The Black Swan
29 Epílogo
Notas iniciais
Ela tentou socar a boca dele, mas ele desviou rápido e a girou ficando por cima dela.
Tentou segurar seus braços, mas ela se debatia.
— Fica quieta porra — ele falou tentando segurar seus braços.
— Você não manda em mim, seu idiota — ela disse dando um chute em sua barriga.
— Droga, Isabella. Você está grávida — ele ofegou ficando vermelho.
Bella pulou em cima dele, sabendo que seu bebê estava muito bem protegido dentro dela.
Edward a empurrou com força e eles continuaram lutando.
Até ele conseguir agarra-la por trás e a imobilizar. Mas ela foi rápida e pisou em seu pé com força, fazendo-o a soltar. Ela puxou a adaga em sua perna e empenhou em sua direção.
— Vai me matar? — Ele disse arqueando sua sobrancelha para ela.
— Se você olhar de novo e sorrir para alguma puta pode ter certeza que vou cortar isso seu — ela disse arrastando a ponta da adaga pelo peito dele até sua virilha — Afinal já consegui o herdeiro que papai tanto queria.
— Sabe que faço isso porque adoro te provocar. — Ele disse agarrando o pulso dela. — Amo você selvagem assim, mas não pode se exaltar. — Ele deslizou sua mão para a pequena forma oval que estava começando a aparecer em sua barriga de 12 semanas de gestação.
Tinham acabado de chegar de uma entrega de armamento e Edward tinha usado seu sorriso para conseguir um preço melhor com a mulher que negociava as armas, chamada Tanya. É claro que Bella não tinha gostado nada disso, apesar de ter se mantido quieta na hora, mas assim que chegaram na casa deles, ela o atacou.
—Argh, não sei o que eu faço com você.
— Eu sei — ele piscou e então pegou a adaga fazendo um rasgo na blusa dela.
— Edward! Era uma blusa Chanel — Bella falou olhando o pedaço de pano rasgado chão que tinha custado centenas de dólares.
— Quer tirar o sutiã ou eu tiro? — Ele a ignorou.
— Ele abre na frente — ela falou apenas.
Ele sorriu e rapidamente abriu o sutiã liberando seus seios que estavam maiores por conta da gravidez.
Eles se beijaram brutalmente, se mordendo.
Bella aproveitou a distração dele e puxou a adaga de sua mão.
Ela se separou dele e sorriu maligamente.
Pegou a adaga e deslizou pelo tecido da blusa, fazendo o que ele tinha feito na sua.
— Bella era uma blusa da Dior — ele falou com uma expressão falsa de choque.
— Foda-se, ninguém mandou você rasgar minha blusa exclusiva da Chanel — ela falou e terminou de rasgar a blusa com a mão — Vai tirar a porcaria da calça ou eu tiro? — perguntou impaciente.
— Você ficou mais mandona ainda com a gravidez — ele disse abrindo sua calça e deslizando junto com sua cueca, ficando completamente nu — Vai tirar a porcaria da calça ou eu tiro? — ele a imitou.
Ela rolou os olhos e puxou sua calça para baixo.
— Parece que tem meses que não fazemos isso, não apenas dois dias — ele murmurou a puxando pela bunda e beijando-a.
Bella riu.
Ele deitou Bella no carpete da sala e se deitou por cima dela, seus lábios passearam por seu corpo beijando e brincando com seus mamilos sensíveis demoradamente, fazendo-a quase gozar.
— Quero essa língua lá embaixo — ela disse em um tom mandão, puxando a cabeça dele pelo o cabelo, para trás.
— Calma — ele disse rindo.
— Calma é o caralho — ela falou impaciente.
Ele balançou a cabeça.
— Não xingue na frente do nosso bebê — ele falou — Não ligue para a mamãe filho, ela está nervosa, mas papai vai cuidar disso viu, espero que esteja dormindo — ele falou beijando a barriga dela.
Bella mordeu seu lábio ansiosa.
Ele finalmente deslizou seus lábios pelo baixo ventre inchado dela e tudo se arrepiou.
Ele lambeu as partes internas de suas coxas, mordendo sua pele, alternando de um lado e outro, antes de finalmente ir para sua virilha e sua vulva brilhante.
