The Best Is Not Wedding
12 I don't feel so insecure
Notas iniciais
ATENÇÃO GALERAAAAAA!
Eu estou escrevendo um fic nova, e eu fiz um preview. Quem quiser saber como é, manda seu e-mail por review ou por aks no sex-and-nutella.tumblr.com ok? Eu irei mandar tudo, prólogo, sinopse, banner, etc.Conto com vocês.
Pedro.
Eu estava agora na frente do espelho, ajeitando meu cabelo recém-cortado enquanto Mariana estava sentada em frente ao espelho se maquiando. Eu continuava na mesma com ela, fingia não me importar, mas vigiava pra que ela não fizesse nada de errado. Eu terminei de me aprontar e sentei na cama pra esperá-la, peguei meu Iphone e entrei no twitter, há dias que eu não falava com as minhas fãs. Olhei as mentions fofas, as mentions xingando minha "esposa", mentions me desejando sorte, etc. Olhei tudo e twittei.
"@pelanzarestart Boa noite meus amores! A caminho da premiação. Quem vai me desejar sorte? =]"
Em poucos segundos eu já tinha mais de 100+ news mentions, respondi algumas meninas dos fã clubes e twitttei de novo.
"@pelanzarestart Ai galera, hoje o mundo vai conhecer finalmente minha mulher. Ela é uma ótima pessoa. To saindo, quem eu vejo?"
-Pedro...?-Mariana me chamou e eu virei pra olha-lá
-Oi — Eu disse, não muito doce, nem muito frio.
-Você pode me ajudar aqui?- Ela pediu virando de costas pra eu ajudá-la a colocar o vestido. Eu o fiz e ela virou agradecendo com um sorriso. Sentei de novo na cama pra amarrar o cadarço do meu tênis que tinha desamarrado. Alguém bateu na porta e eu me apressei em ir atender. Era o Pedro Lucas.
-Oi irmão...-Ele disse- Será que eu posso conversar com a Mariana?- Ele perguntou.
-Claro, entra ae, eu vou ali falar com o Thomas. — Eu disse batendo nos ombros dele e saindo em direção ao quarto que Thomas estava instalado.
Mariana.
Pedro saiu para atender a porta enquanto eu ia à mala achar algum sapato digno da ocasião. Senti alguém me abraçar por trás e fungar meu pescoço. Reconheci o perfume de imediato, o perfume que eu jamais esqueci.
-Oi vida. (n/a por Deus que eu AMO quando o Pedro Lucas fala vida se referindo a Laris ahaha, ok deixa eu calar meus dedinhos) – ele disse dando beijinhos intercalados entre o lóbulo da minha orelha e meu pescoço.
-Oi Pedro- Eu disse me virando e ficando na ponta dos pés –mesmo com salto- pra abraçar-lhe pelo pescoço. Ele passou o nariz de leve na minha bochecha, e percorreu o caminho dela até minha boca, onde mordiscou meu lábio inferior. Eu sorri e colei de vez minha boca na dele, eu abri minha boca e iniciamos um beijo lento, gostoso, ao mesmo tempo veloz e excitante. Ele me soltou e eu pisei os pés no chão. Abri meus olhos devagar, e o encarei, ele mantinha o meu sorriso nos lábios .
-Como você ‘tá pirra?- Ele disse fazendo um carinho gostoso na minha bochecha.
-Tô bem amor. Muito bem.- Eu disse chagando perto dele de novo e o abraçando. Alguém bateu na porta e eu fui atender. Era Pedro, não Pedro Lucas, mas o Pedro, Pedro... ah
-Hey, a gente precisa ir.- Ele disse.
-Eu vou lá no meu quarto pegar meu celular. Mas eu vou no meu carro, e você Lanza, vai no seu?-Pedro Lucas perguntou.
-Que meu? cê é louco? Eu não vim dirigindo. — Eu ri. — Eu vou pegar um táxi.
-Então beleza. Tchau amor, a gente se vê lá-Ele disse me roubando um selinho estalado.
-Até. -Eu disse meiga e Lanza apenas sorriu. Ele entrou no quarto, pegou a carteira e o celular e fez sinal com a cabeça para que saíssemos. Assim fiz e ele trancou a porta atrás de nós, se aproximando de mim.
