Notas iniciais
OLLAAA MEEUSS CUPCAKES !! Como estão ?! Eu vou bem, na medida do possível... Mas nada disso vem ao caso, hj não vou encher tanto o saco de vocês !! E OLHA QUE MILAGRE EU ATT EM UM DIA !! Era pra ter publicado antes esse capitulo mas não deu, amanha tentarei publicar outro... Gente tenho uma coisa pra falar com vocês, ou mais de uma não sei... Enfim é sobre o cast da fanfic . Os principais que são tão Thalia e Nico eu ja decidi, agora preciso da sugestão de vocês pra saber quem vai ser o Jay, o James, o pai e a mãe da Lia, e a psicóloga da Lia *que eu não lembro nome akdndk*. Eu ja tenho algumas coisas em mente mas quero a ajuda de vocês!! Sem mais enrolações....

ultimo dia da semana é sempre o melhor, gosto mesmo de me deitar no sábado e descansar a tarde inteira, quem sabe assistir alguns filmes ou série, ler um livro e essas coisas.

Acordo com um balançar no meu corpo e abro os olhos lentamente vendo a minha mãe.

“Bom dia, querida” ela disse calmamente enquanto acariciava os meus cabelos.

“Cade o meu irmão?” Perguntei enquanto me sentando na cama.

“Continua a dormir” ela sorriu-me delicada, ela passou a mão pelo o meu braço e vi as marcas roxas no seu antebraço.

“Ele bateu-te ontem a noite?” Eu disse para a mulher a minha frente com as feições cansadas.

“Ele batia em mim ou em seu irmão” ela disse com os olhos baixos e eu reprimi os lábios; meu pai costuma ser agressivo em todos os aspectos, e principalmente quando nós fazemos algo de errado.

“Isso precisa parar” eu respirei fundo enquanto me sentava na cama, rapidamente a minha mãe me abraçou e eu retribui.

Em certas partes da minha vida eu sinto que eu realmente pertenço a essa familia, eu semrpe costumo ficar ao lado da minha mãe nessas horas quando ela nos defende dele.

A minha familia nunca foi muito boa com isso, tenho um pai rígido com regras e uma mãe nem um pouco presente, ainda mais quando ela descobriu o meu disturbio.

“Precisa, mas eu consigo aguentar” ela disse como todas as vezes e se separou do abraço enquanto deixava um beijo na minha testa, é raro as vezes que ela tem esse tipo de carinho por nós, ela quase nunca fica cá em casa e ela e o meu pai sempre estão a brigar.

“Preciso me arrumar” eu a olhei e ela assentiu.

“Tudo bem, eu já vou indo, só volto a noite” eu assenti e ela saiu do quarto com um pequeno aceno de mão, eu levantei da cama já exausta mentalmente por pensar no meu pai a agredindo.

“Tudo bem” eu sussurrei para mim mesma e fui para o banheiro, liguei rapidamente o chuveiro e tomei um duche rápido, ainda me restavam vinte minutos, tratei de colocar umas calças jeans escuras e uma blusa branca de mangas quente, um casaco alaranjado por cima e um cachecol e touca, calcei os meus coturnos comuns e sai do quarto enquanto pegava a minha bolsa, a casa continuava silenciosa como todas as manhãs e eu apenas peguei uma garrafa d’água na cozinha, coloquei as minhas luvas e sai de casa a andar, não é sadio com certeza mas é algo inevitável, eu preciso sair todos os dias e eu preciso tentar, mesmo que isso seja a pior coisa, mesmo que isso doá, é um mal necessário.

Elevei os ombros e comecei a andar em passos rápido enquanto olhava a neve no chão a derreter com o pouco de sol que nascia em Nova York, não estava tão frio como todas as manhãs por conta do pouco sol, mas era o suficiente para a temperatura não estar tão baixa.

Respirei fundo enquanto ouvia todos os barulhos de carros a minha volta, eu conseguia destinguir tudo a minha volta, eu conseguia sentir cada vibração e isso me causava nauseas.

