The Black Snow Lótus
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Notas iniciais
*2 anos depois*
Luffy já tinha se reunido com seus amigos e reencontrado Trafalgar Law no Punk Hazard e já tinham derrotado o Donquixote Doflamingo, que havia desaparecido depois de ser derrotado, além de ambos os capitães que descobriram somente depois de um ano após a Guerra, com a permissão da marinha que não pode mais esconder, que Portgas D Ace e Shirohebi estavam vivos, no inicio a marinha decidiu manter segredo e como não houve nenhuma aparição dos mesmo acharam que iria funcionar, mas como uma mentira não dura pra sempre, Shirohebi voltou a ação mostrando estar vivo e pronto pra outra, até porque teve que se recuperar depois de tantos golpes e somente os letais tinham sido curados superficialmente.
– Pai, quem era aquela pessoa que nos salvou a 2 anos ? – perguntou Ace olhando pro horizonte pensando naquele ser. Todos que estavam no hall ouviram a pergunta e como nesses dois anos não tinham sido respondidos, acharam que desta vez também não seria diferente.
– Era uma pessoa muito estranha. – disse Shirohebi surpreendendo Ace por ter continuado o assunto diferentemente do que fazia nas outras vezes que perguntou – Era alguém que deve ter sofrido muito, e que só fez o que fez porque você, meu filho, salvou seu irmão.
– Aquela pessoa só nos salvou porque eu tinha protegido o Luffy ? Não entendi, porque ?
– A única coisa que disse foi: “Quando tudo voltar a correr, espero poder vê-los novamente, queria poder falar com o Luffy, mas o momento não é o melhor, um dia, quando ele se recuperar, vou falar com ele e dizer tudo o que tenho que dizer, e até isso acontecer nem ouse morrer velho.” – soltou um sorriso ao se lembrar da voz que lhe disse isso, mesmo sendo jovem e fina, era forte, determinada e tinha um tom secreto e misterioso também.
– Você viu o rosto dessa pessoa ? – desta vez foi Marco a entrar na conversa curioso também pela pessoa que salvou sua amada família.
– Oh não, estava fraco de mais pra distinguir formas, só a voz eu pude ouvi e até acho até engraçado lembrar...Hishisihshishishi.
– E você Ace, também nunca disse nada de quando viu aquela pessoa.
– O rosto estava coberto pelo capuz, mas.... – pereceu buscar na memoria, o que não foi difícil, pois era algo que sempre vinha em seus sonhos – Era alguém de olhos verdes como uma esmeralda, só consigo lembrar disso, minha visão estava embaçada. Mas oyaji, o que tem de engraçado na voz dele ?
– Hishishishishi. – riu de forma que a tripulação ficou curiosa, até porque era a primeira vez em 2 anos que falava disso, já que tinha sido o único a ouvir a voz daquele ser – Era uma menina, isso com certeza, e bem jovem, acho que tinha menos que qualquer um aqui.
– O...Oque ? – todos olharam pra ele incrédulos com a afirmação.
– Não, deve ter sido outra coisa, até porque não tem como uma menina tão nova ter entrado assim naquela guerra, além de que, tem milhares de pessoas com voz distorcida certo ? Deve ter sido uma mulher ou até mesmo um homem, mas não uma menina. – dizia Marco ainda surpreso.
– Eu sei o que ouvi, além do mais ela me chamou de velho, não ia esquecer esse tipo de voz. – Barba Branca fez bico como uma criança, mas encarou Ace que vagueava nos pensamentos – O que foi filho ? Não acha que foi uma menina também ?
– Não é isso, mas....o que essa pessoa tem haver com o Luffy ? Se ele a conhecesse, ela teria entrado na luta também certo ? Mas em vez disso ficou olhando tudo e só apareceu quando o mesmo tinha ido embora, isso quer dizer que ele não sabe quem ela é, então o que ? – continuou pensativo até um de seus companheiros entrar no hall anunciando a aparição de um barco a distancia, esse era do bando do Ruivo.
