Take a chance

6 You know I make you wanna scream


Notas iniciais
Será que tem alguém por aí afim de comentar??
Laly_Gates, Kime, tão na boa, hein?? UAIOSHIAUSHAIUS
saudades, :x

Sophia


– Tem vodka? – perguntei ao Syn, colocando minha mão em suas costas enquanto acompanhava seu olhar por dentro da geladeira. Ele me olhou travesso e aproximou-se do meu ouvido:

– Eu conheço um lugar onde tem... Ta afim de ir comigo? – ele arqueou novamente a sobrancelha esquerda, e isso bastou para que eu fizesse um sinal positivo com a cabeça e sorrisse maliciosamente praquele ser tão sexy e cheio de energias, se é que vocês me entendem...

Saímos da sala, e pude perceber os olhares interessados dos outros seis sobre nós. Liguei o “foda-se”, peguei na mão de Syn e saímos caminhando apressadamente pelo corredor. Era escuro, o que acabou fazendo com que a situação ficasse mais apimentada. Eu tinha certeza de que teria muita coisa para contar para as meninas, mais tarde. Quando já estávamos um tanto afastados do camarim, eu puxei Syn e colei meu corpo no dele. A distância entre nossos rostos era mínima. Ele abriu mais um daqueles sorrisos, e isso me deixou maluca.

– Calma, gata, pra que a pressa? Eu quero fazer tudo direitinho e com cuidado. – disse ele, serenamente. Sério? Delicadeza era a última coisa da qual eu precisava agora. Não resisti e colei nossos lábios em um beijo cheio de desejo.

– Syn, me diz o que você ta sentindo bem agora. – perguntei, ainda colada em seu rosto. Ele parecia confuso.

– Cara, sei lá. O que VOCÊ ta sentindo? – ele perguntou, analisando meu rosto. Aproximei-me do seu ouvido e disse:

– Tesão. Muito tesão. E isso é tudo o que eu preciso por enquanto, porque eu to muito afim de me divertir, você não tem ideia do quanto... – mordisquei sua orelha da forma mais provocativa possível.

Ele pareceu entender o recado, pois me prensou contra a parede fria do corredor. Mordi o canto do lábio e dei um leve gemido, devido à força que ele fazia contra o meu corpo.

– Se é isso o que você quer, então tudo bem, mas eu não vou ter piedade...

Suas mãos percorriam com urgência cada parte do meu corpo, enquanto ele beijava e mordia meu pescoço. Ele me pressionava cada vez mais contra a parede, me fazendo estremecer com o toque de seu corpo ao meu. Eu precisava daquilo. Eu precisava dele. Seus beijos subiam do meu pescoço para meu queixo, chegando finalmente em meus lábios. O beijo era violento, o que fez com que eu ficasse ainda mais excitada. Dessa vez eu que mordia seu pescoço, subindo para a orelha, onde dava mordidas leves. Então falei novamente em seu ouvido, o provocando:

– Alguma cama ou sofá por aqui?

Brian, em resposta, encaixou seu quadril no meu, e fechou minhas pernas ao redor de sua cintura, pegando-me no colo. Ele mantinha suas mãos em minha bunda, apertando-me e me fazendo gemer em um misto de dor e prazer. Ele começou a caminhar e em poucos segundos estávamos dentro de um quarto com cinco camas de solteiro. Synyster deitou-me na primeira cama, debruçando-se sobre mim.

Ele tirou rápida e agilmente todas as minhas roupas, que resumiam-se a um short jeans e uma blusa da A7x, restando apenas minhas roupas íntimas. O ajudei a tirar suas roupas e logo voltamos a nos beijar. Suas mãos agora procuravam o fecho de meu sutiã, e logo o abriram.

– Caralho, você é muito gostosa. – disse Syn, passando a mão direita sobre minha calçinha, antes de arrancá-la de vez. Senti seus dedos passando sobre meu clitóris, e logo descendo para minha entrada, o que me fez gemer de prazer outra vez.

Mas ele teria o troco.

Desci minha mão por sua barriga, até chegar ao membro que agora já estava ereto. Eu brincava com Syn, o explorava usando minhas mãos, assim como ele fazia comigo. Eu já não aguentava mais, queria ele dentro de mim. Então tirei minhas mãos de seu membro e esperei que ele viesse a mim.

