Notas iniciais
Yoshidaa-kun: Oi pessoal! Bem, eu nem sei o que eu to fazendo aqui, eu só ajudei a criar a Sinopse e a Annie levou tudo nas costa, fazendo os capítulos e tudo. Apenas dou as ideias para o capitulo, ela que faz o resto todo. Pois bem, Eu Quase me esqueci de me apresentar, meu nome é Mario Vitor, Tenho 16 anos, gosto de Rock, ainda mais de MPB. Annie-chan: Oi, pessoinhas do meu kokoro! Sim, estou de volta pessoas, agora numa fanfic em dupla! Sim, estou muito emocionada, pois esse era o meu sonho. E veio a oportunidade de fazer essa história com o lindo aí de cima. Algumas considerações: ~ A fic é Nalu ( Não diga '--') ~ Não liguem muito para o Yoshidaa-kun, pois ele é muito modesto. Repito, A HISTÓRIA É TODA DELE! Eu apenas ajudo a escrever, então todos os créditos para o enredo são dele, certo? Eu apenas dou umas dicas :v. ~ Meninas, aviso! Esse garoto aí de cima, é extremamente apaixonável! Por isso cuidado, por que mesmo ele sendo desse jeito tímido, o Yoshidaa-kun é muito fofo! ~ MAS NÃO CHEGUEM PERTO, POIS SOU EXTREMAMENTE CIUMENTA! Eu mato qualquer uma que chegar perto, hm. Aahuahuahauahu, cuidado comigo. ~ E por último, mas não menos importante, NÃO LIGUEM PARA NADA DO QUE EU DIGO. Quem me conhece sabe que eu sou louca e adoro brincar com vocês :3 Bom, depois dessas considerações, espero de coração que vocês gostem da história! Já disse que estou extremamente eufórica? EU ESTOU DANDO PIRUETAS DE ALEGRIA MEU POVO! Agora, sem mais delongas, boa leitura e até as notas finais o/

–Prólogo–

– “ Aqui, fixar quero meu eterno repouso, e desta carne lassa do mundo sacudir o jugo das estrelas funestas. Olhos, vê-de mais uma vez. Braços, permiti-vos o último abraço. E lábios, vós que sois a porta do hálito com um beijo legítimo selai este contrato com a morte exorbitante”.

A melodiosa e melancólica voz da garota de cabelos dourados não poderia ser mais do que perfeita para citação de Romeu e Julieta, de William Shakespeare. Seus olhos castanhos chocolate transmitiam a mais pura tristeza, que não se sabia se era mera interpretação ou uma revelação de seu estado de espírito. Sua voz era doce, mas ao mesmo tempo fraca e depressiva, como se realmente houvesse vivido a trágica história de amor mais famosa do mundo.

Mas na verdade, estava incorporando a si mesma. A trágica história de sua vida.

– Perfeito, perfeito senhorita Heartphilia! – exclamou o professor de literatura, dando débeis palmadas freneticamente.

Ela sorriu minimamente, com as sobrancelhas arqueadas em um misto de surpresa e incredulidade. Não era de hoje que vinha percebendo o comportamento um tanto diferente de seu professor. Além de ter um jeito bastante afeminado, com seus longos cabelos verdes e trajes inusitados, esses surtos de alegria não ajudavam em nada a mudar a opinião da pequena loira. Ele só poderia ser gay.

Tentando não deixar transparecer suas suspeitas, ela se curvou em agradecimento.

– Obrigada, Freed-sensei.

Dirigiu-se à grande mesa de mogno puro, que havia sido esculpida por carpinteiros famosos do século XIX. Enquanto seu professor organizava algumas pastas, ela recolheu os livros que haviam usado, indo até as grandes prateleiras embutidas nas paredes da biblioteca, que iam do chão até o teto. Sabia que não era necessário guardar-los, pois haviam milhares de empregados na mansão que poderiam fazer esse serviço facilmente. Mas ela se sentia uma inútil naquele lugar, com mais empregados que um hotel cinco estrelas. Seu pai não lhe deixava fazer absolutamente nada, e ela até mesmo tinha uma empregada particular, que não a deixava nem mesmo pentear os cabelos sozinha. Mas Virgo era sua amiga, por isso não se importava.

