The Adventure

1 O Início da Aventura


Notas iniciais
Espero que gostem, amanhã terá novo capítulo.

Capítulo 1 – O início da Aventura

Mais um dia de sol numa manhã no Limoeiro. Todos em suas casas se preparam para ir trabalhar ou estudar. Tudo está normal, todos estudam (menos alguns), conversam, se divertem. Tudo está em perfeita ordem, mas será que é para sempre?

Na Escola do Limoeiro

—Ei Magali quer ir hoje à minha casa estudar para a prova de matemática?

—Pode ser Mônica, mas tem que ter alguma coisa para comer, tipo pipoca. Ta?

—Mas nós nem vamos assistir filme.

—Eu sei, é só para eu não morrer de fome.

As duas começam a rir. Logo o professor Licurgo entra na sala de aula.

—Todos sentando em seus lugares e desligando seus celulares.

Copiem no caderno o que eu falar. Traço, traço, ponto, vírgula, ponto, vírgula, vírgula, traço...

Cebola passa um bilhete á Cascão:

"Af esse professor fala umas línguas bem estranhas, em."

Cebola e Cascão! Não pode passar bilhete durante a aula! Me de esse papel.

—Não precisa professor. A gente tava vendo como é brilhante essa sua aula. —Cebola falou tentando se livrar da bronca.

—Hum, eu sei disso. Não precisa ficar falando. Bom, vamos continuar. Traço, vírgula, traço, ponto...

Depois da aulade Licurgo

—Eba agora é educação física! Vou fazer todos os pontos! —Cascão fala.

—Acho que eu que vou fazer os pontos, Cascão. Você não tem chance contra mim. — Cebola falou.

—Apertem F5 mores. Quem agora ta na área é o Justin. Fez todos os 15 gols no jogo de handebol da antiga escola dele. — Denise falou admirada com a beleza de Justin.

—Quero só ver ele no jogo, ganho dele numa moleza. — Titi falou sentindo-se superior.

Do outro lado da sala lá estava Justin. Um rapaz diferente, com cabelo preto, olhos azuis como os de água, um sorriso branco como o de neve. È impossível olhar para ele sem ver seus lindos olhos atraentes.

—Oi Justin, sou a Mônica. Você é novo não?

—Sou sim. Prazer em conhecê-la Mônica. — Abriu um largo sorriso. Levantou a mão e quando os dois se cumprimentaram Mônica desmaia, mas não é por emoção.

Na enfermaria

—Quando que ela vai acordar?— Magali falou nervosa.

—Não sei, mas acho estranho ela ter desmaiado cumprimentando o menino sendo que quando lutou com a Princesa Mimi levou a maior pancada e sobreviveu. — Cascão falou desconfiadamente.

—Pois é. Já não gostei dele no começo, agora imagine. — Cebola disse.

—Calma Cebola, talvez a Mônica não comeu e passou mal. Ah ela acordou!

—G-gente? Cadê a Denise, cadê ela?! Ela sobre... — Mônica é interrompida por Cebola.

—O que tem a Denise? Ela ta na sala de aula.

—Ué, como nós viemos parar aqui?

—Ai, ai. É melhor você descansar Mônica, você deve ter tido algum sonho ou pesadelo. — Magali fala enquanto ajeita o travesseiro para Mônica se deitar.

No outro dia na escola

O diretor Licurgo avisa a todos pelo interfone:

—Quero que todos compareçam ao pátio, por favor. E SE NÃO VIER VAI LEVAR UMA SUSPENSÃO!

—Nossa o louco ta ficando mais louco do que era antes. — Toni diz rindo.

—Ei eu ouvi isto! E EU NÃO SOU LOUCOO!!!

—Oi Mônica! Você ta melhor? — Magali perguntou.

—Agora to sim, obrigada. Só foi uma tontura. — Mônica respondeu balançando a cabeça para voltar ao normal.

—Ainda bem. Bom, vamos ao pátio. O que será que o Licurgo quer falar?

—Acho que ele quer ajuda para abrir o pote de sorvete dele.

Mônica pisca e as duas riem e se dirigem ao pátio junto com os outros alunos.

—Bom, quero avisá-los que três cientistas estão chamando vinte e um estudantes dessa escola para participar do “The Adventure”. É um desafio para ver como os jovens de hoje vão se virar sozinhos, dependendo apenas um do outro. Agora levante a mão quem quiser participar do desafio!— Quando Licurgo terminou de falar todos estavam saindo de fininho do pátio, menos alguém.

—Ei! Espera, eu quero participar. —Do Contra levantou a mão no instante que todos estavam prestes a fugir.

—Isso sim meu jovem. Viram até o Do Contra vai participar. —Licurgo falou tentando incentivar.

—Mas é claro né! — Todos gritaram.

—Bom, se é assim que vocês não querem participar. Fechem todas as saídas. AGORA!! —Licurgo gritou.

—O que está acontecendo?! —Cascão perguntou nervosamente.

—Não sei, mas sei que quelo sair daqui o mais lápido possível. —Cebola respondeu tremendo.

—Ninguém vai sair daqui até eu escolher os outros vinte jovens! Muahahaha! —Licurgo gritou.

—Ah pensava que só ia ir eu. Não quero mais. —Do Contra cruzou os braços.

—Você já está inscrito Do Contra, não pode mais sair. Então vamos às escolhas, mas primeiro, por favor, recebam aos aplausos os três cientistas. —Enquanto Licurgo falava os cientistas subiam ao palco e um som de fundo tocava a música tema dos Vingadores.

