Take on Me

27 You Should be Scared of Me


Notas iniciais
Hey people o/ Essa hora que desvio de tudo. Sei que demorei e peço desculpa por isso, porém, minha beta anda bem ocupada. Faculdade e estagio estão ocupando todo o tempo dela, então ela beta no seu pouco tempo de descanso. Então gente, pode acontecer essa demora mesmo,mas vai ter capitulo novo qnd puder. Então peço paciência. E por isso, eu estou tentando trazer capítulos grandes e que também não sejam chatos. Quero avisar que toda vez que Bucky e Sarah falar vai ser em alemão, então não vou ficar falando toda hora isso. Vejo vocês nas notas finais, tem coisas importantes lá. Boa Leitura ^^

Sarah encarava as folhas em suas mãos, mas não enxergava as palavras, sua mente estava longe. Tinha se passado uma semana e nenhum sinal dos heróis, nem ela mesma conseguira alguma pista de onde estariam. Precisava de um plano para ambas saírem dali ou, pelo menos, ganhar tempo para que eles as encontrassem e por isso enrolava. Muita coisa realmente não entendia e por não ter acesso à internet, pedia as informações para os homens, mas pedia de um jeito difícil para que demorassem a achar. Ganharia o máximo de tempo possível para que eles as achassem.

— Sarah? Sarah? – Chamou sua amiga, sentada à sua frente.

— Sim?

— Você está encarando esses papéis faz dez minutos. – Respondeu Melly, inclinando a cabeça para o lado. – E está me assustando.

— Estava pensando sobre o que li. – Mentiu, porque nem ler ela tinha lido. – Tem coisas aqui que eu não tenho tanto conhecimento. Se eu tivesse internet, as coisas podiam ser mais fáceis. – Comentou num tom alto para que tanto as pessoas as vigiando pelas câmeras quanto o Soldado e o outro capanga escutassem.

— O que precisa agora? – Questionou, soltando um suspiro de raiva.

Ela passou os olhos rapidamente e circulou um item. Entregou o papel a ele.

— Informações sobre isso, Dimitri, e, por favor, traz um chá decente. – Pediu mostrando os dentes. – Para facilitar seu trabalho: chá preto com leite e duas colheres de açúcar.

— Tenho cara de empregado?! – Perguntou sério, não gostando da brincadeira.

— Olha, não tem não, mas tem cara de palhaço. – Respondeu rindo. – Aqueles que animam festa de criança... Eu ia falar que falta só o nariz vermelho, porém, você já tem.

Ele bateu a mão na mesa com força, não gostando da comparação. Melinda deu um pulo, mas Sarah se manteve imóvel e com um sorriso de deboche. Sabia que estava provocando, porém, ela sentia falta disso quando trabalhava na oficina do prédio.

— Cuidado com o que fala. – Avisou perigosamente. – Acidentes podem acontecer.

— Isso é uma ameaça? – Indagou a jovem, se levantando.

Antes que pudesse responder, o soldado já estava atrás do capanga e com a mão no ombro. Ele não gostou nem um pouco das palavras usadas contra a mais jovem. O soldado tinha ordens de impedir que qualquer pessoa ferisse Sarah e, mesmo que não tivesse, ele iria protegê-la.

Deu ordens para seu subordinado fazer o que foi mandado. Olhou feio para a Stark que só devolveu o olhar e se retirou. Sentou e virou para o computador, onde tinha uma simulação feita da máquina pelos cientistas.

— Sarah, preciso ir ao banheiro. – Avisou a amiga num sussurro.

Melly precisa usar o toilette. – Comunicou em alemão sem tirar os olhos da tela.

O Soldado fez sinal para segui-lo, ele abriu a porta e chamou um dos homens que estavam no lado de fora, depois empurrou ela para fora e fechou a porta. Ao se virar, não viu mais a garota sentada, mas em pé perto da janela. Para que não pudesse ver o exterior do lugar, todos os vidros foram trocados para mini boreal.

Ele se aproximou silenciosamente e parou atrás dela. Sarah estava com o rosto próximo do vidro e forçava os olhos tentando enxergar algo. Ao sentir a presença, virou-se e o encarou. Ele era mais alto que ela e passava uma imagem assustadora, ela tinha um pouco de medo, mas não transparecia.

— Você nunca tira essas coisas? – Indagou a moça apontando para o rosto do outro.

— Sim.

— E por que não tira agora? – Questionou, curiosa. – Todo mundo mostra seu rosto.

