Taang - Musica
2 Caindo (falling)
Notas iniciais
- Divirta-se!
E essa é uma pequena historia sobre como tudo começou...
— Hey, Pés Pequenos, o que é tão engraçado em voar? Eu não gostaria de perder o controle sobre mim mesma voando... E além disso, pra que voar serve? uh? Pra nada ! – Toph divagava sem saber se Aang estva prestando atenção ou não.
— Voar é uma coisa que os Nômades do Ar fazem desde de sempre. Você devia experimentar também, um dia desses... E então,pra você qual é a graça de ficar sempre em um lugar só? Nada pra fazer a não ser comer lama? – o monge respondeu.
— Ha! Não responda uma pergunta com outras perguntas! – ela disse.
— Voar... É a liberdade, ver o horizonte e apenas não estar preso a nada. É praticamente uma descrição do estilo de vida que os monges adotaram... Assim como o que eu pretendo recriar. – ele sorriu para as nuvens enquanto as observava deitado – Só tenho que esperar a idade certa e a pessoa certa pra isso...
— E Rainha do Açúcar? Desistiu dela? Isso era uma coisa que pensei que nunca veria! – Toph disse irônica, como sempre.
— Não é isso. Ela desistiu de mim,depois de quatro anos ela encontrou um destino de equilíbrio... Não é uma coisa completamente inexplicável...
— Você que pensa... Qual é verdadeira sensação de voar? – perguntou Toph curiosa como quase nunca.
— A liberdade é inexplicável... Talvez al... – ele começou a falar... – ele começou a falar lentamente como se sua mente estivesse longe...
— Pare! Não fale isso! Desse jeito parece que está se referindo a outra coisa...! – Toph o interrompeu subitamente, irritada.
— ...algum dia te levo para voar junto comigo. – ele terminou de falar, inocentemente.(...)
Você acabou nunca me deixando experimentar sua amada Liberdade, e então eu acabei procurando por mim mesma, novamente e novamente, eu procurei minha própria forma de voar. Desde aquele dia eu venho caindo para finalmente voar, mas — Eu caí em desuso e caí em desgraça. Caí de árvores e caí de cara. Caí de táxis, de janelas também. Caí em sua opinião no momento em que me apaixonei por você (I've fallen out of favor and I've fallen from grace. Fallen out of trees and I've fallen on my face. Fallen out of taxis, out of windows too. Fell in your opinion when I fell in love with you).
Sempre que alguém me pergunta sobre minhas cicatrizes eu desejava responder: — Às vezes desejo cair, desejo alguma liberdade. Desejo cair através dos ares para ter um pouco de alívio. Porque cair não é o problema, pois caindo estou em paz. E é apenas quando chego ao chão que sinto toda essa dor (Sometimes I wish for falling, wish for the release. Wish for falling through the air to give me some relief. Because falling's not the problem, when I'm falling I'm at peace. It's only when I hit the ground it causes all the grief). Desejo cair porque isso me ajuda a lembrar de você, desejo cair sempre que ouço o vento em meus ouvidos e a agitação das folhas das arvores. Desejei que você fosse meu paraquedas e que apenas uma vez eu não experimentasse o gosto amargo que está além da queda.
Esse é um desejo amargo que sempre se infiltra em meu ser. De todas as cartas as minhas sempre serão as mais incompreensíveis. Assim, desejei que passe apenas mais tempo a lê-las e talvez as desvendasse, porque jamais pude escrever meus rabiscos dizem tudo de mim — Esta é uma canção para um nome rabiscado. E meu amor continuara a escrevê-lo de novo e de novo. Esta é uma canção para um nome rabiscado. E meu amor ainda continua a escrevê-lo de novo e de novo (This is a song for a scribbled-down name. And my love keeps writing again and again. This is a song for a scribbled-down name. And my love keeps writing again and again) E de novo desejei ser livre, e de novo não havia outra escolha para mim, e de novo esse desejo me consumia, e de novo eu simplesmente caia. E de novo senti inveja de que pudesse voar, e de novo procurei me libertar disso, e de novo Liberdade zoou de minha cara porque, de novo o chão estava lá. E de novo eu lhe perguntei no mais simples dos dias, e de novo ‘como seria aquela sensação que tanto queria?’, e de novo a minha esperada resposta que nunca veio, e de novo e ao mesmo tempo sempre seria a mesma. E de novo eu procurei por você, e de novo você fugiu pelos ares, e de novo apenas para que tentasse, novamente e novamente (And again and again and again and again And again and again and again and again And again and again and again and again And again and again and again and again).
Enquanto minhas desculpas não são suficientes, acabo achando outra forma, outra Liberdade que me agrade, eu simplesmete — Danço comigo mesma, e sozinha fico bêbada. Acho novas pessoas para amar, as deixo para que se afoguem.. Nunca tive medo de pular, não tenho mais medo de cair. E se não houvesse onde pousar eu não teria medo de nada, não teria medo do vazio não teria medo de nada, não teria medo de mim mesma não tendo medo de nada. Cair e nunca alcançar o chão, apenas: Cair (I dance with myself, I drunk myself down. Found people to love, left people to drown. I'm not scared to jump, I'm not scared to fall. If there was nowhere to land I wouldn't be scared at all. At all. At all. Fall. Fall), para nunca mais voltar.
— Toph, — Aang começou a falar – O que está fazendo? –completou ele por não ter mais nada o que falar.
— Pensando no que me disse. – ela simplesmente respondeu...
...Sempre que me perguntava sobre como me sentia, eu procurava saber se a resposta que queria seria a resposta que eu esperava responder, por que simplesmente eu — Às vezes desejo cair, desejo alguma liberdade. Desejo cair através dos ares para ter um pouco de alívio. Porque cair não é o problema, pois caindo estou em paz. E é apenas quando chego ao chão que sinto toda essa dor (Sometimes I wish for falling, wish for the release. Wish for falling through the air to give me some relief. Because falling's not the problem, when I'm falling I'm at peace. It's only when I hit the ground it causes all the grief). Eu procurei por isso e a Liberdade me respondeu caindo em minha lama.
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