Ele beijou e chupou sua entrada vermelha, lambendo e brincando com seus lábios vaginais.
Bella gemia e se esfregava na boca dele, sem nenhum pudor.
Com cuidado ele tocou seu clitóris e enfiou dois dedos dentro dela, os movimentando em gancho.
Bella gritou e gozou com força.
Ele a beijou ainda ali, lambendo seu néctar preferido.
Subiu seus lábios até seu pescoço beijando aquela área até chegar em sua boca onde Bella o beijou profundamente.
— Delícia, delícia assim você me mata — ele falou com ela agarrando sua ereção com força.
Ela riu.
— Me fode — ela falou mordendo o lábio dele e puxando — Quero por trás.
— Não, vai machucar vocês — ele negou.
— Não, daqui a pouco a barriga vai estar maior e aí que não conseguiremos fazer isso, depois ainda tem o resguardo, temos que aproveitar agora — ela falou.
— Segura no sofá então — ele falou sem conseguir resistir.
Ela engatinhou para o sofá o provocando e recebeu um tapa em sua bunda que a fez gemer e se empinar para ele.
Edward se ajoelhou, agradecido por ficar em uma altura perfeita para invadi-la.
Ele olhou com prazer aquelas duas entradas dela.
Ainda não tinha estreado a de trás, mas ela já tinha dito que liberaria depois da gravidez e ele estava ansioso por isso.
Ele esfregou seu membro duro na entrada úmida dela e deslizou para dentro.
Seus movimentos foram fortes e rápidos.
Ele sabia que apesar de querer não duraria muito e estava com medo ainda de machuca-la.
Bombeou o mais fundo que conseguiu vendo ela gritar e apertá-lo.
Ele gozou e ela veio novamente.
Saiu de dentro dela ofegante e se deitou com ela no sofá.
Seus corpos estavam suados e pegajosos, mas não se importavam com isso.
— Você está bem?
— Mais do que bem — ela murmurou beijando o peito dele, sua tatuagem.
Edward sorriu.
— Vou sentir falta dessas preliminares assim — ele falou.
— Nós vamos dar um jeito — ela disse sorrindo e o abraçando — Mas só queria saber quem inventou esse resguardo de 40 dias, sério. Se ficamos sem dois e estamos enlouquecendo imagine 40.
Ele riu beijando a cabeça dela.
— Nós vamos dar um jeito — ele repetiu.
Com certeza eles dariam.
...
Os meses passaram rápido, entre mudanças de humor de Bella, desejos estranhos, hormônios incontroláveis e apetite sexual insaciável (essa parte deixava Edward feliz) quando perceberam já estava perto do dia de Bella ter o bebê.
Apesar de terem tentando, no começo, eles não conseguiram ver o sexo do bebê e mesmo sabendo que podiam fazer o exame da sexagem fetal, decidiram esperar ele nascer.
Não importava se seria menino ou menina, contanto que viesse com saúde sabiam que teria um mini chefinho para amar e mimar.
Charlie que torcia por um menino e não escondia a preferencia a ninguém que perguntasse. Ele tinha sido um pai duro e rígido com Bella, sabendo que ela era a herdeira da Família, mas ela tinha certeza que ele seria um avô coruja. Ele já tinha até comprado a primeira arma do menino que daria a ele quando fizesse o teste da Família, era um canivete antigo, com a ponta bem afiada, preto, com o símbolo da Família. Ele mal podia esperar para dar ao neto.
Ele estava dormindo quando Edward ligou.
Ele se sentiu mais nervoso que o próprio genro.
Chamou Renée e juntos foram para o hospital.
Bella ficou em trabalho de parto por mais de 12 horas até finalmente seu herdeiro nascer e ele não pode ficar mais feliz.
Finalmente a linhagem dos Swan estava garantida e ele tinha um neto para corujar.
Momento do parto...
— Eu juro Edward Cullen, você nunca mais vai chegar com seu pau perto de mim — Bella gritou sentindo a pontada forte.
— Descu...
