Notas iniciais
Hello! Olha eu aqui pessoal como estão? Mais um capitulo e esse esta enorme, é o que eu acho, não liguem estou blefando. Boa leitura e desculpa pelos erros, se tiver me avisem.

— Fique ai e não saia por nada, eu prometo que vou vir busca-lo – falou um soldado, ele era enorme, esta possivelmente protegendo seu filho — Só me prometa uma coisa, se eu não voltar, se proteja – disse ele segurando os ombros do menino, sua asas enormes com uma armadura brilhante deixou um menino só dentro de uma casa, mais antes de sair se virou e disse;

— Eu te amo, Soluço.

Esse pequeno garoto tinha testemunhado a morte de sua mãe na sua frente, tudo o que poderia ouvir era o som da guerra, gritos de pavor e as duas forças batendo umas com as outras.

Ele estava exausto, imundo, praticamente pensava que o mundo era insano, suas asas brancas estavam doendo, não aguentava ficar em pé, seus pés estavam dormentes, seu primeiro pensamento? É o meu fim.

Com tanta dor em seu peito, tanto fisicamente quanto emocionalmente, caiu no sono sem perceber.

Ao acordar, percebeu que estava muito silêncio, chegava a ser suspeito, mais de repente ouviu passos em sua direção, prendeu a respiração, adrenalina por esta indefeso, certamente era um anjo da morte.

Estou paciente, enquanto os passos estavam ficando mais e mais próximos, sentiu o seu coração batendo forte, capaz de pula pela garganta, mais se conteve em ficar no lugar.

Esperou um momento e viu que o homem apareceu sua frente,ou melhor um menino, ele era estranho, sua pele era muito branca, olhos azuis, cabelo era castanho com os fios perto do couro virando branco, e tinha um olhar curioso, mais o que mais lhe chamou atenção foi, suas asas eram pretas, nunca no seus anos de vida, vera um anjo que pertence ao reino na morte.

— Quem é você? – perguntou o menino a sua frente, Soluço recuou isso causou uma parte da mobília cair para trás, fazendo o misterioso homem virar para encara-lo.

— Jackson, Filho venha cá – o estanho menino que estava na sua frente tinha corrido para o outro homem, o mesmo se escondeu na sua capa.

— Ele é o anjo da vida? Ele não é perigoso? – diz ele atrás da capa fo homem mais velho, falando isso outro menino aparece em meio a capa, só que em vez de estranho esse parecia normal, mais não tinha asas brancas, e sim asas pretas e cabelo ruivo.

— Perigoso? – diz o ruivo, o mais velho rir de seus supostos "filhos", puxando eles para ficar em sua frente, se agachado.

— Não julgue algo, antes de conhecer – diz ele, abaixando o capuz, seus cabelos eram pretos; olhos azuis; e pele pálida; deduzindo, Soluço pensava que era a própria morte, porém mal sabia que estava certo, afastando de seus 'filhos' fora direto para ele.

— Você esta bem pequeno? –diz se aproximando, Soluço se sentia frio, como se sua presença carregasse o próprio inverno.

— E-estou – diz ele, o frio por um lado era ruim, mais estava feliz de algum modo que ele estivesse aqui.

— Ei, não tenha medo não vou lhe fazer mal – diz ele, Soluço olha para os outros dois meninos, que se aproximam e ficam por trás das asas do mais velho.

— Porque esta aqui? – pergunta o ruivo, embora o anjo o repreendesse, ele o dissera.

— M-meu pai disse para eu ficar aqui, ele disse que iria voltar – quase em lágrimas, mais o anjo para consola-lo colocou uma mão para descansar em seu ombro e falou.

— Vamos ser sua família, não se preocupe – diz ele, com os olhos lacrimejando, ele olhou para cima, vendo três rostos com sorrisos reconfortante, então em um momento inesperado, pulo no pescoço do maior o abraçando, tudo para ser exata.

— Obrigado – diz ele.

— Bem vindo, devo-lhe uma apresentações – diz o maior se levantando. — Hanson – Apontado para o Ruivo que sorri.

— Jackson – diz para o de cabelo estranho, ele ta um sorriso mostrando que falta alguns dentes.