Depois de organizar novamente os livros, seguiu para o outro lado do salão para escolher algum outro para ler à noite. Ali havia milhares de livros, mas durante seus quinze anos de vida, Lucy havia lido a maioria deles, e repetido muitos também. Porém havia os livros proibidos, resguardados numa prateleira mais ao fundo e menor, que ela sempre teve vontade de ler. Mas seu pai avisara até mesmo aos empregados para ficar de olho em si, e seu por acaso fosse pega lendo algum daqueles, realmente estaria encrencada.

Corou, lembrando-se do que Virgo lhe respondera quando perguntou o porquê não poderia lê-los. Havia cenas de intimidade entre amantes, ela tinha lhe dito, acrescentando que era muito nova para se interessar com aquele tipo de assunto. Mas a curiosidade era tanta, que Lucy se dirigiu calmamente até a área proibida, olhando de soslaio seu professor que estava de costas para si, escrevendo algo. Mas antes que pudesse chegar mais perto, Freed levantou-se com seu material em mãos, virando-se para ela.

Bufou, estava tão perto! Já havia arquitetado o plano de esconder ao menos um na saia de seu vestido, que de tão longa e cheia de babados, dava até mesmo para esconder uma pessoa ali dentro.

– Senhorita Heartphilia, por hoje é só. Nos veremos novamente depois de amanhã, sim?

Lucy ergueu o corpo, que houvera curvado em sua minuciosa tentativa de surrupiar um livro, e respondeu cordialmente.

– Sim, Freed-sensei. Até logo.

– Até.

E mais uma vez Lucy se viu sozinha, na imensidão da biblioteca. Aquela havia sido sua última aula do dia, literatura. Ao total eram três por dia, tirando apenas o sábado e domingo. E por que ela não ia a uma escola normal, como uma adolescente normal? Por que simplesmente ela não era normal! Pelo menos era que seu pai dizia.

Sendo filha de Jude Heartiphilia, Lucy era a segunda herdeira mais rica de Magnólia. Não sabia qual era a família mais rica, e nem se interessava nisso. Ao contrário de seu pai, que direcionava toda sua vida para o trabalho, tentando a todo custo conseguir o primeiro lugar. Ela achava aquilo tudo uma besteira, mas como se não bastasse nem ao menos dar um pouco de atenção a filha, seu pai a obrigava a aparecer em diversos Jornais e Revistas, além de vários cartazes com sua foto estampada lindamente pela cidade. Ela saia sorridente e alegre em todas elas, mas não passava de uma atriz ali.

Ela não queria nada disso, apenas ser normal, ir a uma escola, ter amigos – fora os empregados – e ser feliz. Por que mesmo com todo o dinheiro e fama, era o que Lucy não tinha. Mas o pior de tudo, era que as pessoas de fora achavam que sim, e ainda acrescentavam que ela era apenas uma filhinha de papai e mimada, que se achava superior demais para ir a um colégio comum.

Pura mentira!

Eles nem ao menos sabiam o que ela tinha que passar todos os dias de sua vida. Não tinha controle nenhum sobre si, e nem ao menos podia opinar em nada. Era obrigada a ser sempre educada com todos, sendo rigidamente pressionada pelo seu pai, que dizia que uma dama e herdeira deveria se comportar a altura. Mas o que ela queria mesmo era comer besteiras e guloseimas abertamente, ao invés de furtar da cozinha às escondidas pela madrugada. Usar roupas comuns e confortáveis, ao invés daqueles vestidos do século XIX. Quem em sã consciência usaria aqueles espartilhos super apertados no dia-a-dia? Apenas na cabeça de seu pai aquilo era normal! E agradecia a todos os deuses por poder usar roupas comuns quando saía de casa.

Todos desejavam sua vida, mas não sabiam o inferno que passava.

Imersa em pensamentos, não percebeu quando um dos empregados entrou na biblioteca, até que ele se pronunciou.