Virei uma esquina rapidamente quando ouvi uma buzinha ecoar bem ao meu lado, me encostei na parede enquanto apertava os meus olhos, deslizei por ela até sentir a neve molhar as minhas calças, levei as pernas até ao meu peito e senti algumas lágrimas me molharem as bochechas, eu não consigo fazer isso, o que eu estou sentindo é algo tão inesplicável que não haveria palavras suficientes para descrever a angustia que eu sintia nesse momento.

Elevei o meu rosto para respirar e vi um par de botas pretas na minha frente eu arregalei os olhos enquanto o meu corpo se estremecia, a rua estava deserta apenas com alguns carros ali que nunca notariam, me arrastei para o lado rapidamente e as botas voltaram a se mexer e as articulações dos joelhos se dobraram enquanto o famoso rosto magro e cabelos negros me enchiam a visão, ele parecia confuso e eu mais ainda, ele agarrou no meu braço me puxando para cima e eu me afastei do seu toque enquanto terminava de limpar as bochechas.

“Algum problema?” ele disse irônicamente e eu neguei rapidamente o fazendo bufar.

“Me deixei em paz” eu sussurrei e ele cruzou os braços enquanto inalava o máximo de ar possível. Ele está furioso.

“Anda porra, o que foi?” ele voltou a falar rudemente e eu baixei o meu olhar encarando os rasgos da sua calça no joelho.

“Não foi nada” eu voltei a falar e ele pegou-me no braço e puxou-me para cima.

“Você vai entrar naquele carro, porque eu já estou sem paciência, pela a milésima vez eu irei te levar até a sua casa e irei falar com o seu irmão, porque já estou cansado de você” ele apertou-me mais e eu mordi o lábio rezando a todos os Deuses que ele se afastasse.

“Não quero ir para a casa” eu disse subitamente e ele apenas me ignorou enquanto me puxava para o carro, eu subito grito saiu da minha garganta e ele me olhou furiosamente enquanto tapava a minha boca e me jogava no banco do passageiro, estremeci por relembrar coisas que não deveria e mordi o lábio enquanto sentia mais lágrimas me molharem as bochechas.

“Por que você está chorando?” ele gritou e então eu bati no painel do seu carro sentindo a dor na minha cabeça se alastrar.

“Para! Para de gritar, eu não suporto a sua voz!” eu gritei enquanto esmurrava o seu painel e voltava a me encolher no banco.

“O que? Depois de tudo o que eu-“ eu o interrompi.

“Só cala a boca!” eu voltei a falar e pela a primeira vez ele me obdeceu, eu respirei fundo e continuei a soluçar, o carro foi ligado e ele arrancou da rua que estavamos, eu o olhei ainda com a imagem destorcida pela as lágrimas.

“Você vai para a casa” ele rosnou e eu neguei, não poderia chegar assim lá.

“Não! Não posso ir para a casa” eu me desesperei e ele riu irônicamente.

“Então para aonde a boneca quer ir?” o ele exibiu um sorriso cínico e eu voltei a reprimir os lábios enquanto pensava nas alternativas que havia.

“Eu” eu pausei a minha fala e ele me olhou.

“Eu quero ir para a minha psicologa” eu murmurei baixamente e ele me olhou com o cenho franzido.

“O que?”

“Vire a esquerda” eu apenas disse e ele concordou, ele continuou a seguir em frente e virou novamente a direita enquanto eu mandava com a mão, ao lado de um centro-comercial ficava a psicóloga e eu o mandei parar.

“O que é isso?” ele parecia olhar com repugnância para o lugar.

“Vai embora” eu apenas disse enquando me recolhia e saía do carro.

“E nunca mais me olhe” e assim eu fechei a porta enquanto corria para dentro das portas de vidros automáticos.

Notas finais
E aii oque acharam ?!! Acham que o Nico vai mesmo embora e vai deixar a Thalia sozinha ? E essa atitude do Nico ?! Garoto mais grosso !! Enfim é isso espero que tenham gostado, se gostaram comentem, compartilhem com os miguus façam oque quiserem !! XXX All The Love, DUUH