Te conto meus contos...
5 Fique longe do lobo mal...
Notas iniciais
– Sim! Podem vir! Estarei aqui. Espero vocês... – Creuzodete desliga o telefone e continua. — ...com muito prazer!
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– Cascão! Por que você está olhando pra lá e pra cá?
– Ah, é que... que... que eu estou vendo se não tem nenhum carro. É isso!
– Mas a gente tá na calçada!
– Ué! Você não viu aquele acidente da mulher que tava na calçada e o carro a atropelou?
– Vi...
– Então! É melhor prevenir do que remediar!
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– Sejam bem vindos (só que não) à minha nova tenda.
– Obrigado. Madame Creuzodete... posso te perguntar uma coisa?
– Claro!
– Então... eu e a Cascuda estamos passando por momentos difíceis. O que fazemos?
– Rapidinho. Vou só usar o banheiro e já volto.
– Tá bom.
Creuzodete vaga pela tenda até chegar no banheiro.
– Que menino insuportável! Vou ter que dar um jeito nele e ainda separar o Cascão e a Cascuda. A minha sorte é que a Cascuda, aquela ridícula, está aqui na minha tenda. E quanto mais perto ela estiver... mais fácil é de controlar a vida dela.
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