– Hora perfeita. – animou-se Shirohebi, era como se Shanks já soubesse que eles estavam falando daquele assunto, assim seria mais promissor falar com ele também sobre o que a menina tinha passado para si.
– Olá meu velho amigo, como vão as costas ? – perguntou Shanks animado como sempre, e levando um grande barriu de sake, andando fazendo muitos ali cairem com seu Haki – Ué o que foi ? Posso saber porque estão me olhado assim ?
– Chegou em boa hora, então Ace quer ter as honras ? – Marco brincou fazendo Ace entrar no jogo.
– Claro que sim meu caro....hahhahah. – Shanks e sua tripulação viam aquilo desconfiado e riu um pouco também – Estávamos falando daquela pessoa na guerra de dois anos atrás, o oyaji finalmente decidiu falar dela, eu só me lembro dos olhos esmeraldas.
– E eu disse que era uma menina mais nova que qualquer um aqui, mas quase ninguém acredita.
– Mas então achamos que você era o que tinha a terceira informação, o que essa pessoa te deu ? – Marco perguntou olhando pra Shanks que entendia um pouco do que estava acontecendo.
– Aquela carta dizia quem ela era e qual sua relação com o Luffy-kun. – ao dizer isso todos pararam, nem mesmo sua tripulação sabia disso, apenas haviam respeitado a decisão de seu capitão de não falar sobre o ocorrido – Era sim uma menina, jovem como disse o Shirohebi.
– Há eu disse seus pirralhos....hahahahha.
– Mas e então, o que dizia a carta ? – perguntou Ace curioso.
– Seria melhor você mesmo ler, ela deixou claro que você também era importante pra ela. – Shanks colocou a mão dentro do bolso e tirou o envelope que havia recebido dois anos atrás – Sempre carrego comigo pro caso de que eu te encontrasse, até porque é melhor que você entregue isso ao Luffy, já que não acho que o verei muito brevemente.
– Ok então. – pegou a carta abrindo-a e lendo para si o que dizia nas duas folhas que ali haviam, se surpreendendo pelas informações contidas naqueles papeis – M-Mais isso é impossível, não tem como ser verdade. – disse ao terminar de ler e olhando surpreso pra Shanks.
– Eu mesmo pesquisei, foi difícil encontrar provas verídicas, mas consegui e é tudo verdade, conta até acontecimentos que foram dados como 'desconhecidos'.
– Posso saber do que vocês estão falando ? – perguntou Shirohebi vendo a tensão que se formou ali, Ace o encarou entregando-lhe a carta, que assim que terminou olhou para seu filho novamente – Ace sua próxima jornada será levar isso pra o Mugiyara, acredito que agora que ele voltou a ativa essa pessoa também vai, mas ele precisa saber disso antes, e acredito que você tenha perguntas também.
– Sim, partirei hoje mesmo. Obrigada Shanks, mas isso é realmente estranho, como o mundo dá voltas.
– Realmente, e ela ainda teve que passar por tanto, pode não dizer na carta como ela sofreu, mas não tem como não pensar nisso, não achei que o Governo pudesse ser tão sujo. Ainda vou achar essa menina por ai, tenho que agradece-la pelo o que fez a dois anos, agora quero beber um pouco e relaxar, o que acha velho amigo ?
– Despois de ver isso acho que é o melhor, espero que seja um sake dos bons. – Shirohebi sorriu vendo que Ace já estava indo se preparar para a viajem para reencontrar seu irmão e dar-lhe a noticia.
Luffy por outro lado estava descansando na cabeça de leão do Thousand Sunny, Sanji preparava bebidas para todos, Book tocava uma alegre canção com seu violino, Zoro treinava no ninho do corvo, Nami tomava banho se sol, Robin lia, Frank, Chopper e Usopp brincavam de robô, ou coisa parecida. Já Law ainda estava assustado com a sua nova posição de aliado do Mugiyara-ya, de acordo com ele.
