Te conto meus contos...
18 Não, é apenas o começo
Notas iniciais
Carmem Frufru estava destinada a ser morta, mas, felizmente, ela acordou.
– O que está acontecendo? – Ela perguntou ao acordar e não se lembrar de nada.
– Nada de mais, querida. Agora, pra não sentir tanta dor, fique quietinha que já, já eu corto o seu pescoço.
– Tá bom. Antes, eu podia usar o banheiro pela última vez?
– Pode. Vai rápido, hein?
– Tá bom.
E Carmem aproveita a distração de Creuzodete e o sono de Berenice para poder fugir.
– Precisa e discreta! Preciso ser precisa e discreta! – Carmem fala correndo até sua casa. – Ufa! Cheguei!
– Filha! Soube o que aconteceu com você. Nunca mais volte lá na tenda daquela mulher que se diz confiável, você entendeu? Nunca mais!
– Sim, mamãe.
Depois de alguns minutos, todos no Limoeiro foram abraçar Carmem, até a Cascuda.
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