Take on Me

22 Love Me Like You Do, Touch Me Like You Do, What are You Waiting for?


Notas iniciais
Hey people o/ Momento que desvio das balas, facas, garrafas de plastico, bombas... Sorry a demora. Sei que demorei e muito, mas provavelmente vai ser assim. Infelizmente, eu e minha beta andamos ocupadas. Ate que eu adiantei bem os capitulos, porém vou ficar sem tempo. Estou estudando para um concurso, ou seja, minha mente esta focada nos estudos. É complicado achar tempo para escrever e quando tem, não tem cabeça para isso. Minha beta tambem ta estudando para o concurso e esta na faculdade. Então adeus tempo livre pra ela. Nãos sei como, mas ela ta arranjando um tempo para betar, porem é um tempo pequeno, então mais demorado para entregar o capitulo. Peço paciência de todos, por favor. Enfim chegamos no capítulo que todos aguardavam, e pra ficar legal, publicado depois da 00h, pra ver como esse capitulo promete kkkk Vou parar de enrolar aqui esse deixar vocês lerem. Por favor, leiam as notas finais, é sério, vou explicar um ponto muito importante nesse capitulo, ok? Boa Leitura.

Sarah

Observei o grande avião preto pousar na pista. Estava animada e louca para ver a expressão do Coulson ao saber o meu pedido, para ser mais exato, pedido do Pirata que estava ao meu lado encostado no carro e bem sério. Vovô devia estar tomando seu remédio para o coração. Anne estava ao meu outro lado, sentada no capô do carro, os braços cruzados, tentando dar um ar de séria, no entanto, o sorriso brincalhão a entregava.

Fui para Washington quando soube que a equipe do Coulson ficaria dois dias – contando hoje – de folga. Fury me informou que tinha conversado com o agente e o convencera, para minha alegria. Depois de ler alguns arquivos do meu avô, só queria que aquele momento chegasse logo e finalmente chegou.

A porta abriu e os agentes foram saindo. Primeiro Mulan e Ken, seguidos pelo casal nerd e por fim Coulson e Skynet. Quando ela me viu, correu em minha direção e pulou em mim, por sorte, não fomos para o chão. Valeu, carro.

Eu me senti mal por não por ter ajudado, o pirata me deu uma baita bronca e me impediu de continuar, dizendo que me prenderia e que não ia adiantar os pedidos do Tony. Mesmo assim, tentei novamente, só para ter uma visita pessoal. Conversou com o Tony que teve que bloquear o meu acesso à SHIELD. Depois foi o Coulson me ligando avisando que lidaria com isso e eu acatei já que me prometeu ajudá-la. O que fez para minha alegria.

— Sarah, meus parabéns atrasados.

— Obrigada. – Agradeci, me afastando.

— Parabéns, Sarah. – Desejou Coulson. — Quantos anos mesmo?

— Obrigada, vovô. — Sorri agradecendo. — Dezoito anos, ainda.

Os outros se aproximaram e me cumprimentaram também e agradeci alegremente. Era uma pena não poderem ir para a festa, além do problema com o Coulson, no dia já estarem batendo ponto.

— Se você está aqui, significa que aceitou o pedido de ser uma agente. – Disse Fitz.

— E vai fazer parte do time. – Completou Simmons.

— Não, Pink e Cérebro. Vim receber meu presente de aniversário do Higlander.

Eles se olharam sem entender. O agente soltou um suspiro de irritação.

— Você realmente tirou a carteira de motorista? – Perguntou Coulson.

— Claro. – Tirei o documento do bolso da jaqueta jeans e entreguei ao agente. – Eu fiz todas as aulas, provas e o teste. Passei em tudo. A bruxinha está de prova.

— Sim, eu estava lá. E, olha, ela é uma boa motorista.

Ele olhou como se estivesse procurando algo de errado no documento.

— É original. – Falei, já ficando um pouco irritada.

— Só conferi. – Avisou, devolvendo-o. – Espera aqui que vou trazer o carro.

