Tan Solo Soy

19 Solo una mirada


Notas iniciais
gente, ta ae mais um cap.
Desculpa estar meio chatinho, mas vcs já sabem, vai ficar legal e blablabla...
enfim, le aí kkkkkk

POV VIOLETTA

Mais um dia se iniciava, acordei como todas as vezes (com aquele sol escaldante bem na minha cara) quando me dei conta de que esta noite eu não havia dormido na minha cama, e sim no colchão juntamente com as meninas – estas ainda dormiam profundamente espalhadas no colchão. Fiz o meu melhor para sair do meio daquela bagunça sem acordar ninguém, e depois de um monte de tentativas, finalmente consegui.

Porém, para a minha infelicidade, quando eu fiquei de pé as meninas gritaram em um uníssono, me fazendo pular de susto:

- BOM DIA VILU!!! – havia muito entusiasmo naquele coro.

- VOCÊS SÃO LOUCAS? – Gritei.

Todas elas riram e se levantaram, quando saíram debaixo dos cobertores eu pude perceber que todas já estavam trocadas, arrumadas e penteadas. Bufei com aquilo, mas resolvi ignorar e fui até o banheiro fazer o que tinha que fazer, para depois tomarmos café e ficarmos vegetando até a hora de viajarmos.

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Aquele dia passou até depressa, e nós não fizemos praticamente nada durante a tarde. Já que Olga e Ramalho não estavam em casa, isso já era motivo o suficiente para farrear e foi o que nós fizemos. Agora nós já estávamos em frente a faculdade, cujo havia um ônibus parado do outro lado da rua nos esperando. Demorou um pouco de tempo mas finalmente todos os alunos estavam prontos e suas malas dentro do ônibus, nós só estávamos lá fora esperando a vadia, quer dizer, a Lara fazer tipo uma chamada para podermos entrar no ônibus. Aquilo parecia muito um passeio de escola.

Quando finalmente a chamada havia sido terminada, Lara foi a primeira a entrar no ônibus e o resto do pessoal foi entrando logo atrás... Já que eu ainda estava com um pouco de receio – e muitos ciúmes – eu peguei bem firme na mão de León e nós subimos juntos no ônibus. Porém, aquilo tudo não pareceu intimidar a Lara, afinal, quando nós estávamos andando entre o corredor do ônibus, ela fez questão de puxar o León pelo braço.

- Ei, senta aqui – o puxava.

Eu simplesmente a fuzilei com os olhos.

- Não, guardaram lugar pra mim ali atrás, obrigada – León respondeu timidamente enquanto se soltava da garota.

Era só o que me faltava, eu de MÃOS DADAS com o cara e ela o puxa pela outra mão? Tinha que ser muito vadia mesmo. Arrastei León até o fundão do ônibus (onde haviam 5 lugares) porque assim ficaria bem longe daquela vaca. Por sorte, Maxi e Naty haviam guardado dois lugares pra gente, então nós nos sentamos do lado deles. Quando me sentei, não pude conter minha raiva e logo cruzei os braços e bufei.

- O que foi, amor? – León perguntou estranhando minha atitude.

- NADA. – respondi friamente.

- Eu te conheço – insistiu.

Eu respirei fundo e o olhei inconformada.

- Ah, é que aquela vad... MOÇA – me interrompi – tá toda frescurenta pro seu lado e eu não to gostando – fiz biquinho.

- Para com isso, Violetta – ele disse fechando a cara pra mim.

- Parar por quê? Você é meu namorado e eu tenho todo o direito de ter ciu... de achar ruim algumas atitudes – não assumiria meu ciúmes nunca.

- Quer saber o porquê? – ele mantinha a cara fechada – por que você fica irresistível com ciúmes e eu não quero te agarrar no meio do ônibus, as pessoas vão ficar observando – agora sorria lindamente pra mim, me surpreendendo como sempre.

Automaticamente todos os meus pensamentos evacuaram e eu me perdi naquele sorriso lindo.

- Bem, mas parece que eles não ligam muito de ter gente observando – apontei para Maxi e Naty, que estavam se beijando (quase se engolindo, na verdade).

- Então tudo bem, se você quer assim...

León soltou um breve riso malicioso e então puxou meu queixo para selar nossos lábios, que se encaixavam perfeitamente como sempre. Nós estávamos completamente aprofundados no beijo quando para a nossa infelicidade, o ônibus passou em cima de uma lombada, e já que nós estávamos no fundo, nós pulamos do banco e nossos narizes se chocaram.

