Te voy a ganar

24 Capítulo 24 - Enfim Casados.


Atílio: Sábado à noite saberá. Agora vem quer te mostrar algo. – ele a colocou no chão e foram para o escritório dele, além de beijos e caricias, eles discutiram algo mais sério, a audiência de guarda de Sofia, e teriam que relatar o agravante da vinda de Eduardo ali.

Pilar concordou e ligaram para o advogado informando o ocorrido, mas não contaram do acidente, Atílio não achou "importante", pois sabia que Eduardo não iria falar o que realmente aconteceu.

Dois dias depois....

Depois de um dia corrido para os preparativos do casamento, Pilar estava sentada na varanda de seu quarto, era final da tarde, quando ela o viu entrar na cabana sozinho, sabia que ele não gostava de entrar ali, mas lá estava ele. Ela se levantou e desceu as escadas em direção a porta e foi até ele.

Pilar entrou já que a porta estava entreaberta, ficou parada olhando para ele que estava de costas, ele olhava tudo em volta e ao mesmo tempo era como se nada ali tivesse valor, como se o que um dia era "amor" não tivesse mais valor, nada. Ele respirou fundo e sentiu o perfume dela, sorriu e falou.

Atílio: Um dia Pilar, alguém entrou aqui comigo e pensei que eu era o homem mais feliz do mundo, um dia essa pessoa que entrou aqui comigo me fez acreditar que o sexo era mais importante que o amor, que o carinho, que o companheirismo, que a amizade entre homem e mulher. E hoje eu vejo que o que eu tenho com você é maior que tudo isso, é maior que nós, não sou de acreditar muito em destino ou seja lá o que isso for, mas de uma coisa eu tenho certeza, fomos feitos um para o outro. – ele se virou e a olhou nos olhos, era verdade o que ele falava, os destinos deles estavam marcados não só agora mas sim pela eternidade. – Eu te amo Pilar Carbajal, como nunca amei ninguém, e quero que seja para sempre.

Pilar: Eu te amo Atílio Montenegro e quero ser sua para sempre. – eles saíram da cabana de mãos dadas e foram caminhar, ficaram um tempo conversando, quando viram Guilhermine e Scott entrando na cabana.

Atílio: Lá vai os dois de novo, vem vamos para casa, quero um café forte e depois um banho quente.

Pilar: Vem vou fazer um café para você, e será que posso te acompanhar no banho quente, em uma banheira grande e linda que vi no seu banheiro.

Atílio: Ficamos só com o café por hoje pequena, quero você assim fogosa e cheia de desejo amanhã, hoje só o café. – ele a beijou forte e apertando seus corpos.

Pilar: Amanhã quero o que me negou essas quase três semanas. Homem de Deus você é viciante. – ele deu uma deliciosa gargalhada e a pegou no colo a enchendo de beijos.

Enquanto isso na cabana....

Guilhermine entra na cabana correndo e seu marido atrás dela

Guilhermine entra na cabana correndo e seu marido atrás dela...

Scott: Oh baby, i need you now. Eu te quero Gui, vem aqui e me faz feliz. – ela pula no colo dele e morde o pescoço, deixando ali marcado para que todos saibam que ele pertence a ela.

Scott a leva para o quarto, deitando ela carinhosamente, beijando cada centímetro do corpo dela, beijou sua intimidade, ali ficou mordiscando e lambendo o ponto de prazer dela, Guilhe gemia arqueando as costas com o toque perfeito do marido, sentia que seu munda parava quando eles se amavam.

Guilhe foi virada de barriga para baixo e Scott deu um tapa na bunda gostosa dela, Ela gritou e sorriu, depois ela empinou o traseiro mostrando que ele poderia penetra-la, Scott o fez com luxuria, forte, impetuoso, másculo, eles eram um do outro. Ele estocava forte a fazendo dar guinadas para frente, seu corpo pertencia a ele, ela era totalmente dominada pelo amor e pelo sexo. Scott a fez levantar ainda conectados, ficaram de joelhos na cama, as penetrações ficaram mais intensas, Guilhe ficou de quarto, ele segurava o quadril dela, indo mais fundo das reentradas, até o que gozo veio como se a lava de um vulcão explodisse no cume. Guilhe e Scott caíram na cama exaustos, mas sorridente e felizes, a vida era perfeita para os dois.

Era início da noite daquela sexta feira, Pilar estava na sala apreensiva esperando Atílio voltar, ele entrou e viu que Pilar estava sentada na sala principal no escuro.

Atílio: Pequena, o que faz no escuro? – ele foi ligar a luminária que tinha perto dela ela não deixou.

Pilar: Não deixe assim, gosto de pensar no escuro. Vem senta aqui comigo um pouco.

Atílio: Estou cheirando cavalos meu amor, estava nas baias, vou tomar um banho e já desço para conversarmos. Ou melhor. – ele a pegou no colo e correu para a escada subindo até o quarto dela.

Pilar: Atílio seu doido, ogro, vai me machucar. Vai tomar banho aqui: — perguntou com o olhar desejoso.

Atílio: Segundo uma tradição indígena, a noiva tem que tirar as impurezas do corpo do noivo antes do casamento, pois a cerimonia é sagrada.

Pilar: Terei que dar banho em você. – eles entraram e ele fechou a porta com o pé, colocou ela no chão a trancou a porta.