— Agora entendi o nervosismo dele. Garota, você é sortuda. – Disse Skynet, rindo.

— Isso é graças ao pirata.

Fury estava afastado, junto com Anna. Os dois conversavam sobre algo, já que estavam sérios. Tinha acontecido algo? Bem, se fosse algo que me envolvesse já teriam falado. O barulho do carro chamou atenção, o velho estacionou na nossa frente.

— Olá, Lola. – Cumprimentei, rindo.

Ele saiu do carro e segurou a porta para que eu entrasse. Parecia que o carro era novo, que tinha saído direto da loja. Tirei os óculos que estavam em cima da minha cabeça e coloquei, hora da diversão.

— Coloque o cinto. – Mandou o agente vovô sentando ao meu lado. – Não vai passar do limite de velocidade da cidade.

— Qual é? Não tem ninguém na pista.

— A resposta é não. Meu carro, minhas regras.

— Tá bom, chato.

Liguei o carro e tentei não passar do limite, mesmo que a Lola estivesse gritando para isso.

— Então, meu avô Howard usou um carro como esse numa convenção de inventos.

— Sério? – Perguntou, observando meus movimentos.

— Sim, vi nos arquivos e ele conseguiu fazer voar por alguns segundos.

— Interessante.

Virei o volante e voltei o caminho, resolvi aumentar a velocidade. Ele achou mesmo que seguiria suas regras?

— Diminua, Sarah.

— E o botão para fazer voar ficava exatamente aqui. – Apontei para um quadrado de vidro com botão e ignorei seu pedido. – Olha que coincidência, é igualzinho o projeto.

— Ok, é o mesmo carro.

Freei com tudo, se não fosse o cinto, teríamos voado. Mudei a marcha e voltei a dirigir, e claro que a velocidade ultrapassou o qual ele queria.

— Posso? – Indaguei com minha carinha de pidona.

— Não.

— Por quê?

— Não. Vamos deixar para seu próximo aniversário. – Respondeu se segurando no carro.

Girei o volante e acelerei, então ia ficar para o próximo mesmo.

— Promete?

— Prometo! Diminua a velocidade.

Ao invés de diminuir, freei novamente e estacionei na frente do grupo que assistia. O time do Coulson – tirando a Mulan – estava espantado. Será que estraguei o carro? Sai do veículo e olhei rapidamente. Não notei nada grave, nenhum arranhão ou amasso.

— Adorei. Vamos repetir muito em breve. – Falei sorrindo para o agente.

— Num futuro bem distante. Daqui alguns anos. – Falou Coulson saindo do carro e conferindo se tinha algum arranhão.

— Exagerado... Não aconteceu nada. Está inteiro o carro.

Ele só olhou feio e voltou a verificar. Confiança, meu amigo.

— Agente Coulson, ela dirigiu muito bem. – Comentou Fury, sério.

— Viu, mesmo com um olho, enxergou minha habilidade, agora você com dois... – Estalei a língua mostrando minha insatisfação. – Se quiser, eu dirijo novamente e você assiste.

— Não.

— Agora cumpri minha palavra. Preciso ir, tenho várias reuniões e uma delas é com o Capitão Rogers.

— Ele chega hoje? – Indaguei, esperançosa.

Steve me informou que só voltaria no dia da festa, não sei se era por causa da missão ou por querer passar um tempo em seu apartamento. Entendi que nesse relacionamento, ele gostava de passar um tempo no seu canto aqui na cidade e não me incomodava, desde que não fossem várias semanas, o que nunca chegou a acontecer.

— Sim, com sua licença.

O diretor se afastou e nos deixou. Coulson se afastou do carro e juntou-se a nós.

— Achou algo? – Perguntei, provocando.

— Não.

— Relaxa, Coulson. Vou te falar, eu fui a primeira vítima depois de tirar a carteira e tanto eu quanto o carro, sobrevivemos intactos. Nisso dá pra confiar nessa garota. – Disse Anna pulando do capô.

— Phil, é verdade. Sarah mandou bem. – Comentou Sky.

