Take a chance

24 La Première


Notas iniciais
Olha só, vou mandar a real antes de qualquer coisa: estou simplesmente decepcionada com os leitores. Todos os dias eu olhava, e os reviews nunca aumentavam. Imaginem como eu me sentia? Ou ainda sinto, né... Enfim, eu estava conversando com uma amiga, e ela disse que eu deveria meio que ameaçar vocês. O que vocês acham? Só posto o próximo com no mínimo 10 reviews. Pronto, é isso aí, só posto com 10.
Agora, a parte boa, a LINDA PERFEITA MARAVILHOSA da RoBakerPoyAckles me fez uma LINDA PERFEITA MARAVILHOSA recomendação. Eu quase chorei aqui quando li, ela disse que eu sou uma boa amiga, =P. Essa parte me agradou pra caralho, e é bom demais poder ter feito uma amizade com uma maluca tão louca como ela, IAHUAIUHAIUHSUAHSAS. Te amo, neguinhaaa ♥
Curtam aí, e comentem, senão semana que vem não tem att :)

Matthew

Faltavam apenas trinta minutos para a nossa saída. Eu vesti o smoking e fui pentear o cabelo, enquanto Nathi alisava o dela.

- Porque você não usa logo um ferro de passar? Deve demorar menos. – disse eu, já desviando do pote de pasta de dente que ela jogava em mim.

Saí do banheiro, me deitei na cama e fiquei lá pensando na vida. Uns 15 minutos depois, a morena resolveu sair também. Eu literalmente babei quando a vi lá, parada. Ela usava um vestido tomara que caia preto, super justo. A peça acentuava cada uma de suas curvas, e terminava um pouco mais aberto, deixando à mostra uma pequena parte de seu sapato vermelho. Então era isso que chamavam de vestido “sereia”. Acho que o sapato era o mesmo que ela usara no restaurante japonês, mas isso não importava. Eu fiquei imaginando como seria possível ela andar –ou até respirar- naquela roupa. Nathi não usava nenhum colar ou pulseira, apenas brincos, que quase não apareciam em meio ao seu cabelo. Ela não precisava de mais brilho, já irradiava apenas por sua presença. Sorri quando pensei que aquele beleza toda era só minha.

- Ta bom, não precisa dizer nada se não quiser. – Nathália me encarava impaciente, e eu continuava sorrindo bobo.

- Sabe como é, você me deixa sem palavras... – me levantei e a abracei pela cintura. Quando me aproximava para lhe dar mais um beijo, a morena virou a cara.

- Nada disso, Matthew, não quero borrar a maquiagem.

Aff, mulheres...

Nathália

Zacky resolveu colocar um smoking preto com uma camisa branca por baixo, e uma gravata borboleta púrpura como acessório. Eu mereço, né??

De dentro da limusine pude avistar os fotógrafos e o enorme tapete vermelho. Então do nada meu coração acelerou. Synyster foi o primeiro a descer do carro, pude ouvir os gritos se multiplicando enquanto ele sorria e acenava para a multidão que ficava nas laterais do tapete vermelho. Zacky, Arin e Johnny saíram logo após Brian, e os urros da galera aumentavam cada vez mais. Quando Matt desceu, eu ouvia praticamente só gritos femininos. Ele estava sim muito lindo, e gente, ele é o M. Shadows, né...

Matthew segurou a porta da limusine para que eu pudesse descer da mesma, e por um momento as pessoas pareceram silenciar. Então subitamente as luzes das câmeras reapareceram e a confusão veio à tona; quase não conseguia enxergar. Agarrei a mão de Matt e ele nada disse, apenas sorriu. Continuamos andando pelo tapete até chegarmos àquelas partes onde os famosos realmente param para tirar as fotos, com os fundos legais. Descobri que o filme para qual os meninos tinham feito a música era o “Motoqueiro Fantasma 3”. Da pra acreditar? De longe eu avistei o próprio Nicholas Cage descendo de outra limusine, e quase tive um ataque. Mais para nossa frente estavam Eva Mendes e Jennifer Lopes. Pareciam miragens de tão lindas. Matt falava pra eu me acalmar, mas caralho, era impossível!

Ryan Seacrest também estava lá, e foi ele quem nos entrevistou.

- Então, adivinhem quem está aqui comigo, agora? Isso mesmo, Avenged Sevenfold! Boa noite, pessoal. Então, que noite hoje, não? – ele falou quase tão rápido quanto no American Idol e passou o microfone para Matthew.

- Boa noite, Ryan. É, essa noite vai ser bem emocionante. Nós nunca havíamos feito música pra um filme, esperamos que o público goste dela, e também goste do efeito que ela dá ao filme... – o sorriso de covinhas do meu ogro era algo lindo de ver.

- A música é mesmo muito boa, eu já tive o prestígio de ouvir ela. Mas diga-me, quem é sua acompanhante essa noite?

Corei instantaneamente e Matthew gargalhou de minha reação.

- Ah, sim. Esta é Nathália, mas ela não é bem minha acompanhante.

- Ah, perdão, eu presumi que fosse por causa das mãos dadas.

- Não, não, nós estamos sim juntos, — porra, por que ele foi assumir? Agora eu viraria manchete definitiva dos jornais do mundo. – mas ela é também a nova guitarrista e vocalista da banda.

Ao ver a pokerface do Ryan, Matthew explicou toda a história e a moral de eu estar lá. Então o repórter sorriu e completou:

- Bom, boa sorte para você, moçinha. Parece que ate já estou vendo a Joan Rivers comentando sobre o quão linda você esta essa noite. “Best dress nominee”! – sorri, agradecendo ao elogio — Tenham todos uma ótima noite, pessoal.

Agradecemos e partimos para dentro do prédio onde o filme seria passado.

***

Foi lindo, perfeito, maravilhoso. Palavras são poucas para descrever aquele filme, e a felicidade dos meninos quanto à música era tão grande que seus olhos brilharam assim que ela passou. Sabe quando, bem no finalzinho do filme, começa a tocar aquela música pesadinha, com um ritmo acelerado e dançante, pra dar ênfase em como o moçinho conseguiu se dar bem? Pois é, era bem assim, na cena em que o motoqueiro e a personagem da Jennifer subiam na moto e dirigiam para lugar algum.

Ficamos breves minutos na afterparty, já que Zacky e Syn ficaram só reclamando o quão chata e sem putas estava aquela festa. Eu sentia alguns olhares invejosos de mulheres extremamente lindas e famosas, mas não sabia se era por causa de meu vestido e cabelo, ou por causa de minha companhia. Ainda assim, mesmo me sentindo um tanto desconfortável, não parei de sorrir em momento nenhum, e cumprimentava a todos os que se dirigiam a mim e aos meninos.

Depois seguimos para um bar super elitizado de L.A., onde as pessoas estavam vestidas quase tão chiques quanto nós. Os guitarristas se deram bem novamente, acabaram não voltando conosco para o hotel. Bom que eles fizeram, porque assim que colocamos os pés dentro da recepção, rindo de alguma coisa que Arin dissera, nos deparamos com uma figura pequena e loira, de expressão tristonha e cabelos embaraçados.

Matthew e eu ficamos estáticos ao vê-la lá. As risadas cessaram, dando origem à rostos preocupados e inseguros. Johnny e Arin apenas a cumprimentaram e subiram para seus quartos. Tentavam fugir da situação mega desconfortável que estava por vir.

Notas finais
E aí, ta tão chato assim??
*o*