Notas iniciais
Meu pequeno presente a pessoa que mudou minha vida; Gerard Way.
Meu heroi.
Nosso heroi.
Enjoy.

Que dia é hoje? Simples meu aniversário!

Bom eu deveria está feliz por isso né?

Errado.

Porque?

Meu namorado esqueceu.

Vou voltar ao inicio para entender.

Amanhã do dia 09/04

Acordei totalmente animado, quem sabe eu não teria uma suspresa?

E...Nunca é tarde demais para sonhar.

Virei-me para o lado da cama e não encontrei Frank, levantei-me depressa e a porta do banheiro se abriu e meu namorado saiu dela enrolado em uma toalha.

E meu aniversário começou bem.

- Bom dia — falou sem dá muita importância e foi ao guarda-roupa escolher algo para vestir.

- Ah, bom dia — falei estreitando os olhos.

Ele não falou mais nada e vestiu-se em silêncio. Fiquei fitando suas costas e depois ele saiu do quarto.

Muito estranho, ele sempre era o primeiro a lembrar do dia de hoje, às vezes ele ficava fazendo contagem regressiva.

Deve ter acontecido algo.

Fui fazer minha hegiene e peguei uma roupa qualquer e desci para a cozinha.

Encontrei ele sentado a mesa tomando o seu café matinal e lendo um jornal.

- Lendo jornal? — perguntei e ele abaixou o mesmo.

- Às vezes é bom saber o que está acontecendo — respondeu rispido e tomou um longo gole voltando a prestar atenção em alguma manchete.

Situação totalmente estranha e encabulosa.

O que eu havia feito para ele?

É, acho melhor me conforma que ele esqueceu realmente que dia é hoje.

Tarde do dia 09/04

Mikey, Ray, Bob e meus pais já haviam ligado ou aparecido aqui me minha casa desejando meus parabéns, até mesmo os pais do Frank. Mas o mesmo foi trabalhar e disse que voltaria tarde para casa, nem ao menos me deu um beijo. Simplesmente saiu com a sua cara de estressado.

Baixinho irritante.

Noite do dia 09/04

Agora já sabem como foi o meu dia hoje.

Já é quase meia noite e ele não deu nenhum sinal de vida, nem ao menos ligou falando se... Foi então que o telefone começou a tocar.

- Alô?

- Gerard, sou eu — a voz dele entrou nos meus ouvidos e senti uma enorme vontade de arrancar a dabeça dele fora pelo telefone mesmo.

- Onde você está? — perguntei.

- Meu carro quebrou e estou naquele parque que agente começou a namorar, tem como vim aqui me pegar?

Filho da puta.

Eu deveria muito bem deixá-lo lá mofando até o dia seguinte, mas eu tenho um coração mole demais, ou, amo ele mais ainda,

- Okay, estou chegando em dez minutos. — desligue o telefone e peguei as chaves do meu carro.

Dirigi até o tal parque, ele fica bem no centro da cidade. Ele é lindo de dia, mas a noite ele é perfeito. As árvores velhas e enormes davam um ar misterioso e até sinistro vendo por um angulo, pra mim era apenas romântico.

Vi o carro do Frank no portão de entrada, mas o anão não estava lá, e eu vi o portão aberto.

Deixei o carro na enguinição e entrei lá.

Estava tudo escuro e realmente agora parecia um pouco sinistro aquele lugar, meu humor muda até minhas perspectiva.

Andei puxando o casaco que usava para poder me proteger do frio que estava bem rigoroso essa noite.

Adentrei pelo o bosque e vi a sinlhueta do ser baixo embaixo da árvore onde eu o pedi em namoro. Fui em passos largos até ele.

— Pensei que não viria mais — ele virou-se para mim e vi a sombra do seu sorriso pelo reflexo da lua.

- Porque você entrou aqui seu animal, deveria ter ficado lá fora. — rosnei e ele riu. Seu humor estava totalmente diferente do ser carrancudo que estava de manhã. — Do que está rindo?

Ele sorriu de lado e se aproximou de mim. Tocou em meu rosto com as pontas do dedo fazendo um leve carinho.

- Vejo que ficou bravo comigo — sussurrou

- Do que está falando? — perguntei me fazendo de sonso.

- Eu não esqueci... — sussurrou mais uma vez e sua mão agora já estava em minha nuca.

- Então porque finjou esquecer?

- Porque eu queria fazer algo especial — seu hálito agora já estava bem próximo do meu rosto.

- E o que seria? — falei quase fechando os olhos esperando um beijo. Maldito, eu deveria está bravo com ele do mesmo jeito.

- Por acaso seria isso — senti ele se afastar e abri meus olhos.

Frank pegou uma caixinha do bolso da calça e se ajoelhou na minha frente.

- Eu me lembrou como se fosse a primeira vez que o vi naquela escola, eu o garoto novo e você o garoto problema. Todos os dias eram resumidos com brigas e idas a diretoria, até aquele dia que tivemos que ficar até tarde sentados um de frente ao outro para entendermos as nossas diferenças. Foi então que vimos que essas desavenças eram apenas maus entendindos e que no final eramos iguais em muitas coisas.

Então viramos amigos.

Viviamos juntos, sabiamos cada segredo obscuro. Menos o mais importante.

Apaixonamos um pelo o outro, mas sofremos escondidos com medo da reação do outro. Ficamos um bom tempo reprimindo tudo, acabou a escola, entramos na faculdade e o sentimento apenas crescia. Até que você, tomou coragem. E me pediu em namoro nessa mesma àrvore à cinco anos.

Depois de todos esses anos morando juntos eu realmente percebi que te amo mais que tudo, mais que a mim mesmo. Você é o que me dá energia para viver, vê-lo dormindo ao meu lado todos os dias é o melhor milagre que poderia acontecer para mim. Gerard você aceita casar comigo? — ele terminou o seu discurso me olhando apreensivo eu apenas não conseguia conter mais nenhuma raiva que poderia sentir dele.

- Seu filho da puta miserável, porque me fez acreditar que estava bravo comigo? — rosnei e ele levantou-se depressa me olhando assustado — Fiquei o dia inteiro amargurando, eu te odeio...

- Desculpe, eu queria fazer essa surpresa e eu não queria deixa na cara.. — ele falou depressa me interrompendo.

- Deixa eu terminar anão — ele fechou a boca — Eu te odeio seu mergulhador de aquario. Porém meu amor por você é maior que qualquer outro sentimento...

- Então? — ele estava apreensivo.

- É claro que eu aceito.

Ele me beijou e apartir daquele dia eu percebi que esquecer uma data não é o fim do mundo, às vezes no final do dia ganhamos uma surpresa melhor do que esperado.

Notas finais
Eu tentei fazer algo que ficasse aos pés do senhor Way, mas é quase impossivel.
Parabéns seu bicha enrustido sz
Como dizem, panela velha é que faz comida boa *-*
Kiss ;*
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!