— Concordo com elas, agente Coulson. – Disse Ward.

— Não sei vocês, mas estou com fome. Vamos fazer um lanche e comemoramos o aniversário dessa pirralha aqui? – Perguntou Annabelle passando o braço sobre meu pescoço e bagunçando meu cabelo que já estava por causa do vento.

— Hey! Hey! Meu cabelo!

Todos gritaram em satisfação e fomos até o avião. Skynet e nerd foram uma para cada lado e envolveram seus braços nos meus. Ambas estavam com expressões estranhas, lá vinham perguntas.

— Então você e o Capitão...? – Questionou a hacker.

— Então o Capitão e você...? – Questionou a nerd.

Já sabia que não ia deixar aquele assunto de lado até que eu desse uma resposta. Melhor falar a verdade logo, sabia que não iam espalhar aos quatros cantos da Terra mesmo.

Esperar sem ter o que fazer era chato. Depois de eu ver meu namorado na pista de pouso, Steve foi para reunião. Ele ficou surpreso e alegre em me ver, pena que não pudermos aproveitar o reencontro, nem o beijar pude, muita gente olhando e não era o local para isso.

Resolvi esperar no térreo, perto do elevador, assim íamos direto para a garagem e não parávamos para falar com alguém, nesse caso Steve, porque estava vendo aqueles agentes passarem e não conhecia ninguém. Nenhum conhecido.

Olhei em volta e notei que o símbolo da organização era espalhado em todo canto. Já sabíamos que ali era o QG, para que símbolo na roupa, parede e até um em um monumento de vidro?

Levantei e resolvi andar, não tinha o que fazer e parecia que ia demorar. Olhei em volta e nada me parecia interessante até ver uma parede cheia de nomes. Me aproximei e vi que, entre os vários, um deles me chamava atenção. Levei minha mão até as letras e passei os dedos delicadamente em cima.

— Bucky Barnes. – Sussurrei.

Triste o modo que falecera, se tornara um herói e aquilo custara-lhe a vida. Era jovem e tão bonito. Sim, o achei bonito e com um sorriso de fazer várias garotas desmaiarem, o que não era meu caso, mas admitia que tinha um sorriso encantador. Steve falou que era difícil alguma mulher não se interessar por ele, mas, para mim, era necessário mais do que sorriso e alguns flertes para me deixar caidinha.

— Essa é a Parede de Valor. É um memorial com todos os nomes de agentes perdidos em cumprimento do dever. – Explicou Anna parando ao meu lado.

— Quase um Muro das Lamentações, quis dizer em tamanho e importância.

Tirei a mão e coloquei as duas nos bolsos da minha jaqueta jeans.

— A diferença é que o Muro das Lamentações só tem em um lugar, essa parede tem em todas as centrais e pontos da SHIELD.

Acenei e voltei a olhar aos nomes.

— Vai voltar hoje?

— Não sei, Bruxinha. Pensei em voltar amanhã, não estou a fim de voltar pra loucura da festa.

— Faltam só dois dias para ficar velha. Já estou vendo cabelos brancos, não se preocupe, podemos pintar de loiro platinado, ou pintar logo de branco. – Brincou, tocando no meu cabelo.

— Ou faço como você e uso uma peruca.

Ela soltou meu cabelo e me olhou irritada, mas não durou muito, sua expressão séria mudou para uma brincalhona. Por isso que adorava a companhia de Annabelle, tinha seus momentos agente e seus momentos amiga. Tinha que agradecer muito ao Fury por ter escolhido a bruxa.

— Sarah. – Chamou Steve atrás de nós.

Virei e sorri ao vê-lo. Estava com roupas civis, o que significava que estava livre para ser só meu.

— Olá, Steve. Acabou missão por hoje?

— Sim, terminou. Estou livre até seu aniversário se nada acontecer.

— Vamos torcer que os vilões tirem uns dias de folga.

Nós três fomos andando em direção ao elevador que veio rapidamente. Entramos e apertamos o andar.

— Vão pegar que horas o voo? – Indagou Steve encostando-se à parede.