Lembrava-se de um ano atrás quando a mesma figura encapuzada que havia visto na Guerra dos Grandes e que foi dada como inimiga da marinha por ter ajudado a salvar Portgas D Ace e Shirohebi, estava a sua frente quando já havia se tornado um Shichibukai e se dirigia a Punk Hazard.
– Você, o que quer ? – perguntou encarando aquela pessoa a frente, ambos estavam num barco da marinha que Law havia conseguido para poder ir pra outra ilha, eram os únicos ali, mas assim como a paz reinava a pouco segundos, de repente a figura surge no hall onde Law estava surpreendendo o mesmo – Vamos o que você.... – não pode terminar pela surpresa que o tomou, a pessoa se curvou a sua frente como se agradecesse por algo.
– Arigatou por ter salvado o Luffy. – surpreendeu-se pela voz jovial e feminina.
– O Mugiyara-ya ? Quem é você exatamente ? Nem mesmo a marinha conseguiu informações suas, o que você quer ? O que pretende vindo aqui ?
– Só vim lhe agradecer. – voltou a ficar ereta ainda tendo o rosto e o copo cobertos pelo capuz – Nos veremos de novo eu sei, mas por agora espero que você passe pelas provações que lhe aparecerão no lugar que você esta a ir, sabe que fugir não vai adiantar nada né ? O seu passado irá te perseguir por mais tempo do que imagina. – essas palavras surpreenderam Trafalgar o deixando extasiado por alguns estantes, o que foi tempo da pessoa somente sorrir-lhe antes de dizer uma única frase antes de desaparecer assim como surgiu – Não se preocupe, tudo vai dar certo no final, você salvou o Luffy então não deixarei que morra, pelo menos acho que logo ambos vão se reencontrar, bem....adeus. – assim sumiu como se a própria noite a levasse dali, nem havia perguntado o nome da pessoa, mas sentia que a veria novamente.
P.O.V. Personagem
É estranho falar agora que vocês viram tudo isso da historia, além do nome que está acima estar escrito ‘Personagem’ e não meu nome, sei que devem estar pensando que é só pra manter segredo ou coisa assim, mas não....eu realmente não tenho nome, sempre fui chamada a minha infância toda de ‘experimento 00’, por isso não tenho um nome, minha mãe não chegou a me nomear. Ah bem, vou explicar um pouco sobre mim.
Olá já devem ter visto que não tenho nome, mas sempre quis que alguém me desse um, mas nunca consegui pensar em um e nem tive muita convivência com alguém pra me fazer isso.
Bem desde meu nascimento eu vivi num laboratório que fazia pesquisas sobre Akumas no Mi que o Governo organizava, o que eu ‘acho’ que não sabiam é que os cientistas daquele lugar sequestravam crianças para fazer-lhes testes antes de pensar em colocar uma Akuma no Mi nas mesmas, mas nenhuma criança sobrevivia as 'preparações', eu passei os treze anos da minha vida nesse lugar, fui a única das 100 crianças que conseguiu sobreviver tanto tempo.
Com isso, assim que a 99° criança morreu e só sobrou eu, isso quando eu tinha 9 anos, os cientistas decidiram começar o verdadeiro inferno. Havia uma fruta que eles haviam encontrado muito estranha, pois assim como havia as Akumas no Mi essa era outra espécie com poderes únicos também, mas bem diferente. Era a Angel no Mi, engraçado, Akuma e Angel, dois opostos e a Angel no Mi tinha grandes habilidades, era única e só aparecia, de acordo com os documentos que peguei, a cada 1000 anos.
Mas a habilidade que os cientistas queriam testar era a de anular o efeito de mais um uma Akuma no Mi no corpo do usuário, ela tinha esse tipo de poder também, o que me fez receber duas Akumas no Mi através de agulhas e soros, numa mesa de metal fria. No inicio queimei de dentro pra fora, sentia a força das frutas na minha corrente sanguínea, era horrível, então foi quando eu senti.....A Angel no Mi fez com que a dor passasse, mas o que os cientistas não perceberam foi que a fruta me deu todas as informações das demais, sobre seus efeitos, e até dela mesma, descobri como usa-la, mas não sabia o que fazer pra poder sair dali.