— Eu não sou como todos. – Respondeu secamente.

Sarah apoiou as mãos nas costas e encostou na janela.

— Dá pra notar. – Ela sabia que não devia continuar, mas a curiosidade estava falando mais alto. – Se for por ter uma cicatriz, pode ficar sossegado que não vou... Como se diz... Zoar. – Seu domínio pelo idioma alemão não era tão grande quanto pensara.

— Volte ao trabalho. – Mandou, ignorando o comentário e cruzando os braços.

— Não confirmou ou desmentiu o que disse. – Observou, irritada. – Pela pose não quer falar. Tudo bem. Já que estamos tendo uma conversa, podia me dizer sobre vocês. Quem são realmente? Que organização é essa?

— Devia parar de fazer perguntas. – Sugeriu.

— Custa responder? – Indagou, irritada – Vocês não são terroristas, isso tenho certeza por causa dessa máquina. – Apontou em direção à mesa com os documentos. – Então, o que são?

— Quanto mais souber, pior pra você e sua amiga. – Disse num tom neutro, porém, sentia-se preocupado com o que fariam com Sarah depois de não precisarem mais dela. Não entendia o porquê daquele sentimento de proteção e no momento não queria entender.

— Isso é uma ameaça? – Indagou. – Eu estou cansada disso! Estou cansada de estar aqui! – Exclamou jogando os braços para o alto. – Ter alguém mandando em mim! Alguém sempre seguindo meus passos. – Então apontou o dedo para ele. – E você sempre me seguindo e com essa pose de valentão. Se você acha que me assusta ao ponto de me fazer desistir de lutar pela minha liberdade e da minha amiga, está muito enganado. Isso tudo é só pose, para que...

Foi interrompida quando o viu acertar um soco ao lado de sua cabeça, quebrando o vidro. A única reação que teve foi soltar um grito. Seu corpo estava imóvel e grudado no lugar, o encarou assustada. O soldado se aproximou perigosamente e passou do espaço pessoal dela.

— Não te ameacei, dei um aviso que devia escutar. Informação demais, não é bom pra ninguém – Sussurrou perigosamente. – Pessoas com posse nesses tipos de conhecimento, não têm finais felizes.

Sarah sentiu seu coração bater rápido, seu corpo gelado e suas mãos tremerem. Levou seu olhar ao lado da cabeça, onde viu o buraco, mas o que mais chamou atenção foi o braço de metal. Ela já tinha visto, no entanto, não em ação. Aquilo foi só uma amostra do que ele podia fazer. Engoliu em seco e o encarou, tentou esconder o medo com uma expressão irritada, porém, ele percebeu e isso fez o Soldado se sentir mal com a atitude que acabou por tomar.

Soldado. – Chamou Dimitri em russo.

Ele puxou a mão, derrubando alguns pedaços de vidro no chão, virou e se afastou, porém, parou de andar, quando ela o chamou, mas manteve-se de costas.

Eu que vou te dar um aviso: vou lutar. – Disse, tentando manter o tom firme, mas estava falhando. – E você terá que usar sua força para me parar.

Que assim seja. – Concordou antes de se dirigir até a porta.

Melly estava parada na mesma, junto com um dos capangas, que também se assustara com a cena. Ele deu algumas ordens em russo e se retirou. Sarah soltou um suspiro de medo. Olhou para o buraco e sentiu um arrepio involuntário. Foi então que finalmente pôde ver o lado de fora, no final valera a pena. Pôde ver muitas árvores grandes, significava que estavam no meio de uma floresta.

— Espero que tenha aprendido a não nos provocar, principalmente ao soldado. – Colocou a bandeja na mesa e cruzou os braços. – Agora se afaste da janela.

Ela obedeceu e sentou na cadeira, sua amiga já estava sentada à sua frente. Estava assustada pela cena que presenciara, Sarah pegou sua mão para tranquilizá-la.

— Espero que tenha feito o chá como pedi. – Disse a jovem, pegando o copo.

— Fique feliz do gosto que tiver. – Rebateu o capanga, encostando na parede.

Ela soltou a mão da amiga e puxou uns papéis. Levou o copo até os lábios e bebeu um pouco. Balançou a cabeça o afastando da boca e depois colocou na mesa.

— Não está ruim, mas está longe de bom. – Quando viu que ele ia rebater, levantou a mão – Silêncio, preciso trabalhar.

