Só o tempo dira
4 Quinn
Notas iniciais
Eu sabia que deveria procura-lá para tirar tudo a limpo, quando um certa conversa me distrai.
– Eu sei, é arriscado ... Mas se sabe o poder dela nesta situação ... Eu não posso arriscar, não posso deixar que ela nos atrapalhe de novo, não posso ... Esta ou não comigo? ... O que eu acho? É claro e nítido que sim né? ... Tá bom então nós vemos lá.
Aquilo foi estranho, com quem quer que seja a conversa de Quinn me deixou confusão, de quem ela estava falando? Com quem estava falando? E planejando o que? Isso com certeza não vai ser bom, mas no momento eu preciso resolver a minha vida, faz uma semana que cheguei de New York e Rachel Berry não saia da minha cabeça, e pra saber dela nada melhor que meu irmão e melhor amigo dela Kurt.
– Kurt!
– Fala Finn o que quer saber da Rachel ?
– Eu em só existe ela ?
– Pra você sim, então desenrola.
– Tá! De quem é o filho?
– Filha, e eu não estou autorizado a falar.
– Qual é Kurt ?
– Motivos dela que eu acho bestas.
– Fala Kurt.
– Sua!
Tá parece louco estou a caminho de New York muito bravo por sinal, como ela deve a coragem de esconder isso de mim.
***
–Quinn?
– Ora, ora o que temos por aqui? Rachel Berry, grávida — Quinn empurra Rachel e passa pela porta — Eu imagina pelo sumiço, mas por que apareceu em ?
– Eu não apareci, ninguém sabe de mim aqui.
– O Finn sabe, eu sei, Rachel nem se esconder sabe — Quinn vai pra cima de Rachel que atravessa a sala de costa e a um metro de distância do sofá Quinn a empurra e ela cai sentada — Vamos brincar agora, eu disse pra não mexer comigo.
Rachel grunia de dor, porque a dor era tanta que não conseguia gritar.
– O que vai fazer Quinn?
– De dar um lição, fica longe do Finn, fica longe de mim, fica longe de Lima, esqueça do seu ensino médio, esqueça de seus 16 anos em diante, lembre apenas da sua vida de agora em diante, dessa vida sem graça, dessa vida vazia.
– Quinn me ajuda — Rachel pedia vendo sua mão cheia de sangue — Pelo amor de Deus.
– Por que deveria ?
– Porque é apenas uma criança... que não tem... culpa de nada — tamanha era a dor de Rachel — eu mudo de cidade com ela... Se você me ajudar.
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