– Senhorita, a Virgo está lhe esperando para o banho.

Ela piscou, assentindo levemente, indo em direção à saída. Até mesmo hora para o banho ela tinha! Mas que droga, só faltava ter hora para ir ao banheiro. Corou de vergonha ao pensamento.

Saindo da dali ela bufou, após ver o empregado analisar a “área proibida” constatando se estava tudo no lugar. Inferno, sempre acontecia isso quando ficava sozinha na biblioteca, impendo-a de ter a chance de pegá-los. Mas um dia ela conseguiria.

Passando pelos grandes corredores, Lucy pensou que se não houvesse sido criada ali desde pequena, com certeza se perderia todos os dias. Os vários cômodos da mansão ficavam muito distantes um do outro, separando-se apenas de grandes salões onde jaziam as mais belas esculturas e obras de arte. Seu pai era um colecionador e tanto, mas não gostava nada, nada quando ele lhe obrigava a ir aos leilões chatos e cheio de gente velha.

Finalmente chegando à escada de puro mármore que dava para os quartos, ela agradeceu aos céus por estar tão próxima de se desfazer dos saltos apertados que usava. Além do espartilho esmagador de rins, como chamava, seu cabelo sempre estava alinhando em um penteado elegante para o dia-a-dia. E ela agradeceu novamente por seu pai ao menos lhe deixar com a cara limpa, pois apenas era obrigada a usar maquiagem nos eventos ao qual participava e quando recebia visitas.

Entrou em seu quarto, que era muito maior do que qualquer casa de uma família de classe média, e logo deu um alívio aos seus pés, desfazendo-se dos sapatos esmagadores de mindinhos. O alívio percorreu todo seu corpo quando sentiu o chão gelado. Tirando os vários grampos que prendiam seu coque elegante, ela se sentou à frente da penteadeira antiga, que havia sido de sua tataravó. Olhou-se no espelho, agora seus fios dourados caindo sobre os olhos e sorriu. Muito melhor assim. E antes que pudesse começar a tentativa falha de se desfazer do vestido sozinha e sem rasgá-lo, Virgo saiu do banheiro, onde provavelmente ajeitava a banheira com sais de banho importados.

– Hime, deixe que eu te ajudo. – disse ela, já desfazendo os laços da sua cintura. Soltar apenas um nó fez Lucy respirar vinte por cento melhor. Ufa!

– Virgo, eu já disse para não me chamar assim! – a repreendeu, suspirando ao final da frase. Desde que se entendia por gente Virgo cuidava dela e sempre a chamara de princesa. Mesmo ela nunca tendo pedido. Quando era mais nova adorava ser chamada daquela forma, mas agora era um tanto ridículo e desnecessário.

Mas quem disse que ela parava?

– Não, a Hime é uma Hime. Eu não poderia chamá-la de outra forma.

Suspirou. Virgo sempre seria Virgo afinal. Mas Lucy lhe era muito grata, pois era sua melhor amiga. E se não fosse por ela, se sentiria mais sozinha do que já é.

Depois de se desfazer do vestido e de várias camadas da saia que havia por baixo, se dirigiram ao banheiro, aromatizado pelos sais de morango e baunilha que sempre usava para o banho do final de tarde. Entrou na água, sentindo a temperatura morna aconchegar sua pele leitosa, enquanto Virgo esfregava suas costas com uma esponja natural. Todo dia era a mesma coisa. Nunca saia de casa, a não ser para eventos sociais. Queria tanto acordar cedo e ir para escola, ao invés de estudar em casa...

Mas Lucy iria reverter à situação. Daqui a uma semana seria seu aniversário de dezesseis anos, e sabia exatamente o que pediria a seu pai. Ao invés da festa incrivelmente elegante e chata que fora seus quinze anos, com direito a convidados da alta sociedade que nem mesmo sabia quem era, ela iria querer uma coisa totalmente diferente. E seu pai iria ter que aceitar. Afinal, tinha muitos artifícios para confrontá-lo e ela os usaria até alcançar seu objetivo.

E ela conseguiria.

