Notas iniciais
A FIC VAI ACABAR !!! Obrigada pela atenção.....Pois bem, estou estranhando o fato de vocês não estarem mais comentando, se tem algo de errado com a fic podem dizer, se está chata, me digam, falem alguma coisa. Mas nem se quer os comentarios mais eu vejo com frequencia, sim há quem comente todo o capitulo e agradeço e coração por isso, só que se for assim a fanfic vai ficar sem sagas novas pro futuro. Já decidi e vou terminar essa saga da Ilha Demon e partir para a saga final, não sei quantos capitulos terá, porque não consigo calcular, mas que vai acabar logo, vai. Kissus doces e nos vemos lá em baixo >wO.

P.O.V. Zoro

Na sala do trono (ou isso é o que parecia ser) estávamos todos com ânimos diferentes, Robin conversava com Law sobre onde ele esteve e ao que perece tem um Poneglyph nessa ilha, assim como um templo ‘interessante’ ao ver de ambos, já eu estava irritado com Yukino, não que era culpa dela, eu sei, mas não posso fazer nada, é algo instintivo, além de que ela foi embora com aquele demônio sem mais nem menos. Luffy por outro lado conversava animado com o rei, de alguma forma ambos pareciam estar se dando bem.

— Então seu irmão de consideração é o filho do Roger, interessante. – consegui ouvir e parece que era sobre isso que o rei queria conversar com o Luffy antes de manda-lo para o tal teste pelo qual viemos aqui, mas parece que outras coisas mais apareceram.

— Ei, dá pra tirar essa cara de cu, parece até que coisas esquisitas nunca aconteceram nessa tripulação. – olhei com raiva para o Ero-Cook.

— Não te perguntei nada.....Tsk. – comecei a bater o dedo nas minhas espadas, estava mesmo com raiva depois de tudo.

— Você é fácil de ler. – serio, se eu não matei essa cara antes, hoje pode ser o dia – Você está com raiva, isso é claro, eu também estou. – fiquei confuso por um minuto – A Yukino-chan simplesmente começou a agir estranho, nos trouxe para essa ilha de demônios e nem se quer era mais ela mesma, depois de tudo que passamos foi como se nada tivesse mudado, na verdade foi como se tivéssemos regredido até mesmo antes de a conhecermos.

— Hmpf...parece mesmo que não fui o único, e isso não me agrada.

— Não fui só eu seu Marimo, a Robin-chan também falou a mesma coisa lá na floresta comigo, ela também se preocupa com a Yukino-chan, mas você deve ter visto que esse teste pode ajuda-la de alguma forma a voltar a ser quem era, e não estou dizendo de voltar a ser a boneca vazia que fora no passado.

— Tsk, ser animado por você é mesmo o cumulo do absurdo. – dei um sorriso de canto – Mas valeu, é verdade, temos que confiar que ela vá sair de lá como nossa Yukino e em sua melhor forma.

— Não ache que eu te animei por vontade própria, mas se você ficasse assim com raiva quando a Yukino-chan voltasse e acabasse brigado com ela, não ia querer vê-la triste. Porque mesmo que ela tenha estado daquela maneira, ainda sim ela reagiu quando você disse que iam terminar, ela se preocupa com você e o Trao, mais do que imaginam.

— Sim, eu sei. – suspirei vendo o dito terminar a conversa com Robin e vir até onde estávamos.

— Acho que compreendi a situação mais detalhadamente pela Robin-ya, ao que parece as coisas estão mesmo regredindo ao passado, mas mesmo assim a Yuki nos pediu desculpa. – lembrei-me desse fato no mesmo momento e me senti mal por não ter prestado atenção em como ela estaria se sentindo – Ela vai ficar bem. – o olhei vendo sua seriedade – Infelizmente já fizemos tudo o que podíamos, demos nossos sentimentos e mostramos que nos importamos com ela, o resto é com a Yukino, e ela deve escolher se vai seguir em frente ou ficar no passado.

— Verdade. Mas por hoje chega de lição de moral. – suspirei fazendo os outros dois rirem – E quando ela voltar não é para comentar sobre esse assunto, isso acaba hoje e se ela voltar como se foi, ai as coisas vão ficar mais complicadas que antes.