- Ai! – gritamos juntos e depois começamos a rir iguais uns loucos.

- Parece que as coisas estão conspirando contra nós hoje, né amor? – perguntei em um tom de brincadeira, mas infelizmente aquilo que eu dissera fora verdade.

- Que nada, isso é só coisa da sua cabeça – disse e então acariciou meu rosto – não se preocupe meu amor, eu garanto que vou fazer dessa viajem a melhor da sua vida – disse firmemente.

Embora León me parecesse extremamente seguro do que estava falando, aquele meu pressentimento (que vinha de dias anteriores) fizera questão de permanecer em mim. Não que eu estivesse duvidando dele ou algo do tipo, mas era alguma coisa até fora do normal que eu sentia... mas de qualquer forma, ainda estava esperançosa daquilo ser somente uma paranoia minha e nós termos uma viajem perfeita como León me garantira. Só esperava eu não estragar tudo com todos aqueles pensamentos ruins.

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Depois de algumas horas dentro do ônibus nós finalmente havíamos chegado. Passei o resto da viajem inteira dormindo no ombro de León, o que justificava a minha cara amassada no momento. Nos levantamos e finalmente descemos do ônibus com muita dificuldade (já que tinha muita gente pra descer e nós estávamos no fundo), e logo que descemos já pudemos avistar uma floresta – até meio sombria, diga-se de passagem – mas também a escuridão da noite colaborava com toda aquela impressão. De qualquer forma, eu não podia escapar de agarrar o León por qualquer motivo mínimo que fosse, então grudei nele com a desculpa de estar com medo. O pior é que nós tínhamos ainda um trecho para andar naquele mato já que o ônibus não conseguia chegar até lá, o que me fazia ter medo de verdade.

- Dá aqui a sua mala, amor – León disse enquanto praticamente arrancava a mala da minha mão.

- Não precisa, León – olhei com cara de brava pra ele, que me ignorou completamente e levou tudo.

- Vamos fazer o seguinte, eu carrego enquanto você vigia pra ver se não sai nenhum monstro desse matagal – disse e depois riu.

Dei-lhe um tapa no ombro.

- Palhaço – ri.

León só soltou uma risadinha, mas continuou concentrado no caminho.

Depois de quase 40 minutos de caminhada, nós finalmente conseguimos ver uma espécie de casa (que era mais um tipo de cabana) gigante e um lindo jardim em volta – nada de matagal dessa vez – e nesse jardim havia uma grande fogueira acesa, uns banquinhos de tronco de árvore, uma espécie de pista de dança do outro lado e o som estava muito alto, conectado na mesa de som perto da pista de dança (estava tocando música pop, remixada). Lógico que quando Maxi viu aquilo tudo, largou as malas no chão – inclusive a mala da Naty – e saiu correndo em direção a pista, já começando a dançar. Todos riram com aquela situação, mas fomos interrompidos quando a Lara pediu pra que nós fizéssemos silêncio para ela passar as instruções. Cada atitude dela me fazia odiá-la ainda mais.

- Gente, é o seguinte – dizia com um sorriso no rosto, argh – vocês podem seguir o exemplo do seu amigo Maxi e largar as malas aí no chão porque nós nos encarregaremos de guarda-las pra vocês, não estávamos brincando quando dissemos que essa viajem faria vocês relaxarem – dizia docemente com sua voz enjoada.

Quando ela disse aquilo, todos gritaram de alegria, largaram suas malas e saíram correndo para dançar, farrear e qualquer coisa do tipo. Até eu me alegrei naquela hora, finalmente curtiria León como devia. Abri um sorriso bem largo, olhei bem nos olhos dele e então peguei na sua mão para caminharmos até a pista de dança, quando fui interrompida.

- Menos você, mocinho – Lara parou León com a sua mão, nos impedindo de andar – você vai me ajudar a guardar essas coisas – sorriu pra ele.

VADIA, VADIA, VADIA – meus pensamentos queimavam meu cérebro. Eu ia mata-la.

Notas finais
VELHO QUE RAIVA DESSA LARA HEIN. POR FAVOR EXPRESSEM TODO SEU ÓDIO POR ELA kkkkkkkkkkk cara, eu to aguardando aqui ansiosamente por reviews, não me deixem só u-u
só isso msm por hoje, beijinho.