***



Do outro lado da cidade, estava tudo o que Lucy sonhara em toda sua vida: Estudantes com fardamentos alinhados saiam aglomerados pelo portão de seu colégio, conversando animadamente entre si após largar de mais um dia de aula, ao final da tarde. Os brasões em seus peitos deixavam claro que pertenciam à maior e mais famosa escola do País, a Academia Fairy Tail. Como sendo um colégio extremamente caro e rígido, apenas filhos de participantes da alta sociedade e herdeiros de grandes empresas estudavam ali, tendo como exceção alguns poucos alunos de classe média, que apenas conseguiram vagas por terem merecido uma bolsa de estudos, portadores de grande inteligência.

O que era o caso de Levy McGarden, uma doce e simpática garota de cabelos azuis e baixa estatura. Mas você nunca deve pronunciar isso em sua frente.

– Não me chame de anã, seu brutamonte! – exclamou raivosa para o moreno alto à sua frente, que apenas ria da situação. Ela ficava uma gracinha irritada, com o rosto vermelho.

Ele deu diversas tapinhas em sua cabeça, bagunçando ainda mais os cabelos azuis já rebeldes.

– Tudo bem então... Anã! – e riu.

– Gajeel, você me paga! – e correu atrás do mesmo, que gargalhava enquanto sumia pela multidão.

Mais quatro adolescentes vinham logo atrás e apenas sorriram ao ver a cena. Sabia que os dois se gostavam, mas eram orgulhosos demais para admitir. Ao contrário dos outros que riam, um quinto chegou perto, revirando os olhos diante da imagem da azulada tentando inutilmente bofetear o maior, mas não conseguindo por causa de sua altura.

Humpf. – bufou ele, atraindo os olhares dos outros.

– Mas o que foi Natsu? – perguntou Erza, analisando a face entediada dele. Na verdade, Natsu vivia com aquela cara emburrada, mas quando pronunciava algum som, era por que estava realmente incomodado.

Ele revirou os olhos dramaticamente.

– Aqueles dois deveriam namorar logo, já está enchendo o saco todo esse “mimimi”. – fez aspas com os dedos, pronunciando o final da frase com uma voz ridiculamente forçada e feminina.

Em resposta, recebeu um tapa na cabeça de sua amiga ruiva.

– Cala boca Natsu. Você é muito chato, deixa os dois.

Gray riu, debochando-o por sempre apanhar da Erza, mesmo apanhando bastante dela também. Mas sempre arrumaria uma maneira de irritar seu melhor amigo/inimigo.

– Toma, foguinho. – o moreno riu, recebendo murmúrios inaudíveis de repreensão de Juvia, que estava ao seu lado. Também de cabelos azuis, a garota era extremamente doce e tímida, mas se sentia péssima ao ver que o moreno dava atenção demais às brigas com o rosado para perceber seus profundos sentimentos. Gray nunca a enxergaria de outra forma.

Repreendendo tanto a Erza, que sempre queria resolver as coisas na violência, e ao Gray que não perdia a oportunidade de zoar o amigo, Jellal se pronunciou:

– Gente, já chega não é mesmo? – arqueou as sobrancelhas, enquanto se mantinham entre o rosado e de frente para Erza.

A ruiva corou, bufando para tentar amenizar seu constrangimento. Ao ver de todos, ela era o demônio em pessoa quando a irritavam, demonstrando imponência na sua aparência rígida. Mas à frente de Jellal, ela ficava mansa. E Natsu sabia o porquê.

– Ora essa, todos vocês! – vociferou ele, extremamente irritado com a situação. Se apertasse bem os olhos, poderia até ver coraçãozinhos flutuando pelo ar. Mas que inferno, aquilo era irritante!

– Endoidou, meu filho? – indagou Jellal, assustado com a súbita mudança de comportamento do amigo. Tudo bem que Natsu era chato e totalmente seco e grosso, mas agora ele estava pirado.

– Estou de saco cheio de todos vocês, mas que chatice! A tensão sexual de você é tão palpável que eu poderia cortá-la com uma faca. Por que não vão se pegar logo de uma vez em um beco qualquer? Não sou obrigado a ficar escutando suspiros da Juvia pelo Gray, ou ver a Erza parecer uma gata perto do Jellal!

