Tempestade

1 Tempestade


Notas iniciais
Minha primeira Wincest usando não só os personagens como também o universo ainda que alternativo de Supernatural/Sobrenatural espero que gostem.

A tempestade era torrencial, estava chovendo muito forte, a velocidade do vento nos cortava a face e pra piorar o Impala atolou em uma poça que nem mesmo eu e o Sammy conseguimos tira-lo dali, nós tínhamos tentado cortar caminho por um matagal, ou melhor, eu tive essa brilhante ideia mesmo com os protestos do meu "querido irmãozinho", mais uma vez eu quis dar uma de sabe tudo. Se arrependimento matasse, já sabem que eu não estaria mais aqui.

A chuva e o vento continuavam a nos judiar e a noite já vinha caindo anunciando sua chegada para o dia que se despedia dela deixando o seu negro véu estender-se por todo o horizonte. Eu e o Sam corríamos por entre os galhos, alguns nos laçavam nossos rostos. Tentávamos desesperadamente voltar à estrada de onde viemos, mas nos perdemos da mesma devido a forte escuridão, enxergávamos pouco mais que centímetros a nossa frente. A temperatura abaixava rapidamente, o frio nos tomava se não encontrássemos logo um lugar seco para nos acolher, estaríamos perdidos.

Um pouco mais adiante conseguimos sair de dentro daquele emaranhado de árvores e galhos nos deparando com um campo aberto, onde havia uma velha cabana abandonada no centro. Sam foi o primeiro a avista-la.

Dean veja ali. — Disse ele com voz estridente e congelada apontando para a cabana.

Eu olhei para onde ele apontava e não conseguia acreditar no que via. Meu primeiro pensamento foi. — O que isso está fazendo em um lugar como esse? Ali não era nem mesmo um local de caça, porque diabos alguém construiria uma casa no meio do nada? — Mas naquele momento isso era o que menos importava, nós tínhamos encontrado um abrigo para nos protegermos da chuva gélida que caía do céu, do vento cortante que atingia a pele de nossos rostos.

Era quase impossível achar que alguém estivesse vivendo ali, de qualquer forma pedimos por ajuda para ver se alguém respondia, como não houve resposta tentamos abrir a porta, estava trancada, então arrombamos. Nós dois juntos duas, três vezes até que a velha porta cedeu nos dando passagem para dentro da cabana, a porta ficou dependura devido ao nosso modo nada convencional para abri-la, ajeitamos o melhor que pudemos para fecha-la. Era muito escuro lá dentro e silencioso, os únicos ruídos que se podia ouvir era o bater de nossos dentes e nossas próprias respirações pesadas. Eu peguei o meu isqueiro "molhado" e depois de umas 20 tentativas consegui fazer com que ascendesse, olhando ao redor vimos uma estreita cama de solteiro com um fino lençol e um único travesseiro, um closet, uma lareira, uma mesa onde havia um lampião, um largo sorriso abriu-se em meu rosto.

Peguei-o na minha mão torcendo desesperadamente para que tivesse combustível e, "bingo", tinha. Acendi a luz, não era muito forte se dependêssemos do calor que ele produzia morreríamos de frio. Como havíamos danificado a porta, ela não fechará direito e entrava muito vento pela fenda que ficou. Sam imediatamente sugeriu usarmos o closet na porta para fecha-la de vez, o arrastamos até ela e foi perfeito, ele era maior, mais largo que a entrada. Como sempre a inteligência associada ao seu pensamento rápido Sammy mais uma vez salvou a pátria, ao menos por enquanto.

