Tentazione

37 Capítulo 36 – APERTEM O CINTO, O BARRACO TÁ SOLTO!


CAPÍTULO XXXVI – APERTEM O CINTO, O BARRACO TÁ SOLTO!

– Nossa que surpresa deliciosa te encontrar por aqui?

PORRA! Só podiam estar fodidamente brincando comigo! O caralho desse voou seria longo.

Não precisei de outra olhada na direção da aeromoça a minha frente para saber que já havia fodido com ela, o jeito despudorado com que ela se oferecia não deixava duvidas disso. Eu olhava em choque para a mulher a minha frente, ela tinha um sorriso safado na minha direção, ele não era sexy, mas sim vulgar, assim como o resto da dona. Sua expressão e a maneira com que empinava os seus seios siliconados, tentando chamar mais atenção a eles, como se o enorme decote que usava não estivesse fazendo seu trabalho, eram sinas claros de que ela me conhecia, mas da onde?

Não tenho orgulho dessa parte da minha vida antes de conhecer Bella, nela não havia espaço para relacionamentos, somente fodas ocasionais e casos sem importância, nada com valor o suficiente para ficar marcado ou mesmo ser lembrado, mas a mulher a minha frente parecia discordar. Ela com certeza achava que o que tivemos, sei lá onde, ou a quanto tempo atrás, foi tão memorável que eu me lembraria dela.

– Desculpe? – disse confuso e ainda tentando me lembrar.

– Olha só que feliz coincidência, eu trouxe o senhor para Florença e agora nos reencontramos exatamente no caminha de volta. Sabe Senhor Cullen, espero que hoje o senhor também esteja com um problema tão grande e grosso com o do nosso último voo, pois vou adorar resolve-lo da mesma maneira – disse a aeromoça sem o menor pudor.

NO VOO PARA FLORENÇA! Eu fodi essa aeromoça no banheiro do meu voo para Florença! A lembrança fez com que meu corpo ficasse tenso, à medida com que meus olhos se arregalam. Só podia ser brincadeira! POR QUÊ? Eu me pergunto por que com tantas empresas aéreas, aeronaves, tripulações e destinos no mundo, tinha que estar no mesmo voo eu e minha esposa, justo à aeromoça que eu fodi na minha vinda a Florença.

Eu tentava achar minha voz para despachar aquela mulher para o mais longe possível de nos, antes que Bella percebesse alguma coisa. Mais como miséria pouca é bobagem, o estrago já estava feito, eu tive certeza disso depois de ouvir o arranhar da garganta da minha esposa. Minha Lolita estava ao meu lado com o rosto corado e contorcido de ódio, seu olhar fuzilava a aeromoça, mas a mesma parecia não ter se dado conta da sua presença.

– Com licença? – chamando a atenção da aeromoça pra si. A voz de Bella saiu arrastada pela raiva que ela não fazia a menor questão de esconder.

– Oh desculpe, eu me distrai cumprimentando um velho amigo. A senhorita deseja alguma coisa? – caralhos me mordam, “velho amigo”, eu só a fodi uma vez.

– Renata? E esse o seu nome, não é?

– Sim senhorita, em que posso lhe ajudar.

– Renata, vou lhe dizer qual é o meu problema para que você possa me ajudar. Bem eu estou viajado com a minha família para nossa casa em Londres, tudo o que eu quero é um voo tranquilo, onde eu e o MEU MARIDO possamos descansar sem que qualquer vadia vestida de aeromoça venha se oferecer para ele – a aeromoça que até então era só sorrisos e simpatia, ficou pálida ao ouvir minha Lolita me chamar de marido e quase desmaiou ao ser chamada de vadia – Você acha que seria possível?

– OH... ma..mass senho... – Renata gaguejava atônita pelas palavras da minha esposa.

– SENHORA! Eu sou a Senhora Isabella Cullen, sou casada com se senhor aqui. Você teria visto a minha aliança se estivesse trabalhando, em vez de estar ocupada em esfregar seus melões falsos na cara do meu marido – disse Bella se levantando, sua voz era ácida e dura, ela estava puta, como poucas vezes a tinha visto, ela mandou o mesmo olhar em minha direção ao ver uma mínima manifestam por minha parte. Minha Lolita parecia que pularia no pescoço de Renata, e em quem mais se metesse, a qualquer momento.

– Renata o que está acontecendo aqui? Nos já estamos prontos para decolar – disse a outra aeromoça, ela era uma senhora, e no seu crachá Anne Copper, que aparentava ser a encarregada. Sem obter nenhuma resposta da companheira de trabalho ela se voltou a minha esposa – Senhora posso ajuda-la?

– Não há nenhum problema Anne, eu estava exatamente pedindo para que a Senhora Cullen tomar seu assento, pois ela está incomodando os outros passageiros – disse Renata despertando do seu estado de inercia ao ver que sua chefa falava com Bella, ela estava tentando tomar o controle da situação.

