Te voy a ganar

5 Capítulo 5 -Eres todo un desafio


Pilar chegou, ficou somente de roupas intimas e entrou no rio, ainda fazia dias quentes, ficou ali por um tempo, o que ela não sabia é que quando pediu um cavalo, Atílio estava perto e ouviu e a seguiu até o rio, e ficou ali parado olhando Pilar se banhar.

Pilar ficou ali por um bom tempo, quando ouviu alguém chamar por Atílio, era um dos peões da fazenda, um índio que Atílio salvou a vida uma vez, e ele jurou proteger e guardar Atílio até que a divida fosse pagar.

Dakoda, era alto, um índio americano perfeito, lindo, olhos negos cabelos liso um pouco abaixo dos ombros chamava a atenção por onde passava, ele ficou chamando, sabia que seu patrão tinha indo para perto do rio, pois uma de suas habilidades era encontrar rastros e seguir.

Pilar viu que alguém estava ali mergulhou em uma ponta do rio para sair na outra, vestiu a roupa rápido, montou no cavalo e voltou para a casa.

Atilio: Mas que merda Índio, o que quer comigo agora.

Dakoda: Vim te procurar, não sabia onde estava, achamos o ninho principal das serpentes, que mesmo fazer isso.

Atilio: Sim, quero. – ambos voltaram para perto da casa da fazenda.

Monserrat e Pilar estavam na varanda casa ao por do sol, conversando, quando Atilio e Dakoda chegaram.

Monse: Olá Dakoda, como está? Atílio sua encomenda chegou, ligaram do armazém, posso ir buscar se você quiser, assim dou uma volta na cidade.

Dakoda: Senhoras, boa noite. Menina da cidade, não ande pela fazenda depois da hora tarde do sol. Estamos buscando as serpentes.

Pilar: Mas eu... – ficou intrigada ele a tinha visto no rio. — Ok pode deixar, e quando sair poderia me acompanhar, ah claro se seu chefe deixar. – olhou de revestres para Atílio, que tinha fogo nos olhos.

Atílio: Ele tem coisas para fazer, não esta aqui para seguir menina da cidade. E não mãe, eu mesmo vou, o pacote é muito importante. Boa noite. – ele saiu e fez um sinal para Dakoda o esperar na entrada de tras da casa.

Monserrat: É, acho bom minha querida não ficar perto dele, ele ta uma fera. – sorriu, mas sabia que ele ficou com ciúmes de Pilar com Dakoda.

Pilar: Dakoda é lindo, uau. – as duas se olharam e riram, depois de um tempo entraram estava esfriando.

Pilar e Monserrat ficaram ali conversando sobre o casamento fracassado dela, falou que tinha medo, que estava ali para ganhar tempo com ele. Atílio ficou parado por um tempo na porta as ouvindo e depois subiu.

Atílio se banhou e depois vestiu um casaco e saiu pela porta dos fundos, suspirou por ter que sair para a cidade. Ele amava a vida no campo. Entrou no carro com o índio e depois de um par de horas, chegaram ao destino. O Dakoda entrou, ficou 2 min saiu e fez sinal para ele que entrou...

Na manhã seguinte, Pilar caminhava pela fazenda, estava tudo tranquilo, ontem toda uma agitação, mas hoje, estava calma, ela vou para o estabulo, ficou olhando alguns dos cavalos que tinha ali.

Pilar era da cidade agora, mais um dia foi do campo, e adorava a terra de paixão, apesar de estar em casa de um inimigo, não podia conter sua excitação foi para fora até a cerca, em torno dos estábulos e viu os poucos cavalos restantes.

Alguns homens que trabalham com gado estavam ali ainda, arrumando os outros pastos para a chegada do gado, e então notou um grande garanhão negro. Ele não tinha uma mancha branca no corpo e olhou sob a luz da manhã majestosamente cedo. Ele sacudiu a crina e passeado como um puro-sangue, chegando perto da cerda e batia o casco no chão chamando a atenção de Pilar, e estendeu a mão para tocar o cavalo lindo.

Atílio: Ainda Montas? – a voz dele veio com a pergunta e a surpreendeu. Ela se virou e viu Atílio Montenegro, estava encostado um dos grandes carvalhos no quintal e fumando um cigarro. Pilar moveu-se ligeiramente, porque Atílio parecia mais forte do que nunca..

Pilar: Já montei bem, mas hoje não faço bem. — confessou.

Atílio: El negro é seu nome. É um puro-sangue e um grande garanhão, tenho planos para o futuro dele. – falou apontado para sua cabeça. — Mas matou um homem e pensei em sacrificar, pois é o animal mais perigoso que temos.

Pilar: Não me atrevo a montar qualquer cavalo sem pedir permissão antes. – ela o respondeu calmamente. — Você pode estar acostumado com as mulheres mais impetuosas. Eu sou cautelosa e não corro risco sem pensar.

Atilio: Então, por que está aqui? –fechou os olhos e tragou seu cigarro.

Pilar: Sua mãe me convidou já te falei.

Atílio: Por quê?

Pilar: Por que você acha? — ela perguntou, por sua vez.

Atílio sorriu, mas não foi um gesto amigável. Ele jogou o cigarro e se aproximou dela.

