Teenage Dreams

17 ACAMPAMENTO- O Final part. 1


Notas iniciais
Oi meus amores!!!! Desculpem-me por não ter postado antes, é que eu estou ocupada com os preparativos com o acampamento que eu vou na semana que vem... E sim! O último dia do acampamento da fic vai ser dividido em dois capítulos. É porque eu quero fazer um último dia muito legal, aí depois que eu voltar do meu acampamento, vou voltar em espírito de acampamento e daí já escrevo umas coisas MUITO legais. AVISO IMPORTANTE>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>> A partir desse capítulo a fic vai ser dividida em duas partes: o presente e o passado. Tipo Once Upon A Time. É para vocês entenderem o que aconteceu com o nosso The Big 8 no passado. Tenho certeza de que vocês vão amar, porque eu fiquei meses bolando essa ideia! Então é isso! Boa leitura!

Dias atuais...

Pov’s Elsa

Legal, meu amigo tá aqui desacordado, já são 02:30. Já sei! Talvez a Punzie possa me ajudar! Vou ligar para ela.

Ligação onn----

P- Alô? Elsa?

E- Punzie, tá muito ocupada?

P- Não, o que você quer?

E-Pode descer aqui no lago, rapidinho?

P- Claro! To indo!

Ligação off----

Ok, lá vem ela!

—Woah! O que é isso?! –Punzie fala, se referindo ao Jack.

—Ele ficou muito bêbado... –Assim que falei isso, ela fez cara de quem entendeu tudo. –Aí eu meio que o desacordei com meus poderes, pois ele estava muito pervertido!

—Ok! Eu imaginava que iria ter que fazer isso hoje novamente. –Ela disse e suspirou cansada.

—Novamente? –Perguntei. Afinal, eu boiei.

—Sim. Meu poder cura e ilumina. Como cura, eu posso fazer as pessoas que estavam bêbadas, voltarem ao seu normal. E não é a primeira vez que faço isso com o Jack. –Ela responde.

—Mas antes ninguém sabia dos seus poderes! Como?

—Apenas você, Anna e Flynn sabiam. Aí o Flynn fazia o Jack “dormir” e eu fazia o resto. –Ela explicou e eu soltei um “Ahhh..” –Bom, vamos lá! –Após ela falar isso, seu cabelo começou a brilhar e ela balançou as mãos e de lá surgiu uma esfera de luz que foi em direção à cabeça de Jack e se dissipou ali mesmo. –Pronto. Daqui a pouco ele acorda. –Ela ia se virando pra ir embora.

—Punzie! –Eu falei e ela virou para mim. –Obrigada! –Sorri.

—Não precisa agradecer! É o que amigos fazem! –Ela disse, retribuiu o sorriso e foi de volta onde ela estava.

Depois de uns 15 minutos, o Jack acordou.

—Nossa... –Ele fala enquanto abre os olhos. –Onde eu... –Ele tateia o chão. -...Grama?

—Boa madrugada bebum! –Eu falo ironicamente é aí que ele nota minha presença.

—Elsa? O que... –Ele ia fazer a típica pergunta, mas eu o interrompi.

—Você bebeu muito aí eu te trouxe pra cá, fiz você desmaiar e a Punzie me ajudou e você está aqui acordado! –Resumi tudo.

—Nossa. –Ele piscou os olhos várias vezes, como se estivesse processando tudo, logo ele estava com a cara apavorada, será que essa cara foi por causa do resumo ou pelo o que aconteceu?! -Eu fiz alguma coisa para você? –Ele perguntou preocupado.

—Não! –Respondi ligeiramente e vi que ele ficou aliviado. –Mas quase fez para uma garota... Porque bebeu mais do que você aguenta?

—Eu não sei! –Ele declarou confuso. –É como se algo me comandasse, como se eu fosse uma marionete!

—Sempre foi assim?

—Não, infelizmente... – ele abaixou a cabeça.

—Mas agora está tudo bem, não?! –Falei tentando animá-lo.

—Não... –Ele falou e eu me preocupei. -...To fedendo a bebida! –Ele completou e riu.

—É que como você é uma pessoa super normal, além de beber muito, consegue virar a metade na camisa! –Falei e apontei para a sua camisa.

—Tanto faz! –Ele disse e logo tirou a camisa. Vocês vão ficar surpresos se eu falar que virei a cara para o lado? Então... –Até parece que nunca me viu sem camisa! –Jack percebeu que eu virei o rosto e fez um desses seus comentários que me deixam sem argumento!

