Teen Crazy
7 Tô bem.... Sqn.
Notas iniciais
Pvc- Sam
Meu Deus como aquela menina é vulgar. Nunca mais saio com alguém que gosta mais dela mesma. Ê amor próprio é bom, mais aquilo já é sacanagem. Eu tô bonita? Ai, meu Deus, já volto vou passar batom. Porra meu.
Sai de ré capiroto.
Eu sentia falta mesmo era da Amanda. Loira, linda, bonita, inteligente, gostava de ler, e se importava mais com o cachorro do que com quê iria vestir. Ela já consegui se arrumar uma vez em 8 minutos, e ela saiu bonita, cheirosa, e perfeita.
Não gosto de me lembrar dela. Deve ser por isso que não namoro ninguém. Desde dela. Eu queria que as outras meninas fossem iguais a ela. E tinham que ser mesmo. Tinham. Eu quero à Amanda, e só ela.
Queria ela em meus braços, igual ela fazia. Queria o beijo com gosto de canela. E o cheiro natural dela.
– Ei, — o meu pai me balançava – tu ta bem seu doido?
– to sim, pow , boa noite ai mãe. – eu andei em direção a ela e dei um beijo nela. – Falou pai.
– Tranca aporta lá da frente. – meu pai disse – não me olha assim, eu esqueci de novo. E estou com preguiça de levantar.
– Ta. Benção! – felei pra ele.
– Jesus te abençoe – os dois falaram em um coro.
E tranquei a porta. E fui pro meu quarto.
– Ei – minha porta se abriu.
– O que você quer? – eu perguntei. Era minha irmã.
– Me dá ai o not – ela pediu.
– Tenho que fazer trabalho – eu menti.
– Mentira. Você ficou ontem à noite. Passa pra cá.
Eu apontei em direção à mesa.
– Apaga a luz e fecha a porta.
– Ta. – ela disse. Entrou pegou o nome e quando estava saindo parou – Você ta bem?
– Estou.
– Qualquer coisa to aqui, viu?
Eu peguei a travesseiro e joguei nela, e ela saiu.
Merda. Eu não tô bem. Eu queria não ter deixado ela ir. Mas afinal. Não adiantar nada. Os pai dela iam obrigar ela a ir. Merda. Merda.
Se eu queria ela aqui devia ter pedido mais um pouco. Ela fugiria, e viria para os meus braços.
Mas agora mal a lembrança dela eu tenho.
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