– O QUÊ?! – disseram Esme e Renne juntas, se levantando de suas poltronas. Pronto à merda estava feita, além de ter que controlar a minha mulher, agora a dupla dinâmica tinha resolvido se meter. Porque caralho aquela mulher não calava a merda da boca e ia embora, ela não tinha amor a sua vida não?

– Incomodando? Você quer que eu me sente e fique quieta, enquanto VOCÊ que devia estar trabalhado, fica desfilando com esse uniforme tão pequeno que mais parece uma fantasia de sexy shopping de quinta categoria, oferecendo sexo fácil para o meu MARIDO no banheiro? E ainda tem a audácia de dizer que quem está atrapalhando os outros passageiros sou eu? – Bella praticamente rugiu em sua direção.

– Você é bem realmente é uma coisinha bem audaciosa mesmo. Bella mostra pra essa coisinha que não se mete com uma Swan-Cullen – gritou minha mãe, enquanto Renne gritava palavras de total apoio para sua filha.

– Isso mesmo filha mostra pra ela que o gostosão do meu genro já tem dona!

Eu realmente merecia isso por ter sido burro o suficiente para achar que sairia vivo de uma viagem com essas três, uma mulher Swan-Cullen já era difícil se domar, imagine três. Me levante rapidamente, abraçando seu corpo por trás, tentando conter seu ataque de fúria.

Se a cena a minha frente não fosse trágica, realmente seria hilária, Bella estava no corredor da primeira classe, gritando todo tipo de injuria em direção a Renata, eu a prendia pela cintura, isso era única coisa que a impedia de chegar até ela, enquanto recebia não só o apoio das nossas mães, mas como o do restante das mulheres ali. Jesus minha Lolita ia me matar, ela estava tão fodidamente gostosa furiosa daquele jeito, gritando para quem quisesse ouvir que eu era seu marido que não tinha como não ficar excitado com aquela cena.

– Me solta Edward que eu vou mostrar pra essa aeromoça de filme pornô de quinta que não se deve mexer com homem comprometido – ela dizia á medida que tentava se soltar mais só fazia com que bunda gostosa se esfrega-se mais ainda no meu pau.

– Engraçado eu não vi seu nome escrito em lugar nenhum dele, e olha que eu olhei bem, bem de pertinho – disse Renata. Eu estava fodido!

– EDWARD! – as três gritaram juntas em minha direção, temporariamente se esquecendo de Renata. Eu estava muito fodido! Se conseguisse sair vivo desse avião minha mulher me mataria depois.

– O QUÊ? Eu não tenho nada com essa louca, foi só uma foda e nada mais, que aliais eu já nem me lembrava mais. – Sim eu era um canalha, mais eu era um canalha que tinha mudado e agora ia ser pai e queria viver o bastante para isso.

– Cretino como você pode dizer uma coisa dessas? – Renata gritou indignada.

– Ai que dó! Você acha mesmo que você foi à única vadia que se ofereceu pra ele. Mulheres como você ele já teve aos montes por ai, mas foi comigo que ele se casou, então se conforme com isso, e vai dar pra outro, porque esse aqui tem dona.

– Melhor isso a ser corna, porque é isso que você é CORNA! – depois de ouvir aquelas de Renata eu tinha chegado ao meu limite, se situação já tinha ido longe demais, eu não deixaria ninguém humilhar a minha mulher.

– Como é que é? Por acaso esta insinuando que eu traio minha mulher? Você não conhece nem há mim muito menos a minha esposa, para dizer tal calunia. Sim eu te fodi na merda do banheiro do avião, foi você como poderia ter sido qualquer outra, você estava se oferendo e eu como um homem solteiro comi, não havia nenhum mal nisso. Mas isso é passado, não preciso de você ou qualquer outra para nada, porque depois de ter conhecido a minha esposa não existe espaço para mais ninguém na minha vida, somente ela me basta.

Tomei a boca de Bella em um beijo quente e apaixonado, enquanto ouvíamos uma salva de aplausos. Mesmo com todo o barulho, era possível ouvir perfeitamente as vozes das nossas mães gritando sem parar “Toma essa vadia!”, “Esse é o meu genro!”.

– Só mais uma coisinha, só a título de informação, você não precisa mais se preocupar com os grossos e longos problemas do meu marido, ele já acho a solução definitiva para eles... EU! – disse Bella, depois logo voltou a tomar a minha boca com mais um dos seus deliciosos beijos, nos separamos devagar e minha Lolita sussurrou no meu ouvido – Obrigado por ficar do meu lado, mas assim que chegarmos a nossa casa você vai me explicar direitinho esse seu fetiche por aeromoças e banheiros de aviões.

PORRA eu continuava fodido, muito fodido...

Notas finais
Oi lindinhas...
Segue mais um capítulo. Espero que vocês gostem tanto de como eu me diverti escrevendo. Eu não tenho palavras para agradecer tudo o carinho de vocês, a cada comentário, a cada nome que reconheço, me deixa extremamente emocionada.

Bjjoooss