— Na verdade, estou pensando em ficar na cidade.

— Então vai ficar hoje?

— Devo ficar? Quer que eu fique? – Respondi com outra pergunta e colocando a minha mão em seu ombro.

— Sim, quero.

O jeito que me olhava e como disse, fez meu coração disparar. Eu sabia que estava apaixonada pelo Capitão América e não tinha como negar. Se ele sentia o mesmo? Tinha quase toda certeza, mesmo que as palavras não tivessem saído de seus lábios. Eram naqueles momentos que pensava que eu era única para ele.

— Por favor, esperem estar fora daqui. – Pediu a agente.

Notei que nossos rostos estavam próximos, afastei-me e ri ao ver Steve vermelho. Ele precisava perder aquela timidez.

A porta se abriu e saímos, fomos andando e conversando até avistarmos a moto do Steve. Ele subiu, logo seguido por mim. Passei meu braço por sua cintura e a apertei. Meu rosto se aproximou de seu ombro, onde pude sentir seu perfume. Sim, estava com muita saudade.

— Vou precisar esperar acordada você chegar? – Indagou Anna cruzando os braços.

— Não e nem precisa ir para o hotel. Vai aproveitar a noite, mesmo que o Banner não esteja aqui.

— Vou ver o que vou fazer. Juízo vocês dois e usem proteção.

Podia surgir um buraco no chão para eu me jogar dentro. Acho que dois, pela cara do Capitão, até ele queria se enterrar também.

— Tchau. – Me despedi antes da moto dar partida.

A moto seguia em boa velocidade, meu cabelo voava e eu sorria. Graças ao Steve, aprendi a gostar de andar de moto. Passa um sentimento de liberdade, vento batendo ao rosto e tinha a parte também da aproximação de duas pessoas. Aproximação que nosso relacionamento ia ter muito em breve. Sim, eu tinha pensado muito naquilo e tive uma conversa com as garotas – uma noite de garotas dava nisso – e sabia que só daríamos aquele passo quando ambos estivessem prontos.

[...]

Narrador

A porta do apartamento se abriu e o casal entrou. Ambos estavam molhados por causa da chuva que os pegara de surpresa, a garota entregou a ele a jaqueta que usaram para evitar se molharem, o que acabou sendo inútil.

— Sua vizinha é bem simpática. – Comentou Sarah tentando não soar ciumenta.

— Sim, ela é enfermeira.

Os dois a encontraram na porta do prédio, chegando também. A jovem notou alguns olhares que a vizinha enviou para seu namorado e não gostou nem um pouco, fez questão de mostrar aquilo para ela. Além de deixar no ar que eles estavam num relacionamento já que ainda não queriam espalhar a todos.

— Notei pela roupa. – Disse a jovem seguindo o namorado.

Observou o lugar e sentiu como se tivesse viajado no tempo. Quase tudo era da década de 40, móveis e objetos, mas o que mais chamou a atenção da garota foi a quantidade de livros em uma das estantes que dividia os cômodos. Alguns quadros enfeitando as paredes. Voltou a olhar seu namorado, já tinha notado que ele tinha um corpo maravilhoso, porém ver a camisa agarrada fez ela se imaginar tocando a pele sem nada impedindo. Ao ver que seus pensamentos estavam ficando impuros, levou os fios de seus cabelos para trás da orelha.

— Onde é o banheiro? Gostaria de me secar antes de molhar todo seu carpete.

— O único banheiro é no meu quarto, que fica por ali. – Apontou em direção à porta. – Pode usar as toalhas, se quiser posso secar suas roupas. Pode usar o roupão ou alguma roupa minha. Fique à vontade para pegar o que quiser.

— Obrigada.

Steve observou a jovem ir até seu quarto e soltou o ar que estava segurando. Ele tinha reparado na roupa grudada da moça e tentou agir como um cavaleiro, ele era um homem e não podia negar que sentira algo com aquela cena. Colocou a jaqueta em cima da secadora, aproveitou que tinha uma muda de roupa limpa e se trocou. Foi até a cozinha e resolveu fazer um café. Ligou a cafeteira, tirou duas xícaras do armário e colocou ao lado do objeto. Olhou para a janela onde a chuva batia forte e já trovejava, mostrando que seria uma tempestade e que duraria muito tempo.

