Sympathy for the Devil

47 Os melhores amigos da Noiva


Notas iniciais
Titulo opcional de: O Fabuloso Buquê de Erin. Tá, o que eu coloquei ficou superior e melhor.
SINTAM O PODER!
Tá, parei. Não tou legal. Escola hoje. Odeio aquilo. Passo as aulas vegetando/desmontando canetas/pensando em fics/ em twitter/ em Slash/ desenhando o Slash/ E gatos. É. Definitivamente não estou bem. Então ignorem TODOS os surtos.
MELDELS! Vou me consultar com o Mago Rudolph! Tenho medo. Só eu acho que ele ou o Izzy deve ter algum parentesco com a Hippie doida do SEGUNDO CAPITULO da fic?
Olha eu. Lembrando do começo dessa jornada insana. É dramatico eu sei.
Tive uma ideia perversa agora. Vou colocar spoilers da Symphaty II em todas as notas finais. Sou uma cadela. MUAHAHAHAHAHA!
Tá, parei.
Enjoy it!

- Senhor Rose, aceita amar e respeitar a senhorita Everly na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença, na felicidade e na tristeza?

- Aceito – Axl disse tremendo um pouco. Erin sorria radiante.

- E você, Erin Everly, aceita amar e respeitar Willian Axl Rose na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença, na felicidade e na tristeza?

- É claro que eu aceito!

O padre sorriu.

- Se tem alguém contra esse casamento, pronuncie agora.

Todos ficaram num silêncio constrangedor, ocultado apenas pelo choro desesperado da pequena Cherrie.

- É, bem, se é assim, os declaro marido e mulher.

Suspiramos aliviados. Aquele casamento saíra, enfim. Depois de pelo menos um mês de atraso, já que Glister se recusou a ser substituída por outra qualquer, então fomos obrigados a remarcar o casamento para o começo de maio e ajustar a largura do meu vestido, já que uma barriguinha insistia em aparecer já, motivo de surtos de fofura entre as meninas – e os meninos.

- O noivo pode beijar a noiva – o padre anunciou fazendo Axl tascar um beijo nada discreto na noiva.

Aplaudimos e assoviamos empolgados. Até Cherrie havia parado de chorar.

Os dois saíram sob uma chuva de confete e arroz e recebemos permissão de ir finalmente para a parte que todos queriam e esperavam.

A festa.

Erin e Axl entraram na sua limousine preta, lustrosa e saíram arrancando pneus para o salão.

Nem preciso dizer que muita coisa aconteceu de lá para cá. Evie conseguiu conquistar o coração de Izzy depois de um acidente desagradável no elevador (Isso inclui a mim. Depois de duas horas presos num elevador quebrado, o socorro só veio quando eu implorei por ajuda, já que não uma grávida não deveria passar tanto tempo segurando vela em um ambiente totalmente fechado), Sharon aceitou seu destino e está saindo com o guitarrista dos Stones, vulgo Keith Richards. E não, isso não me causou nenhum infarto ou algo de tipo.

P.J. e Jenny assumiram um relacionamento que vinham mantendo escondido, até eu os descobrir na cozinha ontem, quando eu levantei para comer um pedaço de torta de chocolate que Steven havia me presenteado. Ai, o jeito foi dizerem na frente de todos que vinham fazendo aquilo há mais de duas semanas.

Anna passou três pesarosos dias saído com Nikki Sixx e Vince em horários alternados, para se decidir por um. Acabou optando por Tommy Lee, o baterista dos Motlëy.

Rudolph não desistiu de conquistar sua alma gêmea, e se declarou para Steven, que o apresentou a o cabeleireiro da banda tentando tirar aquele encosto do seu pé. Por incrível que pareça, funcionou. Agora, temos um stylist psicótico também.

Olivie se descobriu gostando mesmo de Steven, mas até agora não deu nenhum tipo de passo na conquista. E do jeito que Steven é lento, isso pode demorar um pouco.

Tammy conseguiu um emprego como modelo e agora é a nova cara da coleção de verão da Channel. Culpa da dona Anna Madson, mais nova editora – chefe representante da Vogue Nova – iorquina.

Eu já disse também que sou a mais nova fotógrafa da revista? Depois de um curso de duas semanas com Brian e uma aula de moda com Anna, Glister e Rudolph, consegui o prestigio para trabalhar fotografando modelos e atrizes para a Vogue.

E por falar no Brian, para alegria geral, foi efetivado no trabalho, graças ao documentário sobre a vida de uma fã. Inclusive, planejam produzir uma versão para o cinema daqui há alguns anos. Brian nunca pareceu mais eufórico e agitado.

