Teenagers

2 Segunda (Part. 1)


Notas iniciais
Temos novos personagens. E também temos coisas horrorosas acontecendo hoje... muahahahaha... Tá, nem tanto. Ficou enorme então, dividi o POV da Taylor do da Nicolly.

Chegando ao inferno, digo, escola. (O Mikey acabou de chegar de viagem e já está na escola, eu o amo...

Corri paras os armários, como se houvesse alguma coisa de importante lá.

-Primeira aula é ciências, grande merda.

-E quem disse que eu vou pra aula?

-Ray, a última vez que você matou aula, a culpa caiu toda em cima de mim. – reclamou Frank

-Mentira, caiu na Taylor.

-Mentira, caiu na... é, caiu em mim mesmo.

Enquanto as crianças discutiam o sinal tocou, grande merda.

Estudamos na mesma sala, o que não dá muito certo.

Taylor e Frank brigam o tempo todo. Eu e Ray jogamos chiclete no cabelo de Gerard e Mikey fica quieto. Sim, o Mikey é o melhor de todos nós, sabe de todas as matérias e estuda. Ao contrário de nós.

Sentamos-nos lá no fundão. Mas tinha um futuro morto no lugar do Frank.

-Hey, você está no meu lugar cara!

-Some daqui, cheguei primeiro...

Quando aquele idiota se virou, eu e a Taylor quase tivemos um treco.

Já tínhamos visto o seu cabelo espetado, mas não tínhamos visto que ele usava maquiagem, nem que tinha olhos lindos, nem que tinha um rosto lindo... Calei.

-Oi! Sou Taylor!

Ah... Tinha que ser a Taylor...

-Oi! Sou Chester...

-é, oi. Esse é o Mikey, eu sou o Frank, esse é o Gerard, a Nicolly e aquele esquisito rabiscando a mesa ali é o Ray, agora sai da minha mesa.

-Ah, deixa ele aí Frank.

-AAAH, TÁ BOM! – gritou Frank, não sei. Mas acho que ele ficou nervoso.

Quando olhei pra Taylor, ela tinha arregalado os olhos. Provavelmente, também nunca tinha visto Frank daquele jeito.

-O que aconteceu aqui?

-Não sei... Nicolly, vai falar com o Frank.

Quando vi, ele já tinha saído da sala.

-Por que eu?

-Você que fez ficar desse jeito, vai lá logo. Eu dou cobertura pra vocês aqui.

-Ótimo amigo, Gerard, to indo.

Fui atrás de Frank, só não entraria no banheiro masculino atrás dele, claro.

Virei à escola de cabeça pra baixo atrás dele, mas nada.

-É ele está no banheiro...

Fui entrando no banheiro e adivinha o que eu encontrei?

-Oi Nicolly, lembra de mim?

-Como eu posso esquece o urubu rei? – Era o Oliver, o capitão dos jogadores de futebol. É o nosso implicante particular, se Frank estivesse lá, provavelmente já teria dado uns “tapinhas” no Frank.

-O que faz aqui? Procurando o amiguinho viado?

-Viado vive na sua casa, muleque, agora some que eu estou procurando o Frank.

Ele saiu rindo, não sei... Mas bom pressentimento eu não tinha.

-O que você tá olhando, melóide? Anda, some daqui!

Gritei pro garoto que lavava as mãos e ficava me encarando.

-Nick?

-É Nicolly ¬¬’ . Mas sou eu sim, o que deu em você lá Frank?

Vi que ele estava sentado no chão com a cabeça encostada na parede.

-Ah, eu queria meu lugar.

-VOCÊ DEU AQUELE ESCÂNDALO POR CAUSA DO SEU LUGAR? – me acalmei, TPM é foda... – Aí tem coisa Frank, eu te conheço...

-Ah... é por que... Eu vi como você olhava pra ele.

-EU? – espera...- Não muda de assunto!

-Mas é esse o assunto, você fica estranha olhando assim pras pessoas.

-Tá com ciúmes, seu capetinha!

-AAAH, EU NÃO – claro que ele está... – É, eu estou. – Sabia...