—É que... É que... –tento argumentar e ele só sorri de lado. –Você sabe que eu não gosto de ver vocês meninos exibindo esses tanquinhos de merda e... –Eu ia continuar, mas ele me abraçou. –Merda Frost! Tá me provocando é?! –Falei dando socos nele e ele me soltou, gargalhando de mim, vê se pode!

—Tanquinho de merda? São dias na academia, floquinho! –Ele disse, fingindo estar indignado.

—Floquinho? –Perguntei, ignorando todo o resto do seu comentário.

—É que sei lá, você é quase albina, tem poderes de neve... Floquinho sim! –Ele rebate.

—Ok, melhor irmos para o quarto. Esses saltos estão me matando! –Reclamo.

—Fica descalça ué!

—Ô anta albina, será que já passou pela sua cabeça que essa grama tem espinhos?! –Falei, fingindo estar brava.

—Okay! Vamos! –Nos levantamos da grama e fomos em direção ao quarto. Chegando lá, todos estavam nos esperando, as garotas estavam sentadas na escada e os garotos cada um na sua cama. Oh não...

Pov’s Hiccup

—Olha quem chegou! –Falou Punzie, alarmando.

—Epa, estava bom ficar lá na graminha hein, Jelsa?! –Falou Flynn, afinal o Jack estava sem camisa e tinha um tomate do seu lado... ah não, só era a Elsa morrendo de vergonha!

—Vão à merda! –Jack disse rindo e jogou sua camisa na cara do Flynn, que soltou um: “Eca!”. –Elsa só me ajudou e eu tirei a camisa porque ela tá molhada com as bebidas que eu virei.

—Tá melhor, cara? –Eu falei.

—Sim, como ele não vai estar? Minha irmã estava lá cuidando dele! –Dessa vez, Anna provocou a irmã, e a mesma mostrou o dedo do meio para ela que riu.

—Vamos subir logo! –Elsa disse e as garotas subiram e fecharam a porta do quarto.

—Sem querer ser chato, mas já sendo... Eu shippo Jelsa! –Kristoff se pronunciou.

—Ela é minha amiga, parem! –Jack falou e se sentou em sua cama.

—Porco, vai tomar banho! –Eu falei. Afinal ele disse que a camisa estava molhada de bebida. O que eu recebo? Isso, um dedo do meio.

—O Jack é porco, mas eu não. Vou para o banho. –Kristoff se levantou e foi para o banheiro.

—E já que eu não fiquei na “gandaia” de bebida e garotas que nem vocês, eu vou dormir! Hiccup e Jack, falem baixo, por favor! –Flynn falou e logo se virou para o lado, e juro que em 5 minutos ele já estava roncando!

—Cara, Elsa é minha amiga desde a infância, quase uma irmã. Só não magoa ela. –Eu iniciei.

—Ela também é minha amiga. Nem sei do que você tá falando... –Jack se fez.

—Você entendeu e você sabe que eu sei que você tá afim dela! –Eu falei.

—Cara que confuso que ficou isso! –Jack falou e nós rimos.

—Muito, mas você entendeu! –Falei e Jack apenas assentiu com a cabeça.

—Vamos parar de falar de mim, e vamos falar de você! –Jack disse e eu, com certeza fiz aquela minha cara de confuso. –Astrid ou Merida? –Bom, ele foi bem direto, né?!

—Ao contrário de você, que fica negando isso ou aquilo, eu vou mandar a real. –Eu disse e ele fez sinal para eu continuar. –Parece que eu estou gostando das duas. É que a Astrid é como se fosse aquela crush da infância, e a Merida convive mais comigo do que a Astrid... –Confessei.

—Crush. Cara isso foi muito gay! –Jack falou e nós rimos.

—Eu sei, mas dane-se!

—Sabe, minha irmã é fã do Jhonny Depp... –Ele disse e revirou os olhos. -Mas o cara é realmente um mito. Mas enfim, minha irmã me mostrou uma frase dele que tem muito sentido.

—Qual? –Perguntei.

—É assim: “Se você ama duas pessoas, escolha a segunda, porque se o amor da primeira fosse verdadeiro, você não se apaixonaria pela segunda.” –Ele revelou.

—Até que faz sentido, mas não resolve o meu problema! –Admiti. –Chega disso. Vamos dormir! –Pedi e Jack concordou.

Reino de Arendelle

Há muito tempo atrás...

Mais um dia lindo e ensolarado começava no poderoso Reino de Arendelle, as flores e as gramas verdinhas, sinais de que a primavera chegou à pouco tempo. E no castelo a poderosa e bondosa Rainha, A Rainha da Neve...

