Sympathy for the Devil

37 Sou colocada no comando


Notas iniciais
Então, depois de anos - ou dias. Pra mim foram anos - venho aqui, na maior cara de pau postar. É.
Aviso básico: Minha malditas aulas voltam segunda (tou pensando em me matar. Sério. Ou fugir de casa. É) então eu tou adiantando TODOS os capítulos que nem 1 louca. Já escrevi mais dois da Symphaty hoje de madrugada. Tipo, não gosto de reclamar, mas tou com um puta sono, por que eu fiquei da meia-noite as quatro e quarenta da manhã, e minha mãe linda me acordou as sete. Não me perguntem o motivo. A linda ainda me abandonou aqui e foi pro serviço - é, ela é enfermeira.
Resultado: Lolis de oheira, MUITO mal-humor e com vontade de dar 1 tiro no primeiro que atravessar meu caminho.
Ou não, né? Violencia não. Paz sim.
Brisei agora. Vou parar de falar. É.
Enjoy o capitulo gente!
P.S. Hoje FINALMENTE aparecem todas as meninas que se inscreveram. O Brian e a Jenny já haviam aparecido, hoje temos a Pippa (vulgo Evie Zamoura), a Anna (Editora estilosa da Vogue), a Tammy (Irmãzinha da Erin, e antiga Axl_Rose), a Sharon Hyde (NESSA POISON, NEGADA! Era coloca-la ou me esconder num quartinho do pânico pro resto da vida. Tipo, ela ameaçou meu cabelo...). É. são essas ^_^
Acho que já tagarelei demais. Nem tem notas finais, pois é.

– Olá Nova York! – Axl acenou saindo do vôo para uns milhares de fãs que nos aguardavam no aeroporto J.F.Kennedy.

Um gritaria quase ensurdecedora fez-se ouvir, e algumas fãs levantavam as blusas exibindo suas... Bem, vocês entenderam.

– Gostei do lugar – Axl disse com pouco caso, jogando sua mala para um dos seguranças carregar – Muito receptivo.

Erin apertou o braço dele de leve, o fazendo bufar.

– Não quero nenhuma dessas mulheres por perto – exigiu.

– Claro querida... – Axl resmungou – Tudo o quê você quiser...

– Ah, que fofo! – ela vibrou.

Jenny vinha ao meu lado, empacotada num sobretudo vermelho.

– Mal posso esperar para conhecer as outras madrinhas – comentou comigo.

– Você também nunca as viu?

Ela assentiu.

– Apenas ouvi falar. A propósito, parabéns pelo cargo de Dama de Honra!

– Obrigada – falei mal-humorada – Mas não sei se é o cargo certo para mim.

– Por que não seria? – ela pareceu confusa.

– Ah, bem...

Fomos cortadas por uma Erin saltitante.

– Todo mundo pronto para conhecer o séqüito?

– Séqüito? Isso é sério? – perguntei.

– Não me diga que você não sabe o que é um séqüito! – Erin, Jenny e Glister se escandalizaram.

– Não. Não sei.

– Séqüito é o grupo da madrinhas do casamento. Francamente, Draffy todo mundo sabe disso! – Glister fez pouco caso.

– Viu agora por que eu não devia ser a dama de honra? – arqueei a sobrancelha para Jenny. Ela sorriu compreensiva.

– Se você se matar antes do dia, eu assumo o cargo em sua homenagem.

– Ah, obrigada. Mesmo.

– Olhem elas lá! – Erin apontou.

Seis mulheres – e um homem — vinham caminhando em nossa direção.

Sabe naqueles filmes, em que as pessoas andam em câmera lenta, com uma musica ao fundo? Então, eu vejo essas sete madrinhas andando lentamente ao som do riff de ‘The Eye of Tiger’.

Piração minha ou não, elas aparentavam ser tão mais bem – resolvidas, responsáveis e até mais altas que eu.

Todas pareciam ter saído de alguma revista de moda.

Como eu comandaria um grupo assim? Como?

– Elas são gostosas! – Steven falou.

– Calado popcorn! – Duff repreendeu.

– Olá – a madrinha nº 1 se apresentou. Ruiva, de olhos verdes e magra. Me lembrava vagamente uma espécie de fada. Leve, relaxada e sorridente. – Sou Evie. Evie Zamoura.

– Evie! – Erin que pulava de felicidade abraçou a garota que ficou corada.

– Como vai? – Evie disse num fio de voz. Obviamente sufocada pela noiva.

– Como você acha? – Erin ria descontroladamente. Evie sorriu e rapidamente se escafedeu dos braços da amiga.

