Notas iniciais
Hey? Bom não demorei tanto eu acho, mas cá estou eu espero que gostem, e bem, é só isso mesmo.

Grimmjow Pov On.

Lá estava eu, sai de Karakura para vim ate aqui, essa cidade na qual cresci, a movimentada Tokio! Esperava o carro que minha irmã solicitou, não estava prestando muita atenção, Levy andava de um lado para outro. Vi ela se aproximar e ficar de joelhos no chão com os braços apoiados na minha perna.

–Nee-chan? — perguntou.

–Hm?

–Nee-chan Juvia pediu para um de seus amigos virem nos buscar devemos irm para o estacionamento.

–Ok, onde estão suas malas?

–Deixe que as levo, não estão pesadas.

Ela se pós em pé, mas insisti para que eu leva-se a mala dela e depois de uns 6 minutos insistindo ela cedeu, caminhamos até lá, como sempre Tokio estava cheia de gente, o tempo estava bom, ou pelo menos pra mim, era por volta das 08:14, chegamos só no outro dia, não que Tokio seja longe, mas quando chegamos no aeroporto o avião que nos aguardava não tinha autorização para voar.

Não demorou muito para que uma Ranger, preta e com a calibragem mais alta que o permitido chega-se. (Sim eu entendo muito de carros). Vi dois caras desceram dela, um com o cabelo rosa todo arrepiado, conti meu riso já que achei meio gay, ele era alto, mas um pouco mais baixo que eu, era forte de certa forma, olhos grandes e estava com um sorriso idiota no rosto, do lado do motorista desceu um cara mais alto, da minha altura, pele bronzeada e cabelos pretos grandes, ate a cintura, havia piercing por quase todo pela que estava exposta.

Usava uma faixa que me lembrava es faixas que Levy costuma usar.

– Yo Levy-chan — falou o rosado.

–Yo Natsu- Natsu, então era esse o nome do rosado.

– Hey Gajeel, venha logo aqui.- gritou, essa cara é tão escandaloso.

–Ah Natsu, esse é meu irmão, Grimmjow, e nee-chan esse é Natsu Dragneel, acho que você conhece o pai dele.

–Sim, já ouvi falar- Falei, queria menos contado possível com ele.

– Muito prazer, é muito bom conhecer o irmão mais velho da Levy e da Juvia.

–Prazer, Gajeel RedFox. — falou o outro, já tinha o visto, mas nunca havia conversado.

– Grimmjow JaggerJack.

–Nee-chan você se lembra dele? A Juvia sempre falava dele.

–Urum -Fitei-o, sabia de seus podres, que dizer, todos sabiam — vamos?

– Claro — falou o RedFox.

Adentramos o carro e Levy não parava de falar com Natsu, não que isso me incomode, mas no momento só queria silêncio, lavamos mais uns 20 minutos até chegarmos aquela casa que eu sempre achei exageradamente grande. Entremos os grandes protões prateados, o jardim continuava o mesmo, cheio de rosas brancas, isso me fez me lembar de minha mãe, paramos na porta que de branca passou a madeira legitima.

Desci e peguei minhas coisa e as de Levy, entramos a casa e muita coisa havia mudado desde que fui para Karakura, as cores antes brancas das paredes, agora estavam de salmão, os moves ficaram mais luxuosos, suspirei vagarosamente e fechei os olhos, senti braços me envolverem pela cintura e logo tratei de livrar-me deles.

–Então, é verdade? — Falei vitando aqueles olhos azuis que tanto admiro.

–Grimmjow, eu — ela começara a chorar, me afastei, eu nunca soube reagir a esses tipos de coisas.

–Juvia-nee não chore, nee-chan está aqui, ele vai cuidar de tudo.

"me desculpe Levy, mas dessa vez eu não posso cuidar 'de tudo', me desculpe"

Lá estava eu, de novo, vendo aquela imagem que eu tanto temia, vê ela chorar, mais uma vez, eu havia prometido que nunca mais ela choraria, mas veja só, ela esta chorando e eu não posso fazer nada, porque eu sou fraco, um fraco, garoto mimado que teve sorte em nascer em uma família rica.

Apenas virei-me e comecei a subir as escadas quando ouvi um "Você não vai fazer nada pela suas irmãs". Virei-me novamente e fitei o rosado que estava parado ao pé da escada, encarei-o por mais 30 segundos quando este se afastou, voltei a subir as escadas indo rumo ao escritório de meu pai. Quando entrei senti repulsa, sua mesa e poltrona cobertas por sangue, e na parede escrito "Todos vão me pagar".

Andei até certo ponto quando ouvi a porta sendo trancada, corri em direção a mesma mais já era tarde, ouvi palmas vindo da escrivaninha do meu pai. Quando olhei apenas vi uma figura sentada nela, com as pernas encima da mesa.

– Ora, ora, ora, se não temos aqui o senhor JaggerJack. — falou.

– Quem é você? — falei sem medo.

– Tcs, isso são modos? Emfim não me importa, só vim lhe dizer o que meu chefe mandou. Seu querido pai tinha uma grande divida, não só ele mais como também outros, e bem, ele não pagou, então sua cabeça fora cortada, acho que estou falando rápido demais, quero dizer que, se você não pagar essa divida sua irmãs vão sofrer as consequências, porque vem ao ditado, por um paga todos. — Ele falou tão rispidamente, sem nem ao menos mostrar expressão, vi ele se aproximar de mim e continuou a falar — Adoraria contar mais coisas, mas alguém nos observa e não quero correr o risco de ter minha cabeça empalhada.

Ele falou e saiu correndo vi ele atravessar a parede, literalmente, sem deixar rastros, logo a porta foi destrancada mais algo me manita ali, aqueles olhos vermelhos que se acenderam em meio a escuridão, porra! O que estou fazendo? Pare corpo! Pare! Não sei porque diabos eu estava caminhando até aqueles olhos, senti algo corta-me a carne e quando dei por mim já estava sendo carregado para fora da mansão por médicos.

Perdi a consciência, mas antes pude ouvir uma voz que sussurrava meu nome. Era.....Minha mãe?

Notas finais
Bem gente foi isso, desculpem os erros, sei que foram muitos, espero que tenham gostado. Ate a próxima :3
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.