—Tem que ser tudo perfeito! -A Princesa Anna dizia, animada, gesticulando com as mãos e andando para lá e para cá. -Ao ar livre, com flores, muitas flores! -Ela abria seus braços e os levantava. -Ah e tem também a comida! -Ela parou por um instante. -CHOCOLATE! Não pode faltar o chocolate! -Completou sorrindo. –Elsa, tá me ouvindo?! –Se dirigiu à irmã, parando na frente da mesa da Rainha e colocando as mãos na cintura.

—Anna, eu escuto com os ouvidos, não com os olhos... –A mais velha para de ler e assinar alguns papéis, e olha para a irmã.

—Eu sei! –A mais nova suspira e senta na cadeira em frente à mesa. –Mas está tão perto! –Ela coloca os cotovelos na mesa, apoia sua cabeça em suas mãos e suspira sonhadora olhando para o teto. A mais velha a olha com a sobrancelha arqueada.

—Anna, o Kristoff te pediu em casamento semana passada! Vocês recém ficaram noivos! O casamento só vai sair no fim do verão, e recém chegamos na primavera! –Elsa disse como se fosse a coisa mais óbvia do mundo.

—Mas para mim parece que vai ser tudo amanhã! –Anna retruca. –E além do mais... –A mais nova é interrompida pela irmã que se levanta bruscamente e corre para a sacada de sua sala de “trabalho”. Logo Anna acompanha a mais velha. –O que... Ah não! –Anna vê algo grande e redondo caindo do céu, em direção ao castelo.

Logo a Rainha, tenta segurar aquela coisa não identificada com seus poderes e tem um pouco de sucesso. Mas aquilo não para e A Rainha usa seus poderes com toda a sua força. A única coisa que a Rainha consegue evitar é de que essa coisa redonda atinja as muralhas de seu castelo.

Anna percebe que a irmã está fraca, mas não faz nada, pois está assustada demais para pensar em algo.

Elsa não aguenta e deixa aquilo cair no chão.

Um grande estrondo.

E uma Rainha com as mãos congeladas.

—Elsa! Suas mãos! –Anna fala e segura a irmã que está fraca. –Vem você precisa sentar. -Anna dirige a irmã para uma poltrona que se encontrava dentro da sala.

—Eu... –Elsa tentou falar, mas estava fraca demais para isso.

—Tudo bem, eu estou aqui com você! –Anna sorri amigavelmente para a irmã mais velha.

—Alteza! Rainha Elsa! –Um guarda grita e bate desesperado na porta.

—Já vai! –Anna responde e rola os olhos porque parece que os soldados são burros, quer dizer, quem não viu aquela coisa caindo?! Mas logo ela atende a porta.

—Algo não identificado caiu entre as muralhas e o seu castelo alteza e... –O soldado falava rapidamente, mas Anna o interrompe.

—Nós sabemos, a Rainha usou seus poderes para que aquilo não atingisse as nossas muralhas e agora ela está fraca e não pode falar. Só peço, em nome da Rainha, que isolem a área e tome todo tipo de cuidado! –Anna terminou o discurso e o soldado assentiu, saindo dali e ela fechou a porta. –Como me saí?! –Anna volta desfilando para o lugar em que a irmã estava.

—Já está pronta para dar ordens, Princesa. –Elsa ri e faz reverência, apenas com a cabeça.

—Está melhor? –Anna diz preocupada, sentando-se na poltrona ao lado da irmã.

—Sim... –Elsa sorri meigamente. –Isso acontece quando eu passo dos meus limites. –Elsa explica e Anna assente. –Mas o que me preocupa, é que eu não consegui congelar aquilo, como se sugasse a minha magia. Acho que temos uma emergência. –Elsa finaliza e com sua energia recuperada, se concentra e retira todo o gelo de suas mãos.

—O que você vai fazer agora? –Anna pergunta.

—Guardas! –Elsa fala em um tom mais alto, (nunca gritando, porque não são modos de uma Rainha) e logo um guarda aprece na porta. –Convoque nossos aliados para que venham almoçar conosco hoje, por favor! –O guarda assente e sai dali.

—Aliados? –Anna pergunta, franzindo a testa.

—Sim. Nossos vizinhos, Anna! –Elsa fala e sorri para a irmã e a mesma retribui.

Os aliados e vizinhos de Arendelle são:

—O Líder de Berk

—Rainha do Clã Dunbroch

—Recém nomeados: Rei e Rainha do Reino de Corona

Continua...

Notas finais
Eai, gostaram?! Não se preocupem, no passado, depois que eu explicar algumas coisas, vão ter os "pov's". Beijos, até o próximo capítulo. OBS: Comentem! Eu não mordo! Aliás, respondo todo mundo! :*