Tan Solo Soy

9 Quién es el mejor


Notas iniciais
OEEEEEEEEEE.
gente, esse capitulo tá um lixo mesmo. Vocês vão notar que ele parece até meio repetitivo e tals, mas eu tava completamente sem inspiração, e não sabia outra forma de fazer com que a história chegasse no ponto que eu queria (vocês vão entender mais pra frente) espero que gostem apesar de tudo, e mil desculpas MESMO.

– Papai, você sabe que eu não vou fazer nada de errado – disse num tom quase de desespero.

– Eu sei que não, mas ELES eu já não confio tanto – papai disse apontando para León e Tomás que adentravam a sala juntamente.

Os dois se olharam como se não estivessem entendendo o que estava acontecendo no local, mas logo depois o clima já ficou tenso (como em todo lugar em que eles se encontram juntos). Papai então revirou os olhos em reprovação, e finalmente olhou para mim.

– Você já entendeu o recado, Violetta – afirmou.

Só assenti com a cabeça e então subi para o meu quarto. Certamente o que acabara de falar com o meu pai não era exatamente o que eu queria, mas já era um bom começo, visando que há um tempo atrás ele nem sonharia em deixar eu trazer toda a minha turma do Studio pra casa enquanto ele estivesse fora.

Fiquei remexendo algumas coisas velhas, tentando ter algumas ideias pra festa, marcando a data (que teria que ser o quanto antes) e pensando que de certa forma, estava feliz por papai não estar aqui durante todo o acontecimento. Só esperava achar alguma forma de despistar o Ramalho e a Olga (o que talvez não fosse tão difícil) e então finalmente caí no sono.


–----

Finalmente a noite se passou e eu acordei. Olhei para os lados e a luz do sol fazia questão de me cegar naquela manhã. Me levantei e fiz minha rotina matinal, quando encontrei uma rosa vermelha em cima da cômoda, com um bilhete do lado que não dizia coisa alguma, só tinha uma letra "L" assinada e um coração desenhado – León – pensei.

Peguei a rosa e a cheirei (como qualquer romântica clichê) e fiquei imaginando coisas, momentos em que eu estaria com León e até passou pela minha cabeça (na minha insanidade) de sair correndo e ir até o quarto dele naquele momento, mas preferi ficar brisando ali. Até que papai adentrou o meu quarto sem mais nem menos (invadindo a minha privacidade como sempre) e me pegou na maior caretice acariciando uma rosa, não se conteve em perguntar:

– Recebeu uma rosa do Tomás, filha? – falava com uma certa ironia e até nojo.

– Você quer mesmo falar sobre isso? – eu sabia que não.

– Não mesmo – disse – na verdade, eu só vim aqui me despedir, meu vôo sai daqui a pouquinho.

– Mas já? Não pensei que fosse tão rápido – estava surpresa.

– É sim... vou rápido, mas pretendo voltar mais rapidamente ainda, não vejo a hora de acertar os papéis pra nós ficarmos legalmente definitivos por aqui.

DEFINITIVOS. Estremeci quando ouvi essa palavra. Eu gostava muito da Espanha e tudo, mas Buenos Aires era o lugar que eu realmente queria estar, era o lugar onde todos os meus amigos e onde toda a minha vida havia começado de verdade, talvez eu ainda não estivesse preparada para abrir mão de tudo isso.

– Certo papai. Só espero que resolva isso logo – disse estampando um sorriso falso na cara.

– Farei o meu melhor – sorriu – agora eu tenho mesmo que ir, minha filha. Se comporte, hein? E não esqueça daquilo que foi falado ontem – deu um beijo na minha testa.

– Pode deixar – sorri – faça uma boa viagem, e cuide bem da Angie.

– Eu com toda certeza farei isso – riu e então saiu do quarto.

LIBERDADE! Agora eu teria tempo, maneira e espaço o suficiente pra planejar as coisas – e principalmente a festa – da maneira que eu queria. Não esperei muito e logo fui correndo até o telefone contar as novidades para a Fran, e inclusive a convidei juntamente com a Cami pra passarem a tarde aqui, me ajudando com tudo e principalmente a divulgar a festa que eu já tinha definido que seria em dois dias mesmo (não tinha tempo a perder).