— Onde fica a secadora e onde posso colocar meus tênis? – Questionou Sarah entrando no cômodo.

Ele se virou e teve de manter a boca fechada. Sarah estava com uma blusa azul de três botões de mangas curtas que foram até metade da sua coxa e podia ver que estava com sua cueca boxer de cor preta. O sentimento ficou mais forte e entendeu o que sentia. A palavra correta seria desejo, algo que ele não sentira por nenhuma garota, nem com a Peggy.

— Suas calças e bermudas ficaram muito grandes. Peguei uma cueca emprestada e devo dizer que fiquei surpresa em encontrar variações de cores. Em todas suas peças de roupa. – Comentou Sarah.

— Sem problema. E preferiu o azul, pode me dar que eu resolvo.

— Parece que fui influenciada. – Brincou a jovem.

A garota entregou e foi até a pia onde apitava a cafeteira. Notou duas xicaras, encheu ambas. Abriu o armário, atrás do açúcar e encontrou no alto do armário. Esticou-se para alcançar, mas não conseguia.

— Deixa que eu pego. – Sugeriu Steve atrás de si.

Sarah se virou, deixando-os cara a cara. Ele grudou o corpo ao dela para pegar, e se arrependeu logo em seguida ao sentir essa aproximação. Seus olhos passaram por seu rosto e foram descendo até chegar pelo decote da camisa, por dois botões estarem soltos, deu uma boa visão de um pouco de pele de seu busto.

Sarah notou e segurou a risada ao ver as bochechas vermelhas de Steve.

— Aqui está. – Disse colocando o pote no balcão.

— Obrigada. – Agradeceu antes de beijá-lo levemente.

Steve sentiu-se querer mais e a beijou, suas mãos foram até a cintura fina da moça, para aproximá-los mais. O toque começou suave, mas quando as carícias das línguas começaram, o beijo se tornou mais apaixonado. As mãos da jovem subiam por seu peito, numa carícia sensual o fazendo soltar um gemido involuntário. Ela só conseguia pensar o que seria tocar sua pele, sem nenhuma peça de roupa a impedindo.

Steve sentiu sensações estranhas, seu corpo reagindo sozinho, suas mãos saíram pela cintura, uma delas foi para o pescoço de sua namorada, para segurar a cabeça numa posição que pudesse aprofundar melhor o beijo e a outra passava pelas costas. Subia e descia e então parou um pouco abaixo, quase em cima de sua bunda.

— Me desculpe! Me desculpe... Eu... – Interrompeu o beijo, porém, não pôde continuar a falar, pois um dedo foi colocado em cima de seus lábios.

— Steve, não precisa ficar com vergonha. Namorados se tocam, se beijam e fazem muitas outras coisas. – Explicou num sussurro.

Ela tomou sua boca, pegou as duas mãos dele e colocou em sua bunda, e as fez apertar. O vingador ficou surpreso, mas não tirou a mão, nunca havia tocado aquela parte numa mulher, nunca tinha chegado tão perto de uma mulher também. Apertou e passava a mão, sentindo o tamanho.

Sarah tirou as duas mãos e quebrou o beijo, naquele momento tomou a decisão que queria aquilo, queria dar o próximo passo naquele instante. O puxou em direção ao quarto e o colocou sentado. Colocou a mão em seu rosto e fez um carinho. Tinha que tomar as rédeas da situação, sabia que pela educação que recebera, Steve não tomaria a liderança.

— Eu... Se você quiser parar e só dizer.

