Sorin tentou não chorar, mas, dadas as circunstâncias, ela não acreditava que qualquer um que possuísse um coração fosse capaz. Sua mente ainda mantinha aquele vislumbre indefinido: seus pais deitados lado a lado, apenas um interstício entre eles, mortos. E eram apenas um borrão para ela, um que doía até às entranhas.

Tentou se focar nas palavras de Afien, seu irmão, para o povo, mas era difícil. Ele lamentava a perda, e deixava a promessa de que encontrariam o assassino, e dariam a ele um destino muito pior do que a morte.

Estranhamente, as bochechas dele estavam completamente secas.