Pois ainda tínhamos o maior problema de todos, o frio, que estava nos matando, não demoraria muito para a hipotermia começar a fazer seu trabalho em nossos corpos, tínhamos uma lareira, mas nenhum um graveto que fosse para queimar, havia uma mesa e uma cadeira de madeira. Sam quebrou a cadeira e eu a mesa, acendemos conseguindo aquecer um pouco o ambiente ao nosso redor. Todavia nossas roupas encharcadas não estavam ajudando. Foi quando Sam disse: — Dean será melhor tirarmos a roupa para seca-las e podermos também nos secar e aquecer mais depressa. — Nos despimos de nossas vestes que eram muitas, jaquetas, calças, camisas, botas, meias e cuecas, sim eu disse cuecas. Durante todo esse tempo ao lado de Sammy nunca havíamos ficado nus um na frente do outro e apesar de ser natural homem se pelarem diante um do outro como vestiários e tal, eu confesso que num primeiro momento fiquei um tanto quanto desconcertado ao ver meu irmão caçula totalmente nu diante de meus olhos, era a primeira vez na minha vida depois que saímos da infância/adolescência que o via desse jeito. Mesmo com a penumbra do ambiente dava para se notar os músculos bem desenvolvidos de seus braços, pernas, abdômen, ombros, na verdade todo o seu corpo parecia ter sido esculpido pelo próprio Apolo de tão perfeito que era.

Não sei por que, talvez curiosidade, mas meus olhos procuravam por seu membro queria vê-lo, ou quem sabe até inconscientemente comparar com o meu, tem quem diga que alguns homens fazem isso sem nem se dar conta de fazê-lo. O que não era muito fácil naquele momento, Sam batia a roupa que tirara para retirar o excesso de água, eu fazia o mesmo com as minhas. Foi então que se virou ficando de costas para mim, enquanto estendia suas roupas sobre o closet com o qual trancamos a porta, os músculos de sua bunda se contraiam com seus movimentos, a visão era belíssima, mesmo sendo a bunda de um homem, mesmo sendo a bunda de meu irmão, aquele que tantas vezes peguei no colo, que tirei de nossa casa em chamas, tenho que confessar... Senti meu membro responder aquela visão. O que fez com que eu rapidamente me virasse de costa para ele quando voltou a se virar para mim. Eu não podia deixar Sam me ver daquele jeito, eu não estava totalmente excitado, mas já estava com o pau meia bomba, então o que eu diria para o Sammy se ele perguntasse qualquer coisa a respeito disso, o que eu estaria pensando para estar excitado numa situação daquelas.

A cueca, as meias e a camisa ao invés de deixar lá com as outras ele colocou mais próximo à lareira, eu fiz a mesma coisa que ele com as minhas, exceto a cueca que eu ainda não havia criado coragem para me desfazer dela. Não sei a quem agradeci, mas agradeci quando meu membro relaxou dentro da minha boxer azul-marinho.

Sam sentou-se no chão perto da lareira para aquecer-se, ele esfregava as mãos nos braços para ajudar, enquanto eu muito acanhado criei coragem para desfazer-me da minha boxer, ficando nu também. Sentei-me ao lado dele esfregando minhas mãos uma na outra. Nesse momento Sam teve mais uma brilhante ideia, ou talvez nem tão brilhante assim, ou talvez sim, na verdade eu não sei me decidir a respeito disso, pois foi essa "ideia" que desencadeou tudo o que vivemos naquela velha cabana naquela noite de TEMPESTADE!

Dean me ajude aqui. — Disse Sam, levantando do chão e pegando a cama pela cabeceira. Eu atendendo seu pedido e entendendo o que o Sammy planejava peguei a cama pelos pés, colocamos ela bem perto da lareira. Às vezes eu me pergunto por que não tenho ideias simples como essa. Só que nós combinamos apenas na primeira parte da ideia, eu logo me sentei na cama mais confortável que o chão, porém Sam tinha outra coisa em mente.

Espere Dean. Vamos nos deitar e aquecer nossos corpos um no outro. — Disse ele para mim, me fazendo levantar da cama e puxando o fino lençol com uma naturalidade que me deixou perplexo. Com cara de quem ouve o maior dos absurdos, franzo minha testa indagando-o.

Como assim esquentar nossos corpos um no outro Sam?! Nós estamos pelados.

Por isso mesmo Dean. Um corpo humano é capaz de passar calor humano para outro se ficar em contato. Enquanto nossas roupas secam e aproveitando esse fogo que não vai durar muito, colocamos nossos corpos bem próximos um do outro e nos aquecemos mais ainda, quando o fogo acabar já estaremos bem aquecidos. Então é só nos mantermos assim pelo menos até a temperatura subir, o que eu acho que só vai acontecer perto do amanhecer.