A herdeira Stark não podia mostrar que ainda estava nervosa e por isso usava seu humor sarcástico como uma armadura.

Melinda observava sua amiga escrever e circular algumas coisas. Ela só ajudava quando a Stark mandava e, por enquanto, eram coisas fáceis.

— Melly, preciso que coloque essas folhas em ordem. – pediu, entregando – As que estão marcadas, jogue fora.

A mais velha pegou e começou a mexer. Enquanto olhava as folhas e separava, notou que algumas letras de algumas palavras estavam circuladas. Então entendeu que era uma mensagem que queria passar. Observou cada uma e foi montando as palavras na sua mente e encaixando na frase, estavam espalhadas para não chamar atenção.

“Tenho um plano para avisar aos heróis onde estamos e vou precisar de sua ajuda.”

A morena olhou para a amiga que a observava e acenou em concordância. Os riscos eram grandes, mas ficar de braços cruzados não era uma opção, se tivesse de ousar arriscar, faria sem pensar duas vezes. Sarah estava fazendo tudo aquilo por sua causa, estava na hora de fazer algo pela mais jovem.


Já era noite, o quarto estava silencioso e pouco iluminado. As duas, Sarah e Melinda, dormiam profundamente, depois de um dia turbulento. A mais nova estava na cama à direita, deitada de lado e abraçada ao travesseiro, num sono tranquilo.

Uma sombra se aproximou e sentou na beirada da cama. Seus olhos foram até o outro leito e notou que a outra estava de costas. Levou a mão até o rosto, onde tirou os óculos, ficando somente com a máscara. Não entendia porque seu superior mandara ficar com o rosto todo coberto, normalmente não utilizava, somente em casos específicos. Voltou a fitar a jovem, que acabou se mexendo, se enrolando mais no cobertor. Sua face estava serena, parecia tão indefesa, que um sentimento de proteção surgiu no soldado. Algo que não sentia. Na verdade, se perguntava se já sentira aquilo antes. Para encher mais sua mente de perguntas, tentava entender o que ela tinha de especial para atrair tanto sua atenção.

Com delicadeza, retirou alguns fios que estavam em seu rosto. O contato do metal com sua pele, a fez encolher pelo toque. Isso o fez relembrar os acontecimentos mais cedo, a imagem do medo que vira em seus olhos invadiu sua cabeça. Não queria assustar, mas tinha sido a única maneira de mostrar o que podia acontecer, o que podiam obrigá-lo a fazer. Suas chances de sair viva no final eram poucas e evitaria que essas chances de diminuírem.

Se inclinou em direção à orelha dela.

— Me desculpe. – Sussurrou tristemente.

A jovem resmungou algo em resposta, porém, não pôde entender. Se endireitou e colocou os óculos. Quando estava prestes a levantar, Sarah se mexeu novamente e sua mão ficou exposta em cima da coberta, revelando a pulseira. Ele olhou mais atentamente os pingentes e notou o escudo, seus dedos passaram pelo mesmo e reconheceu aquele símbolo, um flash invadiu sua cabeça. Um homem de costas, com um uniforme azul e um escudo preso no mesmo. A imagem estava embaçada, no entanto, conseguiu identificar algumas coisas.

Soltou rapidamente e se levantou, teve vontade de acordá-la e fazer perguntas, mas isso só pioraria a situação, não podia também perguntar no laboratório, pois teria a presença de Dimitri e câmeras que escutariam a conversa. O soldado a olhou e foi em direção à porta para se retirar e ir para o próprio quarto. Encontraria uma oportunidade para fazer as perguntas, só precisava ter paciência. Sarah não iria sair dali tão cedo, então, tinha o tempo a seu favor.

[...]

Rufulus parou em frente à porta do bar que tanto frequentara mais jovem e olhou para a placa onde tinha o nome “Irmã Margaret”. Gostava de visitar o local só para lembrar de onde ele viera. Não possuía amigos, somente conhecidos, que, uma vez ou outra, serviam para seus propósitos e também da organização.

Abriu a porta e entrou. O lugar estava escuro, como sempre, e cheio de pessoas, algumas estavam sentadas nas mesas, outras em pé no balcão do bar e um grupo jogando sinuca. Ele se aproximou e encostou no balcão.

— Fala, Rufulus. – Cumprimentou o barman, mexendo em seus óculos. – O homem que agora é importante demais para os reles mortais que somos.

— Fiz o trabalho, Weasel. – Disse, entregando o cartão.