— Ela vai ficar bem. – Robin se aproximou de nós calma como sempre – Yukino tem algo que a faz ser parte da nossa tripulação, ela tem determinação, isso é o bastante, só confiem nela. Depois podem fazer todas as perguntas que quiserem.

Todos concordamos e a morena foi para onde o capitão e o rei conversavam.

— Com licença. – percebi que ela ia falar sobre o templo e deixei de prestar atenção, estava cansado de tanto estresse, então simplesmente sentei num canto e dormi, espero que aquele boba volte logo, e bem.

P.O.V. Law

E imaginar que tudo isso aconteceu enquanto estive fora, se eu estivesse lá....se eu...Arg...Não, eu não devo pensar no ‘e se’, Zoro estava lá e não pode fazer nada, ele também se sentiu horrível com isso, não posso culpa-lo e nem a mim, tenho que ver agora as coisas de outro ângulo, na verdade é só isso que posso fazer agora, esperar e ver.

— ....... – percebi que Sanji-ya me encarava e devia ter percebido o que se passava pela minha cabeça, mas não comentou nada.

E realmente eu sei, nada pode ser comentado nesse momento.

P.O.V. Yukino, Zero

Assim que Edinnia se foi, tudo ficou branco, não sentia mais o quarto de antes e sim somente um grande poder em volta. ‘Então esse é a barreira que a princesa criou, e mesmo com todos esses anos ela funciona, estou impressionada.’ Assim que terminei de pensar isso o tal ‘teste’ começou.

O branco se transformou, já esperava algo daquele tipo por falar nisso, eu estava novamente no laboratório, na sala de sobrevivência, estava sozinha.....ou foi isso que pensei.

— Você nunca vai fugir daqui, sabe disso certo ? – olhei para Doflamingo com sua postura normal e seu casaco rosa, no entanto sentia seus olhos dentro de mim, me observando fundo.

Então era isso que Edinnia queria dizer com um teste diferenciado, isso...essa coisa está observando dentro de mim, mas o que ela achar não vai servir de nada, já estive treinando com a Angel no Mi esse tempo todo exatamente para is......Espera....

Angel no Mi.....O que aconteceu com ela, depois que entrei nessa ilha não a ouvi mais, pensando bem ela foi desde o começo contra eu vir nessa ilha......Mas, porque ? Será que isso tem alguma ligação com aquela profecia ?

— Não há motivo para se distrair agora, minha criança. – um segundo foi o bastante para meu corpo travar com essa frase.

‘– Não há motivo para não comer, minha criança. – ele se aproximou da menina de 10 anos – Se comer direito poderá ter um corpo invejável, acredite, no futuro isso lhe será de ajuda. – completou puxando-a pelo braço e ficando cara a cara com o rosto sem expressão da menina de cabelos negros e pontas brancas – E não se preocupe, até lá vou cuidar bem de você. – acariciou a faixa nos olhos depois de mais um teste de sobrevivência, em seguida lambendo a bochecha da criança fazendo um olhar desgostoso ao não ver reação – Uma boneca que vai me servir ainda, só falta crescer mais um pouco. – e a jogou no chão novamente como um pano qualquer.’

— He....hehehe....Quem diria que eu ainda seria assombrada por essas lembranças. Deve ser esse lugar. – falei olhando para o teto a uns 20 metros de onde estávamos – Mas não acho que isso seja um teste de força como a princesa mesmo disse, então....psicológico ? Mas mesmo assim, o que eu iria descobrir nis...

— Onde está seu guardião ? – aquela copia falou olhando com escárnio para mim, fiquei confusa de inicio, e olhar para aquele ser aflorava meu lado de fúria, bem mais do que eu queria, isso não é bom – Onde está sua fruta para te ajudar agora ? Oh....quase esqueci que ela não pode se manifestar aqui.

— O-O que ? – arregalei os olhos, então realmente a Angel no Mi não estava falando por algum motivo – O que quer dizer com isso ?