Falei com Fran e ela já havia confirmado a sua presença aqui durante a tarde, então enquanto eu a esperava chegar, resolvi descer até a sala e ficar assistindo televisão ou fazendo qualquer coisa inútil para passar o tempo. E adivinha quem estava sentado no sofá, roubando a minha ideia? – León, todo largado assistindo qualquer programa... e mesmo isso (sendo uma coisa considerada normal e nada atraente) ele conseguia fazer e me deixar derretida ao ver a cena. Não perdi tempo e me sentei ao lado dele no sofá com um sorriso enorme estampado na cara.

– Bom dia – disse completamente tímida.

– Bom dia, amor – sorriu – dormiu bem? – agora acariciava meu rosto.

– Acho que eu acordei melhor – sorri – obrigada pela rosa.

León sorriu e eu pude ver um pouco de segundas intenções naquele sorriso. Ele não disse uma palavra, mas mãos dele tocaram as minhas mãos e logo depois subiram até o meu queixo, que direcionaram meus olhos a ficarem bem fixados nos dele. Eu pude sentir a completa intenção de um beijo ali, mas fomos interrompidos pelo estrondo que Tomás fizera ao sentar justamente do meu outro lado no sofá. Droga, esqueci que só estávamos nós três em casa.

– Bom dia coração – me puxou para eu olhar pra ele, que ódio.

– Estava sendo até agora – respondi automaticamente, porém baixo o suficiente para só León escutar.

– Tudo bem, León. Você já pode sair daqui – agora afirmava como se fosse o dono da casa.

– Me desculpe, mas eu cheguei primeiro – León afirmou em um tom irônico.

– Mas não era você mesmo que não ligava para a ordem das coisas? Sabe, quando eu cheguei primeiro... – agora eu acho que ele falava sobre a relação deles dois comigo, como sempre.

– Mas eu lutei pelo meu espaço, não cheguei simplesmente mandando você sair – sorriu com uma intenção maior ainda de provocar Tomás.

Já estava até vendo a hora daqueles dois começarem a se matar ali, e eu no meio de tudo aquilo, LITERALMENTE. León se encontrava de um lado e Tomás de outro, que ótimo... eu tinha que parar tudo aquilo porque senão quem apanharia seria eu.

– Chega, meninos.É só assistir televisão em paz, pode ser? Ou nem isso dá pra fazer? – estava inconformada, será que TUDO eles levariam para o lado pessoal?

Os dois permaneceram calados, porém não paravam se encarar um segundo sequer. Eu já estava suficientemente desconfortável com a situação, quando pra piorar tudo, Tomás atravessou seu braço por cima dos meus ombros e olhando para León em provocação. Eu pude ver León se mordendo de raiva e principalmente de ciúmes, mas ele não fez nada (provavelmente me respeitando). Porém, Tomás não tinha limites, ele não parava de provoca-lo através de caricias que ele fazia em mim e toda coisa do tipo, e eu já estava mais que desconfortável com aquilo tudo, só que León parecia ter perdido a paciência: Em um ato mais do que rápido León me puxou para perto dele e eu pude pressentir que ele ia me tascar um beijão ali, bem na frente de Tomás para acabar com tudo. Minha cara já estava completamente desesperada quando para a minha sorte, a campainha tocou e eu pude sair correndo do local.

– Fran, você é um anjo – disse aliviada enquanto abria a porta.

– León e Tomás de novo? – já não era novidade pra mais ninguém.

Só assenti com a cabeça então permiti que Fran e Cami entrassem em casa. Logo que elas entraram puderam ver a cena de Tomás e León com punhos cerrados prontinhos para iniciarem (outra vez) uma briga. Eu iria interromper tudo mais uma vez, quando Fran colocou a mão sobre os meus ombros me segurando.

– Enquanto eles não resolverem se matando, isso não vai acabar, Vilu – Fran disse já conformada.

Notas finais
se eu for digna de receber reviews, os deixem.
E mais uma vez, mil desculpas por isso AUIHSAIUHSAIUSHAIUS
bjs