– Erin... – outra mulher se apresentou. De taiuler alvíssimo e cabelos negros cuidadosamente penteados e retos ela parecia alguém no mínimo bem de vida. Erin sorriu largamente.

– Anna! Pessoal, essa é Anna Madson, editora da Vogue de New York e minha primeira chefe!

Como alguém de vinte e seis anos no maximo poderia ter sido chefe de uma pessoa como a Erin?

Anna nos cumprimentou educadamente e depois começou a anotar furiosamente num mini – bloquinho as mãos, despertando a atenção de Brian.

– Hey, irmã! – uma garota loira, mais nova que eu pulou nos braços de Erin.

– Tammy!

Tammy era loira e usava maquiagem pesada para alguém que aparentava ser menor de dezessete anos de idade. Os seus olhos, incrivelmente azuis observavam tudo ao redor, embora ainda estivesse falando com a irmã.

Em seguida, outra morena cumprimentou Erin. Olive Purkle. Alta, esbelta e com cabelos repicados. Nancy Gray também fez as honras, vestida num casaco de pele. Nancy era a única mais cheinha do grupo. Os cabelos castanhos enrolados de uma maneira quase pin-up lhe davam um chame a mais.

– O melhor da família chegou! – outra loira disse rindo. Enfiada num casaco de lã, saia de couro e um chapéu discreto ela acenou para a prima. Sharon Hyde.

– Hey Sharon! – Erin e ela se abraçaram e deram o usual beijo na face.

Sharon veio para o meu lado ainda sorrindo bobamente.

– Hey... – a cumprimentei com a cabeça. Ela arqueou as sobrancelhas loiras e murmurou um ‘oi’ baixo.

– Abram passagem recalcadas, por que Rudolph está na área!

O que era exatamente aquela criatura? Foi o primeiro pensamento que me veio à mente.

Dono de um casaco púrpura com estampas de tigre, camisas de seda, sapato italiano, calças caqui ( Por que combina com tudo, bee, nas palavras do próprio) óculos armação tartaruga amarelos e um cabelo feito mechas loiras claríssimas, para contrastar com o bronzeado ultra sutil – notem a ironia – dele.

Ele era uma figura exótica.

– Oh Meu Deusito! Que farofada é essa, amiga? – ele disse delicadamente após um rápido beijinho na bochecha (nem encostou!) da Erin.

– Seja bonzinho, Ruph... – Erin pediu como se pede a uma criança mimada.

– Ah, darling pensei que seu séqüito seria mais bem – feito. Estou rosa – choque!

– Ruph!

– Ah, quanta energia negativa! Eu paro, feliz? Mas antes me diga, qual das bitches é a dama de honra?

Merda.

– É a Draffy! Draffy, não se esconde não! – Erin chamou e Izzy me puxou de trás dele, deixando Ruph me analisar com uma cara azeda.

– Hum... Oi, Ruph?

– Rudolph para você, bee. – ele disse majestosamente ajeitando seu lenço laranja – arde – meus – olhos envolta do pescoço.

– Tanto faz... – resmunguei.

Utilizamos quatro táxis para ir para o apartamento, localizado há algumas quadras do Central Park. Ficaríamos hospedados por duas semanas. Tínhamos uma semana até o casamento.

– Como Dama de Honra, você fica encarregada de programar nossos afazeres e tudo mais – Jenny avisou.

– Aham. Que tal irmos ver os vestidos logo?

– é uma boa idéia. Depois precisamos ver a louça que será usada, os enfeites, as cores...

– Alguém falou em organização aqui? – Evie se materializou ao meu lado – Por que, sabe eu sou decoradora e organizadora. Coisas assim são minha especialidade.

– Beleza. Menos serviço para mim – comemorei – Devíamos separar as tarefas.

– Você quem sabe. Você é a chefe aqui... – Jenny deu os ombros.

Sorri involuntariamente.

– Evie, reúna as madrinhas. Temos um casamento para planejar!


Notas finais
Mereço rewiens? Mais recomendações? 1 BJ ENORME PRA LINDA DA QUEEN QUE NÃO PERDEU A PACIÊNCIA MESMO DEPOIS DE SEIS BELAS TENTATIVAS! Nyah tá podre assim mesmo. Recomendações não saem rápido. Por isso muito obrigada, Queen.
Pois é. Fico por aqui. Quem sabe hoje a noite eu poste Jogo de Amor em Las Vegas?
Bom, até sexta que vem o/ !
Super animada pra voltar para o infer...ops, escola.
Bjs
Lolis