– Eu quero que você implore. – disse Brian, enquanto lambia meu pescoço.

– Por favor, Syn... – disse eu, já sem forças para falar. Ele estava me deixando maluca, o queria dentro de mim mais do que tudo, naquele momento. Então, quando ele finalmente cedeu, percebi o quão grande ele era. Syn rebolava rapidamente em cima de mim, unindo nossos corpos. Eu gritava e urrava, sem ligar que os outros escutassem. Eu estava tendo o melhor sexo selvagem da minha vida com Synyster Fucking Gates nos backstages do seu show. O que mais eu poderia querer?

Brian e eu alcançamos nosso ápice quase ao mesmo tempo. Mesmo depois de já ter gozado, eu ainda o desejava. Quando ele saiu de dentro de mim e deitou-se ao meu lado, desci por baixo dos lençóis até que minha face ficasse perto de seu membro, rígido. Aquela noite seria muito longa...


Theodora

Cara, o Zacky tava total dando em cima de mim! Eu me sentia a pessoa mais feliz do mundo. Bom, depois da Soph, né, já que a essa altura ela devia estar se divertindo a beça com o gato do Syn. Não me surpreendia que eles estivessem juntos, provavelmente transando. Eles tinham uma personalidade muito parecida. Galinhas, mas com capacidade de sentir. Os dois eram igualmente orgulhosos, engraçados, caras de pau, bêbados, metidos e extremamente lindos e gostosos. Mas que se fodam Sophia e Synyster (literalmente!).

O que me interessava mesmo agora era o Zacky. Confesso que ele sempre fora meu integrante favorito na banda. Tudo nele me seduzia; os olhos totalmente viciantes, a pele branca e lisa, os lábios rosados cheios de vida, seus snakebites... A barriguinha sobressalente realmente não atrapalhava a sua sensualidade. Na verdade, isso até acrescentava um charme extra. Quando saímos do camarim, apostei corrida com ele.

Saí correndo na frente e o ouvi gritar:

– Caralho, não valeu, você saiu muito na frente. — Em menos de três segundos ele já estava ao meu lado, segurando-me pela cintura, afim de me fazer parar.

– Vamos Zacky, você ta precisando perder peso, lindo. – corri novamente, mas dessa vez sai por uma porta que dava em um extenso gramado. Olhei para trás, mas Zacky não me seguia. Corri mais um pouco, até já estar sobre o gramado, então olhei novamente para trás, e vi que ele não estava lá. Bateu-me uma súbita tristeza, e tenho quase certeza de que senti lágrimas brotarem em meus olhos. De repente um vulto, vindo do nada, agarrou-me e me derrubou no chão.

Era meu bolota que estava ali, deitado em cima de mim, com um sorriso de orelha a orelha.

– BU! – disse ele, brincando de me assustar.

Sorri para ele, e depois de mais alguns segundos em cima de mim, me encarando, ele levantou, ajudando-me a fazer o mesmo. Logo que consegui ficar em pé, pulei em seu pescoço, envolvendo-o em um abraço exageradamente apertado.

– WOW, calma, ruiva. O que foi isso?

– Eu só... só não suportei a ideia de você ter sumido assim de repente. – seus braços apertavam com força a minha cintura, enquanto eu apoiava minha cabeça em seu pescoço, podendo sentir o perfume.

– Ô, minha linda. – disse ele, afagando meus cabelos. – Olha, eu não sei o que aconteceu, mas naquela hora que eu te vi, enquanto eu tava jogando GH, parece que rolou, tipo, alguma coisa... Quer dizer, sei lá, quando eu olhei no teu olho, parece que a gente teve uma ligação, uma coisa que eu não consigo explicar...

Afastei meu rosto de seu pescoço e o encarei, confusa, mas sorrindo. Fiquei toda boba com seu comentário, e a proximidade entre nós fez com que minhas pernas tremessem. Tenho certeza de que, se não estivesse apoiada em Zacky, eu cairia no chão. Já era a segunda vez que o guitarrista mais fofo do mundo me salvava.