De olhos arregalados, todos coraram diante da explosão do rosado, que continuava a tagarelar gesticulando debilmente com as mãos, ora imitando poses femininas.

– Ju-Juvia não fica s-supirando! – exclamou a azulada, espalmando as mãos a frente de todos, negando.

– E eu não fico parecendo uma gata!

Natsu bufou, observando os garotos desviarem os olhares para o lado, tentando inutilmente esconder o constrangimento. Um bando de tapados! Todos ali se gostavam, mas ninguém tinha coragem suficiente para assumir. E segurar vela não era nada legal.

– Olha, vocês que se danem. Eu fui! – e assim saiu pelo portão, esbarrando em várias pessoas pelo caminho. Mas ninguém ousava ao menos reclamar, pois a fama do rosado era grande, e ninguém se metia com ele. Os únicos que falavam com ele eram aqueles seis, e mesmo sendo tão poucas pessoas, e mesmo ele não demonstrando, eram seus únicos amigos. Sua família.

Apenas à menção dessa palavra em pensamento o fazia lembrar que data era hoje, e o motivo de ter mudado tanto de personalidade. O Natsu risonho e brincalhão não existia mais, dando lugar a um novo muito mais frio. Uma lágrima solitária caiu de seus olhos, mais a enxugou rapidamente. Simplesmente não queria que ninguém tivesse pena de si. Para ele, era o sentimento mais repugnante que alguém poderia sentir.

Esbarrou sem querer em alguém, mais continuou andando sem olhar para trás, ajeitando a mochila em suas costas enquanto atravessava a pista. Gajeel tentou chamá-lo, mas acabou por desistir. Quando ele ficava assim nada o parava. Foi de encontro com o resto do pessoal, com Levy em suas costas. Agora a raiva de tê-la chamado de baixinha não passava de mera brincadeira, enquanto a azulada mordia seu ombro:

– O que deu nele? – o moreno mais alto perguntou, observando Natsu andar desnorteado ao longe.

Erza bufou.

– E eu sei lá! Ele deu um surto e depois foi embora.

– Juvia acha que a Natsu-san está piorando cada vez mais. – a azulada se pronunciou, triste. Jellal e Gray concordaram, acenando em sincronia. Ainda estavam meio surpresos pelas revelações. Como Natsu havia dito, todos ali se gostavam.

Diante da confusão do resto, Levy revirou os olhos.

Voxês xão burrux!

– O quê? – Jellal indagou, ninguém tinha entendido nada.

Oe, baixinha, para de me morder para poder falar! – Gajeel disse virando a cabeça para olhá-la. Parecia uma criança emburrada, mordiscando seu ombro. Ele dirigiu sua mão para tirá-la de suas costas, recebendo uma mordida bem mais forte. – Ai!

A azulada menor gargalhou e desceu, ignorando os resmungos de um Gajeel mordido.

Se recompôs:

– Eu disse que você são burros! – explicou revirando os olhos. – Não lembram que dia é hoje?

Todos se entreolharam e após mais três segundos de reflexão, disseram em uníssono:

– Hoje é o aniversário de morte da mãe do Natsu.

– Pois é! – Levy concordou tristemente.

Porém nenhum deles poderia fazer nada. Natsu nunca falava sobre o assunto e nem ao menos ia visitar o túmulo da sua mãe. Ele mudara muito depois do fatídico acontecimento, que ocasionaram muitos outros. Mas a única coisa que importava para eles, era ter seu amigo de volta, gentil e sorridente como sempre fora. E mal eles sabiam que a pessoa que mudaria o coração do rosado estava mais perto de chegar do que imaginavam.

Notas finais
Hmm, prólogo para iniciação da história, espero que tenham gostado! Eu ri muito na parte dos livros proibidos, kkkkkk. Ainda vão rolar muitas palhaçadas e tretas, por isso aguardem! Espero ansiosamente reviwes!! Beijos *3*