-Mas por que você ficou com ciúmes, você sabe que você é igual um irmão pra mim...

-Esse é o problema – fez cara de enterro – Achoqueamovocê.

-Como? Não ouvi Frank... Fala de vagar.

-Acho que amo você.

-Ah, eu também te amo... Liga-se.

-Eu to ligado na tomada, mas você não está entendendo.

-Espera, agora eu to entendendo... – Pensei um pouco, e depois que eu entendi, minha cara de besta redonda deve ter ficado evidente.

-O que tem a dizer sobre isso? – Ele me perguntou.

-Nada, e você? – disse com os olhos arregalados.

-Er.. Pensei que diria uma coisa melhor.

-Quer que eu diga o que?

-Que também me ama e daí a gente vai se beijar, provavelmente alguém vai chegar e vai perguntar que porra é essa... E a gente vai se ferrar.

-É... – Pensei – Eu também te amo.

Beijamos, mas antes que eu pudesse dizer a palavra “aranha” um melóide apareceu e gritou:

-Porra! O que está acontecendo aqui?

-Nada.

Puxei o Frank e fomos correndo pra sala de aula que a nomeiei-a : Sala de tortura.

Antes que eu colocasse os pés na sala, a professora de Ciências (que na qual eu não sei o nome) disse:

-Sentem-se, Mikey explicou tudo. – e sorriu, ou tentou, o sorriso dela é lindo como um gambá atropelado por um carro.

Olhei para Mikey, que olhava para Frank que olhava para... Esquece.

Fomos andando pro fundão, quando uma garota de cabelo longo e olhos azuis gritou:

-Aberrações, pensei que haviam morrido.

-PROFESSOR! Olha a Sabine implicando de novo. – Gritou Taylor lá de traz e fez cara de choro.

Com isso já estávamos nos sentando.

O professor a olhou e mandou Sabine calar a boca. E ela reclamou alguma coisa.

Essa professora não é puxa saco de ninguém, e lá no fundo, bem lá no fundo, pra ninguém saber, e nem espalhe, mas ela é a melhor professora.

Chester ainda sentava na cadeira de Frank, que sentou atrás de mim.

Chester ficou na minha frente. Olhou pra minha cara como se eu fosse a coisa mais linda da face da Terra (sexto sentido? É, eu também.) E não me pergunte o por que.

Olhei para trás e Frank o fuzilava. Gerard rabiscava a mesa junto com Ray, Mikey explicava o dever a um garoto que eu nem sei quem era. Olhei para o quadro, vi que Taylor olhava pra Gerard sem parar.

-Professora, posso me sentar com a Taylor? Ela vai me explicar...

-Pode. – É, a única professora que presta ainda...

Me sentei junto com ela e disse:

-Tá gostando do Gerard né?

-Pensei que queria que explicasse a matéria.

-Grande merda, essa professora é foda, ela me dá nota á toa, mas voltando ao que interessa... Você está gostando do Gerard Não?

-Ah, estou. Por quê? Mas falando nessas merda, pegou o Frank não?

-Peguei... – chaaaato...

De repente o sinal bate e era Educação Física.

- UHUUUUUUUUL

-Depois discutimos isso...

-Claro – concordei... Afinal, temos que nos preocupar em ganhar do time dos valentões, já que eu e a Taylor jogamos no time de meninos. E jogamos basquete. Enquanto jogamos, as meninas faziam as merdinhas de Líderes de Torcida. Eu vou “torcer” os pescoçinhos delas, isso sim.

Colocamos as roupa, que se resumia numa camiseta grande azul claro, com um shortinho escroto azul escuro.

Escolhemos os times e começamos a jogar.

Depois da aula de Educação Física, no intervalo.

Gerard, Mikey e Frank ficaram no time azul. Eu, Taylor e mais outros malucos ficamos com o time verde.

-Dá próxima vez a gente ganha – reclamava Mikey sem parar.

-Aham, senta lá Mikey.

-Eu nem quero sentar, tá.

Notas finais
Continua no proximo cap. com o POV da Taylor.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.