The Boys In The City.
5 Capítulo 5 Passado?!
Notas iniciais
Mais em fim vamos direto ao capítulo, nós vemos no final ♥
Byakuya foi rápido, pós outras roupas mais simples pegou uma toalha e enrolou na menina, pegou o 1º táxi e foi rumo a um colega seu que não só era o medico mais conhecido, mas também um cientista respeitado, não demorou muito até que chegassem, foram atendidos pela filha do homem que logo deixou-os entrar.
Mayuri — Mas o que significa isso?
Byakuya — Mayuri consulte ela e pagarei a quantia.
Mayuri — Você acha que é só me pagar que irei ficar feliz? Hora! Você devia ter marcado um horário.
Byakuya — Escute aqui você não quer me ver com raiva, se dê um deslize faço sua carreira de medico — maluco ir pelos ares!
Mayuri engoliu em seco, o homem a sua frente tinha dinheiro, e conhecia várias pessoas importantes. — Nemu traga-me os instrumentos.
Nemu a mulher de cabelos negros trançados de pele branca e um ar sério, era filha dele, muitos achavam que por ele ser louco ela era mais uma de suas invenções, o que não era verdade já que a linda menina tinha sentimentos mais preferia guarda-los consigo — Hai Mayuri-sama.
Não demorou muito até que Mayuri saísse da sala e informasse o que SoiFon tinha.
Mayuri — Kuchiki? Bem pelo que consta ela está com Pneumonia, o que também prejudica sua asma, parece que ela vinha tomando medicamentos para controlar, o que deu resultado, mais com a gripe e a asma acabou gerando a Pneumonia, ela terá que fazer tratamento para tratar a doença, caso contrario já se sabe a resposta
Também tomei a liberdade de ligar para seu responsável, se é que aquilo pode se chamado de responsável, ele sabe quais os medicamentos que ela deve tomar.
Byakuya — Quem é ele?
Mayuri — É o-
- Yo Mayuri-san.
Mayuri — Ele é o pai dela, Urahara Kisuke.
Urahara — Hã? Kuchiki-san está doente também?
Byakuya — Não, eu quem trouxe ela pra cá.
Urahara — Ah! Arigatou. — :D
Byakuya — Tcs, não de que.
Urahara — Bem já estou indo — disse ele pegando a menina no colo.
Mayuri — Já vai tarde.
Já ao lado de fora da casa de Mayuri, Byakuya pediu para que fosse com eles até a casa de Urahara, o loiro de primeira recusou, mais depois aceitou meio desconfiado, não demorou muito até que eles chegassem a casa do loiro, uma casa média, sim eles tinham dinheiro família nobre. Porém achavam desnecessário morar numa casa tão grande apenas para 2, segundo que viviam viajando então nunca ficavam fixos em apenas uma casa, já passaram das 15 ou então 30 nem ele se lembrava de quantas casas tinham espalhadas por países, cidades, vilas.
Urahara Kisuke, o donos de umas das lojas mais caras e mais conhecidas do mundo, as lojas Urahara's, eram ao todo 15, faturava milhões por ano, era dinheiro que não acabava, marido/ ficante/ amante de Yoruichi Shihouin, a morena de cabelos roxos, belas curvas e mestra em artes marciais, ganhava dona de 40 dojos, também espalhado pelo mundo, ia em cada um para ver o desempenhos dos alunos, e para pagar o salário dos senseis.
Ao chegarem a casa dele o mesmo foi em seu quarto e pediu para a empregada trocar a roupa da menina para que a mesma não ficasse pior, quando voltou a sala viu um Kuchiki mexendo nas fotos que tinham na casa, a foto continha uma menina bastante sorridente, e uma mulher com um sorriso enorme o um homem com um leque na cara usando um chapéu verde e branco.
Urahara — Kuchiki-san?
Byakuya — Hã? Gomen ne.
Urahara — Você que um chá?
Byakuya — H-hai.
Urahara pós o chá na mesa e serviu, com o sorriso bobo que não passou despercebido pelo o moreno a sua frente foi ficando apenas mais bobo.
Byakuya — Urahara, porque está sorrindo feito um idiota, sem ofensas.
Urahara — Ah! Acho que estou assim porque minha filha está aqui.
Byakuya — Hm.... Ela nunca veio aqui?
Urahara — Ah Kuchiki-san, SoiFon nunca foi de fazer visitas, ela gosta de ficar na dela.
Byakuya — Hm.... Nunca? Nunca?
Urahara -Bem quando era menor.
Byakuya — E o que a fez mudar?
Urahar — Quando ela nasceu, Yoruichi e eu pararmos um pouco com o trabalho, cuidamos dela até seus 5 anos, eu não queria ver ela sobre pressão do nosso trabalho, por isso quando voltamos a trabalhar decidimos que ela ficaria com a governanta e os seus empregados, o tempo passou tão rápido que quando nos demos já haviam se passado 5 anos, perdemos aniversários, natal, dia das mães e pais, quando retornamos ela já tinha 10 anos
Havia mudado, tinha cortado os cabelos, seu humor havia mudado, e seu orgulho tinha crescido, quando chegamos ela havia demitido a governanta e quem cuidara dela era um tal Omaeda, que era não só governante mais também guarda-costas, tentamos falar com ela, mais ela apenas nos ignorava. quando completou 12 anos ela quis me ver, fiquei feliz, desde então ela só me recebe, não gosta de ver Yoruichi
Omaeda faz uma visita todos os meses, e eu venho ao decorrer do ano, umas 5 ou 7 vezes.
Byakuya — Entendi.
SoiFon — Tcs, porque está contando meu passado para ele?
Urahara — Hã? Filha? — ele foi até ela que estava na metade na escada e pegou-a em seu colo fazendo a mesma corar.
SoiFon — Tcs, como vim parar aqui.
Byakuya — Longa história.
SoiFon — Ahhhh!
Urahara — Onde está indo?
SoiFon — Pra casa.
Urahara — Espere, ainda não se recuperou, precisa de remédios.
SoiFon — Me dê os remédios.
Urahara — Não! Deixe de ser mimada, você ficara aqui e pronto!
SoiFon — Não ficarei com um irresponsável.
Byakuya — Disse a menina que saiu numa chuva sem levar uma sombrinha.
SoiFon — Calado Kuchiki!
Urahara — Yare, yare.
Byakuya — Vem calar.
SoiFon — Não irei sujar minhas mãos.
Byakuya — Na verdade meu rosto que ficaria sujo.
Urahara — Oi?
SoiFon — Porque está aqui?
Byakuya — Dó carona pra você, levo pro medico e é assim que me agradece?
Urahara — Minna?
Então um estrondo enorme foi feito, mantendo seus olhares na porta.
-Eu vou matar vocês.
Notas finais
Pergunta só eu que acho que o Ichigo tem que perder pra alguém tipo até a morte, e queria que o Ulqui voltasse e matasse aquele morango.
Em fim bjs e até o prox.
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