Te conto meus contos...
11 O roubo da Carmem Frufru
Notas iniciais
Um dia depois do aniversário da Irene...
– Está um belo dia para passeio, não é, mãe?
– Desculpe, filha, mas a mamãe não pode ir agora.
– Por favor! Eu imploro! Eu faço de tudo!
– Carmem Frufru! Você já está bem grandinha.
– Ah, tá bom! Vou ir para o meu quarto.
Carmem foi para seu quarto e deixou a porta entreaberta, para qualquer coisa que a sua mãe disser ela conseguir escutar.
Carmem estava pensativa com o sumiço de Marina. Não tinha sido uma boa ideia. Quando ela pensou no sumiço, de repente ela desapareceu! Saiu até no jornal...
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– Vou comprar um jornal ali e já volto.
– Tá bom.
Cascão compra e, quando vê a primeira página, fica surpreso.
– O que foi, Cascão?
– Olha a primeira página do jornal.
– A Carmem? Meu Deus! Quem faria isso?
– Também não sei. Quem é burro o bastante para querer ela e...
– Para de pensar bobeira e vem, Cascão. Temos que salvar aquela idiota.
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