Eu respiro fundo e olho para ele mais abismado do que antes, aquilo que ele dizia para mim era completamente insano, retomo o folego e lhe retruco com uma voz baixa que só se é possível ouvir porque do forte silêncio ao nosso redor. — Cara, você tem noção do que está falando?!

Dean, por favor, você prefere morrer de frio a ter sua pose de machão maculada? Se é que da pra se dizer isso, nos só vamos deitar abraçados para nos esquentar, não vamos transar. — Diz ele para mim. Não entendi bem o que ele quis dizer com “pose de machão”. Porém isso é o de menos, pois mal ele sabia que estava errado, talvez só não estivesse nos seus planos, nas suas intenções o que aconteceria entre nós.

Sam se deita na cama cobrindo-se com o fino lençol, fica de lado liberando o maior espaço possível para mim. Eu me recuso me sentando na beira da cama tremendo de frio esfregando minhas mãos em meus braços em frente às chamas dizendo para ele: — Tudo bem Sammy, não tem como caber nós dois na cama, eu fico por aqui mesmo.

Dean deixa de ser besta e deite-se nessa cama agora mesmo. Ou eu juro que vou ficar sentado do seu lado me encarangando também. — Diz ele para mim em tom alto e bravo. Não que eu tivesse medo de sua braveza, mas não podia deixar Sammy ficar naquele frio também, e como conheço bem ele, sei que abriria mão do calor da cama só para me acompanhar e não me deixar sozinho. Sendo assim me rendi, me deitando naquela estreita cama que mal tinha espaço para um de nós, agora imaginem os dois.

Deitamos um de frente para o outro, colados, estávamos tão perto que não só ouvíamos nossas respirações como as sentíamos, nossos hálitos ainda eram gélidos. Foi quando em um gesto que me emocionou Sam me abraçou com um braço esfregando minhas costas com ele, eu um pouco mais tímido fiz o mesmo para ele. Era estranho ficar olhando diretamente em seus olhos o tempo todo, às vezes eu desviava o olhar para baixo. No início nossas pernas estavam afastadas, mas de repente ele colocou uma das suas entre as minhas, e eu... Eu coloquei a minha sobre ele. Senti quando nossos membros se tocaram, ele também, isso fez com que nos afastássemos inclusive ficamos de costas uma para o outro. Aquilo já era demais, até para o Sammy.

Mas o que ele falara antes era verdade, com esse afastamento o frio estava voltando, só calor do fogo não era o bastante. Realmente dois corpos um no outro se aquecem. Eu me viro de novo para o lado dele, percebendo que ele também estava com o frio de antes, o chamo. — Sammy. — Ele me responde agora com muita timidez na sua voz. — O que Dean?

Ele estava muito envergonhado, ou posso dizer até abalado com o que acontecera a pouco, então era eu quem agora que tinha que tomar as rédeas da situação para garantir nossa sobrevivência. — Temos que nos aquecer Sammy. Precisamos um do corpo do outro agora. Não importa qual parte de nossos corpos se toque, o mais importante é ficarmos juntos para um passar calor para o outro. Você entende Sammy?

Ele se vira para mim devagar, mas não me olha nos olhos, eu o abraço novamente e agora eu enfio minha perna entra as suas, e ele põe a sua sobre mim, acontece novamente como em um replay, nossos membros se tocam. Eu falo uma asneira qualquer como: — Vamos fazer uma luta de espadas agora. — Na tentativa frustrada de quebrar a tensão do momento.

O que não acontece com o Sam, o que eu não consegui ele teve êxito quando disse: — Estas espadas do jeito que estão, parecem mais duas faquinhas. — Nos dois gargalhamos juntos, o que foi bom, a tensão se dissipava. Depois o silêncio se fez e ficamos ali nos olhando, observando, apertamos mais nossos corpos um no outro, praticamente esprememos nossos membros contra nossos corpos e posso dizer que nos dois gostamos daquilo, tanto que repetimos uma, duas, três vezes, quando nos demos conta estávamos nos roçando, roçando nossos corpos. Nossos membros já estavam meia bomba, quando eu num rompante subi no Sammy, simulando que o fodia, ele fazia o mesmo embaixo de mim, não demorou muito e agora estávamos completamente excitados, não há como negar o pau dele era maior que o meu. Bom, sendo o Sammy daquele tamanho seria estranho seu membro não acompanhar avantajada estatura.

