The Case
9 Capítulo 8: Julia Renneger
Notas iniciais
Como foi a virada do ano? :)
Feliz 2013 para todos! :)
Fiquei super feliz com a primeira recomendação dessa fanfiction, muito obrigada Ju Salvatore ♥
Enfim, eu espero que vocês estejam gostando da fanfiction e que gostem desse capítulo. :*
Por Melanie Bilson
– Conta para a gente Melanie, agora. – disse Sam.
– Ta... Na noite passada eu tive um pesadelo. Eu acordei gritando e tudo mais, foi ai que Dean foi pro meu quarto e dormiu lá comigo. Agora a tarde eu tive o mesmo pesadelo. Só que dessa vez eu consegui ver o rosto de uma mulher, dessa mulher. – eu disse, apontando para a foto.
– Mas Melanie, ela fazia alguma coisa? – Sam perguntou
– Ela me dizia algumas coisas, mas acho que é só coisa de sonho mesmo. – respondi.
– O que ela dizia? – perguntou Dean.
– Ela dizia alguma coisa sobre meu pai ter sido culpado pela morte do filho dela e agora ela será culpada pela morte da minha família. Mas isso não tem sentido algum. – eu disse.
– EU SABIA! – gritou Sam. – DEAN, EU SABIA!
– Sabia do que? – perguntou Louise.
– Do que vocês estão falando gente? – perguntei.
– Na noite que seu pai saiu do hospital, ele tinha alguém para atender. Um paciente, mas ele se negou, dizendo que queria ir logo para a casa e ver a família pois já tinha ficado dois dias direto no hospital. Enfim, o nome do paciente era Nataniel Renneger, mas seu pai não quis atendê-lo. Só seu pai poderia salvá-lo naquele momento, então Nataniel morreu. E como eu acho, a mãe dele depois que caiu da escada na frente do próprio Nataniel, e então ela ficou como sempre para protegê-lo. – dizia Sam
– Caiu da escada? Por isso o sangue de um lado na cabeça, parecendo uma pancada... – eu disse baixinho, interrompendo Sam.
– É. Só que o filho dela morreu, e isso foi uma parte de culpa do seu pai. Ela matou seu pai, sua mãe e agora ela quer acabar com vocês duas também. Eu só estou quero entender como ela apareceu para você, não há como ter ligação sobre isso. – Sam me explicou.
– Qual era o nome dele mesmo? – perguntei.
– Nataniel Renneger. – Sam respondeu.
Esse nome era muito familiar, claro que era. Subi correndo as escadas e entrei no meu quarto, abri o armário e peguei meu anuário um pouco velho da escola. Vi a foto dele, Nataniel Renneger. Desci correndo e sentei no sofá de novo. Mostrei para ele as fotos.
– Era ele. – eu disse, apontando para a foto.
– Então, você conhecia ele? – perguntou Sam.
– Ele era meu namorado, comecei a namorar com ele logo após a mãe dele morrer. Eu acho que era a única que não o zoava por ser órfão. Sempre estava com ele nos dias de ir ao cemitério e tudo mais. Acha que isso tem alguma coisa a ver? – perguntei à Sam.
– Não sei, talvez. Talvez ela esteja com pena de matar você, porque você foi uma ótima pessoa para o filho dela. Talvez por isso ela esteja aparecendo nos seus sonhos. – respondeu Sam.
– E o que vocês vão fazer agora? – perguntei.
– Precisamos queimar o corpo de Júlia. – disse Sam.
– E esperaremos até amanhã? – perguntou Dean.
– Não, claro que não. Julia pode fazer mal à elas hoje mesmo. Sabe que ela não demorou nada para matar Ashley. – disse Sam.
– Então pega logo o nome do cemitério que ela foi enterrada né Sammy. – Dean disse.
Sam pegou uma caneta e um papel e anotou o endereço e o nome.
– Ta, então vamos né. Ta tudo no carro. – disse Dean, enquanto Sam já se levantava e ia em direção a porta.
– Vocês vão agora pro cemitério, sério? – Louise perguntou.
– É, fiquem aqui está bem? – perguntou Dean e ele me deu um beijo na testa, fazendo meu coração acelerar.
Não tinha como eu não me sentir segura com o Dean, sem contar que quando ele está perto de mim eu sempre fico assim. Minha respiração falha e meu coração acelera. Por que eu fico fugindo dos beijos que ele tenta me da? Sou tão burra assim? Por que?
– Está bem. – eu disse.
Dean pegou o celular e a chave do carro e ele e Sam foram para o cemitério. Abracei Louise.
– Espero que dê tudo certo. – disse Louise.
– Vai dar Louise. – eu disse, abraçando ela ainda mais forte.
Por Dean Winchester
Eu e Sammy saímos rápidos do apartamento das meninas, checamos a mala do carro para ver se tínhamos tudo o que precisávamos. O sal e o fósforo. Quando vímos que estava tudo bem, entramos direto no Impala e seguimos para o cemitério.
Não estávamos com tanta pressa, mas precisávamos acabar logo com isso. Nós não sabíamos quando essa Julia poderia ''atacar'' mais uma vez. Tínhamos medo disso. Demoramos, mas finalmente achamos o cemitério que Julia estava enterrada, pegamos as coisas na mala e pulamos o muro. Achamos o local onde ela foi enterrada e logo começamos a cavar.
Por Melanie Bilson.
Estava arrumando a mesa que os meninos haviam deixado sem arrumar, senti uma pontada forte no peito esquerdo. Joguei as coisas sobre a pia, sem quebrá-las. Fui caminhando até a sala, onde Louise estava assistindo televisão.
– Louise... – eu tentei terminar de falar, mas a voz não saia.
– Melanie, você ta bem? – disse Louise se aproximando de mim.
Coloquei a mão no peito esquerdo e tossi um pouco, para ver se conseguia respirar melhor.
– To sentindo uma falta de ar. – falei.
– Ai meu Deus, Melanie senta aqui no sofá. – disse Louise, me ajudando a chegar até o sofá e me sentar.
– Liga pros meninos... rápido. – disse, enquanto tentava respirar e minha mão ainda estava no peito.
Louise na mesma hora ligou para o telefone de Sam.
– SAM? – Louise gritou.
Por Sam Winchester.
Eu e Dean ainda estávamos cavando e finalmente achamos o caixão de Júlia. Dean sorriu vitorioso. Meu telefone começou a tocar.
Vi que era Louise, atendi e deixei no viva-voz, enquanto terminava de tirar um pouco de terra que havia em cima do caixão de Louise.
– Oi Louise, fala. – eu disse.
SAM? – Louise gritou.
– Está tudo bem? – perguntou Dean.
NÃO, A MELANIE ELA... – Louise gritou, e não conseguiu terminar a frase.
– O QUE HOUVE COM A MELANIE, LOUISE? – gritou Dean, nervoso.
Eu não sei, ela está com falta de ar. Sei lá... Ai meu Deus, MEEELANIEEE? – gritou Louise, ouvimos um barulho e o telefone desligou.
– Dean... – eu tentei falar alguma coisa, mas estava estático.
– Rápido Sam, vamos queimar logo essa vadia. – disse Dean, nervoso.
Abrimos rápido o caixão dela e pegamos o sal e jogamos no esqueleto de Julia que havia ali, jogamos um fósforo e então queimamos. Agora basta saber como Melanie está.
Notas finais
Beijos ♥
Fale com o autor