Notas iniciais
Mais um cap quentinho saindo pra voces, perdoem eventuais erros estou com uma p*** enxaqueca essa semana e nao to conseguindo ficar muito tempo no computador pra revisar direitinho os caps.
Epero que gostem e comentem! E uma recomendaçaozinha quem sabe nao me da mais animo e cura a minha dor de cabeça! Bjus lindos e lindas!

POV LAUREN HOLLAN

_Tem um carro seguindo a gente! Falei assustada ao ver a pickup que vinha em alta velocidade na nossa direção.

_Tudo bem é o Governador. Respondeu Martinez com um sorriso.

Ele parou o carro no acostamento, fiquei um pouco receosa em descer e apenas aconcheguei Penny bem perto do meu peito. Ela ainda tremia de medo sem entender muito que estava acontecendo, na verdade nem eu ainda havia conseguido colocar em ordem meus pensamentos.

Martinez desceu do automóvel e espatifou com a cabeça de dois walkers que se aproximavam com um taco de beisebol, pedaços do crânio e da massa encefálica putrefatas ficaram sobre o capô do automóvel. Aquilo não era mais apavorante, já havia tornado-se parte da nossa rotina de sobreviventes.

O carro parou no acostamento logo atrás de nós, pelo retrovisor pude ver um homem forte e alto desembarcar rapidamente e vir caminhando na nossa direção, logo atrás dele Merle também desceu do veículo. Meu coração acelerou instantaneamente, ele realmente estava vivo. Senti minha respiração disparar e meus músculos congelarem tamanha era a felicidade que emanava do meu peito.

O homem alto abriu a porta do carro e ficou olhando por alguns instantes estático.

_Penny... Penny meu amorzinho... disse ele tocando levemente o cabelo da menina, que levantou os olhos vagarosamente...

_ Pai.. Sussurrou ela que foi arrancada dos meus braços e envolta num abraço caloroso...

_Meu amor eu procurei tanto por você, meu amorzinho... Querida graças a Deus você esta viva meu amor... Dizia ele levantando a menina no ar e dando seqüências de beijos e abraços calorosos.

_ Porque você me deixou papai, porque me deixou! Protestou ela com lagrimas nos olhos...

_Eu não deixei, eu jamais te deixaria Penny, filha eu te amo... Você é tudo pra mim meu amor, meu Deus eu te amo tanto...

_Cena bonita, só faltam as flores e uma musica chata de fundo não acha bonitinha? Disse Merle encostando-se a lataria do carro.

_Achei que tivesse morto... Falei fazendo um esforço enorme pra me manter sentada e não ir abraçá-lo. Merle não era o tipo de homem que desse pra prever qual seria sua reação e uma recusa me deixaria profundamente triste, principalmente depois de tudo que aconteceu entre a gente.

_ Não é qualquer um que vai derrubar o velho Merle aqui... Você está bem?

_ Acho que sim... Que bom que está vivo... Ah Dane-se! Falei levantando do carro e o abraçando forte. Ele resistiu por alguns instantes, mas depois pude sentir seus braços me enredando num abraço firme e carinhoso ao mesmo tempo.

_Eu fiquei com tanto medo... Sussurrei já não conseguindo segurar as lagrimas. _Achei que nunca mais fosse te ver e que aqueles desgraçados matassem a Penny. Eu tava tão assustada...

_Shihhh.... Ta tudo bem. Acabou, vai ficar segura agora. Tem uma cidade tem segurança, comida, vai ficar tudo bem.

Senti sua mão afagar o meu cabelo e depois nossos rostos se colarem por alguns instantes eu so conseguia ouvir nossa respiração, ambas apressadas, ele olhava no fundo dos meus olhos, até colar nossos lábios num beijo intenso que foi interrompido pelo barulho do taco de beisebol batendo contra a lataria do carro.

_Tira a mão dela! Gitou Martinez empunhando o taco na direção de Merle, que me puxou pra traz dele e deu uma gargalhada irônica.

_Hahahah algum problema cucaracha?

_Lauren vem, fica longe desse cara... Disse ele olhando pra Merle com raiva.

_Martinez abaixa isso! Gritei

_ Deixa, eu vou mostrar pra ele como se chuta um traseiro mexicano pra bem longe! Disse Merle ficando em posição de ataque.

_Ja chega os dois! Temos muitos mais problemas em comum no momento então melhor deixar a briguinha de vocês pra mais tarde! Entendeu Martinez! Gritou o pai de Penny.

_Lauren eu conheço você, o que ta acontecendo? Você nunca ia ficar com um cara como este...

_Com quem eu fico ou deixo de ficar diz respeito a mim não a você! Gritei

_Lauren!

_ Não ouviu a moça o Chiauaua nervozinho?... Disse Merse sarcástico.