O lugar estava deserto e grandes árvores de carvalhos e nogueiras escondiam a casa. Pilar, desde o seu casamento abusivo com Eduardo, tinha pesadelos por causa da intimidade física, então ela começou a se afastar até que se deparou com outro carvalho casca frio.

Atílio: Você está nervosa? -a desafiou chegando mais perto. — De que você tem medo? Eu ouvi o que a minha mãe lhe disse ontem a noite e eu sei por que você veio Pilar. Por que você está correndo?

Pilar: Eu não entendo o que você ouviu, uma parte da conversa e esta se achando por isso. — ele sentiu a endurecer e olhou assustada quando viu que ele se aproximou dela ainda mais.

Atílio persistia em se aproximar dela e pôs as mãos em cada lado da cabeça dela para mantê-lo de se mover e Pilar sentia o cheiro do vento, pinho e o cheiro que emanava dele.

Pilar: O que você está fazendo?

Atílio: Somos um do outro o prêmio de consolação. — respondeu sorrindo ironicamente.

Pilar estava nervosa queria sair dali, sabia o que poderia acontecer entre eles.

Atílio: Mãe acha que é o culpado por eu ser tão solitário. E me traz as mulheres, as dezenas, mas eu estou ficando cansado que eu sirvo mulheres em bandejas de prata. Quando eu me casar, se eu fizer, eu mesmo vou escolher minha esposa. E eu amo o fresco, quente e cheiroso de uma mulher, uma mulher do campo e não uma borboleta social.

Pilar abriu a boca para retaliar, mas ele silenciou colocando um dedo sobre sua boca. Parecia ser um homem frio e indiferente, mas brincou com os lábios femininos com experiência, um fato que surpreendeu

Pilar, então seus olhos se arregalaram.Depois de tantos anos foi tão incrível para estar com ele, vê-lo como um homem e não como um inimigo; sentir o impacto da sua masculinidade de forma diferente. Na verdade, ele tinha experiência. Olhei em seus olhos e perguntou como ele poderia pensar era frio, porque o simples toque de um dedo contra a boca quente enlouquecido.

Atílio: Você gosta disso, não é, Pilar?- ele murmurou com uma pitada de desdém. — Você não sabe o quão sensível pode ser um beijo na sua boca, certo? Pode ser encorajador a ponto de fazer você querer entrar em contato com uma boca masculina. — ele delineou o lábio superior com a ponta do polegar e a sentiu tremer. — Isso pequena. –ele aumente a pressão e viu seu lábios se abrirem inadvertidamente.

Pilar: Não por favor. — ela chorou baixinho, mas logo percebeu que Atílio não estava prestando atenção. Ele era muito forte e que sua força era ameaçadora, embora o calor emitido não era desagradável.

O corpo de Pilar tornou-se tenso e Atílio sorriu, porque sabia que ele era para ela, sabia que sua pequena ainda tinha amor e desejo por ele.

Anos atrás, ela havia sonhado com ele a tocando e beijando. Ela queria e soube que ele sabia. Mas ele também tinha entendido, como ele, seu relacionamento foi proibido por causa de sua idade. Mas não hoje, pois já eram adultos.

Atílio: Você já se perguntou o que aconteceria se eu colocasse minha boca, assim bem perto da sua?

As lágrimas que a impediam de fugir dele e o salgado delas lhe causou intensas coceira nos olhos. Elas não eram lágrimas de tristeza ou qualquer coisa assim. Era fascinante para se sentir assim com ele, desejosos a ele fisicamente, apesar do que Eduardo tinha feito. Sentia-se excitada e cravou as unhas nas fortes músculos dos braços e puxou-o.

Atílio murmurou algo inaudível e cedeu à tentação. O toque aveludado dos dedos de Pilar, fez com que a respiração de Atílio ficasse pesada e descompassada. O toque dela parecia era de extrema deliciosa e íntimo e despertou seu intenso desejo de sentir isso novamente o Amor novamente. Ele se aproximou mais e mais ficando com os lábios quase roçando.....

Pilar ficou sem palavras. Ela entendia que ele não gostava dela, no entanto, por alguma estranha razão, ela não podia negar o que ele sabia que deveria negar. Em vez de negar o óbvio, ela tocou com sua língua dedo Atílio, e tocou sua pele o fez se sentir um ligeiro tremor. Atílio sorriu devagar e ela corou. Ele não podia acreditar o que ela tinha feito com a língua.

Atílio: Eu acho que isso responde a minha pergunta. — Atílio murmurou segurando-a pelo pescoço e inclinando-se para colocar os lábios logo acima dela

Pilar: Atílioooo ... – e ele a beijou como se estivesse saboreando um elixir proibido.

No entanto, Pilar pensou que era ela quem tentou o desconhecido naquela tarde. Arrepios varreu seu corpo fazendo com que ele queima, ao mesmo tempo, uma sensação de frio e calor, e jogá-lo em um estado de euforia.

Pilar cravou os dedos nos ombros de Atílio como se sua vida dependesse disso. Ele interpretou a pressão de seus dedos como um convite e aprofundou seu beijo.

Quando Pilar e Atílio sentiram que suas línguas deslizando para baixo o lábio inferior, ela se rendeu, mas ainda não se afastaou. E Atílio a beijou.