— Não se lembra ? Dos seus dias aqui ? – abriu os braços e fomos transportados para a sala de cirurgia, senti meu peito parar de receber oxigênio e minha mente começar a nublar como sempre acontecia aqui, sempre só um vazio....não, agora não é hora para isso, se concentre.

— O que isso tem haver com a Angel no Mi ? Até onde eu sei tudo o que faziam aqui era matar, quebrar, cortar, injetar venenos, coisas de psicopatas como você.....Não, você não, você é só uma ilusão, mas aqui é o inferno que eu deixei parte dos monstros.

— E mesmo assim não sabe nem da metade da historia...Kukukuku. – ele riu mudando de forma, virando uma sombra negra como piche, deixando olhos brancos como um rabisco e a boca a mostra – A verdade que o pequeno experimento nem percebeu o que acontecia, então não sabe nem o real objetivo das pesquisas.

— Encontrar um usuário apto para a Angel no Mi. – respondi confiante – Nos relatórios mostrava os testes necessários para criar um usuário perfeito: Precisava aguentar a dor; ter habilidade de batalhas; ter sangue do Anjo Celestial, o que somente se confirmaria ao consumir a fruta, e só. – falei lembrando de todos os relatórios que li.

— Kukukukukukuku....Está faltando algo, minha criança. – dei um passo para trás ao ver na sala uma memória surgir em forma de fantasmas do passado – Agora uma pergunta querida, se esses eram os requisitos necessários para testar uma criança para ser um usuário, então explique o porque de usarem ‘veneno’ em você e não nas demais crianças ?

Perdi minha confiança naquele momento, porque usavam ? E-Eu lembro que era sempre um dos primeiros testes, se não fosse por dor, era pelo veneno, na corrente sanguínea, nos órgãos, na cabeça.....Mas.....eles só usavam o veneno em mim.....espera.....é...é verdade, eles só usavam em mim, n-não lembro de terem usado em mais alguém, todos morreram ou com perda de sangue ou decepados, mas....nunca com o veneno, espera p-porque ?

— Ding dong, acabou o tempo. – tanto a minha figura mais nova, com uns 10 anos, como os cientistas na sala, pararam, como em pause ao falar da sombra – Agora vamos as alternativas: A- O veneno já estava programado para ser usado em você desde o inicio. B- Não havia veneno o bastante para poder usar nas demais crianças e decidiram ariscar em você. Ou C- Nem se quer era veneno o tempo todo. Qual sua opção criança ?

— PARE DE BRINCAR COMIGO ! – gritei respirando fundo e segurando minha cabeça entre as mãos, minha roupa parecia grudada de suor, o vestido de Nami estava um tanto molhado na cintura – Tinha pouco veneno, isso é verdade, até porque usaram a ultima seringa no dia que me colocaram a Kurama Kyo no Mi e também foi quando matei a todos, eu sei disso. Também sei que como eu fui a primeira a chegar, eles decidiram usar em mim, então as duas estão corretas. – respondi seria.

— Tsk, Tsk, Tsk.....Infelizmente a resposta está, ERRADA ! – a sombra pareceu levantar o braço e a cena que tinha ficado parada começou a se mover – Agora assista e veja a resposta correta.

‘– Já disse, não temos muito disso, se gastarmos assim..... – um dos cientistas segurava uma bandeja com duas seringas cheias do liquido preto meio cinza metálico.

— Cala a boca, Joker mandou nós usarmos sempre nela, já não tem as demais crianças então temos que realmente usar nela. – falou a única mulher do grupo, lembro de ter arrancado a cabeça dela.

— Exatamente, além do mais ele pagou uma fortuna por isso, temos que usar e pronto. – falou um terceiro que começava a prender minhas mãos e pernas, nessa época ainda não tinha alma e as crianças nem se quer falavam, elas eram.....vazias, como eu, parece que só foram recebendo suas personalidades com o tempo.

— Andem logo, ainda quero comer aquelas rosquinhas que deixamos na sala. – esse tinha sido o que mais se divertiu com a morte dos gêmeos.

— Tá, tá.... – pegaram a primeira seringa e iam colocar no meu braço, mas a mulher parou antes de fazer isso – Espera, que tal colocarmos os dois ao mesmo tempo ?

