Notas iniciais
ESPERO QUE GOSTEM !!

P.O.V Clove
Acordei e vi que não estava no chão do meu quarto mas sim numa cama quente e muito cheirosa, mas quando olhei em volta não estava em um local desconhecido e nem estava com a roupa que eu estava antes de ficar desacordada.
Então me levanto e vejo que tem uma pessoa deitada na janela, com isso vou de fininho até a porta mas quando tentei abri-la alguém me jogou contra a parede, era Cato.
-Você tá louco ? Quase me matou de susto -falei colocando a mão em meu coração.
-Não estou em sana consciência -ele disse.
-Idiota -falei.
-Aí magoou -ele disse fingindo estar chateado.
Depois disso nós descemos e ficamos o tempo todo com nosso amigos, foi legal voltar a ter confiança neles. Mas provavelmente nossa paz não duraria muito tempo.

Uma semana depois...
Tivemos que ligar para a polícia dizendo que nossa mãe tinha se suicidado e confirmaram que foi "suicídio". Meu pai não se conformou com isso e fez nossa casa como uma cena de crime sendo investigada, nos primeiros dias nós nem podíamos entrar no nosso quarto.
Quando a semana passou foi a vez de ter o enterro da minha mãe, eu me sentia meio culpada mas no fundo eu sabia que minha mãe não gostaria de permanecer um monstro que matou várias pessoas.
Nós estávamos todos de preto, meus avós e alguns tios vieram, eu nunca tinha visto meu pai chorar tanto quanto quando foi o enterro. Ele só faltava se jogar em cima do caixão mas eu sabia que meu pai não era desse tipo.
Eu tinha visto nossos amigos na floresta que dava para o cemitério para nos dar forças, assim que acabou todos foram embora para minha casa para dar apoio para o meu pai mas eu fique lá olhando a lápide da minha mãe.
-Eu espero que você se orgulhe de mim e que um dia nós vamos nos encontrar -falei e senti uma mão sobre meu ombro.
-Não se preocupe ela está bem e feliz por você -disse Cato e eu o abracei.
Fiquei ali em seus braços por um tempo até que ele decidiu me levar para casa, o caminho fomos conversando e rindo de coisas idiotas que o outro fazia.
Assim que cheguei meu pai me encheu de perguntas sobre o Cato, e eu acabei me irritando com ele. Mas ele não iria parar até achar o assassino da minha mãe que nesse caso era eu.