-Você sabe que teremos que agira como um casal. Não sabe?
-Sei.-Eu disse e ele se aproximou, segurando na minha mão. Sua mão era quente, em total contraste a minha, que era fria, o que me fez com que uma corrente elétrica atravessasse minha espinha, me causando uma sensação boa, tão boa que me fez fechar os olhos.
-Mari, você ‘tá bem?- Pedro se preocupou. O joguinho dele de fingir que não gosta de mim, está enfraquecendo.
-Tô sim, isso foi só...uma...sei lá, sua mão encostou na minha e eu senti vontade de fechar os olhos.- Eu disse sem pudor e ele riu sem graça e corando. Ele entrelaçou os dedos dele nos meus, apertando-as firme e caminhamos em direção ao elevador, onde tinha outros dois meninos, um loiro com uns músculos bem definidos por uma blusa que ele estava usando. Um moreno, com os olhos puxados, os cabelos arrepiados e sorriso tímido. O loiro tinha cara de desinibido, de brincalhão.
-Ora se não é a famosa Mariana. Encantado.- Ele fez uma reverência extravagante, ridícula até.-Tô brincando.-Ele riu.- Meu nome é Thomas.-Ele disse me dando dois beijinhos na bochecha. Uau, alguém usava 212 for men.
-E você Kobinha, vai ficar calado?- Pedro disse dando uma pedalada no moreninho dos olhos puxados.
-Outch!- ele chiou passando a mão pela cabeça, no lugar atingido pela pelada de Pedro.- Oi linda, meu nome é Lucas, mas pode me chamar de Koba, ou Kobinha.-Ele disse e deu um sorriso simpático, beijando minha mão direita. Que fofo. Meu deu até vontade de exclamar alguns “owwn” mas me contive, entrelaçando meus dedos nos de Pedro de novo. O elevador chegou e nós entramos, os meninos, quer dizer, Thomas e Pedro discutiam algo como “O são Paulo é melhor” ou “O coringão que manda” e eu e Lucas apenas assistíamos, calados.
O elevador chegou no térreo, e nós saímos, tinha muitas fãs no local e flashs fortes viam principalmente na minha direção e na de Pedro. Pedro Lucas chegou correndo um pouco depois e eles quarto começaram a posar pra fotos enquanto eu observava. Algumas meninas tinham um cartaz escrito FUCK ME PEDRO LANZA, eu ri. Senti Pedro me puxar e começamos a posar pra fotos, eu sorria e ele me abraçava pela cintura com a cabeça na curva do meu pescoço. Ele depositou um beijo na minha bochecha e algumas meninas gritaram alto. Thomas fazia uma careta engraçada e Pedro Lucas tinha um sorriso angelical no rosto, Lucas tinha apenas uma expressão tímida no rosto. Pararam dois taxis e em um, foi eu e Pedro e em outro Thomas e Lucas. Pedro Lucas seguiu com seu carro pra lá. Entramos no banco de trás de táxi, um pra cada lado, não por muito tempo. Pedro me puxou de uma forma engraçada pro lado dele e beijou o topo do meu cabelo, afagando-os.
-Você me desculpa por ser idiota com você esses dias?- Ele disse baixinho, no meu ouvido.
-Eu não aprendi a viver sem você.- Eu disse e ele grudou a testa dele na minha roçando nossos narizes em um beijinho de esquimó. Não sei se por causa do momento, ou se eu estava imaginando ser o Pedro Lucas, mas, eu senti uma vontade absurda de beijá-la. Prendi minha respiração pra evitar um futuro suspiro e virei meu rosto, apoiando minha cabeça no peito dele de novo. O caminho foi longo, sem nenhum trânsito, o que era estranho levando em consideração que o Rio de Janeiro nunca parava. Chegamos, Pedro pagou e seguimos de mãos dadas até a ponta de um tapete vermelho que foi colocado lá. Imediatamente, todos os jornalistas que estavam ali se viraram pra nós. Senti meu rosto queimar e Pedro sussurrou “Tudo bem no meu ouvido”. Fomos andando devagar até parar para mais algumas fotos. Meu medo não era as fotos , meu medo eram as perguntas.
LINK DO VESTIDO QUE NÃO TÁ INDO (http://arthurcaliman.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/IMG_4035-copy.jpg)
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