— Ainda me pergunto pra que você pega um trabalho desses. – Comentou, se afastando.

Weasel era o responsável pelo bar e pelos serviços dos mercenários. Era alto, cabelos castanhos escuros e olhos pretos, que ficavam atrás de óculos grandes. Não tinha porte físico de um mercenário, era o cara que ajudava na parte eletrônica.

Voltou, segurando algumas notas de dinheiro.

— Eu faço porque eu quero fazer. – Pegou o dinheiro e guardou no bolso do casaco. – Agora me traz uma bebida.

Ele colocou o copo à sua frente e a bebida que o mercenário sempre bebia: uísque. Pegou o copo e virou de uma vez.

— Tem duas pessoas atrás de você. – Informou Weasel, pegando um pano e começando a limpar o balcão. – Eles vêm há alguns dias. – Acenou na direção em que os dois estavam sentados.

— Sabe quem são? – Questionou, observando os dois.

— Não, e pelo jeito que falaram, podem ser algo relacionado ao governo. Parecem com o pessoal do MIB. – Respondeu e acenou para um homem que acabava de chegar. – Ou estão atrás de você para algum trabalho.

Ele acenou e se aproximou dos dois. Parou em frente e encarou ambos: o homem era mais velho, cabelos baixos e usava óculos escuros. A mulher também aparentava ser mais velha e mais séria, cabelos batiam no ombro e não usava óculos, assim podia ver sua face e notar que era descendente de asiáticos.

— Queriam falar comigo? – Pegou uma cadeira de outra mesa e sentou. – Sejam rápidos, tenho mais o que fazer.

Coulson e May estavam irritados pela demora e pelos acontecimentos. Tiveram que ficar a semana e esperar o mercenário aparecer depois de uma missão. Eles queriam logo as informações para buscar as duas garotas.

— Como ajudar sequestradores de jovens inocentes? – Questionou Phil, tirando os óculos.

Rufulus entendeu o que ele perguntou e soltou uma risada de deboche.

— Às vezes, nem tão inocentes. – Respondeu, pegando um maço de cigarro do bolso da jaqueta. – Vieram perguntar isso? – Perguntou, colocando o cigarro na boca e acendendo.

— Temos informações que você ajudou os homens que levaram a senhorita Stark e a senhorita Graham. – Contou o mais velho.

— Eu?! – Deu uma tragada e soltou uma fumaça. – Sinto muito, mas sou o Rufulus errado.

— Você é o cara certo. – Discordou May.

Coulson olhou em volta e notou que o restante das pessoas observava os três. O clima tinha mudado e ele não queria uma briga ali.

— Se você realmente não é quem procuramos, não vai se importar em nos acompanhar. – Disse Phil, acenando para sua parceira.

Os dois se levantaram e assumiram uma postura perigosa.

— Me importo o bastante para não ir. – Comentou antes de tragar de novo.

— Então, será do modo difícil. – Avisou Coulson antes de acenar para May.

A agente colocou a mão atrás da cabeça de Rufulus, o empurrando em direção à mesa, acertando-o em cheio. Os outros mercenários pegaram suas armas e apontaram em direção à dupla.

— Se acalmem, senhores e senhoras. – Pediu – O sr. Rufulus se envolveu em algo muito ruim. Que envolve os Vingadores.

Alguns dos homens se encararam, preocupados com aquela informação. O mercenário soltou um gemido de dor e levou a mão no nariz para limpar o sangue.

— Você é doida? – Questionou, se levantando e apontando para a agente – Me bater aqui?

— Isso não foi bater. – Respondeu o mais velho antes de voltar para o público. – Eu e minha agente iremos levar o Sr. Rufulus sem problemas. Caso alguém tente nos impedir, os Vingadores entrarão por aquela porta. – Apontou para a única saída do lugar – Não creio que alguém vai querer brigar contra um deus Nórdico ou um monstro verde muito irritado. – Todos abaixaram a arma. – Ótimo. Muito obrigado pela atenção e boa noite.

— Qual é? Vão deixar um homem do governo mandar nesse lugar? – Indagou aos companheiros antes de ser puxado pela agente.

Ela prendeu o braço nas costas e torceu, o fazendo gemer novamente de dor.

— Devia ter acompanhado. Nada de problemas com aqueles caras. – Disse Weasel quando passaram na sua frente e virou para seu amigo apoiado no balcão – Melhor já cortar o nome no Dead Pool.