— É meu nome é James, a morte...

Pov Soluço.

Se dissera que meu dia foi terrível para aqueles dois ignorantes, os dois seres repugnante não iriam acreditar, estava perto do bentido baile antes do alinhamento dos Planetarum*.

Hipoteticamente falando, os principais para que tudo ocorra bem temos que garanti quer a vida e a morte alinhem o Sol lunam* para que todos fiquem em devida harmonia e que abra precisamente o portal para que finalmente os antigos Morte e Vida voltarem.

Mais não, Não poderia passar exatamente cinco minutos falando disse que os imbecis fujam de perto de mim.

família...

Era o que James costumava falar, seja sempre uma familia, não importa o que estiver de errado, irmãos as vezes brigam e erram, por isso que existem defeitos, mais acima de tudo o amor.

— Onde eles estão – esta infortuna pergunta passava mais pela minha cabeça, na passavam se Exatamente quatorze hora desde que vi os dois pela ultima vez, na biblioteca.

Então desde de que não posso procura-los mais, não estou as autora de seus esconderijo, ou ate mesmo das horas das cantadas que eles dão nas outras anjas.

Voltei para a biblioteca para devorar um livro, não aguentava mais voar, minhas asas estavam doloridas pelo última surpresa deles, praticamente falando da boca para fora eles fizeram uma avalanche de prateleiras, mais voltando, já li praticamente todos os livros dessa biblioteca, mais não curta voltar para ler.

Comecei pelas montanhas amontoadas perto do sofá, se conheço bem meus irmãos, essa obra foi Hans que o fez, me sentei e peguei o ultimo livro que estava lendo. Chamado Regna*.

Começando a ler, se tratava dos reinos; o primeiro era.

Vita*: Reino onde primavera e verão reinam, onde paz e prosperidade percorrem cada ser que a habita, responsável pela vida dada a cada ser que exista.

Mortem*: Reino cujo o inverno e o outono são suas únicas estações, tão triste que nem uma flor cresce desda divida, responsável por saber a hora de cada um.

Statera*: não é exatamente um reino, mais existe para separar a Vita e a Mortem de mais conflitos.

Virei a pagina e li.

Tutoribus*: Guardiões

Regards*: Responsável pelas lembrança de cada reino, seu símbolo apenas é um simples dente.

Spero*: Responsável para trazer as esperanças, qual for as situações, seu símbolo é uma vela.

Somnia*: Responsável por cada sorriso em cada rosto, de seres vivos, seu símbolo é a areia.

Donum*: Responsável pelas dádivas para todos, doa bons ate os levados, seu símbolo uma bengala.

Mais quando perceber uma página estava solta, passei as paginas e vi quatro símbolo, uma Lua, o Sol, um urso e por fim um dragão, mais as letra não estava legíveis.

Amaldiçoado quem fez isso com o livro, mais só tinha uma coisa que conseguirá designar, ele dizia magnus quattuor*.

— Então o que esta lendo? – diz uma voz conhecida, me viro para trás e vejo o Jack e o Hans.

— Um livro, isso não seria muito dos seus interesses – digo, voltando para o livro, mais ele é tirado das minha mãos por Hans.

— Esse é meu livro – diz ele, mais o repeendo.

— ele estava plantado aqui, mais não do jeito sarcástico, mais sim apático – digo, ele revia os olhos e voa para o sofá na minha frente.

— Então Jack, já enviou a carta para o reino? – pergunto, ele bufa.

— Sim, Pai – diz com tédio, sorriu torto, mais antes de eu responder Hans falar.

— Familia, Família... Não briguem – diz ele, eu e Jack nos entre olhamos e respondemos a mesma coisa.

— tudo bem Pai – ele levanta uma sobrancelha para nos, nos iriamos começar a falar disso ou de algo mais um dois guardas entra.

— Majestade, uma carta.

Notas finais
Tradução do Latim para o português Planetarum - Planeta Sol lunam - Sol e a Lua Regna - Reino Vita - Vida Morterum - morte Statera - Balança Regards - Lembranças Espero - Esperança Somnia - Sonho Donum - Presente Magnus quattuor - The big four Então o que acha? Comentem