Minha tia havia me encontrado desacordada na porta do quarto, eu acordei sem me lembrar de nada naquela noite, tia Judhite tinha me aconselhado a ficar em casa hoje, mas resolvi ir para escola assim mesmo . Hoje a Carol que veio me buscar, me despedir da minha tia e fui.

Estava andando pelo corredor da escola, comecei a senti uma tontura, tudo ficou embaçado e eu cair.

Acordei e estava na enfermaria da escola, a Carol estava sentada ao meu lado, e o Paul estava em pé na porta conversando com a enfermeira, chamei Carol e a puxei para mais perto de mim.

– O que ele esta fazendo aqui?

– Ai luna, Finalmente você acordou!

– O que aconteceu?

– Você desmaiou e o Paul te trouxe para cá.

– Serio?

– Foi muito fofo da parte dele.

Balancei a cabeça confirmando, ele terminou a conversa com a enfermeira, eu já estava de pé e Carol havia ido até o banheiro ajeitar a maquiagem.

– Está melhor mocinha?

– Sim, e obrigado por ter me ajudado.

– De nada. Agora toma cuidado da próxima vez eu posso não está lá.

– Eu tenho certeza que estará. Então sorrimos e nos olhamos.

– Hum, acho que interrompo algo!

– Achou errado, já estou indo.

Então ele saiu, eu estava meio zonza e me perguntando o que havia acontecido comigo naquelas ultimas 24 horas.

Estava deitada na cama, respondendo alguns deveres e tia judhite entrou.

– Como você está?

– Tô melhor. Dei um leve sorriso.

Ela tinha trazido uma bandeja com café, biscoitos e pães.

– Não precisava.

– Precisava sim, você esta desmaiando desse jeito por que não está comendo, e parte disso é minha culpa, que não sei cozinhar.

– Nada ver, até que suas torradas são legais. Rimos.

– Sabe você me lembra muito a sua mãe, ela tinha sempre um sorriso no rosto, mesmo com tantos problemas.

– E o que eu mais lembro nela é o sorriso. Eu falei lembrando de como a minha mãe era perfeita. Nos abraçamos.

– Oh querida! Eu sinto tanta falta dela.

– Eu também tia, eu também.

Ficamos ali paradas em silêncio, e eu tentei segurar as lagrimas que começaram a queimar nos meus olhos, mas não conseguir.

Eu havia pegado no sono , e dormir como nunca tinha dormido desde a morte dos meu pais. Acordei bem disposta resolvi hoje fazer o café da manhã para dá um pouco de alegria a minha tia.

– Nossa que mesa linda! Nunca vi essa mesa assim. Ela me deu um beijo na testa.

– Quis fazer algo diferente.

– Obrigada.

Então ela se sentou e eu também, tomei café enquanto ela lia o jornal.

– Vai algum lugar querida?

– Sim, vou correr. Aproveito e conheço um pouco da cidade.

– Vai sim amor, mas cuidado.

Terminei o café. Estava correndo e ouvindo musica, o tempo estava frio como sempre, estava passando perto da floresta, quando vi o Paul, chamei ele, mas parece que ele não me ouviu e estava querendo algo urgente, por que ele andava numa rapidez.

Então eu o segui e de repente ele parou e desmaiou.

Ele estava pálido. – Paul acorda. Por favor . Comecei a gritar socorro, mas acho que ninguém ia ouvir, então resolvir ir mas a frente para ver se tinha alguém para me ajudar e encontrei uma casa , fui correndo até ela, e comecei a bater desesperadamente.

– Tem alguém ai?Por favor, to precisando de ajuda.

– Alguém? Não havia ninguém ali, então voltei para ver o Paul, para ver se ele já tinha acordado. E quando eu olhei ele não estava mais lá.

– Aonde esse menino foi parar?

– Paul!



Notas finais
comentem *--*