E nisso se passaram mais alguns anos até a terceira fruta ser colocada em mim, era pra somente eu continuar fazendo os experimentos de sempre sobre as Akumas no Mi, mas aqueles desgraçados conseguiram uma terceira fruta e aproveitaram pra testa-la em mim, essa foi o limite, meu corpo perdeu o controle, minha mente se desligou do meu corpo e a única coisa que pude me lembrar depois disso foi o grito e o sangue dos cientistas. Quando acordei estava ainda na sala de experimentos toda suja se sangue e os corpos dos 5 cientistas jogados pelo chão, peguei os documentos que diziam sobre mim e os li ali mesmo, na mesa.
Foi então que descobri meu passado, minha mãe se chamava Eliza Jurakyuru e eu pai era um tal de Dragon, não dizia o nome completo dele, só que ele e minha mãe se conheceram, tiveram um caso, mas ele teve que ir embora pra ser um revolucionário ou coisa assim, pesquisei mais nos livros que tinham ali e fui entendendo um pouco sobre tudo, o que eram piratas, a marinha, os revolucionários e tal. Depois que sai daquele laboratório que nem mesmo sabia como era o sol, descobri que tinha um irmão e que o mesmo era filho do Dragon também, seu nome era Monkey D Luffy, quando o mesmo fez 17 anos foi pro mar se tornar um pirata e eu o segui, vi suas aventuras, descobri sobre seus irmãos de consideração e continuei a ver o meu irmão vivendo seu sonho de querer ser que nem o pai do Ace, Gold D Roger.
Foi quando pensei em contar-lhe sobre mim, que tudo aconteceu, Ace foi preso, Luffy entrou na Impel Down e conseguiu sair de lá com alguns dos seus antigos inimigos e outros presos, logo indo para onde ocorreu a Guerra, se feriu, mas conseguiu ser salvo por Ace, Jinbei e Trafalgar Law, devia muito a esses três, logico que havia muito outros a quem devia, mas agora os mais próximos eram esses.
Mas não me importo agora, estava pensando em dizer tudo pra Luffy sobre eu ser a irmã dele, e depois.....Bem, depois eu não sei, não tenho nada no mundo mesmo, posso ir conhecer esse Dragon, só de longe mesmo, ver como esta aquele velho com bigode estranho, falar com o Ruivo que acho que se chamava Shanks, sei lá, a única coisa que fiz nesses quatro anos desde que sai do laboratório de pesquisa foi seguir o Luffy e vê-lo seguir seu sonho, o que devia fazer depois ? Eu não sei, mas pelo menos quero conversar com o Luffy e espero que ele já saiba no mínimo quem eu sou né, será que Shanks conseguiu entregar o que lhe pedi ? Ahhhhh, to nervosa, mas vamos lá, em direção ao Thousand Sunny, o navio dos Chapéus de Palha.
P.O.V. Law
Estávamos já a dois dias no alto mar sem nenhuma ilha a vista, minha tripulação está em outra ilha no momento, isso porque tinha alguns assuntos pendentes com os Mugiyara já que ajudaram com minha vingança, todos conseguiam se divertir de alguma forma, eu pelo menos consegui alguns livros emprestados da Robin-ya pra ler, mas com a barulheira que esse povo faz fica difícil eu me concentrar. Mugiyara-ya estava tentando pescar o almoço assim como os outros três, o robô, a rena e o narigudo, mas alguma coisa pareceu chamar-lhes a atenção, pois de repente estava de pé na borda com um sorriso gigante no rosto.
– É-É-É O ACEEEEEEE. – gritou animado.
Ah sim, fazia 2 anos que eles não se viam, desde que o mesmo foi dado como morto. O pequeno navio se aproximou rapidamente e assim como o Ace-ya pulava pra subir no navio, seu barco desaparecia na água.