— Cala a porra da boca — ela falou ofegante, a contração finalmente indo embora — Droga desculpa, mas isso dói para caralho — ela disse rápido e assim que terminou outra contração veio e ela gritou.
Edward apenas apertou sua mão na dela, mostrando que estava ali com ela, sabia se falasse ela ia brigar com ele de novo.
— Está coroando, mais uma vez senhora Swan — sua médica disse.
Bella gritou empurrando, no momento da contração, sem saber ainda o quê, mas finalmente sentiu algo sair dela.
— Nasceu, é um menino perfeito — a doutora disse pegando o bebê e dando tapinha em sua costa para fazê-lo chorar.
Bella nunca tinha visto um recém-nascido, enrugado, roxo, sujo de sangue e vernix mais lindo do mundo.
Se ela já o amava antes agora então. Ele era seu mundo.
Seu pequeno chutador.
O bebê foi colocando em seu peito e ela o segurou chorando.
Ela tinha feito aquilo.
Mesmo com tantas vidas que tinha tirado, com tanta sangue que já havia derramado. Deus tinha dado a ela aquele pequeno presente. Ela tinha feito aquilo.
Ela e Edward.
— Ele é lindo — Edward falou emocionado, passando seu mindinho na mãozinha do bebê. Ele era perfeito. — Eu te amo, amo vocês — ele disse beijando a testa da esposa.
— Temos que medir e fazer os testes no bebê — uma enfermeira veio e Bella deixou ela pegar seu filho a contragosto.
— Vá avisar nossa família — ela disse a Edward.
— Vamos terminar de limpa-la e leva-la ao quarto, poderá vê-la lá — a médica disse.
Edward assentiu beijando os lábios da esposa antes de sair.
Ele tremia de felicidade.
Edward foi para a sala de espera e todos de sua família estavam lá: seus sogros, pais, irmã, cunhando e amigos, Emm e Rose que foram escolhidos para serem os padrinhos do futuro chefe da Família.
— Nasceu — ele declarou com um imenso sorriso — É um menino, um menino lindo — Edward anunciou e todos comemoraram.
Charlie queria ter sua arma e começar a dar tiros para cima, mas teria que esperar, pelo menos chegar em casa. Com certeza ele chamaria seus amigos para beber e fumarem charuto, Carlisle olhou para ele sabendo exatamente o que ele pensava e concordou.
Horas depois...
— Acho que eu não sou mais o homem de sua vida, hein — Edward disse quando finalmente eles ficaram sozinhos.
Sua família tinha vindo de dois em dois conhecer seu filho, já que era o máximo permitido no quarto. Mas finalmente eles tinham ido embora e estavam só os três.
Bella segurava seu embrulho azul que dormia em seus braços.
— Desculpe — Bella sorriu — Mas esse menininho me tem.
— Bem ele é o único homem que eu aceito dividi-la — Edward falou se sentando ao lado deles na cama.
— Como pudemos fazer algo assim? Ele é tão puro, tão inocente e nós somos tão...
— Baby não, nós podemos ser o que for, mas nosso amor é puro, nosso amor é verdadeiro e nós fizemos uma vida linda — ele falou.
Ouviram um grunhido e o Anthony se mexeu nos braços da mãe abrindo seus olhos e fechando.
Aquele bebezinho nem sabia, mas seu destino já estava traçado como futuro chefe da Família.
— Eu te amo, meu Prince Siegfried Dark — Bella sussurrou olhando para seu marido.
Ele sorriu.
É claro que ele tinha amado seu apelido, era incomum ele sabia, mas havia gostado pela história dele. Além de ser o nome de um guerreiro lendário na mitologia nórdica era o nome do príncipe apaixonado, na ópera do Lago dos Cines, pela cisne branca. Na peça o príncipe Siegfried terminava com a cisne branca, mas ele estava feliz por na vida real ter terminado com sua cisne negra e ele ter se tornado tão escuro como ela.
Todos os temiam e os respeitavam.
— Não mais do que eu amo você, minha the black Swan — ele disse a beijando levemente.
Anthony fez um barulhinho chamando a atenção dos pais, ele abriu seus olhos escuros de recém-nascido por um momento.
Os pais se separaram e olharam para o filho sorrindo.
FIM
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