Nancy foi pedida em namoro por – pasmem – meu PRÓPRIO PAI, que resolveu que não suportaria uma cópia da sua mãe dentro de casa e rompeu com Christine, levando ela ao completo desespero. A ponto de se atirar da ponte do Brooklyn.

Não. Mentira. Infelizmente ela não se atirou da ponte do Brooklyn. Só surtou, pegou sua mala de pele de zebra e decidiu se exilar no em Porto Rico, a beira mar. Soube que ela esta investindo em uma rede de hotéis por lá. Quem sabe não é o começo de outra história?

Meu avô e minha avó continuam firme e fortes. E ela parece mais tranqüila. Acho que ela se sentia incomodada com aquele clone dela por perto, a todo momento.

Ela está tão boa, que decidiu me dar um colar de presente pela gravidez. Um colar, nas palavras dela, com poderes sobrenaturais.

Ri e o devolvi. Eu não tinha mais nada que quisesse mudar na minha vida.

- Hey, chegamos. – Slash me avisou parando o carro e me ajudando a tirar o cinto.

- Eu ainda posso tirar meu cinto sozinha, sabe? – bufei.

- Eu sei. É só um pretexto para pegar na sua perna sem você saber – ele sorriu malicioso.

- Agora eu sei – arqueei a sobrancelha. Ele me beijou de leve.

- Quando que ficamos tão... bem assim?

Sorri.

- Quer mesmo que eu recomece essa história?

- Ah não, obrigada. Você já falou o suficiente.

Revirei os olhos enquanto ele saia do carro e vinha abrir a porta para mim.

- Que delicadeza – suspirei. Ele deu os ombros.

- Lá vamos nós começar isso de novo – ele riu.

- Começar o que?

- A brigar.

- Eu gosto de brigar com você – ri.

- É. Deve ser muito divertido ficar só falando enquanto o outro ouve e acena afirmativamente.

- Você nem tem idéia!

Ele me olhou carrancudo, mas logo sorriu.

- Eu sou um filho da puta sortudo – concluiu – De ter você só para mim.

- Olha a possessividade, ou eu fujo.

- Duvido.

- Eu também.

Demos as mãos e entramos no salão, onde as mesas já postas e meticulosamente arrumadas – Evie e seus colapsos perfeccionistas fizerem esse casamento o mais chique segundo a People Magazine – apenas esperavam os convidados, que não paravam de chegar.

Os Motlëy se sentaram todos ao redor de Anna, que estava um amor só com Tommy. Os Stones pareciam entediados e se dispersaram pela multidão. Mick parecia de olho na minha avó. Ri internamente imaginando os dois juntos.

Bret Michels que ainda não entendi o porque foi convidado para esse casamento, veio carregando a tal Anderson a tira-colo, com uma carinha azeda.

Mas a festa só começou mesmo quando os Skid Row despontaram, com Sebastian Bach abrindo um séqüito de caras gostosos.

A essa altura, eu já havia sido abduzida para a mesa oficial das madrinhas, onde basicamente nove mulheres – e o Rudolph – fofocavam em paz.

- Mas aquele não é o Sebastian Bach? – Tammy me cutucou.

- É sim – confirmei bebendo um pouco do meu suco.

Suco. Suco de Melancia ainda por cima, pois nas palavras da própria Glister combatia a falta de animo e os enjôos. Para mim, soava mais como tortura.

- Ele é muito gostoso!

- Eu acho ele meio gay... – Sharon deu os ombros e entornou seu vinho. Parecia conspiração. Só por que eu estava proibida de beber/fumar/usar drogas/antidepressivos/fritura todos faziam questão de beber, fumar, cheirar cocaína, tomar morfina ou comer algo extremamente gorduroso na minha presença.

Franzi o cenho.

- Ele não é gay. Só age meio gay. De vez em quando. – defendi.

- Não existe meio gay – Rudolph fez um aceno de desprezo – Ou é, ou não é.

- Ah, ele é sim – Sharon teimou.

Revirei os olhos.

- Não é!

- É sim!

- Ah, parem sim? – Glister pediu – Por que não vão perguntar para o Bach se ele é ou não é gay?

- Eu vou – Sharon levantou decidida e saiu em direção ao próprio Sebastian Bach.

- Hey! Me espera Shay! – pedi – Grávidas são lentas e eu quero ir também!

- Você está com menos de dois meses – ela fez uma careta.

- Não posso ser feliz em paz? Obrigada.