— Ei, isso daí é forte, vai acabar matando ela, isso seria ruim para nós.

— Mas vejam, se impulsionarmos nas duas veias pode ser que se espalhe mais rápido e ela já sobreviveu as demais sessões, não acho que vá acontecer algo de errado dessa vez. – falou e então lembrei com clareza desse dia, foi quando senti a pior dor depois de terem colocado a Hikari Hikari no Mi e a Dark Dark no Mi no meu sistema.

— Bem, vamos tentar. – um ultimo pegou a outra seringa e colocaram nos meus dois braços – 1, 2, 3, Já ! – fizeram a brincadeira com meu corpo e injetaram o veneno, meu rosto sem vida mudou para o puro terror seguido de uma serie de gritos de dor, como se eu fosse queimada e quebrada viva, para depois me reconstruir e começar tudo de novo e de novo e de novo.....’

Sim, eu lembro muito bem agora desse dia.

— O que queria fazer me mostrando isso ? – perguntei para a sombra num tom baixo, ainda com o meu grito de 10 anos a ecoar, mas mesmo assim a cena se apagou ficando somente eu e a coisa naquela sala.

— Você ainda não entendeu ? – perguntou irônico e lhe lancei um olhar homicida – Ok, ok.....Escute, em algum momento eles disseram que ‘aquilo’ era veneno ? – neguei – Pois bem, ninguém pagaria uma fortuna por um veneno, não importa a potencia dele, além do mais pense um pouquinho, eles usavam isso em você desde que tinha 5 anos até os 13, nunca se perguntou como um veneno pode durar tanto anos sem validade ?

— Mas Doflamingo mandava todo o ano, não ? – peguei me perguntando com aquela sombra sabia dessas coisas, não era possível saber só de olhar dentro de mim, certo ? Certo ?!

— Ora deixe de ser inocente. – olhei com mais raiva ainda aquela sombra – Ele ia para ver se você estava viva e se divertir com a ‘boneca’ dele. Outra pergunta, lá fora, com o guarda real, você descobriu que os demônios sentem vontade de se afastar de você certo ? Sabe o porque ?

— Creio que sim, quando ouvi Kira dizer isso pensei que fosse por causa da Angel no Mi no meu corpo, e mesmo que clichê imagino que os demônios não gostem de algo relacionado a um anjo.

— Ding ding, está correto, no entanto.... – a sombra pausou um segundo e olhou para mim, bem nos meus olhos – O guarda ia te dizer mais uma coisa antes de entrar aqui. Você sabe o que seria ?

— Ele perguntou meu nome, só isso. – respondi sabendo que me sentia perto de responder a essa pergunta e ao mesmo tempo longe.

— Pois bem, ele iria perguntar o porque seu cheiro ser tão aterrorizante e inimigo e ao mesmo tempo tão......familiar.

— Familiar ? Mas....eu nunca o conheci e os demônios não saem da ilha, então não podemos ter nos encontrado por ai. – falei.

— Novamente, tão inocente. – a criatura sorriu, me deixando com cava vez mais raiva – Vou ser direto então. Demônios realmente não saem de sua ilha, pelo menos não os leais ao rei. Claro que houve um ou outro que saiu daqui em busca de aventuras como os humanos fazem, mas o que aconteceria se esse demônios fosse capturado, extraído o sangue, vendido no mercado negro e por fim usado numa criança em experimentos para a tornar mais forte ? – a coisa sorriu macabramente, me dei conta de onde tínhamos chegado, comecei a tremer dos pés a cabeça arregalando os olhos – Como as crianças na sua cabeça sabiam que tinham que vir a essa ilha ? Não havia como humanos, mesmo fantasmas, conhecerem a Ilha Demon, elas seguiram o sangue, seguiram o SEU sangue, sabendo que chegando a origem encontrariam poder para lhe tornar mais forte. Você trouxe a todos para esse lugar seguindo algo que está em você desde sempre. Um humano com sangue de demônio, um ser que não deveria existir.

— N-Não....n-não pode ser....Pare de falar isso....e-eu..... – minhas pernas não se seguraram e quase cai no chão duro de cerâmica, mas me segurei na mesa de metal – E-Eu não posso.....não posso ter sangue de demônio, i-isso....