Ficamos naquele frenesi por um bom tempo, nossos membros pareciam que iam explodir, estavam duríssimos. Foi quando senti as mãos grandes e ásperas do Sammy agarrarem firmes as minhas nádegas, olhei intenso e um pouco assustado para ele, mas não o detive, consenti. Estava excitado demais naquele momento, tudo parecia ser permitido, me afastei um pouco dele, tirei uma de suas mãos de minha bunda e fiz com que agarrasse meu pau, ele aceitou de bom grado. Agarrou firme meu membro, começou o vai-e-vem, me excitando mais do que eu já estava, nos olhávamos sem desviar o olhar, era como se ele quisesse saber o que eu sentia, se eu estava gostando. Acho que minha respiração ofegante, meus gemidos eram mais claros que qualquer palavra que pudesse ser dita. Ele intensificou o movimento de sua mão me levando a loucura, eu lhe sorri.

Peguei o enorme e grosso membro do Sammy lhe fazendo o mesmo que ele continuava a fazer em mim. Nossos olhares ainda eram fixos e penetrantes em nós, eu adorava quando o via lamber os lábios denunciando o prazer que sentia com o movimento de vai-e-vem que eu lhe fazia. Mas chegou um momento que aquilo não era mais suficiente, eu, nós queríamos muito mais, queríamos ir além do que já tínhamos ido. E se me perguntarem por que estou falando pelo Sammy, simples, suas atitudes falam por ele e confirmam minhas palavras.

Sammy se levantou me fazendo ficar ditado na cama por inteiro, o fino lençol se foi ao chão, mas nem ligamos, nossos corpos eram bem melhor que aquele leve pedaço de pano... Mas continuando, depois de me deitar na cama ele me virou de bruços e deitou-se sobre meu corpo. Confesso que fiquei assustado de início com o que ele estava pensando em fazer, para minha infelicidade ou felicidade não sei dizer, ele não ficou só no pensamento, ele fez.

Quando senti a cabeça de seu pau na entrada do meu orifício, eu tentei fugir levando meu corpo para cima na cama, ele me reteve com seus braços fortes dizendo: — Calma Dean. Eu não vou machucar você.

Sammy nós somos homens, gostamos de mulher. — Disse eu com uma voz tremula, não mais de frio, mas sim de nervosismo. Ele consegue me convencer quando me diz com uma voz doce e suave bem rente ao meu ouvido.

Vamos continuar sendo homens Dean, vai ser bom, vai ser quente.

Você já fez isso antes Sammy? — Pergunto eu, talvez tentando adiar o intento de meu irmão caçula. Sammy acha engraçada a minha pergunta, me responde em meio a um sorriso. — Com mulher sim Dean, mas com um homem é a primeira vez. Agora relaxe que eu vou fazer tão gostoso com você como eu faço com elas. Você vai ver Dean, você vai gostar muito.

Sammy?

O que Dean? — Me indaga ele parecendo um tanto impaciente.

Não tem que por nada?

O bom seria um lubrificante Dean, mas nós não temos um. Mas não se preocupe eu vou salivar meu pênis, mesmo assim no começo você vai sentir uma leve dor, porém só no início. Afinal eu vou tirar sua virgindade Dean.