Nos encaramos e caímos na gargalhada.

- Aposto uma dança com o Rudolph que ele é gay – ela desafiou.

- Apostado. Eu vou ganhar mesmo – dei os ombros.

- Veremos...

Sebastian estava de costas para nós, dando em cima de uma modelo convidada.

- Com licença? Bach? – Sharon tocou o ombro dele, o fazendo se virar. A modelo continuava encostada na pilastra do local.

- Ah... Oi! – ele saudou com um sorriso branquíssimos e que sinceramente me cegou por um momento.

- Estamos com uma duvida – Sharon disse – Queríamos tirar direto da fonte.

Ele fez uma cara safada.

- Ah é? Podem dizer. Sei de tudo.

- Modesto... – resmunguei.

- Disse alguma coisa, belezinha?

- Estou noiva – mostrei meu dedo anular ameaçadoramente – e grávida. Ainda quer perder suas bolas?

Ele arregalou os olhos e se voltou para Sharon.

- O que você dizia mesmo? – pareceu incomodado.

- Queria saber se o que dizem é verdade...

- E o que dizem?

- Você é gay?

Ele engasgou e começou a tossir. A modelo saiu de fininho por trás.

- O que?

- E então? Você é ou não? – pressionei.

- Ahm... Tenho que ir. – e saiu correndo para longe de tudo e todos que pudessem ter escutado aquela conversa.

- Ele não respondeu – me indignei.

- Claro que respondeu! – Sharon rebateu – Quem se cala, consente.

- Merda nenhuma! Consente nada! – briguei.

- Não viu a expressão dele, Draffy? É óbvio que ele não quis responder que era por que está num ambiente com os amigos, fotógrafos e gostosas.

- Mas ele estava dando em cima daquela peituda na pilastra.

- Não importa. Eu ganhei. Vai dançar com o Rudolph.

- Vou mesmo – mostrei a língua indo até a mesa e chamando Rudolph para ‘mexer os quadris’.

Ele aceitou prontamente e saltitantemente.

A música mudou para One Way or Another, da Blondie. Nem preciso comentar que a Erin era uma fã assumida e louca por Blondie.

- Eu A-M-O essa musica! – Rudolph gritou tirando o lencinho do pescoço e o girando no ar, para meu desespero e constrangimento.

- O que você está fazendo?! – perguntei.

- Vivendo a vida, bee! Aham! Aham! Uhu! Uhu!

Encarei Sharon, que acenava da mesa tranquilamente. Mexi meus lábios em um ‘Você me paga’ para ela, que fingiu não ver.

Mas graças aos céus, a musica foi interrompida e o mini – palco improvisado foi invadido por Erin e seu vestido monstruosamente grande.

- Hora do buquê! – anunciou.

Nunca vi mulheres tão enlouquecidas. Nunca. Elas pareciam animais, se empurrando, se arranhando, gritando e mirando em apenas um alvo. O buquê.

- AHH! O BUQUÊ! – Rudolph deu pulinhos de excitação.

Glister passou por nós vidrada, pulando e gritando: ‘Eu vou pegar! EU VOU PEGAR ESSA MERDA! SAIAM DA MINHA FRENTE VADIAS!’

- Um... Dois... Três... – Erin fez graça fazendo de conta que jogaria o ramalhete.

- Você não vai participar? – Anna perguntou perto de mim.

- Ah... Não. Posso ser pisoteada.

- Pode nada! – Anna saiu me puxando.

Me meti naquela muvuca e ergui meus braços imitando as outras mulheres.

- E... JÁ! – Erin atirou. Todas pularam de uma vez só.

- AH! EU PEGUEI!

Notas finais
FINALMENTE O CASAMENTO! FINALMENTE! Erin aprova esse capitulo.
Sebastian Gay? Tive a mesma discussão com a Nessa Poison ah um tempo atrás e ficamos num impasse. Decidimos que o melhor seria continuarmos ignorantes quanto a isso. KKKKKKKK
E quem pegou o buquê? Glister? Rudolph? Draffy?
Ah! Vou soltar o Spoiler da Symphaty II aqui. Prestem atenção. É.
1º As Izzetes lindas surtaram com um personagem novo.
É. Só isso Lolis SUA BITCH DOS INFERNOS QUE ME MATA DE CURIOSIDADE???
Só.
Sou 1 má. Tá, parei. Vou-me indo antes que mamãe descubra que estou aqui, sem lição de quimica pronta e bolsa jogada debaixo da cama.
A espera de rewiens gatzos!
Bjs
Lolis