado de plantão? – Sam perguntou

– Arthur sempre gostou muito do trabalho dele, não havia comportamento estranho. Ele sempre quis ajudar todos os pacientes que chegavam, ele sempre estava por perto. Sempre foi assim, mas no dia que acabou o plantão, ele não quis ajudar. – disse o médico responsável.

– Como assim, o que quer dizer? – perguntei

– No dia que ele estava indo embora, veio um paciente aqui. Passando muito mal e Arthur não quis atendê-lo. Disse que estava cansado e que queria ir logo para casa ver suas filhas e sua esposa. – respondeu.

– E como esta esse paciente? – perguntou Sam.

– Ele não resistiu e morreu uma hora depois de Arthur sair daqui. Na verdade, nós achamos que Arthur era o único que realmente poderia salvar sua vida. Seu caso era muito arriscado e ele era médico mais qualificado que tínhamos nesse setor. – respondeu.

– E podemos falar com os parentes desse paciente? – perguntei.

– Bom, não sei em que isso ajudaria mas... O paciente era orfão. Na verdade, eu soube que ele não tinha pai, isso são boatos... Não sei se é verdade. Mas a sua mãe já está morta. – concluiu o médico.

– Sr. Willian, como o paciente morreu? – perguntou Sam

– Bom, ele levou um tiro no peito esquerdo, bem no coração. Ele estava se sufocando dentro da ambulância, mas foi muita sorte mesmo trazer ele com vida para o hospital. Mesmo que tenha sido uma pena ele falecer. Se ao menos Arthur estivesse aqui na hora. – O médico disse isso e eu e Sam nos olhamos.

– E onde o paciente foi enterrado? – perguntei.

– Realmente precisa disso? – o médico perguntou

– Gostaríamos de levar flores para ele, foi um momento bem difícil. – completei.

– Ah, claro. Deixe-me perguntar ao médico responsável por essas coisas. Normalmente nós já levamos o corpo daqui até o cemitério. – disse.

Ele saiu da sala e se passaram poucos minutos e ele voltou.

– Me desculpem, mas há registros de que o corpo dele foi cremado e não enterrado. – falou o médico

– E qual era o nome dele? – perguntou Sam

– Nataniel Renneger – respondeu o médico, olhando em uma ficha.

– Muito obrigada pela sua atenção Sr.Willian. – Agradeci.

– Fico feliz por ter ajudado vocês, agentes. – ele disse.

Saímos da sala dele e pegamos logo o elevador, Sam e eu estávamos tentando absorver a ideia e tentar ligar um ponto ao outro. Entramos no Impala e estávamos a caminho do apartamento.

– Como isso é possível? Ele estava vivo no momento que Arthur morreu. Como ele pode ter planejado a morte dele? Sem contar, que o corpo dele foi cremado. – perguntou Sam, enquanto eu ligava o carro e dava a partida.

– Não sei, acho que precisamos pesquisar mais sobre ele. E sobre a família dele também. – respondi.

Chegamos no apartamento das meninas, já tinhámos até as chaves. Melanie havia feito cópia para a gente. Abrimos a porta e entramos. Vimos Melanie sentada no sofá tomando cerveja e Louise estava toda arrumada, pegando a bolsa em cima da mesa e saindo

– Tchau meninos. – ela disse, antes de sair.

– Onde ela foi? – perguntou Sam.

– Foi ver o negócio do velório da minha mãe e tudo mais. A gente decidiu cremá-la, mas antes a gente vai fazer um velório e tudo mais. – Melanie respondeu.

– Melhor assim. – disse Dean.

– Ok, vou pro quarto tomar um banho, trocar de roupa e fazer algumas pesquisas. – disse Sam, e logo depois ele saiu.

– Vou pegar uma cerveja. – eu disse, me levantando.

– Não tem, vai ter que ir no mercado comprar. – ouvi Melanie falando e me virei pra ela.

– Você está tomando a última cerveja? – perguntei.

– A cerveja é minha, e a casa é minha. – ela respondeu, sorrindo.

Eu adorava aquele sorriso.

– Mas eu sou visita e quero cerveja. – falei.

– Ok visita, pode ir comprar cerveja.

– Não. – eu respondi, pegando a cerveja da mão dela antes que ela colocasse na boca.

– EEEI! – ela gritou. – MINHA CERVEJA!

Peguei a garrafa e tomei todo o líquido que estava ali.

– Dean! – ela gritou, dando um tapa na minha mão e fazendo a garrafa vazia voar longe.

– Ai, tava tão geladinha. – ele disse.

– Ei! – ela respondeu, indo me dar um tapa no braço mas eu segurei sua mão antes.

Segurei Melanie pela cintura e a puxei, fazendo nossos corpos ficarem colados e nossos rostos próximos. Fomos nos aproximando cada vez mais, nossas bocas quase ficavam coladas. Sentia seu hálito e sua respiração ofegante.

– Droga. – ela disse, se soltando de mim e indo catar os cacos de vídro da garrafa que estavam no chão.

Fiquei estático naquela posição. Ela havia se soltado de mim, de novo. Já era a segunda vez que eu perdi a oportunidade beijá-la. Já estava começando a sentir um desejo enorme de sentir seus lábios tocarem o meu.

– Sai daí Melanie, você ta descalça! – falei quando vi que ela estava pegando os cacos no chão e estava sem chinelos.

– Ai! – ela deu um gritinho. – Ô, boca santa ein! – ela falou, mancando. Largando tudo na mesinha e sentando no sofá.

– Eu disse. – sentei na mesa do centro da sala enquanto pegava o pé dela e tirava o caco de vidro. Era pequeno e não fez um corte muito grande. – Pronto, agora senta ai também né. – falei.

Peguei os cacos de vídro e joguei na lixeira, varrendo aquela parte da sala e limpando tudo. Sem deixar nenhum resíduo de vidro.

– Obrigada, Dean. Vou para o meu quarto. – ela disse. Subindo as escadas e mancando.

Por Melanie Bilson

Cheguei no quarto e deitei um pouco. Dormi

Sonho ON:

Andava no meio da estrada, vendo vários carros passando. Quando de repente um estava passando e me chamou atenção, ele derrapou na minha frente e logo em seguida acabaou caindo em um barranco, e então ele começou a capotar.

Eu estava de frente daquela cena, me aproximei do carro e vi o rosto do motorista. Não pode ser... pai?

O tentei tirar ele de lá, mas eu não conseguia fazer nada. Comecei a sentir uma forte dor no meu peito esquedo. Sangue começou a aparecer sob a minha blusa branca na mesma região da dor, fazendo um círculo enorme de sangue sobre o meu peito esquerdo.

Foi nessa hora que eu comecei a sentir uma dor enorme no coração. E na camisa, foi aparecendo cada vez mais um furo, ele ia se abrindo e parecia que eu havia levado um tiro. Quanto mais ele se parecia com um tiro, mas eu me sentia sufocada. Não conseguia respirar e muito menos falar alguma coisa.

''Seu pai foi culpado pela morte de meu filho, agora também serei culpada pela morte de sua família'' – ouvi uma voz falando no meu ouvido. Olhei para trás e consegui ver o rosto da mulher dessa vez, com a cabeça em uma parte com sangue, parecendo que levou uma pancada e ela me olhava. – ''Sinto muito Melanie, sei que não merece isso. Mas eu preciso.'' – ela disse.

Meus sentidos foram se perdendo, caí desacordada no chão, morta. E ao meu lado, estava meu pai, em seu carro, morto também.

Sonho OFF

Notas finais
E aí, gostaram?
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Beijos ♥