Esse último comentário ele poderia ter deixado de lado, passa um tempo acho que foi o que ele levou para por saliva em seu membro, o que pelo tamanho do mesmo precisaria de muita saliva. Logo senti de novo a cabeça de seu pau na minha entrada. Nossa, quando Sammy lentamente começou a me invadir com aquilo que ele chama de pênis, eu daria outro nome, senti meu rosto ferver minhas entranhas se abrirem para conseguir receber aquele enorme membro duro, cheio de veias saltadas, eu não aguentei e disse: — Para, por favor, não da Sammy. — Ele me atendeu e parou a penetração, ficou parado um pouco ali dentro de mim com o pouco mais além da cabeça que havia entrado, então começou um vai-e-vem bem devagar assim mesmo, foi quando me dei conta que meu irmão estava, me fodendo. Confesso de novo que isso foi outra coisa que me incomodou, era como se tivesse ferindo minha masculinidade, minha macheza como o próprio Sammy havia falado um pouco antes, se eu me perguntar como me deixei levar aquilo, como me sujeitei a isso, sinceramente não sei dizer, ou talvez saiba. A excitação de antes que eu sentia percorrer todo o meu corpo, uma excitação que estava me abandonando, estava doendo o Sammy dentro de mim mesmo que pouco, e não estava nada gostoso como ele dissera que seria.

Sem que eu percebesse, ele me invadiu com uma forte e firme estocada, eu quase gritei, mas num ultimo instante consegui segurar, minha boca ficou aberta, porém o som eu segurei. Sei lá, não queria ele me visse gritar, seria coisa de macho? Senti o resto de seu membro me adentrar, Sammy estava agora inteiro dentro de mim, ele parou de novo como se quisesse algo com isso, esse tempo era bom, me fazia relaxar. Em seguida iniciou o entra e sai de seu grosso e grande membro em meu interior bem devagar, era possível senti-lo quando retirava deixando pouco mais do que a glande e depois entrava de volta, ele prosseguiu assim durante um tempo, até que seus quadris começaram a se movimentar mais rápido o entra e sai era mais seguido e foi nesse momento que eu tenho que reconhecer aquilo era tão gostoso, eu estava gostando de ter o Sammy em cima de mim, estava gostando do seu pau entrando e saindo dentro de mim, estava gostando de ser fodido por um homem.



Não, não era um "homem qualquer” era o Sammy, o meu irmão, eu estava gostando de ser fodido por ele.

E estava tanto que não pude conter dentro de mim, quando percebi soltei as palavras para fora em meio aos meus gemidos. — Assim... Isso... — Ele me ouviu.

O que... Disse... Dean? — Me perguntou ofegante sem parar as estocadas que me invadiam me enchendo o corpo de volúpia.

Assim... Está... Gostoso... — Disse eu pausadamente. Enquanto ele perto ao meu ouvido com uma voz maliciosa e sedutora falou: — Então, você gosta... Assim. Deixa comigo. — Sammy intensificou mais ainda o ritmo, acelerou o vai-e-vem, e eu não posso negar. Isso me levou a um delírio sem igual. Ficamos ali, nossos corpos em brasa, suados, nossas respirações ofegantes, Sammy adorando, me foder, eu adorando ser fodido por ele, seu pau estava tão gostoso que era como se fosse o encaixe perfeito para o meu orifício.

De repente abateu-se em mim um desejo incontrolável de ver o Sammy, queria olhar para ele, ver seu rosto saber se estava gostando de tudo aquilo, então lhe falei: — Sammy?

O que Dean? — Disse ele com uma voz tão sexy como eu nunca houvera ouvido antes.

Vamos fazer de frente? — Lhe perguntei um pouco temeroso que ele não quisesse.

Você quer assim?

Sim... Huummm... — Respondo eu, iria falar mais, mas uma forte estocada me invadiu me fazendo gemer.