Os cientistas eram velhos, menos um. Um era careca com um óculos marrom que cobria uma linha inteira na cabeça até os olhos; outro era bem velho tinha um nariz gigante cheio de rugas e apenas alguns fios de cabelo na cabeça; já o outro era bem novinho tinha pelo menos vinte anos, tinha cabelo marrom, olhos pretos e um sorrido tão malvado quanto seu olhar. Quando a música terminou os cientistas se posicionaram na frente dos microfones.

—Olá estudantes! Eu sou um dos cientistas que inventou esse desafio. — O cientista careca falou orgulhoso.

—Qual o teu nome? —Uma menina perguntou.

—Os cientistas nunca revelam seus nomes! —O cientista velho respondeu.

—Na verdade, são os mágicos que nunca revelam seus truques. — Franja falou.

—Tanto faz, mas como você foi se intrometer você vai ser o primeiro escolhido para participar do nosso desafio. —O cientista mais novo respondeu chamando Franja ao palco com as mãos.

—O que? Eu vou denunciar vocês ao meu advogado! —Franja respondeu assustado.

—Venha logo meu jovem. Quem não gosta de uma aventura, em? —O cientista velho falou.

—Eu não. —Franja falou sabendo que ia ser ignorado.

—Bom, eu vou falando os nomes e quem eu falar o nome vai ter que subir ao palco. E terá a sorte de participar do nosso desafio! —O cientista mais novo disse dando uma boa olhada na platéia.

—Ei, Magali, vamos nos abaixar bem devagar para ele não nos escolher. —Mônica sussurrou para Magali.

—Ok. —Magali respondeu sussurrando.

—Hum... Sei exatamente os outros dezenove jovens que faltavam. Carmem, a fresquinha.

—Ei olha o jeito que fala de mim! Eu me nego a participar desse desafio ridículo. —Carmem falou.

—Suba agora ou será presa! —Licurgo gritou.

—Por que a vida é tão cruel comigo! —Carmem reclamou subindo ao palco.

—Bom, vamos continuar. Titi, o que se acha superior. Magali, a comilona. Cebola, o esperto. Cascão, o sujinho. Justin, o certinho. Toni, o grandalhão. Cascuda, a nerd. Mônica, a fortona. Xaveco, o ignorado. Aninha, a líder de torcida. Denise, a metida. Jeremias, o negro. Quim, o padeiro. Dorinha, a cega. Nimbus, o mágico. Ângelo, o anjo. Maria Mello, a com dieta toda hora e por último não menos importante Marina, a desenhista.

Quando o cientista mais novo terminou de falar todos os jovens escolhidos fizeram a maior gritaria como: “Que racismo é esse!”, “Eu sei que sou esperto, não precisa ficar falando. Hahaha.”, “Como é que você sabe que eu sou forte?!”, “Metida é sua vó more!”, “Eu só era sujinho quando criança, agora sou limpo ta, só que em vez de tomar banho passo perfume.”, “Mas eu nem estudo nesta escola!”, entre outras reclamações.

—Calem as suas bocas e subam AGORA ao palco!! —Licurgo gritou parecendo apressado.

—Mas nossos pais nem autorizaram! —Magali protestou.

—Autorizaram sim menina. Tanto que assinaram nesse papel. —O cientista careca falou.

—Como meus pais puderam fazer isso comigo! —Marina resmungou.

Logo que todos subiram ao palco um bloco transparente cobriu todo o palco sem nenhuma saída. Abriram as portas para as outras pessoas que estavam assistindo saírem. Quando tudo estava vazio um ônibus entrou no pátio e na parte onde estava a porta do ônibus abriu um buraco no bloco que estava em volta do palco, fazendo com que os jovens entrassem no ônibus.

—More que coisa cafona. Vocês bem que poderiam ter uma nave espacial né. —Denise falou para os cientistas.

—Entra logo no ônibus!! —Licurgo gritou.

Todos entraram no ônibus desconfiados do que viria pela frente. Licurgo não entrou no ônibus, ficou de fora observando. Enquanto o cientista careca dirigia, os outros cientistas ficavam de olho nos jovens.

—Selá que vão nos sequestlar, Cascão? —Cebola sussurrou.

—Estou torcendo para que isso não seja verdade. —Cascão respondeu sussurrando.

Quando todos estavam sentados em seus lugares o cientista careca estalou os dedos e como mágica todos os lugares estavam agora com cinto.

—Se segurem e preparem-se para a viagem. —O cientista velho falou rindo maleficamente.

—Ah!!!!!!!!!! —Todos começaram a gritar.

Uma luz clara penetrava em seus olhos. O vento estava cada vez mais rápido. Tudo girava e num tombo o ônibus parou finalmente.

—Onde nós estamos?! —Ângelo perguntou bravo.

—Hahaha, sejam bem-vindos ao primeiro desafio. Aqui vocês terão de sobreviver somente á base de vegetais, legumes, frutas e se tiverem sorte carne, isso se tiver alguma floresta. E lembrem-se a cada fase apenas uma pessoa deverá morrer, se não vocês perdem e ficam presos para sempre na fase. E o objetivo de vocês é sobreviver. Agora boa sorte e até mais, se sobreviverem. Muahahha. —O cientista mais novofalou abrindo a porta do ônibus.

A turma foi jogada do ônibus para fora. Todos agora começaram machucados, que ótimo começo. Quando abriram seus olhos se depararam com o mar e uma ilha não tão grande, mas também não tão pequena.

—Pois é, agora começa a nossa primeira fase no “The Adventure”. —Jeremias falou olhando ao horizonte.

FIM DO PRIMEIRO CAPÍTULO

Notas finais
Ficou curioso? Leia o próximo capítulo ou espere até eu postar.