Notas iniciais
Voltei meninesssssss, espero que gostem1

Antes:

—QUAL É O SEU NOME?

—Stan.- Respondeu, quase no mesmo tom.

—Obrigada, Stan...-E ele foi embora, deixando um vazio em mim...

Agora:

"Não é com você, você sabe que é para mim, mas a curiosidade nunca me deixará ir" Curiosity, Carly Rae Jepsen

(P.O.V Stan)

Ela foi embora. Eu sabia que isso ia acontecer, e por sorte consegui colocar meu número no celular dela enquanto ela dormia. Dentro da capinha, deixei um bilhete. Sei que eu estava sendo romântico demais com uma garota que simplesmente me beijou, e que eu trouxe bêbada para casa.

A verdade é que eu havia a observado durante todo o tempo que eu estava no pub. A vi bebendo várias doses, conversando com uma garota que saiu com um moço nerd de óculos. Também a vi tendo essa briga com o cara indiano. Por mais que isso pareça um pouco assustador, eu estava vidrado nela. Foi um acaso ela ter me escolhido para fazer ciúme naquele cara, o que quer que ele seja dela.

Eu estava com meus amigos, Louis e Martin. Quando ela me beijou, ouvi ambos gritarem algo atrás de nós. Não sei se ela ouviu, mas se ouviu, não estava nem aí. Antes que eles dissessem algo maldoso, levei ela para minha casa. Ela estava completamente bêbada... Precisava de cuidados e carinho.

Quando cheguei em casa, dei uma camisa minha para ela. Eu saí do quarto enquanto ela se trocava. Fui preparar algo para ela comer, algo que a deixasse de estômago cheio, porém que não a fizesse vomitar. Cortei um pão francês no meio e preparei um chá de camomila para ela. Qualquer enjoo que ela sentisse ia ser acalmado, por mais doce que fosse esse chá.

Quando cheguei no quarto, me deparei com ela usando apenas a minha camisa. Havia deixado o shorts no chão, junto com sua blusa. A roupa que ela estava já era linda. Mas, ela ali, com a minha blusa do AC/DC... Era a visão que eu sempre havia sonhado em ter. Foi ali que eu soube que era ela.

Eu estava esperando há tanto tempo pela pessoa certa, e quando a vi, senti que era ela, que o destino estava nos preparando um para o outro.

Ela me deu alguns beijos, perguntou se eu ia transar com ela. Estava completamente fora de si, o que era até um pouco engraçado. Peguei em seus ombros e a deitei, colocando sobre ela um cobertor. Em poucos minutos, ela caiu no sono.

No criado-mudo estava seu celular, que começou a tocar pouco tempo depois de ela dormir. Eu estava me preparando para dormir no sofá, quando ouvi o barulho do celular dela vibrando. Corri para atender: Eu devia saber que alguém estaria preocupado com ela. Peguei o celular e olhei a tela. Doritas. Não fazia ideia de quem era, mas provavelmente era uma amiga, então atendi.

—MENINA VOCÊ TEM PROBLEMA?- Ela gritou, assim que eu atendi o telefone- Você deixou sua moto no pub! Eu vou levá-la para casa, e é sorte sua que você sempre deixa suas chaves comigo!

—Oi, desculpe, a Lauren está dormindo... Obrigada por levar a moto dela para a casa dela.

—Você é o garoto que ela pegou no pub?

—Não gosto do termo- disse, baixinho, rindo, enquanto ia até a sala e me sentava no sofá- Mas, sim, sou. Trouxe ela para minha casa, e cuidei dela. Estava extremamente bêbada, precisava disso.

—Ela tinha brigado com o cara que ela está afim. Ou estava.

—Eu vi, estava por perto quando aconteceu. Bom... Preciso estar acordado quando ela acordar. Vou dormir, se não se importa.

—Claro, durma. Você é um anjo na vida da Lauren.

—Não. Ela que é um anjo na minha- disse, sem poder disfarçar a mudança no tom da minha voz por conta do sorriso.

Desliguei e dormi. Acordei com ela vomitando, algo que eu sabia que ia acontecer. Apareci na porta do banheiro. Levei ela para casa dela, alguns minutos depois. Subi com ela até seu apartamento, que dividia com sua prima mais velha, Amy. Lauren ficou parada na porta, enquanto eu conversava com Amy.

—Não sei o que deu nessa menina- Disse Amy- Não é do feitio dela fazer algo assim. Por sorte encontrou um cara bondoso.

—A sorte foi minha de ter encontrado ela. — Ri, junto á Amy.- Por favor, caso ela fique enjoada, dê um efervescente misturado com algum remédio para o fígado. Vai melhorar rapidinho.

—Qual é o seu nome?

—Stan.

—Você é um anjo, Stan. Um anjo.

—Eu já disse isso para a amiga dela no telefone, mas irei repetir. Ela que é um anjo. Acreditem.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.