– Yo Luffy, quanto tempo né... – não pode nem olhar pro seu irmão que o Mugiyara-ya já pulou em cima do mesmo com um grande sorriso no rosto, sendo retribuído.
– ACEEEEEEE..... – chorava como uma criança, senti-me sorrir com essa felicidade que se instalou ali, mais do que já estava. Todos viam aquela cena sorridentes, até Ace-ya ficar serio e se soltar lentamente do menor – O-O que veio fazer aqui ? O Shirohebi já esta bem ? Soubemos que ele ficou também bem ferido.
– Ele está ótimo, mas não vim falar sobre isso. – disse serio e me aproximei curioso – Bem, deixa eu começar falando do que aconteceu depois que você saiu da Guerra a dois anos.
– Hm ? Porque você quer falar disso Ace-san ? – Robin-ya olhou-o e o mesmo tirou um envelope do bolso da calça serio o encarando.
– Tenho que explicar primeiro de onde vem isso pra depois entregar ao Luffy, se ele ler isso agora pode ficar confuso, e eu só consegui depois que o Shanks e o oyaji começaram a falar sobre aquele dia. – todos o olhavam confusos, até mesmo eu, mas Ace-ya somente sorriu suspirando – Ok começando, depois que você foi embora o oyaji criou uma cratera no chão pra separar a gente dele, ele ia se sacrificar por nós, mas quando iam dar o ultimo tiro uma figura encapuzada apareceu. – sobressaltei-me, eu me lembrava dessa figura dando algo pro Ruivo naquele dia – Essa pessoa o salvou, e o empurrou pro outro lado onde nós estávamos.
– Mas não tínhamos chances, pelo o que me contaram é claro, já que eu....realmente morri naquele dia. – continuou, deixando toda a tripulação de boca aberta e surpresos – Essa pessoa atrasou a marinha até que Shanks chegou, dando um fim a tudo, depois disso esse ser veio até mim e parece que me curou, melhor, me trouxe de volta a vida. – olhou pro próprio peito onde devia ter sido o golpe fatal, mas não havia nenhuma marca, a não ser o que parecia uma pequena asa ? Parecia uma tatuagem de asas de anjo no lugar – Depois só me lembro de acordar e ver os olhos daquela pessoa, depois ela foi até o oyaji e o curou só superficialmente já que não tínhamos tempo e os Almirantes já estavam se recuperando dos ataques também, depois disso não lembro mais de nada, devo ter desmaiado com tudo aquilo.
– E o que essa carta tem haver com isso ? – perguntei vendo que Ace-ya segurava a mesma com carinho.
– É ai o ponto, a pessoa que nos salvou deu isso pro Shanks e pediu pra ele entregar ao Luffy, essa pessoa só estava lá por sua causa, mas o Shanks não ia poder entregar e por isso me pediu pra trazer por ele. – falou entregando o envelope ao Mugiyara-ya – E acho que é bem importante, desculpa mas eu, o oyaji e o Shanks lemos, mas não contamos a ninguém.
– Eu conheço essa pessoa ? Quero agradecer a ele por ter te salvado e ao Barba Branca, realmente devo muito a ele.
– Acho bom você ler Luffy, é um assunto bem....delicado. – falou e assim que o Mugiyara-ya começou a ler, puxei o Ace-ya um pouco.
– Eu vi essa figura dando a carta pra Shanks. – falei baixo só para o mesmo escutar – E a um ano ela veio no meu barco me agradecer por ter salvado o Mugiyara-ya, quem é ela, eu sei que era uma menina pela voz.
– Então foi você que o salvou ? Obrigada, mas pensando bem....O QUE VOCÊ ESTA FAZENDO AQUI ?
– Ah o Trafalgar está em uma aliança com a gente, você sabe, seu irmão e suas loucuras. – respondeu Usopp-ya com uma gota na cabeça pelas ideias do seu capitão.
– Ah, mas então é verdade, aquela pessoa era mesmo uma menina. – falou baixo desta vez, mas assim que ele falou vi o Mugiyara-ya arregalar os olhos assim que terminou a folha em suas mãos.
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