Tan Solo Soy

12 Ya no me importa nada


Notas iniciais
GENTE EU NÃO MORRI!!!! kkkkkkkkkkkk
eu sei que eu sumi por esses tempos, mas o meu feriado foi muito cheio e corrido, e eu mal tive tempo pra PENSAR em fic IAUHAIUHAIUH
dai a bonitona aqui foi tentar escrever ontem, quando chegou da facul, mas o meu pc deu pau e o teclado não queria funcionar, mas hoje pra minha sorte, aqui estou eu kkkkk
Ahh, e não fiquem desesperadas, minha gente. Eu VOU terminar a fic, então mesmo que eu demore pra postar, eu não vou parar de escrevê-la, ok? Me mandaram até mensagem perguntando o porque eu tinha parado de escrever, oloko... Enfim, quando tiverem dúvidas de onde eu estou, o que estou fazendo e quando eu vou postar, entrem no meu ASK que eu quase sempre deixo essas informações por lá:
http://ask.fm/TanSoloSoyLF
EEEEEENFIM, muito obrigadaaaaaaaaaa ALINE CRISTINA pela recomendação, vc é uma fofa, linda, e tudo quanto é elogio que vc puder imaginar, é isso o que eu digo pra você.
Sem mais, podem ler o cap.

Respirei bem fundo até poder elaborar a resposta em minha mente, mas León fizera questão de responder à pergunta de Tomás antes mesmo de eu poder pronunciar qualquer palavra que fosse.

- Foi isso mesmo que você ouviu – León dizia enfurecido enquanto passava a mão pela minha cintura.

- Você não seria tão baixa a esse ponto, seria? – Tomás finalmente se referiu à mim.

Não disse nada, mas pude notar Tomás me olhando com uma expressão de nojo e ao mesmo tempo decepção, quando pra surpresa de todos, ele se levantou para brigar mais. León me empurrou para o lado em um só movimento como forma de proteção, até que Tomás finalmente pulou no pescoço dele para mais briga.

Os dois quase se matavam, eu nunca tinha visto uma briga tão animal daquele jeito... Acho que era porque eles estavam com a raiva acumulada ou algo do tipo. Mas um sentimento de culpa fazia questão de permanecer em mim, afinal, fui eu quem causara tudo aquilo. Eu estava fazendo de tudo para acabar com a briga, gritava, esperneava e pedia ajuda, André, Broduey, Maxi e quase todos os meninos tentaram parar, mas nada adiantava, os dois continuariam se batendo até que um caísse no chão. Pude observar o grande corte que se formara no pescoço de León, e aquilo me deixou completamente louca, mais desesperada do que eu já estava, então minha garganta começou a queimar, não pude me conter e soltei o maior grito da minha vida:

- LEÓN, SE VOCÊ RELMENTE ME AMA, PARE JÁ COM ISSO! – Eu dizia em tom de súplica.

Mas já era tarde demais. Bem na hora que eu gritei isso, León virou um soco certeiro bem no meio da cara de Tomás, o fazendo cair com tudo no chão, batendo a cabeça e ficando desacordado. Então houve uma grande gritaria na sala, alguns foram imediatamente pra cima de Tomás tentando ajuda-lo enquanto outros gritavam que alguém tinha que chamar uma ambulância. Todos fomos surpreendidos com um grito de Ludmila, que já estava em prantos:

- LEÓN, O QUE VOCÊ TEM NA SUA CABEÇA? E SAIAM TODOS DE CIMA DELE! – Gritava enquanto abria espaço no meio das pessoas, que ainda em choque, não obedeceram a quase-ordem dela – VOCÊS SÃO SURDOS OU O QUE? – afirmava já enfurecida – DEIXEM QUE EU RESOLVO ISSO! E NEM OUSEM CHAMAR A AMBULÂNCIA.

Então finalmente as pessoas saíram dali, abrindo espaço para ela que já se colocara ao lado dele, acariciando seu rosto. Finalmente ela se virou pra mim.

- Onde é o quarto dele? – dizia preocupada, mas enfurecida.

- Ali em cima — apontei enquanto dizia com um certo medo.

- Meninos – agora ela olhava para Maxi, Broduey e André – tem como vocês serem úteis pelo menos uma vez na vida e me ajudarem a carrega-lo até o quarto dele? – pedia.

Os garotos só assentiram com a cabeça e fizeram o que ela havia pedido. Todos eles se retiraram da sala em pouco tempo, enquanto os outros ficaram lá, estáticos, olhando para a minha cara como se eu fosse a verdadeira culpada de tudo aquilo. Não consegui me conter, já tinha passado da hora de aquela festa acabar.

- O SHOW JÁ ACABOU, TODO MUNDO FORA! – eu gritava expulsando os convidados.

Todos se retiraram rapidamente, mas eu pude ouvir grandes reclamações e risadinhas vindas de algumas pessoas. Suspirei fundo e tentei imaginar que nada daquilo havia acontecido, até que meus olhos se direcionaram para León, que estava sentado no chão e cheio de feridas. Meu coração se quebrou naquele momento, vê-lo daquele jeito, ainda mais por minha causa. Em um passo eu fui até o seu lado.