Ao saírem do estabelecimento, o levaram em direção ao carro. O mercenário soltou uma risada irônica com a situação, sempre soube que se envolver com eles teria chances de trazer problema e também sabia o que teria de fazer para proteger a organização.

— Quem foi que contou? – Perguntou curioso. Queria saber o responsável que o colocara naquela situação. – Ele não deve ser confiável.

— Não importa quem falou. – Respondeu Phil, parando em frente ao automóvel preto. – Importa quem é o responsável.

— Não sei de nada.

May o aproximou do carro e empurrou seu rosto no teto do mesmo.

— Porra, mulher! – Exclamou, tentando afastar a cara. – Você não pode fazer isso!

— Ela pode e vai fazer muito mais. – Comentou o agente, apoiando o braço ao lado da cabeça do mercenário. – Não está vendo a gravidade da situação em que o senhor se encontra? Vocês sequestraram alguém querido por muitas pessoas e essas pessoas podem ser mais perigosas do que imagina. Então, te aconselho a cooperar.

May o puxou para que Coulson abrisse a porta. Ela o jogou no banco dos passageiros e o agente entrou em seguida. Ela deu a volta e entrou. Colocou o cinto e encarou os dois pelo retrovisor.

— Não importa o que aconteça, no final, vou morrer. – Disse Rufulus, irritado.

— Garantimos sua proteção, se disser quem fez isso. – Disse May.

— Proteção? Por favor, não tem como impedir um fan...

Rufulus foi interrompido ao ser atingido por uma bala no pescoço e no instante seguinte na cabeça. Os dois agentes se abaixaram para não serem atingidos também. May enfiou o pé no acelerador e tirou eles dali. Coulson se levantou e encarou o corpo sem vida do mercenário.

— Nossa única chance se foi. Merda! – Expressou, batendo a mão no banco da frente.

— Eles já desconfiavam que iriamos chegar nele. O mercenário preso deve ser o próximo. – Avisou May, olhando pelo retrovisor, tendo certeza de que não estavam sendo seguidos.

Coulson passou na mente as últimas palavras do mercenário e chegou numa conclusão que não ajudou muito.

— Fantasma! – Exclamou batendo novamente no banco da frente. – Ele ia dizer fantasma. “Não tem como impedir um fantasma.” – Olhou para May, que estava séria. – Sei que não significa nada, porém, é uma pista. Não acharemos nos arquivos comuns. – colocou a mão no bolso e retirou o celular. – Vou atualizar a Anna sobre os acontecimentos, depois que descobrirmos onde ele estava hospedado, vou mandar Ward para investigar. – Discou o número de Petrov e levou o aparelho ao ouvido. – Tony não vai ficar nada feliz.


O atirador observava o carro sair em disparada pela rua. Não precisou conferir para saber que o tinha matado, podia não ter a perfeita pontaria do agente Barton, mas Brock Rumlow era bom atirador e preferia resolver tudo com as próprias mãos.

— Alvo abatido.

— Volte para a base, agente Rumlow. – Mandou a voz feminina em seu ouvido.

Ele tirou o ponto e se agachou para guardar a arma na maleta ao chão. Seu superior já desconfiava que o mercenário, mesmo tendo jurado lealdade, abriria a boca. Ainda não era hora de se revelarem. Assim que guardou tudo na mala, a pegou e se levantou.

— Hail Hydra. – Ironizou, olhando para o céu.

Notas finais
OMG! E agora? Como os heróis vão encontra-las? Será que Sarah conseguira avisar onde estão? Será que Bucky e Sarah vão lutar? Será que é não vai acontecer Sarcky? Como vai acontecer Sarcky depois disso? Os convido para conferirem minha nova história, minha primeira original inclusive, In all the Right Ways. E espero muito que gostem: https://fanfiction.com.br/historia/706437/In_all_the_Right_Ways/ Sei que muitos de vocês devem estar pensando? Como vai atualizar essa nova, se você nem atualiza as que já tem. Bem, em In all the Right Ways tem outra beta, então se atrasar será por culpa minha mesmo, ja que a @madcap (que é a beta), entrega rápido os capítulos, Gente, o numero de comentários diminuiu e devo dizer que me preocupei, porque to achando que não estão gostando do andamento da história. Se não tiverem, eu gostaria de saber. Acho que não tem mais nada pra falar, do que lembro agora hehe. Não deixem de comentar as teorias do futuro da história e o que acharam do capitulo. Beijos e até o/