Ele colou sua testa na minha, e lentamente selou nossos lábios em um beijo longo e apaixonado. A sensação de seus snakebites contra minha boca era maravilhosa. Fiquei sem fôlego, de tão extasiada. Continuávamos nos beijando e trocando carícias. Suas mãos percorriam cuidadosamente minhas costas, passando pelo meu quadril até chegar em minhas coxas, e então voltando lentamente para minha cintura. Quebrei o beijo e afastei meu rosto um pouco.

– Zachary, vamos brincar de pega-pega? – perguntei, com uma das sobrancelhas arqueada, olhando dentro de seus olhos. Ele me olhou com um olhar de dúvida, mas ainda sacana. – Sem segundas intenções, eu juro. Não precisa pensar merda... – então saí correndo novamente, rindo, e dessa vez ele veio atrás.

Não passamos dos beijos naquela noite. Apenas nos deitamos na grama, olhando para o céu, compartilhando sonhos e contando histórias. Eu só não queria que ele fosse embora. Nunca mais.


Lauren

Nunca imaginei que Johnny fosse assim tão fofo. Quer dizer, de todos os caras da banda, sempre pensei que ele fosse o menos simpático, acreditava que Syn ou Zacky fossem os ganhadores desse quesito. Não sei explicar porque, Johnny simplesmente nunca fora meu integrante favorito da A7x. Ficamos conversando por algum tempo dentro do camarim, com os outros, e então ele perguntou:

– Tem um lugar que eu amo aqui. Posso te mostrar? – acho que ele percebeu a insegurança no meu olhar – Lauren, eu juro que só quero que você veja o lugar, não vou tentar mais nada. A não ser que você queira... – então ele sorriu, e eu não pude deixar de retribuir. Murmurei um “okay”, e então saímos.

Andamos em silêncio pelo mesmo caminho onde eu e as meninas havíamos passado antes. O clima estava muito tenso lá dentro, pois nenhum dos dois falava nada, e nem nos olhávamos. Eu apenas o seguia. Dobramos a esquerda, ainda seguindo o curso do corredor, e deparamo-nos com a bateria do The Rev. De repente percebi que estávamos em cima do palco onde o show havia acontecido. Este ainda estava montado, apenas algumas caixas de som já haviam sido retiradas.

Encarei Johnny, com um olhar de “o que estamos fazendo aqui?”. Ele pareceu entender e disse:

– Também não sei por que te trouxe aqui. Quer dizer, quando eu sumo, depois do show, eu sempre venho pra cá, mas nem os caras sabem. Eu gosto de ficar aqui, curtir o silêncio, só sentar e relaxar. Acho que você é a primeira pessoa que eu trago pra cá... – Johnny olhava para baixo, e pude ver que sua face corava um pouquinho. O palco também estava escuro, e eu sentia uma tremenda vontade de ter aquele fofo para mim. Caminhei ao seu encontro e o abracei. Pude sentir seus rosto afundando em meu pescoço e seus braços contornando minha cintura. Não sei explicar como ou porque, mas naquele momento me senti em casa. Me senti segura e amada. Então subitamente levantei o rosto de Johnny com as duas mãos e o beijei. Foi um selinho demorado, mas cheio de carinho. A língua de Johnny pediu passagem por entre meus lábios, e eu a concedi.

O beijo ficava cada vez mais quente, e eu ia perdendo meus sentidos. De repente estávamos deitados no chão, um de frente para o outro, envolvidos em um abraço cheio de desejo e paixão. Sua mão esquerda entrava lentamente por baixo de minha blusa, e arrepiei-me com seu toque. Porém, ele hesitava em tirá-la de vez. Entre beijos, perguntou:

– Posso?

– Com certeza. – respondi, sorrindo, olhando dentro de seus olhos.

Johnny era muito carinhoso e delicado, mas ainda assim me deixava louca de prazer. Eu morria de medo de que alguém da equipe dos Avengers entrasse no palco e nos pegasse no ato. Ele não parecia se importar com nada além de me possuir. Liguei o “foda-se”, provavelmente assim como as outras quatro meninas (já que cada uma encontrava-se com um membro da banda), e me entreguei completamente a Johnny.


Notas finais
Sorry, não tenho experiência
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