- Amor... – acariciava seu rosto, quando uma lágrima já se formara em meu olho – vem, eu vou te ajudar – agora eu o ajudava a levantar, fazendo ele atravessar seu braço em meu ombro.

- Desculpa por isso, Vilu. Eu já não aguentava mais e...

- Tudo bem – o interrompi – mas não me dê mais um susto desses, ok? Eu nunca tinha visto alguém brigar desse jeito, vocês literalmente arrancaram o coro um do outro. E eu mal suporto ver você com um machucadinho, imagina nesse estado.

- É, e agora por incrível que pareça, eu estou um pouco preocupado com a situação do Tomás. Lógico que eu queria acabar com a raça dele, mas não daquela forma. Você sabe que eu não sou violento, mas não contive minha raiva – ele realmente parecia preocupado.

- A Ludmila foi cuidar dele, vai ficar tudo bem – tentava convencer a mim mesma também.

Nós subimos até o meu quarto com certa dificuldade, até que eu finalmente consegui ajudar León a se sentar na minha cama. Deixei-o esperando alguns minutos enquanto procurava um kit de primeiros socorros na casa. Finalmente achei um guardado no banheiro, peguei e caminhei de volta para o quarto... mas minha consciência falou mais alto naquele momento. Antes de ir de volta até o meu quarto, fui até o quarto de Tomás e bati levemente na porta. Ludmila abriu e me mediu da cabeça aos pés.

- O que você quer? –disse.

- Como ele está? – tentava ver alguma coisa por cima dela.

- Ele acordou, gemeu de dor e eu o ajudei com os primeiros socorros. Agora eu estou tentando fazê-lo dormir, se isso for possível – dizia em um tom irônico.

- Tudo bem, mas você quer leva-lo no médico? – dizia preocupada.

- Não será necessário, seu namorado (se referia a León) também não é um trator. Me surpreende não ter sido ele a acabar nessa situação, até porque a culpa de o Tomás estar assim é completamente sua.

- Minha? O que você quer dizer com isso Ludmila?

- Primeiramente que eles estavam brigando por sua causa. E depois, se você não tivesse dado aquele grito, Tomás não teria se distraído e não estaria assim – afirmava ainda ironicamente.

- Não vou discutir com você, Ludmila. Enfim, faça o que quiser, se quiser passar a noite aí também, por mim não tem problema algum.

- Ah, minha querida... disso você pode ter certeza. Agora nos deixa em paz – já fechava a porta na minha cara.

Que desaforada. Além de falar naquele tom na minha casa, ainda me culpava de tudo. Ah, eu não iria me estressar mais. Tentei esquecer do ultimo momento e voltei ao meu quarto. León ainda se encontrava da mesma maneira que eu havia deixado, sentado na cama. Eu fui até a cama e sentei-me de frente com ele. Não dissemos nenhuma palavra até que eu peguei o kit e comecei a limpá-lo, não esquecendo de nenhum hematoma, e arrancando alguns suspiros de dor em alguns.

- A-ai, amor... vai com calma aí – ele dizia enquanto eu limpava a ferida em seu pescoço.

- Ah, um homem desse tamanho, arranja briga e quando eu vou limpar a ferida fica reclamando? – eu brincava.

- Você é a única aqui que pode me machucar, literalmente – ele deu uma breve risada, mas depois olhou fixamente em meus olhos.

Eu fiquei perdida ali por um tempo, até que voltei à realidade.

- Pare já com isso, Sr. León – eu forçava um tom de repreensão – eu tenho que limpar isso.

- Tem mesmo? – ele fazia uma cara incrivelmente linda enquanto aproximava seu rosto do meu.

- T-tenho – eu gaguejava quando o lábio dele se encontrava a praticamente um centímetro do meu.

- Tudo bem então – ele disse parecendo conformado e se afastou de mim.

Eu fiquei o fitando igual uma boba ali, estava inconformada porque ele não finalizou aquilo que havia começado.

- Que foi? – ele disse sínico e deu de ombros – foi você quem disse que tinha que terminar isso, então termine – um pouco de ironia e brincadeira surgia em sua voz.

Eu simplesmente ri e continuei a limpá-lo, mas León me roubava um selinho a cada segundo. Eu já estava quase me rendendo e pulando em cima dele, quando nós dois fomos surpreendidos com Olga a adentrar o meu quarto, ofegante:

- Violetta, algum furacão passou por aqui? – então ela finalmente olhou para León – Não me diga que aconteceu o que eu estou pensando, né?

Notas finais
ESSA MINHA MANIA DE SEMPRE TERMINAR DO NADA kkkkkkkkkkkkkk não me matem.
Já sabem como são as notas de fim de capítulo. Deixem reviews e blablabla.
NÃO PRETENDO DEMORAR PRA POSTAR!
beijin