— A Angel no Mi sabia, que irônico não ? A fruta do Anjo e o sangue de demônio unidos, a fruta sabia de tudo, sabia desde o momento que entrou no seu organismo, foi por isso que ela não queria que chegasse a essa ilha, sabia que descobriria a verdade, sabia que iria descobrir que para passar nesse teste, teria que passar por um sacrifício.

— U-Um....um sacrifício ? Como assim ? – sentia-me traída, não me conhecia mais, eu trouxe todos aqui não por causa das crianças e sim por minha culpa, eu trouxe todos aqui por causa do meu sangue.

— Você terá de escolher. – tudo ficou preto e a minha frente surgiram duas pessoas, como se presas por vinhas cheias de espinhos vindas do chão.

Uma era com certeza a Angel no Mi, minha aparência somente com a diferença dos olhos negros com a íris vermelha, usava o vestido de quando eu era mais nova, só que um branco limpo e tinha as asas abertas e presas pelas vinhas. A outra figura era idêntica, pelo o que escutei de Law e Zoro foi assim que eu apareci quando eles viram meu passado, era novamente eu, vestindo o mesmo vestido, só que preto, no entanto os olhos não eram como os meus ou da Angel no Mi, eram cinzas com a íris preta, não tinha asas e nem mais nada dos demônios que vi até agora, me pergunto porque.

— Essas são você, suas versões, agora que sabe que ambas vivem em ti, é hora de escolher quem eliminar. – a sombra falou de algum lugar, aquela voz profunda e que entrava na pele, atravessando a carne até chegar aos ossos.

Uma faca surgiu na minha mão, era mais uma adaga, olhei para as duas figuras que me encaravam de volta e fiquei com medo, medo que a muito, mas muito tempo eu não sentia, medo de fazer uma escolha e acabar pagando por ela depois, como foi ao aceitar a alma das crianças em meu corpo.

— Desculpa mestra, não queria esconder isso, mas.....queria evitar ao máximo esse dia. – sabia que aquilo não era alucinação, era mesmo a fruta que me treinou tanto até hoje.

— E no entanto um dia isso ia chegar. – a outra falou e olhou para mim com uma expressão vazia – Agora já deve saber quem sou, certo ?

Suspirei aceitando por fim a verdade, já estava entendendo tudo, tudo o que me aconteceu desde que eu era só uma criança.

— Você é a Zero. – falei segura – Agora tudo faz sentido, humanos normalmente possuem sentimentos, no entanto quando eu era nova colocaram o sangue de demônio em mim, agora faz sentido, antes que eu criasse emoções elas foram seladas pela pressão do sangue em mim. – vi que essa minha eu assentiu – E somente com o tempo fui começando a me acostumar com as emoções, sem a injeção do sangue em mim agora tinha como aflorar os sentimentos, muito tarde no entanto.

— Agora você pode decidir finalmente, aqui pode escolher quem será. A Yukino que tem a Angel no Mi e os amigos piratas, a amiga e irmã que tem a liberdade de aventurar-se no mundo, ou a Zero que é a esperança das crianças do laboratório e tem sangue de demônio, aquela que fará o impossível para que seu malfeitor morra pelas suas mãos. A escolha agora, é sua. – falou a sombra vinda do vazio.

A adaga começou a pesar, eu sentia o peso da minha decisão dentro de mim, no entanto eu sabia bem que não podia ser as duas coisas, eu havia entendido naquele dia que isso ia ser impossível, Zero tem um sentimento forte por vingança vinda das crianças, enquanto Yukino quer viver o que não teve no passado, uma família feliz, se focar na felicidade primeiro e no novo objetivo de vida, a vingança das crianças viria quando surgisse a oportunidade e não o principal.

E agora..........eu tinha que escolher o lado que eu iria seguir para o resto da minha vida.

Notas finais
Espero que tenham gostado e como disse antes assim que essa saga terminar eu vou direto para a saga final, claro que posso fazer extras e filler no meio se quiserem, mas pelo menos falem alguma coisa T^T Kissus doces e abraços de Tontatas, espero vê-los nos comentarios >.