Atílio: Sim, hoje, amanhã e todas as vezes que você quiser ou que eu precisar. – ele estava desabotoando a camisa, tirou, depois abriu a calça, tirou as botas junto com as meias, e baixou calça e cueca de uma só vez.

Pilar caminhava para trás, enquanto ele vinha na direção dela, ela inda estava de vestido, mas com um casaco por cima, naquela noite estava fazendo frio.

Atílio: Não corra de mim Pilar, eu vou te pegar e te colocar de roupa e tudo no banho.

Pilar: Vai é, e se eu...- ela correu e foi para o banheiro e trancou a porta. – Conte até 10, e abra.

Atílio esperou e ouviu o chuveiro sendo ligado, ele sorriu e entrou, ele ficou parado contemplando a imagem que ele via, Pilar estava nua sorrindo para ele, dentro do box.

Atílio: Está flertando comigo Pequena. – ela assentiu afirmando. – O que quer fazer, ou quer que eu faça.

Pilar: Quero que tire a roupa e entre aqui, vou te banhar.

E ele o fez, tirou a roupa e entrou, ficaram namorando no chuveiro por algum tempo, Atílio estava excitado, seu membro doía por ela, mas ela não cedeu, ele tinha que aguentar até a noite de núpcias, assim como ele fez com ela, ela estava fazendo com ele.

Pilar o ajudou, mas não ouve penetração, somente caricias naquela noite, depois do banho ele foi para seu quarto, rolou na cama, igual a Pilar, só dormiram quando o corpo já não mais aguentou, a exaustão do dia tinham vencidos eles.

Na manhã de sábado...

Monserrat, Sofia e Amparo, madrugaram para deixar tudo pronto para os noivos, Amparo estava no quarto ajudando Pilar se arrumar, ela estava linda com um vestido cor perola, cabelos presos com pequenas flores, maquiagem leve.

Atílio estava com um terno preto, gravata branca modelo pastron com um cavalo prata prendendo-a, ambos estavam lindos, Sofia vestia um vestido rosa envelhecido.

Os amigos mais próximos de Atílio e Pilar estavam presentes, a cerimônia foi simples, foi na capela da fazenda, mas somente um juiz de pais fez a cerimônia, pois Pilar já tinha se casado antes, e o pedido de anulação na igreja não foi aceito, pois do casamento veio Sofia. Coisas de Igreja segundo Atílio, mas nem por isso ele deixou que algo assim os abalassem.

Guilhermine, Scott e os gêmeos estavam presentes, assim como Dakoda e Dr. Pantoja e alguns funcionários de confiança de Atílio.

Na capela da fazenda tudo foi perfeito, Pilar estava linda radiante ao entrar junto com Amparo e Sofia, Atílio ficou mais apaixonado por ela, seu sorriso foi notado por todos.

O juiz de pais, anunciou a celebre frase, " Pelo poder civil a mim investido, hoje aqui perante familiares e amigos Pilar Carbajar e Atílio Montenegro, eu vós declaro Marido e Mulher. Pode beijar a noiva."

Pilar: Por que esta me olhando assim?

Atílio: Senhora Montenegro, minha pequena, minha esposa. Te olho por que te amo Pilar.

Sofia: Ei chega dessa troca de cupê, eca você vão sempre fazer isso é. Que nojo. – falava a menina entrando no meio deles, quando estavam saindo da capela. – Mãe, agora que você se casaram posso chamar o tio de pai? Mas assim pai de verdade. – Atílio a pegou no colo e deu um beijo na sua testa.

Atílio: Minha princesa eu sou e serei seu pai, na verdade meu coração é seu desde o momento que te vi. – ele sorri para ela que retribui e dá um abraço forte nele e sussurra.

Sofia: Eu seu papai. Eu te amo. – Pilar via a cena com os olhos molhados, era sua família e seria de verdade.

Pilar: Sofia, você quer ter irmãos?

Atílio: Pilar não brinca com isso.

Sofia: Quero mamãe, quero ter muitos.

Pilar: Então Atílio vamos praticar muito para darmos irmãos para a nossa princesa.

Os três foram em direção a festa, estava tudo lindo, uma tenda branca protegia os convidados, um palco fora montando e ao fundo uma banda tocava de tudo.

No auge da festa, Amparo veio e abraçou os noivos, Pilar chorou e agradeceu por ela estar ali, e cuidar delas.

Monserrat, deu a Pilar um anel que era de sua mãe, foi dela e agora seria de Pilar, Gulhermine mostrou o dela, as duas tinha os anéis da família Montenegro, Pilar agradeceu tudo. Quando o cantou da bando felicitou os noivos, Pilar e Atílio foram para o meio da pista de começaram a dançar.

Atílio: Você é a noiva mais linda que já vi.

Pilar: E você é o marido mais perfeito.

Atílio: Que fugir comigo?

Pilar: Agora?

Atílio: sim, vamos o avião está a nossa disposição.

Pilar: Mas pra onde vamos? Amparo arrumou uma mala para mim, e Sofia disse que seria um sonho. O que estão aprontando.

Atílio: Digamos que dois anjos me falaram qual país você gostaria de ir, para ser mais exato uma certa ilha Grega.

Pilar: Atílioooooo, — ela o abraçou feliz. – Vamos agora. Só quero me despedir.

Atílio: Seja rápida, pois nossa primeira vez como marido e mulher será na cama e nas alturas. – ela o olhou espantada e ele deu uma gostosa gargalhada.