Ele somente acenou em concordância ao entender o que aconteceria, voltou a beijá-lo e sentou em seu colo. As mãos dela foram até a bainha da camisa, ele levantou os braços e seus lábios se separaram para tirar a peça. Sarah já tinha imaginando-o sem camisa, mas sua imaginação não chegara tão perto da realidade. As pontas de seus dedos começaram no pescoço e foram descendo, passavam por toda pele de seu peito musculoso, depois foram seguindo as dobras de seu estômago e pararam em cima do elástico da calça que ele havia trocado para uma esportiva.

Foi sua vez de levantar os braços e Steve entendeu o que ela queria, colocou a mão na barra da camisa que ela vestia e puxou. Sarah teve que segurar a vontade de esconder sua nudez, não estava acostumada com aquela situação, mas manteve-se forte. Sabia que seu corpo não era igual ao das supermodelos, porém não era de todo ruim.

Steve passou a língua sobre os lábios ao sentir a boca seca, não era nada parecido ao que imaginava. A pele do corpo todo pálido e macio, não havia nada de errado para ele. Passou as costas da mão pela lateral do corpo até parar ao lado de seu seio direito. Notou a timidez da garota, tirou a mão e colocou os fios soltos de seus cabelos atrás de sua orelha e puxou seu rosto para voltar a beijá-la. Apertou-a num abraço, onde o atrito da pele fez ambos gemerem. Num movimento, Sarah se encontrava deitada na cama e Steve a cobria com seu corpo. Ele se inclinou e beijou bem no pulso do pescoço dela e sentiu acelerado do mesmo jeito que estava o seu, tentando acalmar ambos.

O restante das roupas foi descartado, os deixando completamente nus. Os toques eram tímidos e suaves, descobrindo e se acostumando com a pele de cada um. Aos poucos a timidez foi sumindo deixando somente a paixão e o desejo. Os beijos de Steve saíram dos lábios, foram para a bochecha e depois passando pelo pescoço até parar em cima de seus seios. Ele segurou um deles e apertou, ficou feliz ao ver Sarah gostar, abaixou a boca no outro, onde deu vários beijos. Depois de alguns minutos, inverteu, dando prazer ao outro também.

A única coisa que conseguia era passar a mão pelas grandes costas de Steve, as vezes arranhava, o fazendo arquear as costas. Trilhou um caminho de beijos de volta para sua boca que foi bem recebida. A jovem sentiu o membro já excitado em sua coxa, sua mão saiu das costas e foi passando pelo peito, passou em cima do mamilo, o fazendo gemer, e desceu pelo abdômen, parando na ponta do membro.

— Sarah... Acho melhor não fazer isso... Não sei se vou aguentar. – Avisou, quebrando o beijo.

Sua mão pegou na dele e levou ao meio de suas pernas, para sua parte íntima, já que precisava se preparar para recebê-lo. Esperou algum sinal de protesto, mas só recebeu um olhar curioso.

Foi ensinando os movimentos para agradá-la e logo enfiou um dedo que a fez arfar. Soltou a mão e deixou-o ditar o ritmo. Seu dedão passou pelo clitóris, o que a fez morder os lábios, depois colocou outro dedo e a velocidade foi aumentando ao notar que aquilo a agradava.

— Está perto... – Gemeu com os olhos fechados.

Passou o dedo por um ponto que a fez gritar e então acariciou aquele lugar, sem deixar diminuir a velocidade. As carícias faziam aquele sentimento crescer em seu baixo ventre, seu quadril acompanhava os movimentos, querendo mais toque. Apertou os ombros com força e seu corpo todo tremeu ao chegar ao ápice. Sarah o puxou para um abraço o posicionando, sentiu o membro perto de sua área íntima.

Olhou bem fundo nos olhos de seu namorado, ela não tinha certeza, mesmo um pouco apavorada, se um membro daquele tamanho caberia dentro de si. Uma coisa que teve certeza era que o soro melhorara todo o corpo.

— Eu nunca fiz isso. – Confessou num murmúrio.

— Nunca? Nenhuma mulher se jogou em seus braços depois do experimento para fazer isso?

— Eu estava me guardando para a mulher certa. – Vendo que Sarah falaria algo, colocou o dedo sobre seu lábio. – Você é a certa. Você é a mulher com quem farei amor.