_Chega Merle, por favor...

_Vamos dar o fora daqui bonitinha... Vem... Disse ele me pegando pelo braço enquanto éramos observados pelo olhar furioso de Martinez.

Alguns minutos depois estávamos a frente de grandes portões, e uma barricada deita com carrocerias de caminhões e todo o tipo de entulho que se possa imaginar.

_Bem vinda a Woodbury. Disse o Governador com um sorriso ainda segurando firme a pequena Penny em seus braços.

Woodbury era o mais próximo de uma cidade que eu já havia visto depois que tudo começou, havia pessoas passeando por entre as ruas, algumas armadas mas a maioria pareciam estar despreocupadas com o perigo eminente que reinava fora dos portões.
Merle e o Governador nos levaram até uma enfermaria, onde fomos atendidas e medicadas.

_Papai aqui não tem monstros? Perguntou Penny enquanto explorava o local com os olhos.

_Não meu amor e eu prometo que eu vou fazer de tudo pra esse lugar ficar ainda melhor pra você meu amorzinho...

_Shelly, por favor, leve a Penny ao meu apartamento consiga umas roupas pra ela e pra Lauren...

_Papai eu não quero ficar longe...

_Ta tudo bem meu amorzinho o papai so tem resolver umas coisas e já vai cuidar de você, não precisa ter mais medo meu amor... Está segura aqui... Disse ele acariciando carinhosamente o cabelo de Penny.

Ela assentiu e me deu um abraço, depois abraçou as pernas de Merle que apenas bagunçou seu cabelo como resposta ao carinho da menina e saiu com Shelly curiosa pelo corredor.

_Eu nem sei o que dizer a vocês, tenho uma divida eterna... Trouxeram a minha filha de volta pra mim e eu nunca pagarei pagar algo assim.

_Penny é uma boa menina, ela e muito corajosa e acho que no fundo foi ela quem mais me ajudou, não tem que nos agradecer... Falei...

_Blá,Blá,blá... Tudo muito lindo mas você tem que nos agradecer, outros teriam deixado a sua querida Penny pros zumbis e não pense que eu mesmo não pensei em fazer isso...

_Merle! Protestei.

_Só estou falando a verdade, não foi fácil manter essa menina viva ou foi? Disse ele.

_Eu imagino e por isso acho que vocês merecem uma recompensa, bem ao tenho muito a oferecer mas...
_Mas.. bom na verdade eu gostei desse lugar, parece seguro e acho que podemos ficar um tempo por aqui. Eu vi que tem uma certa hierarquia não to afim de ser subordinado daquele mexicano nojento.

_O tempo que quiserem, na verdade acho que serão valiosos pra Woodbury.

_Otimo, mas tem mais uma coisa... Eu to procurando o meu irmão e tenho quase certeza que ele ta por essa região, quero um carro, armas e munição pra eu procura-lo. E se eu achar, quero um lugar pra ele aqui...

_Tudo bem parece justo.

_ E mais uma coisa, um jantar bem feito e um quarto melhor não seriam de todo o mal.

_Eu vou providenciar. Disse o governador já num tom diferente como que não estivesse gostando das exigências de Merle.

_Eu acho que vocês tem muito o que conversar, eu vou providenciar tudo e cuidar da minha filha. Com licença.

_Nao acha que exagerou um pouco?

_Trouxemos a filha dele, ele mesmo disse que nunca poderia pagar então não cheguei nem perto... Machucaram você?

_ Eu vou ficar bem... Falei respirando fundo.

_ Vai sim, você é durona. Vem precisa de um banho e descansar. Sabia que eles tem água quente aqui?

POV DARYL DIXON

As coisas estavam cada vez mais difíceis pro grupo, depois que a fazenda foi invadida não encontramos um lugar que pudéssemos nos instalar por dois dias que fosse. Era o tempo todo correndo e lutando pra não morrer, estávamos cansados. Rick tentava manter o foco e bolar estratégias e manter o grupo unido.

Eu ainda não tinha tido nenhum sinal de Merle, com certeza ele estava vivo, era preciso muito mais do que esses cabeças ocas pra derrubar o meu irmão. Ele é o cara mais durão que eu já conheci.

Entramos em mais uma casa, imediatamente começamos a vasculhar tudo a procura de mantimentos, a comida estava escassa há dias e mal nos alimentávamos. Carl encontrou duas latas e começou a abri-las imediatamente, eu voltei a vasculhar a casa e consegui matar uma coruja que estava na janela, não daria nem pro cheiro pra toda aquela gente, mas era melhor que nada.

Antes mesmo que pudéssemos respirar e pensar em preparar algo uma horda apareceu e mais uma vez tivemos que sair correndo pelos fundos da casa.

Notas finais
E ai gostaram? O que acham que o destino reserva pra Merle e Lauren?