Por fim Sammy se retirou de dentro de mim, quando me virei vislumbrei seu maravilhoso semblante de prazer e satisfação, com certeza ele estava adorando tanto quanto eu, eu sorrio para ele, e ele para mim. Seu corpo vem de encontro ao meu me fazendo deitar de novo, desta vez de costa como eu queria, sinto suas grossas mãos pegando firme minhas coxas e afastando minhas pernas uma da outra se metendo no meio delas. Mais uma vez prepara o seu pau na minha entrada, me encara enquanto vai deslizando lentamente para dentro de mim e diferente do que eu pensava dessa vez foi mais fácil. Ele entrou inteiro sem me fazer sentir aquela dor forte de antes, agora foi muito gostoso o sentir entrando. Sammy inicia o vai-e-vem deliciando a nós dois, nossos olhos se encontram, nossos lábios bem próximos um do outro se roçando, é quando ele diz: — Eu... Quero lhe beijar Dean. — Eu não disse nada, não que eu não quisesse, é que eu não consegui, apenas passei minha língua em meus lábios, pensando nos lábios dele nos meus. O bom é que eu acho que ele deve ter entendido aquele gesto como um sim, e quando me dei conta meus pensamentos se concretizavam, seus lábios estavam devorando os meus e vice-versa, nossas línguas abriam passagem uma na boca dou outro ao mesmo tempo em que ele mantinha o gingado de seus quadris fodendo-me. Afastamo-nos para recuperar folego, ele sorriu maliciosamente para mim, eu fiz o mesmo.

Então ele me disse: — Quero que você se masturbe, vamos gozar juntos. Eu estou quase lá Dean.

Peguei meu pau que não amolecera em nenhum momento fazendo o que ele dissera, devia ter feito mais cedo, a sensação era maravilhosa, ter Sammy me fodendo e me masturbando ao mesmo tempo. Nós dois aceleramos os movimentos, Sammy me estocava forte e rápido, mais uma vez nossas bocas se encontram parecíamos um querer devorar o outro foi tão forte que senti um gosto de ferro no meu paladar, Sammy havia mordido meu lábio inferior fazendo o sangrar, nesse momento meu gozo veio arrebatador, Sammy sentido eu gozar mudou seu ritmo me dando fortes estocadas agora pausadas, ele tirava quase todo o pau para fora de mim e enfiava todo de uma vez de volta. Meu abdômen e peito ficaram todo lambuzado, nunca havia gozado em tão grande abundância antes. Por sua fez Sammy acelerou o ritmo de novo, enquanto me fodia assim, timidamente tentei alcançar o seu peito queria toca-lo, ele sorriu para mim e balançou a cabeça positivamente me incentivando a fazê-lo. Passei minha mão por seus largos peitos, seu suor. Então senti o seu corpo se retrair todo, o seu gozo estava vindo e veio, senti o seu pau pulsar forte dentro de mim enquanto suas estocadas voltaram a ser pausadas, o sentia gozando me enchendo com o seu sêmen, enquanto seu corpo era preenchido com aquela deliciosa sensação que eu conheço muito bem quando atingimos o ápice. Sammy caiu com o seu corpo sobre o meu, eu o abracei colando-o mais a mim. Ficamos quietos apenas descansando ouvindo nossas respirações se normalizando aos poucos e assim pegamos no sono.

Quando acordei no outro dia o sol já se fazia alto, Sammy já estava em pé e vestido, havia aberto a porta, minhas roupas estavam ao meu lado coloquei minha cueca deitado mesmo e depois me levantei para vestir o resto da roupa. Confesso que aquele silêncio dele estava me matando, o que será que estava passando na cabeça dele, será que ele estava arrependido de termos nos amado daquela maneira?

Tudo bem Sammy? — Eu pergunto um pouco receoso. Para minha surpresa ele vem até mim. Pega meu rosto com as duas mãos, me olha intenso e me beija. Meu corpo arrepiou-se todo, eu correspondi intensamente invadindo sua boca como ele invadia a minha.

Era tão bom, eu estava nos braços do meu Sammy, do meu homem.

Afastamo-nos ele acarinhou o meu rosto com as costas de sua mão e me disse: — Perdemos tanto tempo Dean. Todo esse tempo juntos e nos privando de algo tão intenso, tão maravilhoso. — Não poderia ele ter me dito palavras mais lindas.

Mas agora não vamos mais perder Sammy, nunca mais. Eu sou seu e, você é meu.

Nossos lábios se encontram para mais um beijo, nos abraçamos forte e calorosamente. Não importa o mundo, não importa os outros, o que importa somos eu e o Sammy, o que importa é o mundo que é só nosso.

Notas finais
Gostou da um oi, não gostou também pode dar um oi, não tem problema. Eu não sabia que era tão pervertido assim /rsrs
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!