— Meu capitão... – Sussurrou, beijando o dedo.

— Não quero te machucar...

— Steve, eu preciso de você.

Ele se posicionou e a penetrou com calma, tentando não a machucar, seu interior resistia a invasão, porém ele colocava forte e pouco a pouco foi entrando. Sarah sabia que ia ser pior indo devagar, então pediu para que fosse num impulso só. Com receio, ele acatou o pedido e, num impulso, quebrou a barreira de sua inocência. Um pequeno gemido escapou de seus lábios. Apoiou a testa em seu ombro, não querendo que visse as lágrimas, não doeu tanto como imaginou, mas a dor estava presente.

Steve aguardou ela se acostumar, sussurrava palavras de conforto e carinho, beijava seu ombro e pescoço, sua vontade era de se movimentar, mas só o faria com a permissão dela. Passaram alguns minutos antes de Sarah fazer um pequeno movimento para continuar. Foi se movendo aos poucos, sempre atento a algum sinal de desconforto da jovem. A dor tinha diminuído e mudado para o sentimento de prazer. Passou as pernas em volta da sua cintura do homem para conseguir acompanhar seus movimentos. Sarah acariciou os músculos de suas costas, suas unhas arranhavam por onde passava, beijou seu pescoço e seu rosto.

— Steve... – Gemeu em seu ouvido.

O murmúrio de seu nome deu mais velocidade ao movimento. Era como se seu corpo tivesse ganhado vida, ele não conseguia parar. Ele não queria parar. Cada toque, cada beijo, era como se marcasse na pele que ela era sua e somente sua. Sentiu um sentimento de posse por sua namorada, algo que nunca sentira.

A cada impulso, seu corpo queimava mais e mais, sentia-se chegar perto de seu limite, mas não queria chegar sem ela ter chegado ao seu clímax.

— Sarah, eu não...

Ao entender o que seu namorado queria dizer, levou sua mão até sua intimidade e estimulou. O corpo foi esquentando e foi sentindo aquela sensação se aproximar novamente. Seu toque entrou no ritmo das estocadas de Steve que a fez fechar os olhos e gritar ao chegar em seu ápice.

Steve sentiu o orgasmo crescer mais e mais até não conseguir segurar. Enterrou a cabeça sobre o pescoço e cabelos da jovem, onde soltou um gemido alto ao gozar que fez seu corpo todo tremer. Ele a abraçou até sentir seus corpos e corações se acalmarem.

Voltou a olhá-la. Para ele era a mulher mais linda do mundo. Seus cabelos espalhados pelo travesseiro, porém alguns fios colados em sua testa por causa do suor; seu rosto corado e seus olhos brilhavam. Ela passou a mão no rosto de Steve carinhosamente, ele pegou e levou até seus lábios.

— Eu não queria machucá-la.

— Não doeu tanto assim. A mãe natureza foi má com as mulheres... Eu acho que tive sorte de não ter sofrido.

— Você gostou?

— Foi perfeito... – Sussurrou, sorrindo.

— Pra mim também. Foi com a mulher que amo.

— Você me ama? – Indagou a Stark, surpresa.

— Sim. Eu te amo, Sarah.

— Eu também... Meu Capitão América.

Notas finais
Todos sobreviveram? Conseguiram chegar até o final? Eu ainda tô me recuperando de ter escrito. Acho que a parte mais difícil de escrever uma história é essa é mais ainda uma cena dessa com personagens inexperientes. Steve era virgem na minha história, escolhi ser por causa do seu jeito. Vamos concordar que pra quem esperou a primeira dança, deve ter esperado pra perder a virgindade. Isso é da personalidade do Steve. Além de que o próprio Chris Evans disse numa entrevista que acredita que Steve é virgem. Não tenho nada contra quem coloca nas suas histórias que ele perdeu a virgindade depois de ter soro no corpo, isso não me incomoda por ser um só um ponto, mas na minha fiz questão que ele fosse. Sarah também era, que fofos perderam juntos